Greve às Avaliações Põe Superior em Risco

Não sei que risco pode ter começar mais tarde o ensino superior para quem ingressar no próximo ano letivo.

Eu até gostei de entrar em Janeiro de 1990 em vez de Outubro de 1989.

Nesse período até deu para umas experiências interessantes no mercado de trabalho “temporário”.

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10 comentários

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    • Rui Taveiras on 19 de Junho de 2013 at 21:51
    • Responder

    A DGEstE acabou de enviar para as escolas:

    Esclarecimento
    ASSUNTO: Greve aos conselhos de turma de avaliação.
    Nos termos do n.º1 do artigo 398.º da Lei n.º 59/2008, ”A greve suspende, no que respeita aos
    trabalhadores que a ela aderirem, as relações emergentes do contrato, nomeadamente o direito à
    remuneração e, em consequência, desvincula-os dos deveres de subordinação e assiduidade”.
    O disposto na alínea b) do n.º 6 do artigo 94.º do ECD, refere-se a ausências de docentes a reuniões que
    visem a avaliação sumativa de alunos, justificadas nos termos do n.º 9 do mesmo artigo.
    A greve não consta do elenco de justificações previsto no n.º 9 do artigo 94.º do ECD.
    Considerando que o pré-aviso de greve incide no serviço de avaliação dos alunos, a ausência do docente ao
    serviço:
    1- é contabilizada proporcionalmente, se o docente nesse dia tiver mais serviço atribuído;
    2 – é contabilizado um dia de greve se o docente apenas tiver como serviço atribuído a/s reunião/ões de avaliação a que não compareça.

    Foi uma colega que me informou, não sei se é verídico, mas em principio deve ser!!
    No sindicato dizem diferente , ver http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=95&doc=7639 e confio mais no sindicato, cheira-me a pressão!

      • Marcie on 19 de Junho de 2013 at 22:17
      • Responder

      Se for verdade, vai ser bonito!!!!!

    1. Não vejo nada de mais nessa interpretação.

        • Rui Taveiras on 19 de Junho de 2013 at 23:27
        • Responder

        No ponto 2, o que diz? Quem tiver só uma reunião no dia… isso acontece muito no 1º Ciclo, o que acontecerá? Perda de um dia, certo?

    2. há que ampliar os fundos de greve e eventualmente leva-los para fora das escolas. Os sindicatos têm de fazer isso e apoiar-se se necessário nas máquinas partidárias dos que apoiam a greve. Há muitos milhares de portugueses que gostariam de apoiar mais concretamente a greve dos professores. Acordem: a luta ainda está no início.

    • picas on 19 de Junho de 2013 at 23:16
    • Responder

    Na minha escola temos feito a escala exatamente de acordo com este esclarecimento.

    • Rui Taveiras on 19 de Junho de 2013 at 23:20
    • Responder

    No 1º ciclo faz toda a diferença, que só tem uma reunião, logo dá direito a 1 dia sem ordenado!

    • Nicolina Cabrita on 20 de Junho de 2013 at 1:43
    • Responder

    Talvez a principal diferença seja esta: em 1990, para um candidato ao ensino superior ainda era possível conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho temporário, nos dias de hoje, nem isso…

    • Inês 510 on 20 de Junho de 2013 at 14:08
    • Responder

    Eu entrei em Janeiro de 1990! .. nos dias de hoje já não tenho trabalho!
    Para mim a principal diferença é esta: em 1990, os candidatos ao ensino superior eram alunos empenhados e que se tinham esforçado para conseguirem boas notas para alcançarem a “entrada” no superior.(Penso que nesse ano haviam à volta de 7000 vagas).
    Hoje “SOBRAM” vagas …e até há candidatos com médias de 10 val. que entram

  1. […] o que a DGEstE acabou de enviar para as escolas e que foi colocado aqui pelo Rui […]

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