São os casos residuais, fora os que são encobertos das mais variadas formas pelas próprias escolas…
PSP e GNR chamadas em média 17 vezes por dia às escolas para reponder a situações de violência
O programa Escola Segura abrange mais de oito mil estabelecimentos de ensino de todo o país, com mais de um milhão de alunos.
Os agressores são quase sempre os alunos, mas há também queixas sobre encarregados de educação. Os principais alvos são professores e funcionários mas também outros alunos. Lisboa é a zona do país onde há registo de mais problemas.
Sandra Lourenço, professora e diretora de turma, admite que é cada vez mais dificil manter a ordem dentro do recinto escolar. Diz também que a violência que se vive nas escolas é o reflexo do que acontece na sociedade.
Com dificuldade para impor o respeito e a disciplina dentro do recinto escolar, os professores pedem cada vez mais ajuda às autoridades.
Os últimos dados do Ministério da Administração Interna mostram que no letivo de 2017/2018 as equipas da Escola Segura da PSP registarram mais de 6.400 ocorrências, mas há também muitos casos fiquem por denunciar.
Para além da violência fisica, a humilhação e as ameaças são também um dos principais motivos que levam a políca às escolas.
Para tentar diminuir o número de ocorrêcias, a PSP realizou 100 ações de sensibilização no ultimo ano letivo.




4 comentários
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Diz a directora de turma que ” é cada vez mais difícil manter a ordem dentro do recinto escolar”
Pois. Mas a somar aos “residuais” casos reportados, temos a chaga da (des) ordem dentro da sala de aula , com as consequências que me dispenso de comentar. Neste último reduto as autoridades policiais não actuam, evidentemente, mas tem de ser veementemente denunciado pelos professores . Sem receios de estúpidos e eventuais comentários do tipo , ” olha, não consegue dominar a turma”.
O ME tem de mobilizar todos os meios para por cobro a “isto” . E nada tem sido feito – os docentes que se arranjem. Se não é crime…
Numa escola secundária a Sul do Mondego, há uma diretora do curso profissional de Informática que faz assim:
– obriga que sejam lidas as ocorrências nas reuniões de CT, para humilhar os professores e passar a ideia que “não conseguem dominar a turma”, com registo em ata;
– entretanto, aqueles que já a conhecem não fazem participações, mas vamos passando pelas salas e vendo os alunos a passear nos corredores, sem as faltas serem marcadas;
– a própria nunca marca faltas disciplinares, é vista muitas vezes a conduzir os alunos à Biblioteca, mas nem faltas de presença nem faltas disciplinares;
– na avaliação, para se destacar ainda mais, é 18, 19, 20 a rodos, e nas atitudes dá tantos 20 que até doem os olhos;
– a disparidade de classificações é tão grande com o outro turno, mas ninguém pia nas reuniões, embora os guiões das reuniões obriguem a avaliar essas situações; ninguém pia porque borram-se de medo, profs, funcionários, desta criminosa fascista de merda:
– até manda os alunos fazerem gravações de aulas de outros profs.
Este caso, parece-me, já tem sido largamente difundido ” por aqui “.
Duas perguntas :
– de onde vem tamanha “autoridade” alardeada pela ex.maª senhora “directora” do curso ?
– os professores admitem – lhe tamanha desfaçatez?
Partido CHEGA quer devolver a autoridade aos Professores:
“Em todos os graus de Ensino os professores recuperam totalmente a autoridade perdida sobre os alunos, sendo-lhes devolvidos todos os meios que lhes permitam manter a disciplina nas aulas.”
https://partidochega.pt/programa-politico-2019/