A radiografia do setor da Educação

O setor da Educação é um dos que foram mais afetados pelos impactos das medidas tomadas na pandemia. Entre confinamentos e isolamentos, fechos de escolas e ensino a distância, há uma geração de crianças e jovens fortemente penalizada no seu percurso educativo. Mas, importa começar por perguntar, qual é que é a medida deste prejuízo?

A radiografia

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3 comentários

  1. A radiografia está feita, qual é a medida deste prejuízo? Temos aqui a resposta.
    “Para João Costa, esta mudança faz com que todos os alunos tenham «um lugar na sala de aula», sendo o currículo o principal instrumento para a inclusão:
    «Cada um de nós tem capacidade para aprender. Nenhum de nós tem o direito de dizer que alguns de nós não aprendem», afirmou.
    O Ministro disse que esta mudança trouxe também vantagens para os alunos que não estão identificados como tendo necessidades especificas e que passaram a crescer e ter contacto com os outros.”

    Antes os alunos não tinham um lugar na sala estavam na rua.
    “Cada um de nós tem capacidade para aprender.” Sabemos que sim, mas muitas vezes são currículos alternativos, vê-se que nunca esteve numa sala com petizes, porque esteve no superior onde eles não chegam.
    Tem a lata de dizer que “trouxe também vantagens para os alunos que não estão identificados como tendo necessidades especificas e que passaram a crescer e ter contacto com os outros.”
    Antes não estavam identificados? Os professores não faziam o pino para os integrar? Por acaso eles antes estavam algures escondidos? Só agora é que têm contacto com os outros?
    Pois com a lei que inventou para a mobilidade bem vai ter que enviar para as escolas uma ordem para passar toda a gente desde que tenha “crescido um centímetro ou dois.”
    A classe docente está velha nos agrupamentos, os docentes da mobilidade ajudavam muito estes alunos.
    No que me diz respeito tenho 64 anos, faço 65 no início do ano letivo, sem apoio não trabalho. Ponto.
    Experimente ele, o PR, todos os deputados professores, etc.
    Só se houve e faz asneiras na educação porque quem para lá vai, também nunca esteve no terreno e não sabe o que diz. Até o PR também esteve sempre no superior.
    Estive no superior 14 anos é fácil debitar.

    • Mário Rodrigues on 2 de Julho de 2022 at 22:44
    • Responder

    Um bêbado numa tasca ou um morador de um manicómio não diria menos do que o sábio João!…

    • daniel on 4 de Julho de 2022 at 18:44
    • Responder

    Não se sabe nem há maneira de saber, a não ser a “olhómetro”.
    Pela minha experiencia, nas turmas que tive nos ultimos 3 anos (de 3º ciclo e secundário) não houve grande perda. No 1º ciclo acredito que tenha sido pior.
    Mas agora que parece que estão a preparar terreno para acabar até com os exames do secundário, também nunca se vai saber. Vão passar todos e o sucesso vai ser 100%.

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