Foi agendada reunião entre o Ministério da Educação com as Organizações Sindicais para o próximo dia 22 de janeiro de 2020, pelas 11 horas. Três meses após a formação do novo governo.
Fica aqui a informação deixada na página do S.TO.P.
Após ano e meio de silêncio por parte do Ministério da Educação (M.E.), fomos convocados a reunir com o Ministro, a 22 de janeiro (juntamente com outros sindicatos).
Entendemos que essa insustentável discriminação durante 18 meses – apenas ao S.TO.P. – foi um espécie de “castigo” do M.E. por termos dinamizado uma greve às avaliações CONSEQUENTE, nomeadamente em defesa do tempo de serviço docente e contra a precariedade docente em finais de 2017/2018. Agradecemos a TODOS os que se solidarizaram connosco. Essa grande solidariedade e o impacto da greve de todos os Profissionais de Educação que terminou em dezembro passado foram determinantes para esta mudança.
Como ficou evidente não nos vergaram e continuaremos a FAZER O QUE AINDA NÃO TINHA SIDO FEITO, em defesa de TODOS que trabalham nas Escolas (doa a quem doer).
Além das reivindicações associadas à greve de TODOS os Profissionais da Educação que terminou em dezembro, e da exigência da contagem de todo o tempo de serviço docente, iremos auscultar os Profissionais da Educação, a partir da próxima semana, para sabermos quais os temas mais prioritários a levar para a reunião com o Ministro e continuarmos a SER A VOZ DOS SEM VOZ.
Excelente 2020, do que depender de nós, com mais justiça para todos que trabalham nas Escolas!
Após ano e meio de silêncio por parte do Ministério da Educação (M.E.), fomos convocados a reunir com o Ministro, a 22 de janeiro (juntamente com outros sindicatos).
Entendemos que essa insustentável discriminação durante 18 meses – apenas ao S.TO.P. – foi um espécie de “castigo” do M.E. por termos dinamizado uma greve às avaliações CONSEQUENTE, nomeadamente em defesa do tempo de serviço docente e contra a precariedade docente em finais de 2017/2018. Agradecemos a TODOS os que se solidarizaram connosco. Essa grande solidariedade e o impacto da greve de todos os Profissionais de Educação que terminou em dezembro passado foram determinantes para esta mudança.
Como ficou evidente não nos vergaram e continuaremos a FAZER O QUE AINDA NÃO TINHA SIDO FEITO, em defesa de TODOS que trabalham nas Escolas (doa a quem doer).
Além das reivindicações associadas à greve de TODOS os Profissionais da Educação que terminou em dezembro, e da exigência da contagem de todo o tempo de serviço docente, iremos auscultar os Profissionais da Educação, a partir da próxima semana, para sabermos quais os temas mais prioritários a levar para a reunião com o Ministro e continuarmos a SER A VOZ DOS SEM VOZ.
Excelente 2020, do que depender de nós, com mais justiça para todos que trabalham nas Escolas!




12 comentários
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Têm de fingir que negoceiam…
Espero que os sindicatos digam que as migalhas dos 2 anos de serviços oferecidas vieram complicar as complicadas e congeladas mudanças de escalão. Ou seja há mais gente para mudar de escalão , mas a quota de escalão é a mesma ou até mesmo ou menor
A aposentação será um tema importantíssimo, há que dar lugar aos novos.
Vocês acham mesmo que o ministro está interessado no que os sindicatos lhes vão dizer?! E acham que os sindicatos lhes vão dizer algo que já não tenham dito não sei quantas vezes… o que lhes interessa é o que cada um diz depois, à saída, à comunicação social…. o resto é para encher chouriços!
Estou de acordo com a colega Ana Tavares. Uma vez que não nos contam mais ” tempo” que esteve congelado, que ao menos retirassem tempo na idade da reforma. Estou a trabalhar com 64 anos e a caminho dos 40 de serviço… Não há saúde que resista!!!
Pois, estás no 10° escalão…
Se estivesses no 4° com 30 anos de serviço…
Vamos lá fazer um concurso de quem está pior…
Com 25 anos de docência, 15 de tempo de serviço (muitos anos a começar em finais de setembro e a terminar em finais de junho com horários incompletos é o que dá), ainda contratado! 😉
Não quero com isto dizer que todos não tenham razão de queixas…. é só para mostrar como é que eles dividiram completamente a classe, basta dar tirar a alguns o que já deram a outros, e não dar a outros o que estão a dar a alguns… há tanta diversidade de situações que os problemas de uns de outros são completamente diferentes… já todos ouvimos falar em «dividir para reinar», não estou a inventar nada, apenas a identificar!
Há colegas que não têm respeito por ninguém. Pois ainda agora passei para o 9° escalão para seu conhecimento! Que não lhe devo Nada, certo? É se estivesse no 10°? Estou quase com 40anos de serviço. Em vez de nos juntarmos aos melhores e para cima, a nossa classe quer o pior e para baixo? TENHO PENA DE SERMOS UMA CLASSE MUITO…
“sem palavras”
Problema seu.
Maria, o que fez a colega quando em 2012 atiraram 15 a 20 mil contratados para o desemprego? Todos querem a classe unida mas cada um preocupa-se com os seus problemas, são raros os que se preocupam com os dos outros… a maioria dos contratados está há décadas nessa situação e têm 10 vezes mais razões de queixa, se fosse enumerar as regalias que têm a menos não saía daqui hoje… digo-lhe só uma, pela primeira vez estou de baixa, devo ficar 3 meses (já estou há quase um), se estivesse na CGA recebia pouco menos do vencimento normal, como os contratados descontam para a SS, no primeiro mês vou receber cerca de metade, nos dois seguintes vou receber 60%…
Mais uma vez, estou a dar estes exemplos apenas para verem que é impossível conseguir que a classe esteja unica porque os problemas de uns são completamente diferentes dos outros.
Vou-lhe só fazer uma pergunta, se o ministro disse que tinha dinheiro apenas para uma das duas situações seguintes, qual acha que o sindicato devia escolher: 1. Dar a oportunidade de se reformarem todos os docentes com mais de 60 anos e mais de 35 de tempo de serviço; 2. Passar aos quadros todos os contratados com mais de 10 anos de tempo de serviço (que na prática significará que na maioria dos casos têm mais de 15 anos de docência)? E não vale a pena dizer-me que acha que sindicato devia bater-se por ter as duas, se fosse do sindicato e tivesse mesmo que optar por uma qual é que lhe parece que seria a mais justa?
Como se diz no texto: \”Contagem do tempo de serviço é importante\” mas há mais vida para além do 9.4.2 – 2.9.18 = ??? da qual (também) não abdico.
– Retirem as quotas de acesso aos 5 e 7 escalões.
– Definam o que é componente lectiva e não lectiva (estabelecimento) – Já que todo e qualquer \”assunto\” que envolva os alunos é considerado lectivo. Necessitamos de tempo e horas para direcção de turma, de curso, de coordenador departamento,director instalações, delegado de grupo, o PTE e todos os demais. (a titulo de exemplo Dir. Curso + Dir. Instalações = 3 + 3 horas lectivas no \”antigamente\”).
– Reduções de horário (sim reduções … e não colocar os docentes em par pedagógico ou apoio ao estudo e salas de estudo), de acordo com a idade e tempo de serviço.
– Todas as bibliotecas escolares com professores – mais tempos lectivos e horas de biblioteca.
– O MEC quer professores mais habilitados? Então por exemplo considere aumentar um escalão a quem tenha mestrado e pelo menos outro a quem tenha doutoramento, já que por 6 meses não me vou dar ao trabalho de tirar um mestrado e depois ficar encalhado no 4º escalão.
Negoceiem … mas com consideração.
Sapinho verde, concordo plenamente. Quando há 40 anos iniciei, tinha 22 h de trabalho. Hoje, estou 28h na escola sempre a trabalhar e outras tantas em casa. Com cargos que tive sempre. Já passei por todos eles desde Presidente de Conselho Diretivo, Pedagógico, Departamento, Avaliação, Projetos, Disciplinar, de Turma, instalações…todos eles… Hoje, continuo com esta idade e a ter alguns deles… Também já está em tempo de dar a pasta aos mais novos…