Perguntem Também ao PNS Porque Prefere a Escola Privada para o Filho

Porque na frança a nova ministra da Educação francesa está a ser pressionada a demitir-se depois de ter colocado filho na escola privada devido ao elevado nível de absentismo de professores não substituídos.

Já quanto à Alexandra Leitão em tempos já justificou que prefere um currículo internacional e não uma coisa mal amanhada à portuguesa.

 

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20 comentários

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    • ÉFazerAsContas on 18 de Janeiro de 2024 at 21:57
    • Responder

    Não é preciso dizer mais nada. Viva o socialismo! Só falta traduzir para espanhol (que se fala no hemisfério sul).

    • Ludaponte on 18 de Janeiro de 2024 at 22:03
    • Responder

    Só vigaristas

    • Pobre Povo on 19 de Janeiro de 2024 at 0:02
    • Responder

    “Alexandra Leitão em tempos já justificou que prefere um currículo internacional e não uma coisa mal amanhada à portuguesa.”

    Que pérola!!! O que eu me ri com esta síntese do “currículo mal amanhado à portuguesa”.

    Fui espreitar essa Escola Alemã, e gostei em particular desta frase: “… além de alunos provenientes de famílias portuguesas, alemãs, austríacas e suíças…” Chiquérrimo.

    De facto, é fugir do mal amanhado currículo tuga em perpétua reformulação.

      • Sophie on 19 de Janeiro de 2024 at 22:43
      • Responder

      Desculpe mas onde viu que ela disse “currículo mal amanhado à portuguesa”? Que me recorde ela disse que escolheu aquela escola privada porque as aulas são lecionadas em duas línguas.

        • Pobre Povo on 19 de Janeiro de 2024 at 23:52
        • Responder

        “Currículo mal amanhado à portuguesa” – linguagem coloquial, a que recorreu o autor deste post (Arlindo) desconstruindo a justificação mal amanhada da tuga Alexandra Leitão que, passo a citar, “Tem a ver com a opção por um currículo internacional” (escarrapachada no print da notícia da imprensa escrita constante deste post) o que implica, tal como o autor deste post o inferiu, que Alexandra considera o currículo tuga de qualidade medíocre.

        Sempre ao dispor,
        Pobre Povo

      • João Paulo on 20 de Janeiro de 2024 at 15:47
      • Responder

      Maria de Lurdes Rodrigues realizou uma alteração ao Estatuto da Carreira Docente em 2007 que alterou os indices remuneratórios. O anterior índice 151 era o primeiro da carreira para os professores do quadro. Passou a ser o índice 167.
      No entanto, os docentes que há data estavam a fazer a profissionalização teriam de acabar, como acabaram, a mesma para passar a usufruir deste índice.
      Quando acabaram, o governo de então não os posicionou logo, como deveria ter feito, no índice da nova carreira, mantendo-os em banho maria durante 4 anos, a vencer pelo índice errado e a serem roubados em mais de 60 euros líquidos por mês.
      Em 2011 foram finalmente posicionados, após muitos protestos, mas sem nenhum tipo de retroatividade, permanecendo o roubo.
      Em 2018, uma tal de Alexandra Leitão, então secretária de estado da administração pública, que agora apoioa fervorosamente um tal de Pedro Nuno Santos que passou a ser secretário-geral do partido que provocou a injustiça e roubo anteriormente referido, resolveu integrar na carreira todos os docentes contratados, contando-lhes o tempo de serviço a contrato.
      Esqueceu-se, ela e a Diretora-Geral da Educação da época, que os professores que tinham sido integrados em 2011 no índice 167 não tinham tido uma subida de escalão nesse ano. Foram apenas integrados num escalão que passou a ser o inicial, e depois de serem roubados em 4 anos de acréscimo no vencimento.
      Assim, estes docentes foram roubados em 4 anos e, graças a Alexandra Leitão, foram, em 2018, ultrapassados por quem tinha menos tempo de serviço do que eles.
      Apesar de não serem muitas dezenas de milhares de professores (estamos a falar, possivelmente, de um universo de 2 ou 3 mil no máximo), não são eles gente? Não são estes profissionais dignos de respeito pelos seus pares, pelos diretores e, principalmente, por uma Tutela que tem-se comportado como um bando de malfeitores e usurpadores dos direitos alheios?!

    • Unknown on 19 de Janeiro de 2024 at 9:07
    • Responder

    Era uma escola muito engraçada,
    não tinha notas não tinha nada,
    todos passavam sem fazer nenhum,
    e o João Costa foi só mais um.

    • Cláudia on 19 de Janeiro de 2024 at 9:30
    • Responder

    “Olha para o que eu digo, não olhes para o que faço”.

    • Peter on 19 de Janeiro de 2024 at 10:03
    • Responder

    Mas pagam para ter lá os filhos ou são os portugueses que pagam com os seus impostos?
    Não tenho nada contra os privados… O que me chateia são os “amarelinhos” à custa de todos os portugueses…

      • Sophie on 19 de Janeiro de 2024 at 22:44
      • Responder

      Pagam. São colégios privados.

    • Ultracongelado on 19 de Janeiro de 2024 at 11:29
    • Responder

    Muito próprio da esquerda caviar!

  1. Nenhum político de esquerda tem os filhos na escola pública, pois eles sabem bem que é um ambiente de delinquência e caos, que serve apenas para alienar as novas gerações e torná-las escravas do socialismo.
    Além disso, a esquerda é extremamente elitista, e esta gente que bebe do fino jamais consentiria em que os seus rebentos se misturassem com a populaça.

    Cada esquerdista vê-se a si mesmo como um herói providencial, de uma casta especial, destinado a brindar o povoléu com a imensa bênção da Igualdade na Pobreza, enquanto se reservam para eles os maiores confortos, de que se acham mais que mereçedores.

    NENHUM comunista ou socialista ambiciona alguma vez na vida, trabalhar. Isso é para os “beócios”, como lhes chamava Soares, o “Pai da Democracia”. Aliás, a maior parte dos quadros da esquerda nunca trabalhou.

    Pedro Nuno Santos, Costa, Guterres e Soares, os líderes súcialistas, são todos bem nascidos e nunca trabalharam um dia na vida (Guterres foi, meteoricamente, professor assistente de engenharia, mas como engenheiro electrotécnico nunca consertou nem a ficha de um candeeiro de mesa de cabeceira).

    Chama-se a estas pessoas PARASITAS. Mas temos de lhes estar eternamente gratos e de os reeleger, porque salazar e porque 25 de abril e porque fascismo e porque democracia e porque blabla beterrabas.

      • Adolfo Dias on 19 de Janeiro de 2024 at 15:14
      • Responder

      E o parasita mor do Ventura?

      Mais um que ficou encantado com o encatador de burros!

    • Mico on 19 de Janeiro de 2024 at 12:31
    • Responder

    Bem o PS é hipócrita e o PSD?

    No PSD gosto particularmente do novo programa para a educação.

    Colocações de professores via avaliação do diretor e não pela graduação e ensino privado em força…
    Isso sim é muito bom. Já agora onde estudam os filhos do Montenegro e Nuno Melo?

    1. O PSD e o PS são a mesma coisa.

    • Mentecaptos por paixão on 19 de Janeiro de 2024 at 13:53
    • Responder

    O farsola que nos governou de 2011 a 2015 tinha as filhas no público (tão endeusado que foi aqui por isso). Depois, bem depois foi só assistir (e sentir na pele) aquilo de bom que o sacana trouxe à escola pública e à coisa pública…

    Portanto, vir com esta retórica…

    • PROFESSOR(A) on 19 de Janeiro de 2024 at 18:01
    • Responder

    Os profes continuam a destilar ódio com tudo. Que saudades daquela escola, que nunca existiu, em que cada prof fazia o que queria sem que ninguém os chamasse à responsabilidade. Temos uma óptima escola pública, com professores de qualidade, empenhados e cultos. É a escola ideal? Nã0! Há problemas? Muitos! Mas não é aquilo que apregoam. Chamem-me boy ou girl ou o que quiserem, mas, com toda a certeza, muitos de vós não estão nesse patamar. A escola privada espera por gente com tantas competências como demonstrais aqui…. Esperai que a vossa extrema direita ganhe as eleições (Deus nos livre!!!) para vermos para onde ides trabalhar.

      • Pobre Povo on 20 de Janeiro de 2024 at 3:08
      • Responder

      Discordo que a escola pública seja ótima.

      Está a perder qualidades a passo célere e progressivamente mais pais recorrem ao privado, sempre que tenham disponibilidade financeira para isso.

      O sucesso aumentou, mas não se traduz na concretização de mais aprendizagens.

      A escola dita inclusiva, com as sua múltiplas medidas universais, seletivas e toda essa treta, é uma farsa no que concerne à inclusão e, adicionalmente, tem o efeito perversamente contraproducente de desresponsabilizar todos, e sublinho todos os discentes pelos seus fracos desempenhos escolares.

    • Moi on 21 de Janeiro de 2024 at 14:31
    • Responder

    Podem pagar as propinas do seu bolso? Acho muito bem! Conheço professores do ensino público que tiveram filhos a estudar no Colégio Alemão, precisamente pelos motivos da Alexandra Leitão. Conheço outros colegas que têm ou tiveram filhos a estudar noutros colégios. Até conheço um que foi diretor de um agrupamento. Qual é o problema?
    Quanto à escolha do colégio da família Soares, até parecia mal que um político ambicioso como o PNS, e rico, ainda por cima, não tivesse lá o filho! Há que mostrar deferência pelo fundador do partido.
    Quanto ao currículo mal amanhado, à portuguesa, deve ser uma coisa freudiana da parte do diretor Arlindo. É que o currículo nacional é mesmo mal amanhado, mas os planos de inovação, elaborados por alguns diretores, tornaram-no uma aberração.

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