Apoio online gratuito a alunos do básico

Numa altura em que as escolas estão a funcionar com ensino à distância, devido à pandemia de Covid-19, a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) lançou uma iniciativa direcionada a alunos do ensino básico, do 1º ao 9º ano, que pretendam ajuda.

Vários universitários voluntários, de diversas áreas científicas, estão dispostos a prestar apoio ao estudo, online, a quem dele necessitar. Tudo de forma gratuita.

A plataforma “ Aveiro é nosso ” já está operacional. E, ao entrar no site, há duas opções para escolher: “Preciso de ajuda” ou “Quero ajudar”. A primeira é destinada aos alunos do ensino básico que queiram usufruir de apoio ao estudo, devendo facultar os seus dados pessoais, bem como identificar a escola que frequentam, o ano de escolaridade e a que disciplinas necessitam de ajuda. A segunda destina-se aos estudantes da Universidade de Aveiro (UA) que queiram ser voluntários, a quem é pedido que preencham um formulário com os seus dados e com informação sobre qual a área científica em que poderão ajudar os alunos do ensino básico.

Mais informações clique aqui!

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2 comentários

    • Mais uma visão cor de rosa da coisa! on 4 de Maio de 2020 at 12:21
    • Responder

    Não é por nada, mas os alunos não querem trabalhar!
    Nem o que nós, professores, lhes pedimos fazem, quanto mais achar que o que nós, professores, fazemos é insuficiente!

    Metam lá a viola no saco e deixem os profissionais tratarem do assunto.

    • Paulo Pereira on 5 de Maio de 2020 at 3:03
    • Responder

    Todos querem ser profissionais do Ensino e meter uma colherzinha…
    Muito mal explicada, a oferta!
    É uma ajuda entre os alunos e a equipa da UA, dizem?
    E que mais?
    E o protocolo que deverá existir entre os docentes de Educação Especial de cada Agrupamento como fica?
    E sendo uma pretensa ajuda a uma ou outra disciplina, como se processa o protcolo com os professores dessa disciplina e o ajuste dos planos de aula?
    E as tecnologias necessárias, que devem ser específicas e adequadas para cada caso, são fornecidas aos alunos? Sim, porque em circunstâncias normais, tais tecnologias estão na Escola.
    E, já agora, que conceito terão estas pessoas relativamente ao trabalho feito pelos professores de Educação especial que trabalham em cada Escola/Agrupamento?

    A proposta deveria ser dirigida às escolas/agrupamentos e não às famílias com alunos com necessidades educativas especiais!
    É do mais elementar bom-senso não inverter a estrutura hierárquica do Ensino ministrado nas Escolas/Agrupamentos. Pois cabe a estes aferir a pertinência ou não desta oferta, em coordenação com os profissionais residentes.

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