Os professores no ativo com mais de 50 anos representam já mais de metade do total, tendo a percentagem duplicado na última década, revelam novos dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).
Segundo o ‘Perfil do Docente 2019/2020’, no 3º Ciclo e no Ensino Secundário, 53,8% dos que estão a lecionar já ultrapassaram esta idade, valor que em 2009/2010 se ficava pelos 23,1%.
O que pensa o ME e o governo fazer?





5 comentários
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É melhor não fazer nada . É que se fizer sai M… , de certeza!
Ou seja, Geringonça.
O ensino vive sob o signo das quotas e dos cotas.
Quo vadis…
Daqui a 5 anos triplicam ou quadruplicam. Não é um exagero, uma vez que a geração de 1974 a 1977 constitui, desde há 24 ou 25 anos, o grupo dos professores mais jovens de cada escola e, daqui a 5 anos, terão todos mais de 50 anos. Mas penso que os resultados da vacina Pfizer associada ao projeto Maia começarão a manifestar-se dentro de 5 ou 6 anos, para sanear razoavelmente este problema no prazo de uma década.
A Dilma, no Brasil, fazia estoque de vento. Aqui também se faz esse tipo de stocks. Os professores quando chegar a hora de se reformar reformam -se e pronto. A idade e a quantidade não interessa nada.
A propósito viram o discurso do Presidente Bolsonaro na ONU? Aquilo é que foi um discurso… O mundo tem exemplo e o Brasil tem Presidente.
Aqui requer-se professores novos para iniciar o ensino na igualdade de género, pois com gente conservadora isso é impossível mas vamos lá ver como isso ficará. Abusar de inocentes e tirar-lhe a inocência não é uma boa ideia porque Deus não dorme.
Nas escolas do Brasil , agora, ensina-se português, ciências e matemática. Os Kits da homossexualidade e da igualdade de género, distribuídos no governo do sujo, foram todos parar ao lixo. No Brasil, sim , vai com certeza ficar tudo bem.