Listas Provisórias de 2020 de Graduação dos Docentes Candidatos às Vagas para a Progressão aos 5.º/7.º Escalões
Reclamação de 1 a 5 de junho.
Mai 29 2020
Reclamação de 1 a 5 de junho.
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2 comentários
Contornos Estéticos da Malvadez
É discutível que a fotografia seja uma das sétimas artes. Vamos supor que sim.
Deste modo, há que ficar bem no retrato… Que a moldura assuma contornos de excelência!
Mesmo quando não se olha a meios para atingir fins…
Mesmo quando se instrumentalizam quase todos os outros…
Mesmo quando se mente. Se oculta. Se engana. Se é incapaz de emitir uma opinião! Não se exerce o espírito crítico. Não se é autónomo. Mesmo quando se defende acerrimamente a legislação, se devoram decretos, mas se é prevaricador e descaradamente se revela o seu incumprimento. Vergonhoso! Mas a imunidade da consciência é forte. E os egocentrismo e narcisismo ultrapassam a altura do Monte Everest.
Pois, só pode! Não vá ter que se fazer a mala…
Mas por que não continuar a traçar este caminho de excelência? “Até sou.” Citei.
Mas não. A excelência é nobre. É perfeita e a perfeição, etimologicamente, é uma coisa completamente acabada, ora não há acabamento quando faltam valores…
Todavia há que continuar o caminho da excelência. Já foi desbravado por um conjunto de conivências vergonhosas, por uma eleição para tudo, sem precedentes, promovendo-se uma desigualdade atroz e uma injustiça desmedida, de proteção intocável, bem ao nível da dos guarda-costas de Hollywood. Que adoração fora de série! Estaremos perante uma nova aparição?
Conhecem-se bem as éticas, mas colocá-las na prática seria assinar a sentença de morte… Jamais! O que importa é que a malvadez assuma contornos estéticos! De excelência!
Este texto é “um elogio” a uma colega que não fez mais para tramar os seus colegas, por que não pode!
Contornos Estéticos da Malvadez
É discutível que a fotografia seja uma das sétimas artes. Vamos supor que sim.
Deste modo, há que ficar bem no retrato… Que a moldura assuma contornos de excelência!
Mesmo quando não se olha a meios para atingir fins…
Mesmo quando se instrumentalizam quase todos os outros…
Mesmo quando se mente. Se oculta. Se engana. Se é incapaz de emitir uma opinião! Não se exerce o espírito crítico. Não se é autónomo. Mesmo quando se defende acerrimamente a legislação, se devoram decretos, mas se é prevaricador e descaradamente se revela o seu incumprimento. Vergonhoso! Mas a imunidade da consciência é forte. E os egocentrismo e narcisismo ultrapassam a altura do Monte Everest.
Pois, só pode! Não vá ter que se fazer a mala…
Mas por que não continuar a traçar este caminho de excelência? “Até sou.” Citei.
Mas não. A excelência é nobre. É perfeita e a perfeição, etimologicamente, é uma coisa completamente acabada, ora não há acabamento quando faltam valores…
Todavia há que continuar o caminho da excelência. Já foi desbravado por um conjunto de conivências vergonhosas, por uma eleição para tudo, sem precedentes, promovendo-se uma desigualdade atroz e uma injustiça desmedida, de proteção intocável, bem ao nível da dos guarda-costas de Hollywood. Que adoração fora de série! Estaremos perante uma nova aparição?
Conhecem-se bem as éticas, mas colocá-las na prática seria assinar a sentença de morte… Jamais! O que importa é que a malvadez assuma contornos estéticos! De excelência!
Este texto é “um elogio” a uma colega que em prol da sua avaliação de desempenho fez tudo o que pode para tramar a sua colega de grupo e outros Professores. Não fez mais, porque não conseguiu. Tudo o que lhe era possível fazer, fez. Com malvadez! Com todo o apoio de uma Diretora (se é que se lhe pode chamar assim!)……Nem os animais selvagens atacam as sua vítimas com tanta crueldade. Apenas têm fome! Que lhe cai um cima um raio de justiça em cima…. Que cresça,ou melhor, que renasça como Pessoa…..