Maria de Lurdes Rodrigues e a avaliação dos frutos cristalizados

“O bolo-rei está em todas as pastelarias e padarias, mas é preciso ter critério. São poucos os que se recomendam. Sei do que falo porque não perco uma oportunidade para procurar o melhor. E tenho a minha pequena lista de preferências e de discussões com os amigos a propósito do melhor bolo-rei de Lisboa. Bem sei que há concursos, mas gosto de fazer eu própria a avaliação, e, no limite, nem sequer preciso de os provar. Aliás, o primeiro critério cumpre-se com o olhar: é a cor dos frutos cristalizados. Pedaços de abóbora da cor do tomate, não. Figos pintados de verde bandeira, não. Tiras de casca de laranja secos e em demasia, não. Açúcar branco em pó cobrindo todo o bolo, não. Frutos secos lascados ou moídos, não. O bolo-rei da minha preferência tem pera cristalizada, pêssego, tiras de casca de laranja e cerejas cristalizadas e macias. Tem amêndoas inteiras, nozes e passas.”
Jornal de Notícias
Imagem e título retirados daqui.

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8 comentários

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    • mario silva on 28 de Novembro de 2022 at 2:20
    • Responder

    Dar palco digital a esta aberração é injusto. Devia se falar dessa criatura para ser vilipendiada, insultada ou pior. Foi a assassina da educação e da carreira docente. Apenas merece falar nesta criatura demoniaca como a personificação da falta de ética e moral.
    Criaturas destas conseguem gerar impulsos que são regulamentados no código penal…

    • apetrada on 28 de Novembro de 2022 at 13:21
    • Responder

    Uma megera demoníaca.Um ser que até o pais recusou reconhecer como filha na hora da morte.

    • Rui Filipe on 28 de Novembro de 2022 at 18:04
    • Responder

    Pertence à espécie, daqueles que por canalhices, da lei da morte se vão libertando!

    NÃO ESQUECEMOS.

    • Um vómito on 28 de Novembro de 2022 at 18:13
    • Responder

    Provavelmente a pessoa mais perversa que já passou pela educação. Da mesma escola do que lá está agora.

    • Zé Freitas on 29 de Novembro de 2022 at 10:53
    • Responder

    É necessário não esquecer que nenhum ministro vai para lá por vontade própria. São escolhidos por “terem o perfil adequado” para as políticas que se pretendem implementar.
    Despejar a bílis em cima destas criaturas é simplesmente falhar o alvo e ajuda os pérfidos autores morais a safarem-se entre sorrisos reluzentes (quem não se lembra de “ver os dentes” tantas vezes aos primeiros na TV?).
    Quem tem que ser responsabilizado pela política criminosa de destruição do Estado Social que tanto custou a erguer são os mandantes. Esses têm um plano de desmantelamento do que custa mais dinheiro ao erário público para o poderem libertar para outras “prioridades” mais familiares.
    Esta é a investigação que urge fazer, a bem da Nação!

    • Ana Farinha on 29 de Novembro de 2022 at 23:28
    • Responder

    Confesso que gostei do texto! Até lhe encontrei um pouco de erotismo! Que se roam de inveja os outros Reitores que não tem a arte e o engenho para um texto de tão fino recorte literário!

    • Pedro Silva on 1 de Dezembro de 2022 at 12:30
    • Responder

    Falemos do essencial…
    Na boa apreciação que a senhora faz, falta mencionar os preciosos PINHÕES…

      • Ana Farinha on 3 de Dezembro de 2022 at 1:18
      • Responder

      Talvez não ficasse mal!

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