21 de Março de 2013 archive

Mais Um Assunto Para Debate – Prioridades

O Rolando coloca neste post um assunto interessante para debate, mas ao mesmo tempo polémico.

O tema é sobre as prioridades nos concursos e a alteração das mesmas para quem se encontra sem componente letiva e pretende mudar de grupo de recrutamento para a qual tem qualificação profissional. O que sugere o Rolando é que os docentes que pretendessem mudar de grupo de recrutamento no concurso interno pudessem concorrer na mesma prioridade que os docentes dos quadros para mudança de escola.

 

Considero da mais elementar justiça que se ponderasse as prioridades dos  docentes a concurso! Todos os docentes de carreira com formação  profissional para mais do que um grupo de recrutamento e que se sujeitam a mudar de grupo deveriam poder fazê-lo sempre na 1.ª prioridade, para estes grupos e com base na graduação profissional.

 

Este é mais um assunto que tenho quase a certeza que irá dividir opiniões, por isso agradeço alguma moderação neste debate porque será mais fácil compreender cada uma das posições não havendo insultos.

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Mapa com a Evolução dos Orçamentos na Europa na Educação

Retirado do press release do estudo apresentado hoje por Bruxelas sobre a evolução dos orçamentos na educação – Orçamentos da educação sob pressão nos Estados-Membros.

Portugal e Grécia são os únicos países que nos 4 mapas se encontram a azul, ou seja a redução acontece em dois anos seguidos por comparação com o ano anterior.

 

evolução dos orçamentos

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Portugal Entre os Países que Mais Cortam no Orçamento da Educação

Portugal entre os países que mais cortam no orçamento da educação

O investimento na educação caiu mais de 5% em Portugal desde 2010 por causa da crise, segundo um estudo hoje divulgado, em Bruxelas, pela Comissão Europeia.

O estudo, que abrange 25 países, mostra que nove Estados-membros da  União Europeia (UE)reduziram o investimento, sendo que, além de Portugal,  também a Grécia, a Hungria, a Itália e a Lituânia aplicaram cortes acima  dos 5% nos orçamentos da educação.

Noutros quatro países da UE – Estónia, Polónia, Espanha e Reino Unido  (Escócia) — os cortes foram entre 1% e 5%.

Por outro lado, outros cinco Estados-membros – Áustria, Dinamarca, Luxemburgo,  Malta, Suécia e Bélgica (Comunidade Germanófona) – aumentaram em mais de  1% a sua despesa no setor da educação.

O estudo analisou o financiamento em todos os níveis de ensino, desde  a educação pré-escolar ao ensino superior, em 35 sistemas educativos nacionais  e regionais, e revelou que, em 2011 e 2012, os salários e subsídios dos  professores baixaram ou foram congelados em 11 países (Bulgária, Croácia,  Estónia, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Portugal e  Espanha).

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Hoje É Dia de Derby

Contra Sócrates na RTP vs A Favor de Sócrates na RTP

Ao intervalo o resultado é de 37195 contra 649.

A equipa visitante dispersa-se em campo quando neste momento tem criadas 5 petições a favor da presença do Engenheiro na RTP.

Voltamos no fim do jogo.

 

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A Entrevista de Maria de Lurdes Rodrigues

… ao Jornal i e desta vez sem a perninha cruzada.

 

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Em Pouco Mais de Meia Dúzia de Horas

19277 pessoas já subscreveram.

 

 

Estou em crer que esta petição num dia será a mais subscrita do que todas as petições criadas ao longo dos últimos anos.

É a vida, meu caro.

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Ecos na Imprensa Escrita de Hoje

No Jornal Público

No Jornal de Notícias

No Jornal de Negócios

No Diário de Notícias

 

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Na Primavera as Flores Desabrocham

…neste caso são dois fantasmas.

 

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Memórias

… muito recentes e datadas.

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Mais Reações

FNE QUER ASSEGURAR ESTABILIDADE E SEGURANÇA

 
 

Confrontada com uma proposta do MEC para redimensionamento dos QZP (Quadros de Zona Pedagógica), sob o argumento de que se procura evitar a existência de docentes sem componente letiva, a FNE rejeita que se pretenda responder à precariedade com aumento da instabilidade e da insegurança.

 

A FNE lembra que se assiste hoje, na dimensão do número de docentes sem componente letiva, às consequências de decisões desastrosas, incorretas e desvalorizadoras do trabalho dos docentes, tomadas por sucessivos Ministérios da Educação: a alteração desleal das condições de acesso à aposentação em relação aos educadores de infância e professores do primeiro ciclo; a revisão curricular dos ensinos básico e secundário cega e sem sustentação pedagógica; a imposição de normas de organização do  serviço docente que inviabilizam as medidas essenciais de promoção de mais educação de qualidade e para todos; a agregação monstruosa de agrupamentos, à margem de qualquer preocupação de ordem pedagógica. Estas são decisões inadequadas a um sistema educativo que queira promover de uma forma sustentada e equitativa o crescimento das qualificações das suas populações.

 

Ao mesmo tempo que sofrem as consequências daquelas decisões, aos educadores e professores são impostas as medidas de austeridade que afetam genericamente os trabalhadores portugueses: redução de salários, congelamento de progressões, desemprego.

 

É neste quadro de dificuldades, de instabilidade e de insegurança que o Ministério da Educação apresenta uma proposta que se limita a aumentar a instabilidade e a insegurança. É nestas condições que o MEC quer que os docentes portugueses – com muitos anos de serviço, com família organizada – se predisponham a admitir, em nome do posto de trabalho, uma qualquer deslocalização.

Estamos, mais uma vez, em face de decisões que, ditadas por imperativos definidos por quem não conhece a realidade portuguesa, são de uma insensibilidade social inaceitável.

 

Embora discordando da proposta hoje apresentada, a FNE não desiste de se empenhar em obter para os docentes portugueses condições de segurança e de estabilidade que não se resumem a uma mera alteração do desenho do âmbito geográfico dos QZP.

 

É fundamental retirar de cima dos educadores e professores portugueses a ameaça sistemática do cutelo da mobilidade especial. Não temos professores excedentários. O que temos é respostas educativas insuficientes para um sistema de educação e formação de sucesso para todos os que nele devem estar envolvidos.

Não há razão para aplicar a mobilidade especial aos docentes portugueses.
Não aceitamos a mobilidade especial como mecanismo de contenção de custos.
A FNE fará tudo o que estiver ao seu alcance para impedir a aplicação da mobilidade especial aos docentes portugueses.

 

Porto, 20 de março de 2013

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São Sete

… os pecados capitais.

7 pecados capitais

 

Pedro Barreiros

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