8 de Março de 2013 archive

Não Discordo

… e até disse-o muito claramente aqui, apesar de saber que poucos aceitariam isso.

 

Avaliação docente em Portugal não corresponde às boas práticas propostas pela OCDE

 

Relatório chama a atenção para a “combinação mal sucedida” existente em alguns países entre os resultados obtidos pelos docentes na sua avaliação e aqueles que são alcançados pelos estudantes.

Nem os resultados obtidos pelos alunos podem ser ignorados na avaliação docente, nem esta pode ser efectiva se não tiver no seu centro o que acontece em sala de aula, defende a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) num relatório divulgado nesta sexta-feira.

 

Aceder ao relatório clicando na imagem.

Relatório da OCDE sobre avaliação de professores

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Porque Hoje é um Dia Só Delas

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Oito em cada dez professores do 1º ciclo são mulheres

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Debate Sobre as Prioridades nos Concursos

Podia fazer apenas uma sondagem mas pelo género da questão este tipo de sondagens não funciona porque o debate não se deve cingir a um sim, a um não ou a um não sei.

Com a abertura do concurso externo extraordinário voltou-se a um debate sobre a questão das prioridades onde foram relegados para o limbo os docentes que nunca trabalharam 365 dias em exercício de funções letivas nos últimos 3 anos no continente ao abrigo das colocações através do DL 20/2006 e do 35/2007.

Lembro que inicialmente este concurso estava previsto para dar resposta apenas aos docentes com largos anos de serviço no ensino público (a proposta inicial exigia 3600 dias de serviço). Foi exigência das organizações sindicais alargar o universo de docentes que pudessem candidatar-se a este concurso e por essa razão o documento final permitiu que quem com 365 dias de serviço efetivo de funções docentes nos últimos 3 anos pudessem concorrer (da mesma forma que o MEC considera que quem tem 180 dias de contrato independentemente do tamanho do horário é avaliado até pode haver professores com menos de 365 dias de serviço a concorrem ao concurso externo extraordinário). Também foi justificação para que nenhuma organização sindical tivesse subscrito o acordo relativamente a este concurso o facto de os docentes que trabalharam nos últimos 3 anos apenas nas ilhas e no EPE não puderem concorrer.

Sempre disse que a questão seria quase irrelevante devido ao elevado número de docentes com bastantes anos de serviço e que quase seria indiferente baixar os 3600 dias de serviço se as vagas fosse insuficientes e como agora se comprova nem chegam as vagas para esses docentes.

Voltando à questão essencial do post.

Concordam que sejam eliminadas as prioridades nos diferentes concursos que existem para contratação (continente, madeira e açores) ou devem as prioridades manter-se de forma a que os candidatos façam a sua opção pelo concurso que mais lhe convier e que sejam beneficiados por essa escolha?

Deve um candidato que sistematicamente trabalha nas ilhas ser ultrapassado por quem nunca lá trabalhou? E o inverso?

E para os concursos internos as prioridades também deviam permitir a mobilidade entre os diferentes concursos em pé de igualdade com os restantes candidatos?

Podem dizer de vossa justiça.

 

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Alguns Números das Escolas com Contrato de Associação

Depois de já ter feito referência ao valor que a Didáxis recebe de comparticipação do estado, por ser escola com contrato de associação, surge no Diário de Notícias de hoje um trabalho onde se refere o número de despedimentos dessa escola, as 10 escolas com mais financiamento no ano de 2012 bem como as distâncias a que estão as 94 escolas com contrato de associação das escolas públicas mais próximas.

Um trabalho da Patrícia Jesus a não perder.

 

 

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Conferência do Grupo de Trabalho da Educação Especial

Conferência sobre Formação Inicial e Contínua, na área da Educação Especial, face aos desafios do alargamento da escolaridade obrigatória inclusiva.

 

Com esta iniciativa, a Comissão pretendeu efetuar uma reflexão em torno da problemática da formação, na área da Educação Especial, e recolher contributos, por parte dos profissionais que mais diretamente trabalham nesta área. Estes contributos, que serão integrados num relatório que está a ser preparado pelo Grupo de Trabalho da Educação Especial, coordenado pela Senhora Deputada Margarida Almeida, permitirão apontar novos caminhos e apresentar recomendações concretas, no sentido de colmatar deficiências que, eventualmente, subsistam.

Grupo de Trabalho – Educação Especial

 

Conferência

Conferência Parlamentar sobre Formação Inicial e Contínua, na área da Educação Especial, face aos desafios do alargamento da escolaridade obrigatória inclusiva

Realizado em Assembleia da República – Sala do Senado a 2013-03-06 09:30
Organizado pela comissão

Oradores Convidados
Professor David Rodrigues
Professora Célia Sousa

Documentos associados ao evento:
Programa da Conferência
Nota curricular – Prof. David Rodrigues 
Nota curricular – Prof. Célia Sousa
Apresentação da Professora Célia Sousa – Como Formar para a Escola do Século XXI?
Comunicação da Professora Célia Sousa
Apresentação do Professor David Rodrigues – Os desafios da Equidade e da Inclusão na Formação de Professores de Educação Especial 
Registo fotográfico

Links associados ao evento:
Contributos recebidos

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tHCxueirP7M]

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