Matriz Curricular 3º Ciclo – Pedido de Ajuda

O mesmo exercício que fiz para o 2º ciclo peço a vossa ajuda para o 3º ciclo.

Abstraindo-me das ofertas complementares que surgem apenas dos créditos disponíveis pelas escolas coloco uma distribuição de tempos letivos de acordo com os tempos mínimos e máximos da Matriz curricular do Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de Julho.

Neste nível de escolaridade pouco sentido faz haver aulas de 100 minutos e neste caso acho suficiente os 50 minutos para cada uma das aulas deste nível de ensino (podem contrariar esta minha posição com justificação para haver aulas de 100 minutos).

A questão que já coloquei o ano passado tem a ver com os minutos sobrantes do 3º ciclo porque sobram 30 minutos no 7º ano e 35 minutos nos 8º e 9º anos, o que dá uma sobra total de 100 minutos em todo o 3º ciclo. Se de facto existisse autonomia seria possível usar esses 100 minutos para os distribuir em dois dos 3 anos deste ciclo mas a legislação impede-o de fazer. Algo que devia ser revisto.

Agradecia que de entre as possibilidades do quadro seguinte me justificassem quais as disciplinas que deveriam ter os dois ou três tempos letivos.

E no caso da possibilidade de usar-se os 100 minutos sobrantes do 3º ciclo em dois tempos letivos onde os colocariam.

E já agora como estão a fazer nas escolas relativamente à disciplina de TIC e oferta de escola. As disciplinas funcionam semestralmente ou existe outra organização do seu funcionamento?

 3º ciclo1
3º ciclo matriz

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34 comentários

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    • Nuno Coelho on 10 de Março de 2013 at 13:33
    • Responder

    Arlindo, falta um tempo em CN/CFQ. Na tua proposta tens um total de 250 minutos, quando o mínimo é de 270 minutos semanais

    • Nuno Domingues on 10 de Março de 2013 at 13:55
    • Responder

    Nas Ciências Naturais e em Físico-química, como o mínimo são 270 minutos, tem que haver 6 tempos no conjunto das duas. Assim serão 3/3/3 e 3/3/3 tempos (300 minutos) e não 2/3/2 e 3/2/3 tempos (250 minutos), respectivamente 7/8/9 anos.

    Um abraço.

    • Nuno Domingues on 10 de Março de 2013 at 14:06
    • Responder

    Depois dos acertos os minutos sobrantes são 30/35/35 e antes são 90/90/90 respectivamente 7/8/9 anos.
    Um abraço.

  1. Obrigado pelo reparo. Já retifiquei o post e o quadro.

    • Bruno on 10 de Março de 2013 at 15:23
    • Responder

    E assim se mata a educação física … Dois blocos de 50 minutos… Pq nao abluir de vez o exercício físico nas escolas… A saúde é o menos importante de facto ….

      • Bruno on 10 de Março de 2013 at 15:27
      • Responder

      ** abolir

    1. Em vez de criticares sem fundamento o que apresentei em cima, podias ao menos justificar se achas melhor um único tempo de 100 minutos na disciplina ou se retiravas de TIC/Oferta de escola 1 tempo para entregar a Educação Física porque não o podes fazer com EV já que é obrigatório um mínimo de 90 minutos.

        • Bruno on 10 de Março de 2013 at 17:55
        • Responder

        Uma vez por semana de actividade fisica… Isto ate ja parece o blogue do Ramiro a desvalorizar a educação fisica…. Uma vez por semana…. Pq nao a tornar facultativa …. Talvez sim sobrasse mais tempo para as disciplinas fundamentais do Nuno Crato… Português e matemática …

      1. E onde é que diz que é uma hora por semana? o quadro em cima tem 2 tempos de 50 minutos e como disse não sei se justifica-se haver tempos de 100 minutos no 3º ciclo. Mas se achas que EF deve ter 100 minutos mais 50 bastava que justificasses isso.

          • Paulo on 10 de Março de 2013 at 18:31

          Agora a sério e sem nenhum sentido de corporativismos e coisas do género. Todas as orientações internacionais de organismos de saúde apontam para a necessidade de a disciplina de Educação Física ser distribuída por 3 tempos semanais. Os programas nacionais de Educação Física apontam para isso mesmo. Aliás, sem esta distribuição, o programa deixa de fazer sentido (já com 90+45 há alguma dificuldade). Sendo assim, só me resta ir no sentido do bom senso e sugerir 50+50+50. Continuação de bom trabalho.

    • Entrevistado on 10 de Março de 2013 at 16:10
    • Responder

    Relativamente a TIC há de tudo.

    Semestral, Anual, De 15 em 15 dias (alternado com colega dos 45′ seguintes)…

    Pessoalmente, e também de acordo com o feedback obtido de alguns colegas, em aulas de 45′, dificilmente se conseguem mais de 30′ de aula útil.
    Isto, quando a aula anterior não é por exemplo Ed.Fisica, e alguns alunos chegam 5 a 10′ atrasados.

    Já para não falar da questão do que fica por abordar, e do que poderia ser trabalhado.
    A carga horária para TIC fica muito aquém do que se exigia numa disciplina deste género. Deveria-se aprender a programar como se aprender a ler. Aliás, é seguramente uma forma quer se aprender a ler, quer de estimular o raciocínio com vantagens óbvias para a aprendizagem em disciplinas mais cientificas.

    Nas escolas com contrato de autonomia, fazem o escalonamento horário como bem entendem.
    Felizmente, algumas usam-na da melhor forma. TIC do 5º ao 9º é um bom exemplo disso.

      • Bruno on 10 de Março de 2013 at 17:57
      • Responder

      Agora educação física é a razão dos atrasos dos alunos… É o que eu digo… Vamos acabar com a educação física e resolve- se os problemas das escolas em Portugal …

        • Nuno Coelho on 10 de Março de 2013 at 20:25
        • Responder

        A razão do atraso dos alunos, após as aulas de Educação Física, é estes terem de mudar de roupa, mais a distancia que os alunos precisam de percorrer, em muitas escolas, desde os balneários até as salas de aulas, acrescido, em algumas situações, de intervalos de curta duração (5 minutos, por exemplo). Os mesmo motivos também provocamm atrasos no inicio de aulas de Educação Física.

          • Marta on 10 de Março de 2013 at 23:41

          Desculpem, mas agora perdi-me um pouco… os alunos que chegam atrasados nada tem a ver com a educação física. Penso que nas vossas escolas, existe regulamentado que em aulas de 50’/45′ saem 5′ mais cedo das aulas e quando as mesmas são de 100’/90′ saem 10′. Também lhes é dado um benefício de 5´para entrarem nas aulas equipados. Com os intervalos, não entendo porque chegam atrasados…
          Nos desdobramentos, o bom senso entre colegas deve funcionar. Já tive colegas que apenas deixavam os alunos sair passados 10′, mais o percurso, equipar, deixar sair 5´mais cedo… a aula de educação físic atinha muitas vezes 15′. Lógico que falamos e as questões foram resolvidas.
          Bom senso, trabalho de equipa é essencial!!!!!!
          Sobre a distribuição semanal, a distribuição que na minha opinião é a mais correta é a de 3 vezes por semana e em último caso um bloco de 90′ + 45′. Os benefícios serão visto a longo prazo, numa população cada vez mais obesa, sedentária e como prevenção de doenças cardiovasculares.

    • Profª de Geog. on 10 de Março de 2013 at 17:27
    • Responder

    Boa tarde! Este ano estou a trabalhar com 3 tempos semanais de 45 min. na disciplina de Geografia, no 7º ano, que para além de ter uma componente teórica, é essencial trabalhar esses conteúdos de uma forma mais prática. Está a ser um ano bem positivo, uma vez que com esses 3 tempos os alunos conseguem apreender melhor os conteúdos, além do facto de ser possível lecionar todo o programa da disciplina de Geografia. Contudo, ao passarmos para uma matriz curricular, onde os tempos passam a ser de 50 min. (com 2 tempos semanais), perde-se significativamente o trabalho necessário para a aprendizagem desta disciplina. Já tive a experiência com os 2 tempos semanais e nem se consegue cumprir o programa na íntegra, já para não falar no facto dos conteúdos serem lecionados quase em “catadupa”. E não são mais 5 min em cada aula que fazem a diferença!! Eu percebo qual é o objetivo, infelizmente. É o de reduzir custos neste país, mesmo que a Educação seja posta em causa!! Não interessa, portanto, aos nossos governantes continuar com os tempos de 45 min. E assim se foi introduzindo de uma forma “subtil” a redução da carga horária nas disciplinas!!

    • Ricardo on 10 de Março de 2013 at 18:19
    • Responder

    Boa tarde,
    em relação a este tema quero chamar a atenção para o seguinte:
    Na distribuição da carga horária pelas diferentes disciplinas, o ministério da educação apresenta na parte A, a carga mínima prevista para cada área disciplinar (as escolas poderão optar por aulas com a duração de 50 ou 60 minutos) e na parte B apresenta uma referência/exemplo, para uma carga horária semanal organizada em períodos de 45 minutos, se compararmos estes dois documentos podemos verificar o seguinte:

    As disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual, Educação Física e Educação Moral e Religiosa são as únicas que apresentam uma carga lectiva definida especificamente:
    – Português: 200 minutos ou 5 aulas de 45 minutos;
    – Matemática: 200 minutos ou 5 aulas de 45 minutos;
    – Educação Visual: 2 aulas de 45 minutos;
    – Educação Física (parte B): 3 aulas de 45 minutos, e
    – Educação Moral e Religiosa: 45 minutos.

    – As áreas curriculares de Línguas estrangeiras (inglês e Língua estrangeira II) e Ciências Humanas e Sociais (Ciências Naturais e Físico-Químicas) têm a mesma carga lectiva de 270 minutos nos dois documentos – logo esta carga lectiva será para manter e não para aumentar como foi proposto.

    Por outro lado, a carga horária atribuída às disciplinas que integram a área das Ciências Humanas e Sociais e a área das Ciências Físicas e Naturais raramente são distribuídas de uma forma equivalente, uma vez que a sua distribuição depende do Projecto Educativo de cada escola e respectivos recursos humanos.

    Não considero correcto diminuir a carga lectiva das disciplinas que integram a área das Expressões e Tecnologias, nomeadamente, a carga horária da disciplina de Educação Física por motivos óbvios…

    Cumprimentos,

    1. Ao contrário da resposta do Bruno a tua tem uma boa justificação para que a disciplina de EF tenha os 150 minutos numa distribuição de tempos de 50 minutos. Falta apenas tornar possível crescer 20 minutos o tempo máximo para o 7º ano e 15 minutos para os 8º e 9º ano, ou então usar-se a soma dos minutos sobrantes para atribuir ao 7º e 8º ano um tempo na EF, ficando no entanto o 9º ano com apenas 2 tempos de 50 minutos ou 150 minutos no total mas desaparecendo a disciplina de oferta de escola no 9º ano.

      • mat on 10 de Março de 2013 at 21:28
      • Responder

      por causa de uns pagam outros

    • Paulo on 10 de Março de 2013 at 18:34
    • Responder

    Todas as orientações internacionais de organismos de saúde apontam para a necessidade de a disciplina de Educação Física ser distribuída por 3 tempos semanais. Os programas nacionais de Educação Física apontam para isso mesmo. Aliás, sem esta distribuição, o programa deixa de fazer sentido (já com 90+45 há alguma dificuldade). Sendo assim, só me resta ir no sentido do bom senso e sugerir 50+50+50 ou 45+45+45. Continuação de bom trabalho.

    Read more: http://www.arlindovsky.net/2013/03/matriz-curricular-3o-ciclo-pedido-de-ajuda/#ixzz2NABLPER8

    • apvm on 10 de Março de 2013 at 19:00
    • Responder

    há gente mt engrata, grande parte deles sem horário zero pq estão a dar TIC e ainda kerem retirar para dar a Educação Fisica isto é de doidos, eu dizia.te onde levar…..

    • Nuno on 10 de Março de 2013 at 19:07
    • Responder

    As aulas em blocos de 50 min. são um bom contributo para o aumento do desemprego docente! Basta olhar por exemplo para as disciplinas de C.N. e F.Q. e percebe-se que se perde um bloco de aulas por semana/turma. A nível nacional corresponde a milhares de horários.

      • Paulo on 10 de Março de 2013 at 19:11
      • Responder

      Concordo plenamente. Não só nessas disciplinas como outras. O grande objetivo dos 50′ é unicamente o diminuir o emprego docente. As desculpas “pedagógicas” são a peneira que tapa o sol.

      • Nuno Coelho on 10 de Março de 2013 at 20:33
      • Responder

      Por acaso está certo, na perda total de horários, mas enganou-se nos grupos. Se há grupos que ficam a ganhar com as aulas de 50 minutos são os de CN e FQ. Isto porque o nº de tempo lectivos é o mesmo com aulas de 50 ou de 45 minutos (3 tempos para os alunos, que com os desdobramentos ficam 4 tempos para os professores). Mas com aulas de 45 minutos são precisas 6 turmas para se ter um horário completo enquanto que com aulas de 50 minutos só são precisas 5 turmas (mais 2 tempos, por exemplo 1 DT). E com o secundário ainda se torna mais fácil fazer horários completos só com as horas das disciplinas.

    1. Nunca percebi porque dizem que as aulas de 50 minutos criam mais desemprego. Se o currículo dos alunos tem uma carga letiva de x minutos e a do professor também, isso faz com que seja indiferente o uso dos 45 ou dos 50 minutos.

        • Carlos Q on 10 de Março de 2013 at 22:45
        • Responder

        Na minha escola adotou-se tempos de 45 minutos. Um professor tem 24 tempos (mais os 20 minutos).
        Um professor de Matemátiva tem 4 turmas do 3º ciclo, 1 direção de turmas e 2 apoios (4×5+2+2=24).
        Com tempos de 50 minutos e os 22 tempos para o professor, este necessitaria de 5 turmas do 3º ciclo e 1 direção de turma (5×4+2=22).
        Na minha escola pelo menos 1 professor a menos no grupo.

          • António on 11 de Março de 2013 at 20:52

          Essa distribuição está ilegal, pois não faz um mínimo de 1000 minutos lectivos mais 100 min de apoio.
          Além disso, a DT média é de 75 minutos, logo não dá 2 tempos para todos.
          Ou nessa escola privilegiam os profs de Matemática?
          Esses profs têm 4 turmas (900 min.) + DT (90 min?; 75 min?; ou 100 minutos para dar o mínimo de 1000 obrigatórios por lei?) + 100 ou 110 minutos de apoio para acerto? E como fazem o acerto para 1100 minutos.
          Só podem dizer que sobram professores ou não com uma distribuição de serviço feita para os 2 cenários. E, assim, podem falar sem ser de cor, porque para haver mais horários de Matemática, há, pelos vistos, ilegalidade, e muito menos horários nos outros grupos.
          O que falta aos professores é saírem do nicho da sua disciplina e avaliarem o global.
          Talvez assim, e conhecendo o que se fez em vários sítios, evitem dizer disparates, pois com tempos de 50 minutos, bastam 5 turmas (1000 minutos) e 2 apoios (100 minutos) e sem DT. E as horas estão legais.
          Porque com essa distribuição de serviço, a IGEC vai implicar, pois 990 minutos não são 1000.

    • Ricardo on 10 de Março de 2013 at 20:26
    • Responder

    Claro que o ministério da educação está mais interessado em que as aulas tenham a duração de 50 ou 60 minutos porque desta forma irá diminuir significativamente o número de professores em TODOS os grupos disciplinares!!!
    Neste tema é muito perigoso e injusto analisar a situação do ponto de vista dos postos de trabalho… é óbvio que todos gostamos e queremos continuar a trabalhar; da mesma forma que defendo, que a escola deve ser vista como um todo…. em que todos ganhámos e todos perdemos.
    No meu comentário/contributo limitei-me a analisar o decreto-lei e tentei perceber o raciocínio dos nossos governantes, limitei-me a analisar factos… não disse que devíamos tirar horas a uma disciplina para atribuir a outra!!!
    Defendo que todas as disciplina sem excepção são uma mais valia para os nossos alunos, porque o que se pretende é uma formação integral dos mesmos!!! A forma como por vezes são encaradas as disciplinas de expressões denotam a forma como vemos a educação e a sociedade. As disciplinas de expressões não existem para os meninos brincarem com uns instrumentos, lápis, pc`s ou bolas. Os estudos existentes demonstram que o preço a pagar por esta atitude será bastante elevado a nível social e económico.

    O arlindovsky referiu que o tempo que sobra no 7º e 8º anos poderia ser atribuído à disciplina de Educação Física, pelo que disse no post anterior, acho que esta situação não se poderá colocar porque já é atribuída a componente lectiva de 3 períodos de 45 minutos à disciplina, pelo Ministério da Educação, de forma a cumprir as recomendações da Organização Mundial de Saúde.

    Quanto à disciplina de oferta de escola, acho sinceramente que o ministério também quer acabar com esta disciplina, porque senão tinha-lhe atribuído uma componente lectiva mínima.

    • ana on 10 de Março de 2013 at 21:19
    • Responder

    Apenas um modesto contributo, penso que a oferta curricular de cada escola deve ter em conta a realidade dos alunos que recebe/têm….isto é, fazer uma oferta de matriz que tenha pelo menos a duração de cada projeto educativo e as diferentes variações curriculares, terem por base as “dificuldades” que os alunos trazem do ciclo anterior….e por fim, continuo sem perceber para que serve TIC na matriz do 3º Ciclo, qualquer aluno já percebe mais de TIC que os respectivos professores que as leccionam, talvez fosse mais interessante ter um CRE que tenha o apoio permanente de professores de TIC, para a realização de trabalhos/apresentações/projetos….e, deste modo, transferir para as restantes expressões, fisicas ou visuais, a carga disponivél, em função do perfil de alunos que a escola tem!!!
    (uma rápida análise dos resultados obtidos pelos alunos no ano anterior (6º ano) pode constituir um bom indicador para elaborar a oferta para o 7º, devendo ficar à consideração de cada conselho de turma quais a variações a ocorrer no ano seguinte, 8º e 9º.

      • mat on 10 de Março de 2013 at 21:34
      • Responder

      os alunos percebem mt de TIC, acho que pelo menos deviam apostar numa formação tic mais avançada. digo eu

    • António on 10 de Março de 2013 at 21:37
    • Responder

    Coloco aqui a matriz curricular em vigor na minha escola.
    Como referi na matriz do 2º ciclo, a escola andou 3 meses a discutir as matriz.
    E está tudo a correr bem…

    50 min.
    7º 8º 9º total
    LP 4 4 4 12 600 600
    ING 3 3 3 9 450 800
    LE II 3 2 2 7 350
    HIST* 2 2,5 2,5 7 350 700
    GEOG* 2,5 2 2,5 7 350
    MAT 4 4 4 12 600 600
    CN* 3 2,5 3 8,5 425 850
    CFQ* 2,5 3 3 8,5 425
    EV 2 2 3 7 350 950
    TIC/OE 2 2 0 4 200
    EF 3 3 2 8 400
    31 30 29 90 4500
    total 1550 1500 1450 4500

    50 min.
    7º 8º 9º total
    LP 1+1+1+1 1+1+1+1 1+1+1+1 12 600 600
    ING 1+1+1 1+1+1 1+1+1 9 450 800
    LE II 1+1+1 1+1 1+1 7 350
    HIST 1+1 1+1+0,5 1+1+0,5 7 350 700
    GEOG 1+1+0,5 1+1 1+1+0,5 7 350
    MAT 1+1+1+1 1+1+1+1 1+1+1+1 12 600 600
    CN 2+1 2+0,5 2+1 8,5 425 850
    CFQ 2+0,5 2+1 2+1 8,5 425
    EV 2 2 2+1 7 350 950
    TIC/OE 2 2 0 4 200
    EF 2+1 2+1 1+1 8 400
    31 30 29 90 4500
    total 1550 1500 1450 4500

    nota: 1. na disciplina de OE é atribuído nos 7º e 8º anos 1 tempo do
    crédito para permitir o desdobramento da turma.
    2. OE e TIC em organização semestral.
    * estas disciplinas organizam-se de modo a que o meio tempo
    seja um tempo quinzenal alternado entre as duas disciplinas.

    1. Gostei dessa organização. A vossa escola não teve qualquer problema em ultrapassar o limite máximo de minutos no 7 e no 8 ano?

    2. Gostava de trocar uma ou duas impressões contigo. Se me puderes enviar mail, agradeço.

    • dinis on 10 de Março de 2013 at 22:18
    • Responder

    A minha escola é das que escolheu ter tempos de 50 minutos. Foi um erro. Aulas de 90 minutos rendiam muito mais.

    Se o ministerio fosse sério, ou alterava o programa de matemética, ou tirava um tempo a matemática para dar a CFQ.

    • Ariam on 11 de Março de 2013 at 10:57
    • Responder

    Na minha escola existe em oferta de escola Música no 7º ano com 45m anual e para o 8º ano Educação Tecnologia com a mesma carga horaria.
    A disciplina de Tic existe no 7º;8º e 9ºano com 45m.

  1. […] feita para o 3º ciclo que encontra-se em baixo é uma solução adotada pela escola do António e que parece bastante boa porque não tem desperdício de tempos letivos. Na matriz da escola do […]

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