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Educação inclusiva é uma reforma estrutural da educação

Educação inclusiva é uma reforma estrutural da educação

Para João Costa, esta mudança faz com que todos os alunos tenham «um lugar na sala de aula», sendo o currículo o principal instrumento para a inclusão:
«Cada um de nós tem capacidade para aprender. Nenhum de nós tem o direito de dizer que alguns de nós não aprendem», afirmou.
O Ministro disse que esta mudança trouxe também vantagens para os alunos que não estão identificados como tendo necessidades especificas e que passaram a crescer e ter contacto com os outros. Disse ainda que, dentro de alguns anos, será preciso fazer uma avaliação do que está a acontecer no terreno.

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20 comentários

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    • maria on 2 de Julho de 2022 at 10:31
    • Responder

    Inclusão ?

    Seria importante os professores que recebem nas suas aulas curriculares crianças ou adolescentes nee dissessem de sua justiça :
    a) um jovem, com relevantes défices cognitivos vai assistir – juntamente com os alunos “normais” – a uma aula de Matemática, Português ou Inglês. Aprenderá alguma coisa ou será, “apenas,” mais um foco de instabilidade , ainda por cima com a “professora” de EE a fazer-lhe “companhia” (” táquéto; abre o caderno; não grites” ).
    b) se o professror tentasse ensinar-lhe algo (coisa difícil) , os alunos que estão ali a aprender que fariam nesse tempo? “Pesquisas” ?

      • Alecrom on 3 de Julho de 2022 at 19:46
      • Responder

      “táquéto”, lol.


    1. assino por baixo.

    • QueroMudança on 2 de Julho de 2022 at 10:48
    • Responder

    Sob a capa da inclusão cabe tudo e passa tudo.

    • Jorge Pires on 2 de Julho de 2022 at 12:05
    • Responder

    É necessário os docentes com MPD, para dar apoio aos alunos inclusão nas Escolas.
    E com a nova lei MPD, 100 % dos docentes vai , estavam colocados nas escolas de origem. Concorreram em 2021/22 , para a Escolas, que ficavam na área Habitações
    Permanente e Centro de Saúde e a minutos das Escolas .
    E com a Nova Lei MPD , vai obrigar 100 % docentes ( ano lectivo 2021/ 2022 ) , tenham deslocar para Escolas , a 20 kilometros , fora do perímetro e longe das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde , que deixam de terem dificuldade de tratamento médicos e enfermagem, e outros tratamentos ligados às suas doenças incapacitantes, e nas suas Habitações com horários destinados e prescrito por relatório médicos.
    Além os alunos de inclusão, vão deixar de ter os mesmos docentes , e as Escolas .
    Já que docentes, terão deixar dar apoios, por serem obrigados a lecionar a 20 kilometros noutras escolas, e noutra localidade e longe das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde.

    Tem uma notícia, que relata as dificuldades inerentes doenças incapacitantes ! E que a nova lei da MPD , vai prejudicar os docentes que concorreram no ano lectivo 2021/ 22 , para ficarem a lecionar numa Escola ,que fique na área da sua Habitações Permanente e Centro de Saúde, e outras dificuldades de doenças onde tem necessidade de ajudas familiares.
    Como de exemplo doenças de foro oncológicos, doenças incapacitantes, deficiência física e motora , invisuais, etc .

    Com a nova lei MPD , ao concorrer os docentes em 2022/23 terão de sair das suas Escolas que tinham concorrido no ano anterior.
    E terão de se deslocar a 20 kilometros , e longe do perímetro das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde, para lecionar nova Escola . E ficarão com dificuldades de tratamentos médicos e enfermagem no seu Centro de Saúde.
    É de uma forma desumana e injusta, que maior dos docentes, derivado as suas doenças incapacitantes, podem se agravar , por percorrer todos dias 40 kilometros ou 50+50 =100 kilometros, e maior parte dos docentes , não terem meios transporte para lecionar.
    Quando em 2021/22 tinham nas suas prestações, um bom desempenho nas Escolas onde os docentes , estavam colocados na área das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde.

    – A nova lei MPD tem um erro de interpretação.
    – Já que diz a nova lei , que com esta deslocação de 20 kilometros, vai colocar os docentes perto de Habitações Permanente e Centro de Saúde ( mas isso é uma Minoria) .
    – Mas 100 % dos docentes com doenças
    incapacitantes que concorreram em 2021/22 !
    – Foi para ficarem nas Escolas , perto das suas áreas Habitações Permanente e Centro de Saúde.
    – Assim é contraditório a nova lei, injustamente vai deslocar os docentes 20 kilometros e 50 kilometros das suas Habitações Permanente e Centro de Saúde, para novas Escolas.

    https://www.dn.pt/edicao-do-dia/28-jun-2022/o-que-sera-dos-professores-em-mobilidade-14972763.html

      • Rega no bofe on 2 de Julho de 2022 at 15:02
      • Responder

      Eu até compreendo o desespero deste Pires. Só que o homem esquece a pandemia de rega no bofe que a situação criou.

        • Jorge Pires on 2 de Julho de 2022 at 15:44
        • Responder

        Pois , já vi que passa aqui a tentar ( Regar ] com conversa da treta , e tentar entrar em guerra , e mudar opiniões e fazer que os MPD deixem de lutar…
        – Contra a lei injusta e repugnante, de um ME , e quem assinou o documento.
        Onde tem uma Ministra da Presidência que teve a sorte de ter um Pai ( PS) , e que acabou um curso ISCTE, onde saem formados filhos ligados ao PS , e tem um cargo logo um cargo Político ( e nunca trabalharam mais de 30 anos como docência) . Mas assinam documentos a prejudicar com uma lei os docentes com doenças incapacitantes. Tem um PR que recebe dinheiro público, e dos impostos dos portugueses, e hoje a passear numa praia copacabana, e a gozar a vida , e a gozar os docentes com doenças incapacitantes onde assinou um documento etc
        E outros, que estão nos cargos políticos e chegaram com seus conhecimentos , porque tiveram nas suas vidas de estudantes, professores que os prepararam para suas vidas no trabalho.
        E deveriam esses políticos ter respeito e serem dignos , com os docentes e não os prejudicar e sim admirar .
        E não fazerem leis , que vão contra a vida esgotante da docência, e especialmente docentes com doenças incapacitantes .

        E não lhe vou dar troco , e a outras que vem para aqui ( mandar postas de pescada) , porque vocês não sabem respeitar quem tem doenças incapacitantes.

        – É essse o vosso problema.
        – E nem respeita , quem lhe deu o seu conhecimento e o preparou para sua vida de trabalho ( se ) ! estudou


      1. Burgesso

    • Alexandra Salgado on 2 de Julho de 2022 at 12:28
    • Responder

    Claro que todos têm diferentes capacidades de aprendizagem e óbvio que todos podem aprender. Seja o que for. Mas…com quem?? Com 30 alunos/ turma, curricula infindáveis, projetos… professores exaustos, velhos, doentes, há condições de ensinar competências diferenciadas na sala de aula? Quem vai dar apoios a esses alunos? É que os MPD eram pau para toda a colher e ainda faziam esse serviço e agora?? Acham mesmo que estes docentes aguentam um ano inteiro com as suas maleitas, a fazerem dezenas/centenas de kms e ainda trabalharem na inclusão de alunos “especiais”? Com tutorias de alunos problemáticos, agressores que nada querem com a escola? Ou vão ser os QE/QA que já lá estão sobrecarregados de turmas, níveis, cargos, papelada que vão fazê-lo? O governo só dá tiros no pé e a nós na cabeça…mas somos professores, entertainers, psicólogos, pais… secretários… quantos salários ganhamos por cada função??
    É o fim da escola pública. Há anos. Qualidade?? Onde? Como?? Grande democracia! O Sr. Ministro quantos anos tem de docência? Qual é a sua escola de provimento? Quantas vezes gramou os nossos concursos? Que percebe ele ou qualquer outro de Educação? A Educação sempre foi e será um fardo. Que venha para o terreno e que fale do que sabe e aprendeu…. são todos uns iluminados… já agora vamos a casa buscar os meninos e servi-lhes o PA? É tão triste ver e gramar a insistência no insulto à nossa inteligência…

    • Luluzinha! on 2 de Julho de 2022 at 13:28
    • Responder

    Enfim, este suposto ensino inclusivo, genericamente, não passará de um pernicioso subterfúgio para toda a gente progredir, independentemente da real e efetiva qualidade das aprendizagens. Dito por outras palavras: o facilitismo no seu expoente máximo.

      • Anselmo Santos on 2 de Julho de 2022 at 17:14
      • Responder

      Está tudo dito nos comentários da LuluzInha, do Manuel, do Queromudança e do Regabofe. Ñ sei como pode ainda haver a lata de contestar as conclusões por eles indicadas!


    1. Esta Lulinha se for mulher deve ser muito fofinha!

    • Manuel on 2 de Julho de 2022 at 14:50
    • Responder

    Conversa da treta. Perguntem-lhe. Foi isso que ele fez enquanto prof na Nova? Passou tudo, mesmo ignorante? É isso que acontece nos exames nacionais? Vejam o exemplo de FQA

    Hipócrita. Cínico. Desonesto.

    • Joana Pereira on 2 de Julho de 2022 at 18:59
    • Responder

    Balelas !!!.Perguntem , a Sua Excelência , se ele tem marcha autonoma sem bengala ? Equipe as escolas com meios , plataformas de acessibilidade, recursos humanos e ferramentas,condições de trabalho decentes …, para se poderem dar respostas aqueles que carecem ! A inclusão é apenas um recurso, entre muitos outros! Falar e reproduzir leituras , é muito bonito, mas sem práticas nada é eficaz !!!!

    Balelas,Excelência !.

    • EUZINHO on 3 de Julho de 2022 at 10:56
    • Responder

    A grande vigarice em marcha !

    • joão on 3 de Julho de 2022 at 10:57
    • Responder

    Coitados dos professores – o que faz falta são ideias geniais dos funcionários do ministério de educação feitas ao acaso para os professores aplicarem. Que gente mais desprezável – são piores do que os políticos que dão a acara!

    Mas há alguém que aguente dar aulas nestas condições? Já não bastavam os alunos desinteressados ainda querem mais focos de perturbação com bábás a acompanharem deficientes? 22 horas semanais com aulas deste tipo? Já para não falar de todo o trabalho que exigem…

    Não se entende como é que há tão poucos professores de baixa médica… Como é aguentam isto tudo? É realmente estranho.

    E depois, no final, é passar tudo. Um sucesso!


  1. Aluno NEE: se respira, passa.


  2. É cada vez mais difícil os professores exercerem a sua profissão.
    Têm que se sujeitar a condições precárias, como cada vez mais os alunos são mal educados e sem respeito, por culpa dos pais.
    Admiro a coragem destes profissionais.

    • Albertina Dias on 4 de Julho de 2022 at 14:00
    • Responder

    Nenhum de nós tem o direito de mandar os outros nao dizerem o que pensam!!!!

    • Maria on 6 de Julho de 2022 at 12:44
    • Responder

    Gostava de ver o sr. Ministro lecionar numa turma com vários alunos com défice cognitivo para aprender com a sua mestria. Provavelmente, estamos a desperdiçar um bom orientador de estágio pois teoria tem quanto baste.

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