O primeiro dos dois quadros apresenta o número de colocados em cada grupo de recrutamento em 3.ª Prioridade no Concurso Interno (Mudança de Grupo de Recrutamento) desde o concurso interno de 2013. O segundo quadro mostra o número de docentes que saiu do seu grupo de recrutamento para ingressar noutro grupo de recrutamento.
Pediram-me para fazer um quadro para o concurso de 2021, tal como fiz em 2017 e onde de facto acertei nas previsões desse ano.
Os grupos com mais docentes colocados em 3.ª prioridade não devem divergir muito do que tem acontecido até aqui (120 e 910).
Neste quadro o grupo de recrutamento da coluna vertical é o grupo de recrutamento onde ficaram colocados docentes provenientes de outros grupos de recrutamento.

O quadro seguinte apresenta os número de docentes que saíram em cada um dos grupos de recrutamento.
Aqui já se verifica que os grupos de recrutamento com mais saídas de professores são o 100 e o 110.





4 comentários
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Arlindo, há um erro no GR 300, no concurso do ano letivo 2017/2018. Houve 1 colocado, que passou do GR 290 para o 300.
https://www.dgae.mec.pt/download/recrutamento/listas/201718/ci_ce_v2/listas_definitivas/ci/colocacao/Grupo-300-Portugues.pdf (página 16)
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Já vi.
Penso que é o único erro da lista.
Boa tarde,
Mediante a necessidade de professores bem como uma gestão adequada dos recursos humanos, penso que o Governo deveria permitir a realização de um concurso extraordinário de modo a permitir que cada professor consiga enquadrar-se na área na qual se sente mais realizado logo mais feliz. Está mais do que provado que só há aprendizagem quando há emoção.
Um professor que esteja a realizar a sua prática numa área que o permitiu atingir um bem maior, a aproximação à residiência, não merece estar eternamente a lecionar num determinado grupo para o qual não se sente completamente realizado.
Se o ME tem GR com profissionais em excesso e havendo vontade de mudança para outros GR mais carenciado, por que não permitir EXCECIONALMENTE a transição desses docentes. Não através de PERMUTAS porque o controlo pode suscitar algumas dúvidas, mas através de um concurso em que todos os candidatos seriam ordenados tendo apenas como base a sua graduação (e não o vínculo) e numa única prioridade. De certa forma, estaria aberta a porta a uma PERMUTA entre docentes, respeitando a graduação.
Um docente que esteja a trabalhar na área/disciplina que lhe interessa, irá indubitavelmente INVESTIR MUITO MAIS em prol do sucesso escolar dos seus alunos e da sociedade em geral.
Está na hora de mudar!
Tenham um excelente fim de semana!
No meu caso, pertenço ao QZP 1 do grupo 310 – Latim e Grego – mas nunca tenho colocação neste grupo e fico sempre em Português, a minha 2ª opção.
Efetuei estágio nessas duas disciplinas , em 1994, na altura era do grupo 8º A (Português, Latim e Grego). Porém, um ministério da educação iluminado separou as disciplinas em grupos de recrutamento distintos – 300 e 310.
Desde que entrei em QZP, tento sempre mudar para o grupo 300 (Português), mas não tenho hipótese, pois concorro na 3ª prioridade, com muitos colegas à minha frente.
Não consigo ingressar neste grupo, mas leciono sempre a disciplina de Português, com uma diferença: com tanto tempo de serviço, as minhas colegas do grupo 300, ficam muito mais perto de casa do que eu. E a idade já pesa para fazer tantas viagens… Assim, fico mais longe (por estar na 3ª prioridade), a dar a mesma disciplina, mas o ministério não entende (não sabe, nem quer saber) estas situações , com os lugares que sobram…