Conclusões Sobre as Matrizes do 2º e 3º Ciclos

O pedido de ajuda sobre as matrizes curriculares do 2º e do 3º ciclos que pedi ontem e hoje serviu para perceber como organizar da melhor forma os tempos letivos entre as várias disciplinas do 2º e do 3º ciclo.

Com os contributos recebidos nos comentários percebi várias coisas:

– O Inglês deve manter-se sempre com 3 tempos letivos;

– A Educação Física também deve ter 3 tempos e a distribuição dos 3 tempos devem ser feita em 3 dias diferentes, assim não se justifica a existência de aulas de 100 minutos nesta disciplina;

– Neste exemplo entreguei os minutos sobrantes do 2º ciclo, a História no 5º ano e a Ciências no 6º ano. Aqui pode haver alguma liberdade em fazer-se essa distribuição de outra forma em função das necessidades de cada uma das turmas, do projeto educativo e porque não também do número de professores da escola sem componente letiva atribuída em determinado grupo disciplinar.

– No 3º ciclo existe a possibilidade de se ultrapassar o limite máximo de minutos em cada ano de escolaridade desde que no conjunto do 3º ciclo a soma de minutos letivos represente 4500 minutos. Tinha dúvidas desta possibilidade mas se existem escolas que o fazem é um bom sinal.

A distribuição feita para o 3º ciclo que encontra-se em baixo é uma solução adotada pela escola do António e que parece bastante boa porque não tem desperdício de tempos letivos. Na matriz da escola do António foi entregue 1 tempo a EV no 9º ano ficando esta disciplina com 3 tempos e EF ficou com 2 tempos. Deixei em aberto a possibilidade de o inverso ser feito. As disciplinas com 0,5 tempos letivos organizam-se de modo a que o meio tempo seja um tempo quinzenal alternado entre as duas disciplinas de cada um dos anos de escolaridade.

Para esta matriz ser completamente funcional para o trabalho com os alunos faltava que fosse possível o desdobramento das turmas nas disciplinas com uma componente mais prática e experimental (Ciências Naturais 2º Ciclo, Educação Tecnológica e TIC).

Podem no entanto dizer o que mudavam nesta duas matrizes.

 

2 ciclo final3 ciclo final

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25 comentários

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    • Jose Calado on 10 de Março de 2013 at 23:17
    • Responder

    Acho interessantíssimo como continuam a por as TIC num plano meramente secundário!
    Num mundo globalizado e tecnológico, coloca-se até ao 9º ano de escolaridade o equivalente a um ano letivo de TIC.

    Sendo que quem não seguir estudos nas áreas das ciências informáticas, nunca mais terá uma disciplina e informática. Fantástico! Somos mesmo bons em termos informáticos. No entanto, é rara a disciplina que o professor não solicite um trabalho de pesquisa, uma apresentação de trabalhos, relatórios, etc, etc.

    • Nuno Coelho on 10 de Março de 2013 at 23:29
    • Responder

    Só gostava que me explicassem o que é uma meia aula de 50 minutos. Uma aula de 25 minutos ou será uma aula de 50 minutos de 15 em 15 dias?
    E quanto ás horas a mais, eu sei de escolas a quem isso não foi autorizado, pelo que é necessário ter muito cuidado com este tipo de propostas.
    Arlindo, o desdobramento é possível em CFQ/CN e em TIC e OE.

      • António on 11 de Março de 2013 at 13:33
      • Responder

      É óbvio que são 50 minutos quinzenais.
      Quanto ao desdobramento em TIC e OE não é permitido. O colega deve ler melhor a legislação.
      No caso da minha escola foram atribuídas horas do crédito pata permitir o desdobramento.

    • C3PO on 10 de Março de 2013 at 23:52
    • Responder

    A matemática do 3º Ciclo não me parece viável, com a implementação do NPMEB e com as Metas já é claro que os 5 tempos de 45 minutos não são suficientes (225 minutos no total) reduzir isso para 200 minutos não me parece boa ideia.

    Temos ainda o fato do número de contratados que ia para a rua com essa brincadeira, neste momento 5 turmas de 3º Ciclo (5*225 = 1125 minutos) implicam horas extras, com esse modelo 5 Turmas (5*200 = 1000 minutos) nem sequer chega para um horário completo…

    Antes de começarem a responder, sim sou de Matemática, mas quantas habilidades foram feitas para proteger os professores de EV/TIC que nunca iriam para a rua e nunca iriam de deixar de receber o seu vencimento?

    Arlindo por favor tem cuidado com os exemplos que dás, sei que muitas Escolas o podem seguir não tendo bem a noção das implicações… Sei que não faz esse trabalho com qualquer objectivo negativo, mas…

      • António on 11 de Março de 2013 at 13:44
      • Responder

      Só mesmo quem desconhece a realidade pode dizer isso.
      Com 50 minutos, cada docente tem 2 tempos lectivos para apoio aos seus alunos ( além dos não lectivos, claro), não diminuindo o no de professores. Em Matemática, horário completo é: 5 turmas + 2 tempos de apoio; 4 turmas + DT + 4 tempos de apoio; 4 turmas + 6 tempos de apoio; 3 turmas + DT + 8 tempos de apoio; 3 turmas + 10 tempos de apoio; consoante seja de 22, 20, 18, 16 ou 14 horas, sem prejuízo de algumas horas para cargos.
      Como se consegue fazer isto com 5 tempos de 45 minutos?
      No estudo efectuado, conseguimos mais professores com esta distribuição em todos os grupos, com exceção do 230 (desdobramento das CN que desapareceu), 240 e 530.
      Não houve proteção, a não ser dos alunos, e houve melhoria com as aulas de 50 minutos, até a Matemática.

        • Nando on 11 de Março de 2013 at 14:47
        • Responder

        Sinceramente gostaria imenso que explicasse como a sua escola consegue tantas horas de apoio (para além das horas da componente não lectiva), pois noutras escolas essas horas teriam de sair do crédito da escola ( que não chega actualmente para nada)! Com essa explicaçãotalvez as coisas fiquem mais claras. Senão o melhor era deixar cada escola decidir aquilo que quer fazer e pouparmos os exemplo de matrizes curriculares uniformes que, de facto, para pouco servirão!

        Obrigado

          • António on 11 de Março de 2013 at 21:02

          Basta ler a legislação: 1000 min. Lectivos + 100 min. Apoio, em horário de 22 horas. Os outros tempos de apoio são os do artº 79º. Parece-me óbvio, meu caro.

        • C3PO on 11 de Março de 2013 at 19:07
        • Responder

        Caro Colega António vamos lá a ter cuidado com o que se diz pode ser? Se faz favor? Por favor?

        Vamos imaginar no 3º Ciclo (6-Turmas de 7º 6-Turmas de 8º e 6-Turmas de 9º)

        Sistema dos tempos de 50 minutos (4 tempos por semana)
        H1 – 22 h – 5 Turmas – 1000 minutos +100 Apoios
        H2 – 22 h – 5 Turmas – 1000 minutos +100 Apoios
        H3 – 22 h – 5 Turmas – 1000 minutos +100 Apoios
        H4 – 12 h – 3 Turmas – 600 minutos

        Sistema dos tempos de 45 minutos (5 tempos por semana)
        H1 – 22 h – 4 Turmas – 900 minutos +200 Apoios
        H2 – 22 h – 4 Turmas – 900 minutos +200 Apoios
        H3 – 22 h – 4 Turmas – 900 minutos +200 Apoios
        H4 – 22 h – 4 Turmas – 900 minutos +200 Apoios
        H5 – 9 h – 2 Turmas – 450 minutos

        A vantagem para a matemática é que não se pode ter 5 Turmas 5x5x45 minutos = 1125 minutos o que ultrapassa os 1100 (22h) certo?

        Na sua Escola até pode ser que o que o colega quiser…mas a pensar em Horários Completos de contratados….

          • António on 11 de Março de 2013 at 21:30

          A distribuição que apresenta para os 45 minutos é ilegal! Tem que ter 1100 letivos, dos quais até 100 para apoio.
          Além de faltarem 100 letivos, em 4 horários vai buscar 400 minutos ao crédito da escola. Com esse crédito, pode-se, na distribuição de 50 minutos, diminuir 2 turmas aos contratados (2×200), completando, na sua diatribuição, o 4º horário. E o resto das disciplinas e dos professores?
          Além disso, a distribuição de serviço começa com os professores do quadro e não vão sobrar tantos horários para a Matemática.
          O sistema de 50 minutos é, de longe, o mais favorável, para escolas com docentes que têm redução da componente letiva. Ver o exemplo que dei: se for com turmas com 45 dá:
          20 horas: 4 turmas ( 900 m) + 200 apoio (100 let + 100 79º)
          18 horas: 4 turmas ( 900 m) + 200 apoio ( artº 79º)
          16 horas: 3 turmas (675 m) + 25 min. Crédito + 300 apoio (79º) + 100 apoio (let)
          14 horas: 3 turmas (675 m) + 400 apoio (79º) + 25 (let)
          Espero ter esclarecido, pois no meu Agrupamento as pessoas só viram as vantagens dos 50 minutos nos horários (pois a pedagógica é evidente) quando lhes foram apresentadas as distribuições de serviço feitas para as duas modalidades: 45 e 50 minutos. E apesar dos professores de Matemática e de Português lamentarem a perda de 25 minutos semanais, perceberam ser a melhor distribuição para a escola, os alunos e os professores.
          E verificaram-se as vantagens, pois é de mais 90 minutos seguidos de Matemática: 50 ou mesmo 60 é a duração ideal.

          • C3PO on 11 de Março de 2013 at 23:24

          Volto a dizer:
          Caro Colega António vamos lá a ter cuidado com o que se diz pode ser? Se faz favor? Por favor?

          Se aquilo é ilegal está a dizer que um horário completo tinha de ter 5 Turmas?
          5 Turmas com 5 tempos de 45 = 1125 minutos.
          Peço desculpa mas um horário completo não é de 22 horas = 1100 minutos?

          CERTO?!

          No que o colega diz tem toda a razão:

          “Além disso, a distribuição de serviço começa com os professores do quadro e não vão sobrar tantos horários para a Matemática.” – Os contratados que se lixem que ficam com as sobras.

          “O sistema de 50 minutos é, de longe, o mais favorável, para escolas com docentes que têm redução da componente letiva” – E é exactamente isso que eu sempre quis dizer desde o inicio! Obrigado por finalmente concordar comigo.

          • António on 12 de Março de 2013 at 0:31

          Penso que me expliquei mal. O que quis dizer é o que está na lei, e que, portanto, todos os tempos que o colega aponta aquém dos 1000 minutos têm que sair do crédito da escola.
          Além disso, o que disse é o oposto do que percebeu: quanto mais horas sobrarem após a distribuição pels professores do quadro, mais horários haverá para contratados. E a distribuição de serviço na mina escola assim o provou, verificando-se diminuição de horários apenas pelos motivos já conhecidos, nas CN 2º ciclo, EVT, ÉT.,…
          Repito que o que digo não é retórica teórica, mais foi simulado, implementado e provado, pois, mesmo com as 18 turmas que aponta, haveria a mais um horário de 2turmas, se fossem todos de 22 horas. Se fizer o exercício em condições reais, com as reduções e as DTs, verifica que a diferença se esbate.
          Concluindo, ao distribuir o serviço a docentes do quadro, com 50 minutos sobram tantos ou mais horários para os contratados (que não deviam existir, deviam ser residuais).
          E adianto que, se o MEC deixar, o meu Agrupamento abrirá vagas para o quadro em quase tods S grupos de recrutamento, com excepção do já atrás identificados.
          Espero ter conseguido esclarecer que a distribuição Efetuada foi, mesmo, a MELHOR!
          Mas, admito que noutras escolas, a realidade possa ser outra. Mas por isso é que defendo que cada uma tem que analisar o seu caso, para ver o que é melhor para todos, independentemente das disciplinas A ou B.

          • António on 12 de Março de 2013 at 9:06

          peço desculpa pelos erros, devidos ao adiantado da hora.

    • José on 11 de Março de 2013 at 1:40
    • Responder

    Sou do 2ºciclo.
    Não conheço a extensão e dificuldades do programa de História…
    Sei que nas Ciências, em ambos os anos será mesmo impossível cumprir o programa só com 2 tempos semanais. Mas, se tivesse mesmo de se escolher, então seria o 5º ano a ter mais um tempo do que o 6º ano.

    • Pedro on 11 de Março de 2013 at 12:34
    • Responder

    Para mim ficava tudo como está. Com esta treta dos minutos há disciplinas que perdem tempos do que aqueles que já têm e supostamente teriam um reforço da carga horária por serem estruturantes. Afinal podem não reforçar e até perder.
    Espero que poucas escolas apliquem esta treta.

    • Manuel on 11 de Março de 2013 at 15:23
    • Responder

    Quando os programas de História e Geografia foram elaborados não havia Geografia no 8.º ano. A História tinha três aulas de 50 minutos no 7.º, 8.º e 9.º ano (9 aulas de 50 minutos). A geografia tinha três aulas do 7.º ano e quatro no 9.º ano (7 aulas de 50 minutos). Portanto, a História e a Geografia tinham ao todo 16 aulas de 50 minutos. Depois veio a reforma curricular que introduziu o Estudo Acompanhado, Área de Projeto e Formação Cívica ficando a História e a Geografia com 14 tempos de 45 minutos para distribuir entre as duas disciplinas. Assim, neste momento não se compreende que a Geografia fique na mesma, sendo a História sacrificada com a perda de dois tempos (agora de 50 minutos). Quem for ver os programas de História e Geografia do 3.º ciclo verá facilmente que o programa de História é mais extenso, tendo sido elaborado para uma carga horária maior que o de Geografia. Nesse caso aquilo que faz sentido é as duas disciplinas perderem uma aula de 50 minutos em relação à situação do final dos anos 90. A História ficava com 8 aulas (2 +3+3) e a Geografia com 6 aulas (2+2+2).

      • Manuel on 12 de Março de 2013 at 0:12
      • Responder

      Não querias mais nada? E que tal a semana toda só com História! Deves ter um problema no umbigo, grande demais! que artista!

    • Manuel on 11 de Março de 2013 at 15:29
    • Responder

    Quando os programas de História e Geografia foram elaborados não havia Geografia no 8.º ano. A História tinha três aulas de 50 minutos no 7.º, 8.º e 9.º ano (9 aulas de 50 minutos). A geografia tinha três aulas do 7.º ano e quatro no 9.º ano (7 aulas de 50 minutos). Portanto, a História e a Geografia tinham ao todo 16 aulas de 50 minutos. Depois veio a reforma curricular que introduziu o Estudo Acompanhado, Área de Projeto e Formação Cívica ficando a História e a Geografia com 14 tempos de 45 minutos para distribuir entre as duas disciplinas. Assim, neste momento não se compreende que a Geografia fique na mesma, sendo a História sacrificada com a perda de dois tempos (agora de 50 minutos). Quem for ver os programas de História e Geografia do 3.º ciclo verá facilmente que o programa de História é mais extenso, tendo sido elaborado para uma carga horária maior que o de Geografia. Nesse caso aquilo que faz sentido é as duas disciplinas perderem uma aula de 50 minutos em relação à situação do final dos anos 90. A História ficava com 8 aulas (2 no 7.º + 3 no 8.º + 3 no 9.º) e a Geografia com 6 aulas (2 no 7.º + 2 no 8.º + 2 no 9.º).

  1. As propostas apresentadas encerram dois erros graves (em minha opinião e com a consideração que o Arlindo me merece:
    1º O problema da opção pelo tempo de 45 ou 50 minutos reside tão só que para a gestão dos 50 minutos a escola terá que reajustar os tempos nas diferentes áreas. Ora isto coloca a questão de quem perde ou de quem ganha, (porque 270 minutos não é a mesma coisa de 300 minutos) o que colocaria as disciplinas em conflito;
    2º A verdade é que com 45 minutos ninguém fica prejudicado antes pelo contrario, porque acabam por acumular minutos que nunca são compensados, (por exemplo imagina-se um professor que sobra 35 minutos faz apoio aos alunos de quinze em quinze dias de 45, o que dá vantagem ao professor;
    3º Mais importante que a redistribuição dos tempos no plano curricular, é a distribuição de serviço docente e as arbitrariedades dos diretores nesta matéria.
    Como se viu na oferta de escola e até bastante denunciada neste blogue cada um faz o que entende, o mesmo acontece com a distribuição do serviço docente em que não se respeita a ordem de prioridades (profissionalização na disciplina e no ciclo de estudos, classificação profissional, etc. e só no final de tudo essa invenção da idoneidade profissional do despacho 13), ou seja, os professores estão sujeitos para além da incompetência do MEC e da DGE também à idiossincrasia e caciquismo dos diretores e das suas interpretações díspares;
    4º É urgente, isso sim, recolar a questão de que ET e EV no 2º ciclo deverão ser dadas pelo mesmo professor; que a Oferta de Escola no 3º ciclo, deverá ser obrigatoriamente prioritário a disciplina de ET e que a Oferta Complementar nos dois ciclos devem privilegiar a Artes Visuais Performativas, para que o atual currículo tenha um equilíbrio mínimo nas áreas de saber para uma formação básica integral;
    5 Por último, é inadmissível propor-se para EV 50 +50 minutos pois, dessa maneira toda a componente prática será rapidamente desvalorizada, ou alguém acha que em 50 minutos é possível rentabilizar uma aula prática? Acho que não é preciso explicitar aqui as contas ou é?
    Atenciosamente CG

    1. O exercício que fiz foi apenas para receber alguns contributos para uma organização dos tempos letivos em 50 minutos, nada mais do que isso. A questão da matriz curricular é outro assunto e já abordei em tempos a insuficiência dos tempos nas áreas artísticas.
      Por pouco que seja estas áreas acabam por ganhar mais com uma organização dos tempos em 50 minutos do que em 45 e como muito bem dizes 300 minutos são diferentes de 270, multiplica isso por todas as turmas e vês quanto passaria a ganhar EV, ET e EF com esta distribuição.
      Também não descanso enquanto não for possível desdobrar a turma de ET e que a mesma seja leccionada pelo mesmo professor de EV (no 2º ciclo).

      • António on 11 de Março de 2013 at 21:51
      • Responder

      A prática demonstra o erro dos erros apresentados, pois:
      1º o reajuste dos tempos permite que a escola se aproprie do currículo e defina a distribuição por consenso, não olhando apenas para cada umbigo, e harmonizando as aprendizagens, descobrindo até novas formas de organização (275 min em vez de 300, em tempos de 50 minutos);
      2º como mostrei anteriormente, há prejuízo global com 45 minutos, pois necessitam de 1035 letivos ( e não 1000, com 50), sobrando 1 tempo para apoio e os tais 20 minutos – e não 35, como erradamente afirma);
      3º concordo! Pois só com as duas distribuições de serviço (com 45 e 50 minutos) se podem ver as vantagens inegáveis da segunda (50 minutos) para todas as disciplinas com excepção do Português e da Matemática, e com realce para as artísticas e tecnológicas;
      4º e 5º concordo, mas não está em discussão. No caso da minha escola, foi definida organização semestral para a TIC e OE, sendo, juntamente com EV, leccionadas em 100 minutos (ou 100+45, em EV do 9º). Também de modo a permitir o desdobramento das turmas em ET, Música, Teatro ou Cerâmica, foi atribuída mais uma hora do crédito a cada uma.
      Por último, estas discussões são muito importantes, pois muitas escolas foram pelo comodismo aqui patente em muitos comentários, enquanto outras (pelo menos muitas que optaram pelos 50 minutos) fizeram simulações, discutiram em grupo, departamento e Cp até decidirem pelo que acharam melhor. E das que optaram pelos 50 minutos, não conheço nenhuma que esteja arrependida.

    • Edgar Seia on 12 de Março de 2013 at 19:26
    • Responder

    Eu acho que as aulas deveriam ter SEMPRE 60 minutos. Sugeria esta organização: http://apalavradecimanaocabeaqui.blogspot.pt/2012/09/a-escola.html

      • Margarida on 13 de Março de 2013 at 16:43
      • Responder

      Porque carga de água a história do 3º ciclo teria 3 horas e a geografia e as ciências 2h?

    • Edgar Seia on 14 de Março de 2013 at 0:37
    • Responder

    Simplesmente porque acho que 2 horas é pouco – e eu não sou de História…

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