Aguardo Ainda Resposta ao Recurso Hierárquico Sobre a Minha ADD, Que já tem Mais de 6 Meses

Quando na minha reclamação solicitei os dados dos 24 Diretores avaliados com 10,000 e que obtiveram todas as menções de mérito foi-me negado esses dados, alegando a confidencialidade do processo de avaliação, agora a própria DGAE informa os Diretores que quando são pedidos esses dados as escolas são obrigadas a informar, de acordo com acórdão de um tribunal.

Para que conste a resposta que o CAA (Conselho Coordenador da Avaliação) me deu em 17/11/2020 foi a seguinte:

 

 

O mesmo pedido solicitei em recurso hierárquico em 08/12/2020, ainda hoje sem qualquer resposta.

Presumo que a ausência de resposta neste momento seja apenas o receio de se saber publicamente quem são estes brilhantes diretores todos avaliados com 10,000.

Mas que se vai saber, isso vai.

 

 

 

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14 comentários

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  1. Boa tarde,
    Poderia identificar qual é o acórdão a que se refere?
    Obrigada

    • Sílvia on 16 de Junho de 2021 at 17:40
    • Responder

    Sugiro que tentes resolver o problema através da CADA – Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos.

    • João Almeida Pinto on 16 de Junho de 2021 at 18:07
    • Responder

    Caro Arlindo,
    Como diz o povo: ‘O que nasce torto, tarde ou nunca endireita’.
    O exemplo do Arlindo é mais um a juntar a milhares de incongruências de um regime de avaliação do desempenho dos professores.
    A petição na AR e os atos eleitorais, que se seguem, fá-lo-ão cair.
    Aguardemos pois…

  2. Força, Arlindo.

    • Elsa Rebelo on 16 de Junho de 2021 at 18:37
    • Responder

    Também aguardo resposta a um recurso, junto do ministro da educação, desde dezembro de 2019, enviado com aviso de receção. Já escrevi de novo este ano ao mesmo ministro e não obtive resposta.
    O assunto é : fui colocada no grupo 320 (Francês), mas, quando da constituição do agrupamento, não foi criada qualquer vaga no grupo 320. Apenas foram criadas vagas no grupo 300 (Português). Tenho vindo há anos a denunciar o erro, a provedoria de justiça já argumentou no sentido de expor a ilegalidade, mas na minha escola nada fazem para corrigir o erro.

    • Trocatintas on 16 de Junho de 2021 at 22:01
    • Responder

    “Contra os canhões, marchar, marchar!”
    E também diz o povo: “Quem só anda com a maré é o peixe morto.”

      • Narciso on 16 de Junho de 2021 at 23:58
      • Responder

      Também te sentes um diretor de 10 valores?
      cambada de cretinos, não vós chegam os suplementos, despesas de representação e outras regalias, entre as quais não darem aulas não produzirem coisa útil. Hipócritas.

        • Paulo Pereira on 20 de Junho de 2021 at 2:12
        • Responder

        Você não sabe do que fala.
        Não sabe, de certeza, qual é o trabalho de gerir uma escola!

        Pensa que a escola onde dá aulas funciona por geração espontânea, criatura?

    • Paulo on 17 de Junho de 2021 at 0:01
    • Responder

    Vais ter de conseguir, se ainda existir uma réstia de honestidade nos políticos deste país! Somos nós que lhes pagamos os ordenados!

    • Roberto Paulo on 17 de Junho de 2021 at 0:06
    • Responder

    O Arlindo está magoado, porque lhe tocou ficar a marcar passo. Mas o mesmo Arlindo é avaliador e preside à SAAD (ou lá como se escreve a coisa) e não lhe doeu ter de colocar a marcar passo os professores do seu agrupamento?

    Pimenta no rabinho dos outros é refresco.

  3. Relativamente ultima frase, mesmo que tome conhecimento dos diretores avaliados com 10 terá de manter sigilo.

    • Nelito on 18 de Junho de 2021 at 0:40
    • Responder

    O que quer é música, não lhe chegam as dezenas de milhares de euros que lhe entram de publicidade, e ainda pretende 10. Grande parasita nem para professor serves.

    • Paulo Pereira on 20 de Junho de 2021 at 1:33
    • Responder

    Essa treta do sigilo está na lei, mas duvido muito que seja constitucional.
    Há uma figura jurídica que é o Direito à Informação, a qual só pode ser negada quando, entre outras situações, a informação seja classificada como segredo de estado.

    Sugiro ao Arlindo que envie uma argumentação bem fundamentada, preferencialmente com apoio de um jurista experiente, à Provedoria de Justiça.

    Pode ser que, na sequência do parecer resultante se possa vir a criar jurisprudência, mas isto demora tempo e recursos…

    • Paulo Pereira on 20 de Junho de 2021 at 2:08
    • Responder

    Pela análise de comentários de alguns comentadores, cada vez sinto mais desprezo pelos que se dizem professores!
    Gente despeitada, mesquinha e de vistas curtas!

    O problema da mentalidade de muitos professores a trabalhar na Função Pública é que se habituaram a uma avaliação fantoche, o mesmo será dizer, a uma farsa de avaliação, em que é frequente o copy-paste dos relatórios de auto-avaliação, prática desonesta e ilegal. E estão-se nas tintas para isso!
    Depois falam de Liberdade, mas é da liberdade típica dos anarquistas que não gostam de cumprir ordens nem seguir orientações.

    Se tivessem um pingo de decência e honestidade intelectual iriam constatar que sempre existiram Conselhos Directivos/Conselhos Executivos/Direcções. E sempre houve despeito para com os docentes que se aventuraram a assumir esses cargos, sujeitos sempre às invejas e despeitos típicos. Isto é antigo e remonta aos anos de 1970 em diante, no tempo da alegada “escola democrática”. Só dá vontade de rir!

    Desde cedo, e com a conivência de sindicatos, se habituaram à progressão de carreira ad-hoc, como se a antiguidade fosse sinal de competência, o que, sabemos bem, não é!

    A Carreira Docente é, infelizmente, uma Carreira Especial Unicategorial. Também os polícias pertencem a uma Carreira Especial, mas não sendo unicategorial permite a progressão vertical.
    Pelo facto da carreira docente ser unicategorial, todos somos professores, mesmo a equipa de docentes que decidiu concorrer à Direcção de um Agrupamento. A vantagem de se ser Director ou Vice-director, ou mesmo assessor é essencialmente trabalhar sem horas fixas, resolver assuntos que ninguém imagina, e ter um suplemento remuneratório adicional. Basta haver um concorrente adversário para ocupar o posto de Director, para que o anterior volte à sua condição de professor, sem quaisquer privilégio acrescido, bem pelo contrário.

    Há docentes contratados ou em início de carreira que têm tanta ou mais competência que um professor já integrado no Sistema. E acho lamentável que essa competência não seja reconhecida e capitalizada para a progressão de carreira.

    Digo isto com o à vontade de ter sido há tempos vice-director de um agrupamento. Pois só quem está e esteve nestes cargos consegue ter uma percepção mais precisa do trabalho que é gerir uma escola e sobre quem é e quem não é bom profissional.

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