Se existem cerca de 100 mil professores no sistema de ensino público como é possível só haver 64 mil trabalhadores da função pública em teletrabalho?
Mai 02 2020
Os Números da Alexandra Leitão Não Batem Certo
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5 comentários
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Já se percebeu há muito que os professores são iguais a zeros à esquerda para as contas desta serigaita.
Tem toda a razão. Com certeza é do excesso de trabalho.
Ai, Arlindo, Arlindo…é uma interrogação retórica, não é? Um coleguinha meu alegou não ter em casa computador nem Internet…. (É óbvio que não é obrigado a tê-los ou a estrafanar o seu material, mas, francamente!!!!, está a lixar os colegas, sobrecarrecando-os com as suas atribuições). E depois, quando é para avaliar, temos mesmo que ser todos iguais!Esses 36 mil que faltam, salvo justificadas excepções, são gente que nunca foi vocacionada para o ensino, não tem competências para ser professor, nunca quis atualizar-se, preferindo ficar sentados à sombra da bananeira; isto é, dos burros dos colegas, que são sempre os mesmos, a levar as tarefas avante. Haja coragem /liderança para mudar o que tem que ser mudado.
Há professores que estão a assegurar as escolas para os alunos dos pais que estão no combate na linha da frente. Para além disso, há elementos das Direções que não estão em teletrabalho.
Como os docentes contratados (como eu) são na realidade candidatos a professores (mimos do senhor Crato), vai na volta também somos candidatos a funcionários públicos. Há que manter a coerência.