Blogosfera – educar a Educação

Como é que um professor alegadamente do quadro concorre e é seleccionado em Contratação de Escola?

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22 comentários

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    • Rui on 17 de Setembro de 2013 at 11:57
    • Responder

    Vergonha. Ainda se fala que a classe deve estar unida. É só exemplos a reforçar esta ideia. É a lei da selva, cada um por si….

      • Profa farta de medíocres on 17 de Setembro de 2013 at 22:25
      • Responder

      Há anos que digo isso. Os docentes instalados querem é espezinhar quem vem atrás, pelo simples facto de terem nascido depois. Mas se a prova de conhecimentos for avante a justiça divina irá actuar.

        • Ana on 17 de Setembro de 2013 at 23:44
        • Responder

        Para querer espezinhar alguém é necessário haver uma motivação. Não vejo qual é que possa existir. Os “docentes instalados” o que querem é ganhar mais. A motivação chama-se dinheiro, não tem nada a ver com pessoas que vem atrás, à frente ou ao lado. Por isso trabalham mais para poderem ter uma vida mais próspera. Parece-me uma ideia que seria apoiada por todos, à exceção dos teorizadores de estrema esquerda. Tente ser coerente… senão… perde a piada.

    • Manuela Santos on 17 de Setembro de 2013 at 14:59
    • Responder

    Pelo que pesquisei a lei é omissa em relação ao assunto. Não diz para quem se destina a contratação de escola. A escola contrata, mas a lei não diz que tem que ser um contratado (desempregado). A aplicação permite aos QZPs concorrerem, porque eu já o fiz, não fui à entrevista porque liguei para a dgae e disseram-me que não podia, mas a verdade é que isso não está escrito em lado nenhum. Sou QZP com horário zero preciso de trabalho, qual é o problema de ficar com uma contratação de escola? A escola faz parte do ministério da educação, só que lhe foi dada autonomia para contratar. Lei da serva é os contratados poderem ficar com esses horários e os dos quadro ficarem com horário zero, sujeito a ficar sem vencimento. Seja-mos justos e cada um com a sua graduação…

      • Nuno R. on 17 de Setembro de 2013 at 15:43
      • Responder

      A sua argumentação só cai por terra pelo facto do colega colocado não constar da lista do 520 de horários 0 (só há 2). Por isso com mais de 1000 professores do 520 no desemprego fica mal a alguem do quadro estar a acumular estas 6 horas. Ou acha que se fosse o caso que descreve este colega não concorreria às dezenas de horários completos que estão em oferta e ia concorrer a um horário de 6h.

      • AF on 17 de Setembro de 2013 at 18:21
      • Responder

      “Seja-mos”?!? Até me deu uma dor no coração…

        • Profa farta de medíocres on 17 de Setembro de 2013 at 22:26
        • Responder

        Quando a dita prova vier todos os professores vão ser tomados por acéfalos.

      • ana on 17 de Setembro de 2013 at 18:31
      • Responder

      A colega é uma chupista, vive da ganância. Será mais uma que irá receber o vale para a mobilidade.

        • Ana on 17 de Setembro de 2013 at 23:46
        • Responder

        Tolices.

    • :( on 17 de Setembro de 2013 at 15:12
    • Responder

    O que dizem os sindicatos?

      • Profa farta de medíocres on 17 de Setembro de 2013 at 22:27
      • Responder

      Os sindicatos protegem os instalados. Pensei que isso fosse um dado adquirido.

    • Zeca Verde on 17 de Setembro de 2013 at 15:50
    • Responder

    Nem sabia que tal situação fosse possível. E o docente em causa, vai descontar, em principio, para a CGA na escola de origem e para a SS na escola de acumulação?

    • Mg on 17 de Setembro de 2013 at 15:52
    • Responder

    Quando o Nuno Crato se aperceber que há professores do quadro a querer acumular 22h com 6h é a deixa ideal para passar o horário letivo para 28h, eles até aguentam. Assim livra-se dos contratados e ainda vai uma molhada do quadro para “mobilidade”.

    • Lurdes Santos on 17 de Setembro de 2013 at 18:53
    • Responder

    Eu não estranho nada, na Escola da Ponte aparecem horários de poucas horas. pelo que me informam em Santo Tirso todos sabem das ilegalidades praticadas por esta escola. Querem deixar os horários anuais para como dizem os pais ” quem queremos”.

    Na página principal deles apresentam 2 horários de 10 horas a concurso…

    nada me estranha, pois conseguem meter lá contratados com pouco anos de trabalho, pelo fator C e nós com mais de 15 andamos aqui a penar de escola em escola.

    Gostava de saber como ainda existe um escola assim….só para amigos

      • Profa farta de medíocres on 17 de Setembro de 2013 at 22:29
      • Responder

      Escola da Ponte, mais uma invenção dos teorizadores de esquerda.

    • sandra s. on 17 de Setembro de 2013 at 19:13
    • Responder

    É por estas e por outras que pagamos todos como classe e os contratados se tornam cada vez mais precários, sem emprego e sem futuro no ensino. A opinião pública ri-se quando os professores dizem ter muito trabalho. Têm??? como? se ainda conseguem trabalhar noutras escolas, noutros institutos superiores ou universidades.? Depois admirem-se do MEC aumentar a carga letiva e a não letiva ou querer acabar com a redução do 79.
    É razão para dizer; “Eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada”,,,

    • Bioloogista on 17 de Setembro de 2013 at 22:10
    • Responder

    Não sendo a favor da acumulação, por muitas razões, eu pergunto? Quando um contratado tb acumula para além das 22 horas, ficam assim indignados? No ano passado eu soube de vários… e sei de pessoas que queriam essas horas para ter horário completo e não ficaram com elas.

    • Ana on 17 de Setembro de 2013 at 23:34
    • Responder

    Também conheço alguns casos de professores contratados, que, por mérito ou por sorte, têm mais de 22 h pois lecionam em várias escolas. Nunca me lembro de alguém ter achado isso injusto ou “esquisito”. Eu própria, enquanto fui contratada, tive sempre horas extraordinárias porque concorria só para horários enormes. E também havia colegas que não ficavam colocados. Eu não sou a favor nem contra. Desde que a pessoa que acumula cumpra as funções que lhes são exigidas, o que é que eu, ou qualquer outra pessoa temos com isso?? Está a “roubar” 6 horinhas a outro professor? Por esta ordem de ideias qualquer pessoa que possua um emprego e faça horas extraordinárias está a roubar algo que não lhe pertence. Mas isto têm lógica? Agora é preciso pedir desculpa por querer trabalhar mais?

    Sinceramente não sei se estes brilhantes comentários que aqui li surgem devido ao desespero se as pessoas que os escrevem não…. pensam.

    Se é injusto uns terem 28 h e outros não terem 6? Se calhar é. Mas a vida é injusta. Uns são ricos, outros pobres, uns têm olhos azuis outros não, há saudáveis e doentes. Pois. Bem vindos ao mundo dos adultos.

      • Sérgio Oliveira on 18 de Setembro de 2013 at 15:27
      • Responder

      Acabei de vomitar…
      Os “brilhantes comentários” surgem porque as pessoas estão DESESPERADAS sim! Quem “não pensa” é quem se está completamente borrifando para o desespero de colegas e faz um comentário como o seu ou concorre a “6 horinhas” quando já tem, há muitos anos, horário completo e índices remuneratórios menos insultuosos do que os contratados! Mas, melhor do que o horário ou a remuneração, é o luxo de se saber que daqui a 12 meses ainda terá emprego! E muito mas há em que pensar, mas a colega prefere espezinhar e gastar o seu tempo e energia a humilhar os seus infelizes colegas que simplesmente tiveram o azar de nascer uns anitos mais tarde.
      Não é a vida que é injusta, são as pessoas!

        • Ana on 18 de Setembro de 2013 at 19:31
        • Responder

        Não estou a espezinhar ou a humilhar ninguém. O humilhado e espezinhado é o colega que concorreu ao horário. Mas a acumulação é um direito e faz-me confusão quando se afrontam os direitos dos outros para conseguir vantagens. Não estou a a advogar em causa própria, como parece que acontece aqui. Na acumulo, nunca acumulei no público e nem conheço ninguém que o faça.

        Compreendo o desespero mas não justifica tudo. O tipo de comentários em que se ofende um colega apenas por este quer trabalhar mais não me agrada. Se entrou de forma ilegal, se entrou por “cunha” ou outra situação mais escorregadia, acho mal. Se entrou com transparência, supostamente por mérito, ninguém tem nada com isso. Estou no segundo escalão com a mesma idade em que os meus colegas entraram no 7º e não digo que são eles que devem descer para o 2º. Tiveram mais sorte do que eu e ponto final. E quem se reformou com 53 anos teve mais sorte do que estes últimos. E sim, a vida é assim.
        Quanto ao índice remuneratório, o segundo escalão não é muito menos insultuoso que o dos professores contratados e ter emprego daqui a 12 meses não é um luxo, é um direito.

        Não me estou borrifando para ninguém. Nem para os colegas que não têm horário, nem para o colega que vê o seu nome publicado como se fosse um criminoso. Não tenho razão nenhuma para acreditar de que o colega em causa tenha cometido alguma ilegalidade ou tenha sido pouco ético.

          • Rui on 21 de Setembro de 2013 at 12:55

          A situação era tão legal que o colega perdeu a colocação e já voltou a aparecer na aplicação candidatos notificados.

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