Faltas a Reuniões de Avaliação

No número 9º do artigo 94º do ECD.

 

9 — As faltas a serviço de exames, bem como a reuniões que visem a avaliação sumativa de alunos, apenas podem ser justificadas por casamento, por maternidade e paternidade, por nascimento, por falecimento de familiar, por doença, por doença prolongada, por acidente em serviço, por isolamento profiláctico e para cumprimento de obrigações legais, tal como regulado na lei.

 

Post feito para auxiliar os convocantes destas reuniões. 😀

 

Depois de hoje ter tido reunião de Conselho Pedagógico, venho confirmar a reunião de Departamento, para o dia 11/06, pelas 17H 45m, no auditório da EB23/S de XXXXXXX, com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Informações

2. Avaliação dos alunos de 4º ano

3. Outros assuntos

A reunião é para todos os docentes, devendo ser usada pontualidade!

Faltas à reunião só com atestado médico!

 

Mas quem fizer greve não é faltoso, ok?

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12 comentários

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    • Balint on 13 de Junho de 2013 at 22:27
    • Responder

    Deixam os contratados sempre ao sabor do vento!!!!!!!!!!mas agora toda a gente treme se o contratados(o verdadeiro sangue das escolas) não aderirem no dia 17 á greve.
    Não se houve neste momento ninguém dos sindicatos a falar em professores contratados.
    Porque será?
    E não venham com a conversa que indiretamente estes é que são os mais lesados….porque lesados têm sido no mínimo desde dez anos para cá.

    1. e que tal aprenderes a escrever corretamente?

        • Maria M. on 14 de Junho de 2013 at 0:58
        • Responder

        Li e reli e questionei-me se “houve” , supostamente do verbo ouvir, teria sido escrito por um (a) docente. Por isso faço minhas as palavras do comentario da (do) FLY.

    2. Caro colega: não há ninguém que fale dos contratados porque se houver necessidade de ocorrer despedimentos no quadro não haverá lugar para contratados. É a extinção. Com certeza que serão os mais afetados e mais diretamente do que isto não há…
      Relativamente a terem sido lesados nos últimos 10 anos também não é bem assim… têm ficado mais pessoas no desemprego mas não se esqueça que quando eu era contratada (todos fomos durante muitos anos) não havia possibilidade de rejeitar nenhuma oferta a que nos tivéssemos candidatado e não havia subsídio de desemprego. Por isso não são só desvantagens.
      Em relação a serem o verdadeiro sangue das escolas nem sei que lhe diga… a minha escola (tal como todas as outras) tem meia dúzia de professores contratados. São como os outros… uns bons, outros médios, e, volta não volta, aparece um que é um grande cromo. Há de tudo.
      Relativamente à greve: eu não vou ter horário zero a não ser que acabe o ensino publico. Não me importo de ir para longe, acho que aguento perfeitamente dar 35 horas letivas porque o faço atualmente por livre e espontânea vontade, ou seja, do meu ponto de vista, tanto faz. Nem sequer me importo de rescindir desde que receba indemnização porque tenho arte e engenho para me sustentar de outra forma. No entanto já fiz greve na segunda feira, contribuí duas vezes para o fundo de greve dos meus colegas e farei greve na próxima segunda.
      Isto cada um é como cada qual…

      1. Subscrevo as palavras da Ana! Bem dito.

      2. Achei graça que apesar da situação em que todos nos encontramos, a divisão dentro da própria classe docente é uma realidade bem vincada, basta apreciar o teor destes comentários!

        Como tal, não poderia deixar de salientar algumas pérolas desta “Senhora Professora”:


        “…não se esqueça que quando eu era contratada (todos fomos durante muitos anos) não havia possibilidade de rejeitar nenhuma oferta a que nos tivéssemos candidatado e não havia subsídio de desemprego. Por isso não são só desvantagens.”

        Parece uma obrigatoriedade que os contratados passem por tempos difíceis só porque eu também passei. Cá está o “EU” e o meu “umbigo” a funcionar.


        “Em relação a serem o verdadeiro sangue das escolas nem sei que lhe diga…a minha escola (tal como todas as outras) tem meia dúzia de professores contratados. São como os outros… uns bons, outros médios, e, volta não volta, aparece um que é um grande cromo. Há de tudo.”

        Por conhecimento de causa, na minha escola e em todas as outras por onde passei (escolas com menos de 800 alunos), havia sempre mais de 25 contratados, um número bastante distante da tal “meia dúzia”.
        Interessante que considera sempre os contratados como bons, médios e alguns “cromos”. Deixe-me adivinhar, os “muitos bons” e “excelentes” são só os professores do quadro! Talvez seja um grande “cromo” e nem sabia…lol. No comments…


        “Não me importo de ir para longe, acho que aguento perfeitamente dar 35 horas letivas porque o faço atualmente por livre e espontânea vontade, ou seja, do meu ponto de vista, tanto faz.”

        Estranho, não conheço nenhuma escola que tenha atribuído aos seus docentes 35 horas de trabalho letivo, será que é uma escola particular? Se for, perfeito para si, pois deve receber uma boa “maquia” em horas extraordinárias, um luxo que hoje em dia poucos têm acesso!


        “Nem sequer me importo de rescindir desde que receba indemnização porque tenho arte e engenho para me sustentar de outra forma.”

        Por último esta afirmação deu-me vontade de rir, não porque seja engraçada mas pelo teor ridículo da mesma.
        Tudo isto leva-me a perguntar para que raio ainda você faz greve!

        Enfim…”Isto cada um é como cada qual… “

    • Pedro on 14 de Junho de 2013 at 6:02
    • Responder

    Colega Ana,
    Fico satisfeito com as suas capacidades e com a sua solidariedade. No entanto, 35 horas lectivas só são possíveis em determinadas situações específicas que uma grande parte dos docentes não têm possibilidade de as fazer… Pelo menos bem feitas…Há poucos super-homens e poucas super-mulheres. E muitos/as mesmo assim até estão no ensino.. Quanto aos professores contratados, nos dias de hoje, são tratados de forma profundamente desigual comparativamente ao que acontecia no seu tempo. Quer apenas um exemplo?? contratos mensais renovados até ao fim da parte lectiva,, Meio Julho?? Agosto?? – Desemprego!! Por outro lado Não conheço classe tão desunida como a dos professores, exactamente resultado do “cada um é como cada qual”, e a preocupação com os colegas é fictícia. é de uma hipocrisia. Os sindicatos preocupam-se com os docentes como a colega – Efectivos. Não viessem estas medidas atingir fortemente os efectivos… Que eu gostaria de ver a solidariedade… As greves às reuniões que estão a acontecer em todas as escolas, Não resultam seguramente dos contratos mensais entre muitos docentes contratados…Quantos anos esteve como contratada, colega Ana, sem possibilidades de efectivar em nenhuma escola do país??? Até porque como a colega diz, está disponível para ir leccionar para qualquer lado..Não esteve certamente 20 anos à espera de efectivar com esse espírito. Com certeza que lhe fica bem aderir à greve !! Agora lembre-mo-nos das regalias dos docentes em “fim de carreira”… 14 tempos lectivos ?? Uma vergonha…. Aqueles que não o merecem naturalmente !! São estes que devem reclamar de aumento de horário ?? Haja bom senso. Mas são estes e parecidos que os sindicatos mais se preocupam. Enfim… Prefiro ficar por aqui, porque a minha vida profissional foi feita maioritariamente em empresas… onde trabalhava cerca de 50 horas semanais, se queria fazer carreira, e não tinha progressões automáticas. E se não era bom profissional e motivado, era carta fora do baralho. Isso acontecia com os docentes de carreira?? Hummm, Quantos estão no ensino sem qualquer vocação?… e lá continuam… Efectivos pois… e sempre a progredir na carreira.. E a hipotecar a boa formação dos jovens. Estará a Ana numa TEIP ?? a leccionar cursos CEF 22 tempos semanais?? Seria curioso vê-la a leccionar 35 a estes alunos. Já agora colega Ana, eu também tenho arte e engenho para me sustentar de outra forma, até porque o fiz durante muitos anos, só que eu quando optei pelo ensino não foi pelo sustento, mas sim pelo prazer que esta profissão me dá. Os que optaram por esta profissão pelo sustento, e não por vocação, ao fim de pouco tempo não será possível serem bons profissionais. E temos muitos e muitos do seu tempo, colega Ana, e naturalmente também do meu tempo, que continuam na profissão errada. Não menospreze os contratados. Se o fizeram consigo, não seja indiferente ao que acontece nos dias de hoje. Os meus pais ficam felizes se os filhos conseguirem não passar pelo que eles passaram. E assim deveria de ser a sociedade, não só ao nível familiar.
    Colegas Anas, haja BOM SENSO,não olhemos só para o nosso umbigo, tenhamos consciência da sociedade em que vivemos hoje, da nobreza desta profissão quando bem exercida, e lutemos por um ensino de qualidade… TODOS.
    O meu respeito a todos os colegas que não partilhem a minha opinião. Apelo apenas a uma reflexão pluridimensional, e menos focada no Eu.
    Pedro

    • Pedro on 14 de Junho de 2013 at 6:18
    • Responder

    Apenas de referir, e que não deixei claro, que mais do que os 22 tempos semanais para muitos docentes, é uma escravatura. Ora vejam por exemplo um docente de contabilidade, ou de economia, a necessidade da actualização. A necessidade de mudar a preparação das aulas ano após ano. Vamos concordar que é diferente de outras áreas de ensino. Colega Ana, 35 horas semanais ??? Enfim, foi só mais um detalhe. Atenção que eu não lecciono estas matérias, apenas tento por vezes me colocar na posição de outros colegas.
    Pedro

      • anassa on 14 de Junho de 2013 at 12:26
      • Responder

      Gostaria de saber se os atestados de assistência a filhos menores de 10 anos também justificam estas faltas é que fui apanhada nesta confusão com uma criança no hospital. Obrigada

  1. Cara Ana, certamente é uma mulher solteira e sem filhos, caso contrário ficaria minimamente chateada por ter um vida instável onde todos os anos estava longe do seu marido e dos seus filhos. Levava o marido e os filhos para onde fosse trabalhar? Certamente diria isso, mas era uma vida de circo, e é verdade que já temos alguns palhaços. A verdade é que a nossa sociedade já deixou de ser nómada há muito tempo…
    Voltando ao princípio, certamente é uma mulher solteira, nem quero saber porquê, mas palpita-me que quando o umbigo é grande, não há espaço para mais ninguém.
    Concordo consigo quando diz que “não havia possibilidade de rejeitar nenhuma oferta a que nos tivéssemos candidatado”, eu também sou contra isso. Acho que quando um professor candidata-se a uma oferta é porque tem interesse na mesma, não deveria poder recusá-la, porque isso pode atrasar a colocação de outros. Contudo, os colegas que atualmente recusam ofertas é porque atualmente o podem fazer, caso essa possibilidade não existisse os colegas não se candidatariam. Não me venha agora dizer que isso é um luxo que veio compensar outros cortes, porque não veio.
    Se não recebia subsídio de desemprego, também provavelmente não precisava, com contratos anuais o subsídio é desnecessário. Se não foi assim consigo, atire a primeira pedra.
    Quando refere “a minha escola (tal como todas as outras) tem meia dúzia de professores contratados”, demonstra uma completa ignorância da realidade, ou então está a ser simplesmente mentirosa. Merecia parar aqui a resposta, mas…
    “Eu não vou ter horário zero a não ser que acabe o ensino publico”. É pá! Grande cunha. É que se os cortes na educação continuarem, ninguém está a salvo. Por isso ou tem uma grande cunha e justifica o facto de ser mentirosa, ou é de facto ignorante.
    “35 horas letivas porque o faço atualmente por livre e espontânea vontade”. Sabe o que são horas letivas? Ignorância novamente? E como prepara essas horas letivas? Ahh… eu tive colegas desses na universidade, em que pediam os apontamentos aos outros e a fotocopiadora é a melhor amiga… Gasta outras 35 horas a preparar as aulas? Pudera, sem filhos e a morar no Hotel Mamã, tem tempo para tudo…
    “tenho arte e engenho para me sustentar”… arte e engenho… para se sustentar… ok, cada um é como cada qual… eu não meto nessa “arte”…
    Concordo ainda com o SMJ, estando a vida a correr tão bem, para que raio você ainda faz greve.

    Para finalizar e para que não me crucifiquem sobre possíveis erros ortográficos e gramaticais, eu não sou professor, sou engenheiro e trabalho como tal. Nunca dei aulas sequer mas compreendo, por proximidade, a causa dos professores. Não sou professor mas sou pai, e sei que esta luta não tem só haver com as reivindicações dos professores, mas também com o futuro da educação da qual os meus filhos dependem…

    Já agora Ana, espero que não sejas professora cá para estes lados, pois não gostaria que os meus filhos apanhassem um professor com uma carga letiva de 35 horas, nessas condições as aulas haviam de ser uma valente…

    1. Faço minhas, também eu, as palavras da Ana. Sim, JL, sou “solteiro e sem filhos”. Nos últimos anos (desde que deixámos de eleger, em lista, o então chamado conselho directivo) várias vezes me foi atribuído serviço a mais, inclusivamente serviço lectivo, sempre por “erro” da direcção. Sim, já tive que “pôr os pés à parede” e obrigar a direcção a pôr a concurso as turmas que me eram atribuídas a mais, abrindo assim lugar para que uma nova colega fosse contratada.
      Sim, por minha iniciativa e com a concordância de alunos e respectivos pais, faço semanalmente vários apoios que nem sequer são registados no meu horário e que também não posso registar no livro de ponto (por vezes tendo até que enfrentar o mau humor de membros da direcção, para quem a aprendizagem dos alunos não é importante mas sim que se faça de conta). Sim, é frequente (há muitos anos!) eu fazer semanalmente diversas parcerias na sala de aula, que não constam do meu horário, ajudando assim colegas que me pedem ajuda nas suas aulas. Sim, isso tem sido mais frequente com colegas contratados, sobretudo colegas que têm alguma dificuldade em controlar situações de indisciplina Sim, também por vezes tenho sido ajudado por colegas nas minhas aulas, em parceria. Tudo isto é claro, a título de voluntariado, nunca prejudicando a “contratação de contratados”.
      De igual modo, já muitas vezes me ofereci para ir fazer substituições de colegas, quando vejo a má cara com que ficam quando lhes mandam fazer substituições.
      Se alguma vez a direcção me agradeceu? Não, nem pensar! Nem disso estou nem estarei à espera. Basta-me a satisfação e o sorriso com que os meus ex-alunos me cumprimentam quando me encontram na rua.
      Sim, já fui assessor de um conselho directivo mas, em vez de usar as 14 horas de redução a que tinha direito, pus, como condição para aceitar, manter com turmas todas as horas da minha componente lectiva e também todas as horas da minha componente não lectiva, fazendo a assessoria totalmente em horário para além da totalidade do meu horário completo. Assim, libertei as minhas horas de redução para outras colegas, que delas precisavam.
      Sim, JL, concordo consigo quando diz que hoje nenhum de nós pode sentir-se seguro. Estamos todos, por muito que dediquemos a vida à nossa profissão, a viver em grande instabilidade e insegurança. Mas, por enquanto, na profissão de professor nada suplanta o que estão a viver aqueles de nós que correm o risco de dentro de algum tempo nem terem lugar nas escolas, alguns até com mais de 30 anos de serviço.
      Orgulho-me dos resultados que os meus alunos obtêm depois de deixarem de ser meus alunos, prosseguindo a sua escolaridade. Contam-se pelos dedos da mão (e talvez ainda sobrem dedos) os alunos que, depois de eu os “largar”, baixam dos níveis que eu lhes atribuí na minha disciplina. A maioria até sobe para o nível imediatamente acima. Tenho por hábito ir às suas escolas, nos anos seguintes, verificar os seus resultados nas pautas.
      Só trabalho com elites? Não! Já fui DT de uma turma em que dois terços dos alunos eram já delinquentes, participantes em assaltos, indo frequentemente para a escola no carro da polícia, que os apanhava e, por não terem ainda os dezasseis anos, no-los ia levar à escola para nós tomarmos conta deles. Também já fui algumas vezes agredido por alunos (a primeira vez há já mais de 30 anos). Sempre consegui resolver estes problemas, recuperar a autoridade (que não confundo com autoritarismo) e, curiosamente, todos estes alunos se tornaram meus amigos, indo-me visitar à escola depois de de lá saírem.
      Sempre que posso, tenho também feito alguma investigação, de modo a poder melhorar o meu desempenho. As reacções a trabalhos de investigação que tenho publicado indicam-me que os mesmos têm sido úteis, igualmente, a muitos outros professores.
      Tenho tido, felizmente, capacidade de trabalho para o que acima referi. Talvez por ter uma forte convicção no que vou fazendo. E também porque o faço voluntariamente. Se a isso me obrigassem, outro galo cantaria (sou ainda dos tempos da resistência…). Mas também sinto que estou cada vez mais cansado das aves de arribação que nos vão comandando e que, por muito que se intitulem Professores, de professores pouco ou nada já têm, se é que alguma vez o tiveram.
      Tudo isto a propósito de greves e de contratados. Há poucos anos, era eu delegado sindical (hoje já nem sou sindicalizado) constatei que eram sempre os colegas contratados que na minha escola furavam as greves. Cheguei a dizer-lhes (sem qualquer crispação, antes pelo contrário) que já não era por mim (em final de carreira) que eu estava a lutar, mas sim por eles. Hoje, infelizmente, estão quase todos no desemprego. É com alguma mágoa que agora constato, de novo, que na minha escola os colegas que não estão a aderir à greve são precisamente aqueles que estão a correr maiores riscos de, se não travamos o nosso senhor ministro, ficarem com horários zero. Mas que hei-de eu fazer? Cada um agirá de acordo com a sua consciência e eu só posso respeitar.
      PS – Para que conste, este ano, apesar de trabalhar em escola do concelho onde vivo, concorri para 20 agrupamentos, em vários distritos. Espero, assim, poder sair desta escola onde já estou há uma data de anos, pois já não suporto mais o autoritarismo de quem nos dirige. Nas listas graduadas estou nos primeiros dez.

    • framolor on 14 de Junho de 2013 at 18:01
    • Responder

    E para quando alguma preocupação da parte dos sindicatos diretamente para com os contratados?
    Sei perfeitamente que todos levarão por tabela(principalmente os contratados que imediatamente/2 meses perderão o seu ganha pão)……mas quem acredita que se faria uma greve destas, aos exames, se a reivindicação principal fossem os direitos dos contratados.
    Há muita hipocrisia……..
    Aposto que do total dos docentes vinculados em Portugal…. apenas 10% perderia um dia do seu salário para um dia de greve para lutar por esta causa.
    Mas atenção …os contratados sabem disto……e os governantes Portugueses também.

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