Esta segunda-feira vai ser diferente
Creches
Testes foram realizados aos funcionários; mas estes devem manter todas as medidas de precaução.
Apoio às famílias mantém-se até 1 de junho; até lá, os pais podem escolher manter as crianças em casa e continuar a ter direito ao subsídio.
Sapatos à porta: as crianças e os funcionários devem ter um calçado próprio para usar nas instalações e devem privilegiar atividades ao ar livre. A hora da entrega deve ser desfasada por salas.
Menos crianças por espaço, e com cuidadores exclusivos, sem comprometer o normal funcionamento das atividades.
Distanciamento físico entre as crianças, quando estão em mesas, berços ou espreguiçadeiras; nas sestas as posições dos pés e das cabeças das crianças nas camas devem ser alternadas.
Escolas
520 secundárias vão reabrir em todo o país.
11.º e 12.º anos e profissional regressam às aulas presenciais.
Máscaras ou viseiras passam a ser obrigatórias na escola e nos transportes públicos para crianças a partir dos 10 anos.
Foram distribuídos 4,2 milhões de máscaras nas escolas, bem como 17 mil litros de desinfetante, 620 mil pares de luvas, 966 mil aventais e 22 500 viseiras.
As aulas presenciais, nas disciplinas em que se realizam exames, devem ser concentradas em blocos para evitar que os estudantes se desloquem muitos dias às escolas. Há circuitos específicos para cada grupo de alunos e os horários de saída e entrada serão desencontrados.
Em cada secretária só pode estar sentado um estudante e todos na mesma direção. Se o espaço não for suficiente para a turma inteira, as aulas terão de ser desdobradas. No caso dos professores em grupos de risco, a aula será dada à distância, mas na sala estará um professor coadjuvante.
Os intervalos entre as aulas terão a menor duração possível e os alunos devem permanecer dentro da sala. Os períodos de almoço serão desencontrados e qualquer utente tem de higienizar as mãos para entrar no refeitório. A distribuição dos alimentos terá cuidados excecionais.




10 comentários
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PALHAÇADA! Será que ninguém vê o óbvio?! Então recomeçam as aulas sem testarem os alunos e professores! É fácil perceber no resultado que vai ter, se a informação não for censurada e ocultada. Estamos mais perto no Neo Salazarismo do que nunca. Apelo a todos os Portugueses com coragem e alma livre que denunciem! Apelo ao jornalismo livre e independente que denuncie! Como pode o povo exercer os seus deveres laborais e tomar contacto com o público sem sequer lhe ter sido possibilitado um teste?
Eu só tenho um sucinto comentário a fazer à sua observação: ridículo! Esse tipo de discurso dramático, e, por acréscimo, falacioso e a raiar o absurdo, já provoca náusea. Encare a realidade e seja proficiente, como, aliás, o têm feito milhares de pessoas que, desde o início, trabalharam para que não lhe faltasse nada em casa.
Cá estás tu! Já foste dar o peito às balas?
Todos foram testados??? Que todos? Eu sou Educadora e ainda não fui chamada para fazer o teste… continuo a aguardar. A falsidade das notícias que são passadas “matam” mais que o vírus.
” O dia de hoje vai ser diferente”. Pois, vai…
As escolas irão estar, a partir de hoje, transformadas numa espécie de “cenários de guerra” e/ou de “ficção científica”… E isso, queira-se ou não, não pode ser considerado, como todos sabemos, o regresso à “normalidade”…
Haverá escolas, do Norte ao Sul da país, com as mais variadas normas e regras de conduta, desde as mais sensatas e ponderadas, até às mais excêntricas e disparatadas…
Dentro de cada escola, com maior ou menor intensidade, estarão a ser experimentados o medo, a apreensão e a ansiedade, todos e quase sempre incompatíveis com as condições adequadas e necessárias a um processo de ensino-aprendizagem que se quer tranquilo e eficaz…
A interacção e o relacionamento interpessoal entre alunos e professores, imprescindíveis a esse processo, estarão também, por certo, impedidas de se realizarem, nas condições que seriam desejáveis e expectáveis. Nesse contexto, o dinamismo e a sinergia terão condições para se desenvolverem?
Haverá, verdadeiramente, lugar para o entusiasmo, a euforia e a satisfação que deveriam prevalecer no regresso às escolas?
E, sim, bem sabemos que a capacidade de adaptação do ser humano a novas situações é extraordinária, mas também sabemos que esse processo não é automático, precisa de tempo para se concretizar…
Aparentemente, poderá existir uma atenuante: os intervenientes nesta acção já tinham previamente estabelecido relações interpessoais e já tinham um conhecimento mútuo e recíproco. Talvez isso possa vir a funcionar como um factor desagravante e suavizador…
Resta saber se esse factor vai ou não ser suficiente para que tudo isto não se transforme numa tragicomédia…
Bla, bla bla Whiskas saquetas!
Ou como diria o Albarran: “O drama, a tragédia, o horror!!” 😬😬
Deve ser muito triste e cansativo andar sempre com lamúrias.
Veja uma comédia, leia um bom livro, para ver se se anima Matilde.
Não sugiro um almoço com amigos nem um passeio à beira mar porque já se sabe que a Matilde só retomará a sua vida social quando houver uma vacina.
Registo com agrado, e agradeço, a sua preocupação com o estado do meu humor… 🙂
Mas pode ficar descansada que não sofro de qualquer transtorno ou perturbação enquadrável numa sintomatologia depressiva, denominada por si como “lamúrias”.
Nesse âmbito, e congratulando-a, os seus conselhos até seriam válidos, mas não suficientes para ultrapassar uma depressão, entendida como uma resposta face a uma perda, a uma derrota, a uma desilusão, a um trauma. Entendida, também, como uma perturbação mental grave, costuma expressar-se por sentimentos de profunda tristeza persistente, associados a alguns sintomas fisiológicos (por exemplo, ganho ou perda de apetite) e cognitivos (por exemplo, capacidade diminuída de pensar, de concentrar-se ou indecisão).
Pelas suas palavras e pelo tom jocoso das mesmas, infere-se que um dos seus objectivos foi realizar uma espécie de diagnóstico do meu estado de espírito. Se foi esse o objectivo, saiu-lhe gorado…
(E, sim, lamentos tenho vários, não os sublimo nem os recalco, expresso-os aqui e noutros lugares. E sempre que considerar pertinente, não deixarei de o continuar a fazer. Temos pena, habitue-se!… 🙂 ).
Em alternativa, também pode não me dar qualquer importância e ignorar os meus comentários… 🙂
Existem agrupamento de escolas em que ninguém fez o teste e além disso à auxiliares a levarem netos para o local de trabalho e ninguém lhes diz nada. Por favor.
Cara Luluzinha. Tenho a dizer-lhe que o seu argumento é a imagem viva de um comentário alinhado com a propaganda. Cuide-se, porque a metamorfose é rápida.
Fique desde já a saber que todo este tempo estive a trabalhar para bem do país e do nosso povo, à semelhança dos trabalhadores que identificou. E também lhe digo que o tenho feito no estrito cumprimento das medidas necessárias para proteção da saúde pública, do nosso SNS e dos nossos co cidadãos mais vulneráveis. Aliás, como sempre deveremos agir, em qualquer circunstância, independentemente da existência ou não do vírus.
Mas mais lhe acrescento, que as minhas palavras nem são dramáticas, nem são semeadoras do medo. São o estrito reconhecimento de uma realidade e a manifestação da minha preocupação por, por exemplo, se testarem jogadores de futebol e nem sequer existir uma iniciativa pública para testar massivamente a nossa comunidade que agora regressa. Decerto já ouviu que a melhor prevenção é testar, testar, testar.
Essa sua corrente de opinião tem os dias contados, pois se depender de mim, continuarei, para além do meu trabalho junto dos jovens, a educar para a liberdade de opinião, de expressão e de responsabilidade social.
Abra os olhos e liberte-se das correntes que o amarram!