Esse é o argumento usado por alguns QE/QA para se sentirem mais confortáveis com o facto de serem vinculados com menos tempo de serviço que alguns contratados. Pela minha experiência, concorrer pode ser um jogo de sorte ou azar,; pode-se concorrer para so QZP errados, ou ainda, para todo o país e não ser colocado.
Não julguem, o que não conhecem…
Cara colega, esse é o verdadeiro argumento apesar de alguns colegas não gostarem que se diga isso porque desta forma, os seus argumentos por não estarem no quadro caem por terra. Como é que justifica que um colega com menos tempo de serviço esteja nos Quadros? Por uma questão de sorte ou azar: deve estar a gozar connosco…. Nunca um colega menos graduado estaria nos Quadros se os com mais graduação concorressem a nível nacional e colocassem as opções deste primeiro!!! Lutaram e sacrificaram-se para entrar no Quadro quando a maioria dos mais graduados, por questões que só a eles lhes dizem respeito, optaram por ficar na zona de conforto… Não venha para cá com filosofia da treta porque o concurso, até à data, tem seguido as listas graduadas pelo que se alguém menos graduado entrou é apenas PORQUE TEVE CORAGEM PARA CONCORRER A NÍVEL NACIONAL E/OU ILHAS. Os que nunca pensaram é que algum dia isso iria dar uma reviravolta.
Mas a sua conversa traz outra questão: É a graduação que dita o profissionalismo da nossa classe? Eis uma questão que dava uma boa tese….
Não sou eu que preciso dele, minha cara! Só é pena não haver medicação para a ignorância, mesquinhez, egocentrismo e, acima de tudo, má-fé e falta de camaradagem para com os colegas. Enquanto tivermos professores como a Laura, nunca seremos uma classe unida e continuarão a aproveitar-se dessa fraqueza!
Cara Laura.
Concordo consigo quando diz que se “alguém menos graduado entrou é apenas PORQUE TEVE CORAGEM PARA CONCORRER A NÍVEL NACIONAL E/OU ILHAS”. Muito bem. AGORA é preciso terem também A CORAGEM DE FICAR onde efetivaram e não andarem a lamentar-se que estão a 200 ou a 300 Km da vossa residência. ESSA FOI TAMBÉM A VOSSA ESCOLHA.
Tenho dito.
Sandra, concordo plenamente consigo e por isso mesmo, não venho para aqui com lamentações e estando a 400 km de casa, nem sequer concorri à mobilidade interna.
Boa sorte para si!
Asneiradas. Se conhecesse a realidade dos vários grupos de recrutamento, nomeadamente os do 2º ciclo, não dizia barbaridades. O que se verificou neste nível de ensino é que muitas pessoas “vincularam” via 1º ciclo para depois dar o salto para o 2º. Muitas dessas pessoas nunca concorreram a nível nacional e preferiram o “esquema” descrito. Atenção que nunca existiu ilegalidades, defendendo eu, ainda, que cada pessoa concorre para onde bem lhe apetece. Por isso, não venha com filosofias da merda, comentar aquilo que não conhece. A graduação não mede merda nenhuma, mas pelo menos é a menos desonesta….
Meça o nível da sua linguagem e se quiser usar a sua falta de “formação pessoal”, utilize-a para si, diante de um espelho para ver as suas figurinhas…. É esta gente “professor”…. Lamentável
Há muitos colegas que se esquecem que determinados grupos nunca têm vagas… e apontam a dedo dizendo que não queremos ficar fora de casa. Pura mentira! Já concorri para todo o lado!!! Conheço colegas que em menos de nada efetivaram num grupo, p. ex. nas TIC!!! E outros.
Ora… assim tb eu! Haja mas é respeito por quem anda nisto há mt mais tp que muitos do quadro e, sobretudo, solidariedade com os desgraçados que nunca irão entrar para as escolas qt mais para os quadros. Tenham humildade, mas é!
Será reposicionado QUANDO/SE descongelarmos… Para já, limita-se a receber pelo 1º indíce do 1º escalão, que é o 167 e dá, limpos, cerca de 100€ a mais do que até agora…
A colega Laura, por exemplo, deve desconhecer que houve colegas que efetivaram no 1º ciclo, dando o passo logo a seguir para o 2º ciclo. Conheço vários casos. Daí haver colegas com menos tempo de serviço nos quadros e que passaram à frente e os mais graduados ficaram para trás e não pelo mero querer ficar no “conforto”.
Cara colega,o que ditaria o profissionalismo da nossa classe seria uma luta conjunta (quer se seja do quadro ou contratado) com a finalidade de definir novas regras na contratação e/ou colocação de professores, impedindo o absurdo de alguém que queira trabalhar seja obrigado a fazê-lo a 200/300Km de casa, separando famílias e obrigando a custos que mais nenhuma classe profissional tem de suportar do seu vencimento quando se encontra deslocada. Se uma verdadeira tomada de posição tivesse lugar, muitas arbitrariedades deixariam de existir. Não temos consciência do poder que temos, se o soubéssemos usar,como um lobby a temer, garantidamente a nossa realidade mudaria. Dividir para reinar é uma estratégia utilizada pelos poderosos desde sempre, e inacreditavelmente, continua a funcionar.
Perguntas nunca respondidas na reportagem. Quando se profissionalizou? Quantos anos dos ditos 30 foram feitos no ensino público? Quantas vezes o sr. concorreu a concursos nacional de vinculação ( o ultimo antes do de este ano) foi há 4 anos? E se concorreu, se alguma vez quis sair de “casa”?
22 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
30 anos!!!
À professores de Educação Musical bem mais novos efetivos há bastantes anos.
Algo está aqui a escapar!!!!
Nunca concorreu a nenhuma zona, ficou sempre com contratos anuais mas perto de casa
“Perto de casa” ?! Não me parece que tenha visto com atenção a reportagem, pois não?
Vi bem a reportagem, o colega vinha do Alentejo para Llisboa para tirar a licenciatura e a profissionalização ao mesmo tempo que estava aqui colocado.
Caro Jota , certamente queria escrever “há”!!!!!!!!!!!!!!!!
A explicação é que o colega inicialmente apenas teria habilitaçãp própria depois é que se profissionalizou.
Há …
Esse é o argumento usado por alguns QE/QA para se sentirem mais confortáveis com o facto de serem vinculados com menos tempo de serviço que alguns contratados. Pela minha experiência, concorrer pode ser um jogo de sorte ou azar,; pode-se concorrer para so QZP errados, ou ainda, para todo o país e não ser colocado.
Não julguem, o que não conhecem…
Cara colega, esse é o verdadeiro argumento apesar de alguns colegas não gostarem que se diga isso porque desta forma, os seus argumentos por não estarem no quadro caem por terra. Como é que justifica que um colega com menos tempo de serviço esteja nos Quadros? Por uma questão de sorte ou azar: deve estar a gozar connosco…. Nunca um colega menos graduado estaria nos Quadros se os com mais graduação concorressem a nível nacional e colocassem as opções deste primeiro!!! Lutaram e sacrificaram-se para entrar no Quadro quando a maioria dos mais graduados, por questões que só a eles lhes dizem respeito, optaram por ficar na zona de conforto… Não venha para cá com filosofia da treta porque o concurso, até à data, tem seguido as listas graduadas pelo que se alguém menos graduado entrou é apenas PORQUE TEVE CORAGEM PARA CONCORRER A NÍVEL NACIONAL E/OU ILHAS. Os que nunca pensaram é que algum dia isso iria dar uma reviravolta.
Mas a sua conversa traz outra questão: É a graduação que dita o profissionalismo da nossa classe? Eis uma questão que dava uma boa tese….
OH, Laura, meta a viola no saco! Parece o Crato a falar: com pseudossabedoria e sem estar a par da realidade (ou pelo menos de outras que não a sua…).
Tome um xanax e vá deitar-se!
Não sou eu que preciso dele, minha cara! Só é pena não haver medicação para a ignorância, mesquinhez, egocentrismo e, acima de tudo, má-fé e falta de camaradagem para com os colegas. Enquanto tivermos professores como a Laura, nunca seremos uma classe unida e continuarão a aproveitar-se dessa fraqueza!
Cara Laura.
Concordo consigo quando diz que se “alguém menos graduado entrou é apenas PORQUE TEVE CORAGEM PARA CONCORRER A NÍVEL NACIONAL E/OU ILHAS”. Muito bem. AGORA é preciso terem também A CORAGEM DE FICAR onde efetivaram e não andarem a lamentar-se que estão a 200 ou a 300 Km da vossa residência. ESSA FOI TAMBÉM A VOSSA ESCOLHA.
Tenho dito.
Sandra, concordo plenamente consigo e por isso mesmo, não venho para aqui com lamentações e estando a 400 km de casa, nem sequer concorri à mobilidade interna.
Boa sorte para si!
Asneiradas. Se conhecesse a realidade dos vários grupos de recrutamento, nomeadamente os do 2º ciclo, não dizia barbaridades. O que se verificou neste nível de ensino é que muitas pessoas “vincularam” via 1º ciclo para depois dar o salto para o 2º. Muitas dessas pessoas nunca concorreram a nível nacional e preferiram o “esquema” descrito. Atenção que nunca existiu ilegalidades, defendendo eu, ainda, que cada pessoa concorre para onde bem lhe apetece. Por isso, não venha com filosofias da merda, comentar aquilo que não conhece. A graduação não mede merda nenhuma, mas pelo menos é a menos desonesta….
Meça o nível da sua linguagem e se quiser usar a sua falta de “formação pessoal”, utilize-a para si, diante de um espelho para ver as suas figurinhas…. É esta gente “professor”…. Lamentável
Há muitos colegas que se esquecem que determinados grupos nunca têm vagas… e apontam a dedo dizendo que não queremos ficar fora de casa. Pura mentira! Já concorri para todo o lado!!! Conheço colegas que em menos de nada efetivaram num grupo, p. ex. nas TIC!!! E outros.
Ora… assim tb eu! Haja mas é respeito por quem anda nisto há mt mais tp que muitos do quadro e, sobretudo, solidariedade com os desgraçados que nunca irão entrar para as escolas qt mais para os quadros. Tenham humildade, mas é!
Grande Fernando. O melhor professor de música que já conheci
Será que este professor vai ser reposicionado na carreira?
Será reposicionado QUANDO/SE descongelarmos… Para já, limita-se a receber pelo 1º indíce do 1º escalão, que é o 167 e dá, limpos, cerca de 100€ a mais do que até agora…
A colega Laura, por exemplo, deve desconhecer que houve colegas que efetivaram no 1º ciclo, dando o passo logo a seguir para o 2º ciclo. Conheço vários casos. Daí haver colegas com menos tempo de serviço nos quadros e que passaram à frente e os mais graduados ficaram para trás e não pelo mero querer ficar no “conforto”.
Cara colega,o que ditaria o profissionalismo da nossa classe seria uma luta conjunta (quer se seja do quadro ou contratado) com a finalidade de definir novas regras na contratação e/ou colocação de professores, impedindo o absurdo de alguém que queira trabalhar seja obrigado a fazê-lo a 200/300Km de casa, separando famílias e obrigando a custos que mais nenhuma classe profissional tem de suportar do seu vencimento quando se encontra deslocada. Se uma verdadeira tomada de posição tivesse lugar, muitas arbitrariedades deixariam de existir. Não temos consciência do poder que temos, se o soubéssemos usar,como um lobby a temer, garantidamente a nossa realidade mudaria. Dividir para reinar é uma estratégia utilizada pelos poderosos desde sempre, e inacreditavelmente, continua a funcionar.
Perguntas nunca respondidas na reportagem. Quando se profissionalizou? Quantos anos dos ditos 30 foram feitos no ensino público? Quantas vezes o sr. concorreu a concursos nacional de vinculação ( o ultimo antes do de este ano) foi há 4 anos? E se concorreu, se alguma vez quis sair de “casa”?