Concorda com uma lista unica de ordenação e colocação no Concurso de Professores?

Com vista a saber a opinião dos professores relativamente a um futuro diploma de concursos, vamos questionar-vos sobre o tema. Este questionário vai-se prolongar por alguns dias para que possam refletir devidamente sobre cada questão e mediante as vossas respostas possamos ir incluindo novas questões. No final apresentaremos os resultados para vossa informação e dos demais intervenientes.

Esta é a primeira questão:

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30 comentários

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    • Nabiça on 2 de Dezembro de 2019 at 18:57
    • Responder

    Se existem diversos concursos com universos de candidatos diferentes e finalidades diferentes, como pode existir uma lista única?????

      • Prof on 4 de Dezembro de 2019 at 8:51
      • Responder

      Boa pergunta a sua. Pois a questão colocada a debate é um disparate. Nem sei como perdem tempo com ideias que só trazem mais injustiças….!!!!!! Já basta as tristes ideias de quem nos governa.

        • Cansadodistotudo on 4 de Dezembro de 2019 at 16:31
        • Responder

        Caro colega Rui, essa pergunta é demasiado genérica, nem faz sentido! É lançar discussão inútil, colocar colegas contra colegas, talvez? Concordo que o concurso interno não seja por 4 anos (pelo menos 2 em 2 anos), até porque a continuar assim, a norma travão criará excedentes, uma vez que deixa em aberto horários durante 3 anos sem que os internos possam aceder-lhes. As prioridades no Interno estão bem como estão, não inventem! Nos últimos concursos as pessoas concorreram para QA longe, porque presumem que podem ir numa prioridade diferente! Por isso, também não é justo agora mudarem, mais uma vez as regras! Não inventem! Concursos a nível nacional, sim. Cunha, não.

          • Mais uma trapalhada! on 4 de Dezembro de 2019 at 20:46

          Antes da última mudança do DL 132 alguns dos desterrados deixaram os QA/QE ao qual pertenciam e mudaram para QZP, para logo de seguida serem remetidos para outra prioridade. O problema é a constante mudança de legislação. Portante no interno o pessoal do quadro deveria estar ordenado na mesma prioridade para mudança de quadro e noutra para mudança de grupo.

    • Paulo Anjo Santos on 2 de Dezembro de 2019 at 19:22
    • Responder

    Embora tenha votado concordo, penso que não é a melhor, mas, como diz o povo, para pior já basta assim… as escolas deviam ter alguma autonomia, era o ideal, mas já sabemos no que isso dá, infelizmente.
    Deixo aqui um caso do meu grupo que serve bem de exemplo de uma situação em que o concurso assim não serve. Sou do grupo 600, usalmente posso dar Educação Visual ao 3º ciclo ou Desenho e Geometria Descritiva no secundário. O problema está na GD, uma grande parte dos professores do grupo 600 na realidade não se sente capaz de dar a disciplina. Logo, se essa disciplina ficar num horário que vai para concurso (e isso acontece algumas vezes) é como jogar na lotaria, a probabilidade de vir alguém que não está capacitado para dar a disciplina é grande, e a escola tem ai um problema, assim como o colega que for colocado nesse horário.
    Sei de uma escola, onde dei aulas 3 anos (não consecutivos), que deixou de oferecer o curso de artes no secundário porque a colega dos quadros, que dava GD, meteu baixa prolongada. Ainda aguentaram 2 ou 3 anos, mas acabaram por desistir. Num dos anos fui eu que dei a disciplina, mas no ano seguinte sei que tiveram lá uma colega que estava a ter explicações para tentar dar a disciplina. Os miúdos até me enviaram e-mails para lhes dar explicações mas eu estava colocado longe dessa zona. Conheço bem colegas do meu grupo que me dizem que um dos grandes pesadelos que têm é um dia lhes calhar um horário com GD para lecionar. O mais sensato seria não aceitar o lugar, mas quem pode fazer isso e assumir as penalizações?! Não haverá muita gente que o possa fazer…

      • Professor on 2 de Dezembro de 2019 at 20:32
      • Responder

      Então, o teu grupo devia dividir-se em EV e GD!?
      Na minha humilde opinião, a lista ordenada e centralizada é o melhor, mas é só a minha opinião.

        • Paulo Anjo Santos on 3 de Dezembro de 2019 at 0:58
        • Responder

        Não sei, eventualmente sim, mas também há o Desenho do secundário e outras disciplinas de cursos profissionais. Não sei se noutros grupos também acontece isto mas a diversidade e exigências das disciplinas é muito variada e nem todos estão aptos para todas as disciplinas. Há um curso profissional, acho que é Técnico de Multimédia (?), que tem uma disciplina onde se trabalham com uma série de software. Nunca dei, mas se tivesse que dar também não saberia, ou teria de trabalhar que nem um cão para aprender aqueles programas todos, muitos deles nunca sequer tinha ouvido falar, alguns já me esqueci (Flash, Dreamweaver, Corel, Photoshop, etc). Já estive em duas escolas que tinham este curso, numa delas esta disciplina era dada por uma colega que estava a aprender os programas para os trabalhar depois com os miúdos (dizia que estava esgotada), na outra estava lá um colega crack nisso, não sei até se não criaram esse curso por ele estar lá, eu normalmente fico um ano numa escola e mudo para outra, nem tenho tempo de perceber muita coisa! 😉

          • MM on 4 de Dezembro de 2019 at 9:18

          Os cursos profissionais abrem por proposta das direções que poderão vir a ser aceites. Ora, o seu diretor é que tem de ver antecipadamente se tem os recursos necessários para abrir um determinado curso, nomeadamente pessoal do quadro e computadores com software adequado. É preciso ver a quem se entregam as disciplinas técnicas, as direções de turma e as direções de curso que normalmente deve ser a quem possa assegurar os 3 anos. A questão da informática é outra questão que precisa de um forte investimento. O problema é que há diretores que também pouco percebem de disciplinas técnicas e sobretudo os mais arrogantes que decidem toda a distribuição de serviço no seu gabinete sem que a mesma desça aos departamentos/grupos sai sempre asneira.

          • Paulo Anjo Santos on 4 de Dezembro de 2019 at 11:32

          MM eu não tenho diretor, eu mudo de escola todos os anos. O que diz é verdade, mas se algum desses professores mete baixa prolongada a escola tem de solicitar um substituto nas RR, dificilmente virá alguém capaz…

      • Prof on 4 de Dezembro de 2019 at 8:47
      • Responder

      Se não é a melhor opção e se as escolas puderem escolher vão colocar os amigos então deveria colocar não concordo, não acha?

      • Prof on 4 de Dezembro de 2019 at 8:56
      • Responder

      Todos sabemos que existem diversas licenciaturas que habilitam para o mesmo grupo de recrutamento. Porém, no meu entender quem é opositor a um grupo de recrutamento TEM obrigação de lecionar todas as disciplinas que integram esse grupo. Quem devido à sua formação inicial não está capacitado, capacite-se. O que não falta hoje em dia é formação paga ou gratuita. Sou da opinião que a não é capaz de assegurar uma disciplina deveria dar despedimento por justa causa. Não se pode ficar eternamente agarrado à formação inicial. Essa questão não é só do 600. Há outros grupos assim. Assim como há colegas que não querem o secundário, porque será?

    • Luluzinha on 2 de Dezembro de 2019 at 20:15
    • Responder

    Se a lista fosse ÚNICA em vez de “unica”, talvez participasse!

      • Paulo Anjo Santos on 2 de Dezembro de 2019 at 20:24
      • Responder

      Estás muito sensivel… oops, sensível! 😉

    • Agnelo Figueiredo on 2 de Dezembro de 2019 at 20:32
    • Responder

    Um concurso nacional é uma coisa que serve os sindicatos – porque massifica e despersonaliza – mas prejudica os candidatos – porque os coloca em escolas que não podem aceitar – e as escolas – que ficam a aguardar que alguém aceite.
    Deve haver concursos com universos menores.
    Idealmente, os concursos deveriam ser por cada escola, como acontece na maioria dos países europeus.

      • Patriota on 2 de Dezembro de 2019 at 22:14
      • Responder

      Se quiser concorre so para os códigos dos agrupamentos, escolas não agrupadas… se for oferta escola tendo lá a cunha para a entrevista está lá dentro.

      • Ora Essa on 2 de Dezembro de 2019 at 22:56
      • Responder

      Olha o diretorzeco Agnelo a esfregar as mão para colocar lá os/as afilhados/as … A chatice é que se fossem apenas colocados/as quem estes ditadorzinhos manhosos querem, pelo menos 90% dos alunos ficariam sem aulas! É só nabos!

      • Não me lixem! on 2 de Dezembro de 2019 at 23:44
      • Responder

      Qualquer coisa será melhor do que ser escolhido pela vontade discricionária de um qualquer director. E nisto a sondagem estaria próxima dos 100%… Mas claro podem tentar sempre o contrário , como já fazem agora em grande parte das matérias!!!

      • Agnelo Figueiredo on 3 de Dezembro de 2019 at 22:22
      • Responder

      Quem ler estes comentários ficará com a ideia de que, por essa Europa fora, os professores são contratados “por cunha”.
      Nada disso.
      Nos países europeus avançados, as escolas têm de prestar contas à comunidade que servem, que delas espera os melhores resultados.
      Alguém pensará que a Sonae, a EDP, a Altice, ou qualquer empresa não estatal, contrata um engenheiro por cunha? Não. Faz uma seleção rigorosa, faz um contrato a prazo, e no fim do contrato, se o trabalho não tiver satisfeito, não renova. Simples.
      Nas escolas da Europa também é assim.

        • Paulo Anjo Santos on 3 de Dezembro de 2019 at 22:46
        • Responder

        Agnelo, posso-te garantir que não te coloquei nenhum voto negativo, dos muitos que tens, mas ainda assim não concordo contigo, em termos cívicos estamos muito longe dos países mais desenvolvidos- Não é por acaso que ainda há poucos dias falaram nisso nos Media, Portugal tem um índice de corrupção muito superior à médias dos países da OCDE (acho que é dos países deste organismo). Na Suécia os deputados não se importam de viver em casas comunitárias quando estão deslocados, em Portugal vivem em boas casas em Lisboa mas continuam a dar a morada a terrinha para receberem o subsídio de deslocação… em Portugal o partido do governo mete lá a familia e amigos todos e quase toda a gente acha normal, se não achassem esse partido não ganhava de uma forma clara as eleições, se não achassem, esse partido não o fariam porque sabia que comprometeria a sua vitórias nas eleições… e, se fosse só o partido que está no governo, da direita à esquerda, todos têm telhados de vidro!

    • Patriota on 2 de Dezembro de 2019 at 22:10
    • Responder

    Para que estas questões… a máquina já está oleada e preparada para acabar com o único concurso a nível nacional onde todos à partida têm as mesmas oportunidades. Excepção a norma travão e outros estratagemas… preparem-se para a transferência para os Agrupamentos e Autarquias Locais… vai ser uma festa…como tudo o que é transferido… mas votem à vontade… para os contratados é sempre a melhorar….!!!!

    • MPereira on 2 de Dezembro de 2019 at 22:12
    • Responder

    No caso de grupos disciplinares como o 600, ao qual também pertenço, porque não publica a escola, na sua página oficial, as disciplinas com professores em falta na altura dos concursos. Isto permitiria aos candidatos orientar as suas escolhas na candidatura ao concurso. Não sei se isto é disparatado mas no meu caso escolheria com toda a certeza, as escolas com falta de professores para lecionar a disciplina de GD que infelizmente não leciono há 3 anos.

      • Paulo Anjo Santos on 3 de Dezembro de 2019 at 0:49
      • Responder

      Acho que não ajudaria muito, os candidatos têm de colocar as preferências ainda em julho e nessa altura a maior parte das escolas não sabe ainda o que vai precisar… e ainda ficariam por resolver todas as situações que aparecem depois do início do ano letivo. Uma das vezes que dei GD (a única o 11º ano) entrei em março, tinham dado menos de metade da matéria do 11º ano e no final de junho tinham exame. Dei aulas até ao dia anterior ao exame e acabaram por ter notas aceitáveis, dadas as circunstâncias. Isso foi em 2014, acho que já havia as BCE, sei que fiquei em 4º lugar mas por causa da GD os 3 que estavam à minha frente desistiram… não sei se teria dado aulas nesse ano se não fosse este caso, o certo é que se fosse pelas RR teria ido lá parar alguém que não estava preparado para dar GD, e na situação em que era não dava mesmo para improvisar!
      Lá está, as ofertas de escola dão uma melhor resposta neste caso, porque podem colocar lá que é para dar GD e podem até definir um critério que indique a experiência específica a dar essa disciplina… o problema é que depois em algumas ofertas de escola aparecem aqueles critérios «específicos» feitos para servirem alguém! Enquanto as mentalidades não mudarem é difícil (ou mesmo impossível) ter um sistema eficiente!

    • Pires on 3 de Dezembro de 2019 at 9:16
    • Responder

    O meu quadro de zona Pedagógico era apenas o QZP do distrito de Viana do Castelo, tendo obtido colocação por concurso e mediante vagas. Posteriormente e sem concurso, colocaram-me no QZP 1, num QZP que vai de Melgaço a Baião. Se por concurso era do QZP de Viana do Castelo, porque motivo agora terei de concorrer novamente para o QZP que era meu. Não faz sentido.


  1. Novamente para colocar os amigos perto de casa. Não bastava as ultrapassagens, mais uma, ao abrirem vagas para o QZP de Lisboa, estão a abrir vagas para a mobilidade por doença, uma vez que a maior parte das pessoas que lá são colocadas são de outras zonas. Isto é um incentivo à fraude e ao incremento da mobilidade por doença. Lisboa não tem falta de professores, tem professores que estão doentes para trabalhar em Lisboa, mas não na sua área de residência.

    • JCF on 3 de Dezembro de 2019 at 18:41
    • Responder

    Sugestão: que tal um inquérito à restrição da visualização das listas.
    Penso que com o Regulamento de Proteção de Dados, os nossos dados deveriam estar mais protegidos e não acessíveis a qualquer pessoa. Só quem é professor é que deveria aceder, na plataforma, às listas dos grupos para os quais está habilitado. 

      • Paulo Anjo Santos on 3 de Dezembro de 2019 at 21:08
      • Responder

      Por acaso já me tinha perguntado sobre isso, se não quisermos que saibam onde estamos não podemos, qualquer um que saiba o nosso nome pode saber onde estamos a trabalhar… é no mínimo estranho!

    • Prof on 4 de Dezembro de 2019 at 9:04
    • Responder

    Como assim Lista única? Já sei faz-se uma lista única com pessoal do quadro (QA/QE/QZP/mudança de grupo) e contratados (tempo no público e fora dele) todos ordenados por graduação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!???????????????????? que serve de interno, externo, as várias mobilidades , contratação e reservas e ofertas de escola… Já agora não querem lá colocar médicos e engenheiros, com jeitinho resolvia-se rapidamente e de uma só vez a futura falta de professores
    Não faz qualquer sentido porque a colocação de professores obedece as várias fases com finalidades diferentes e não se podem ordenar candidatos em situação laboral diferente para colmatar necessidades diferentes sem prioridades.

    • CONCURSO ÚNICO on 4 de Dezembro de 2019 at 9:10
    • Responder

    Ao invés de lista única deveria haver para vagas de quadro concurso único em que todos teriam acesso às mesmas vagas. Atualmente temos concurso interno de 4 em 4 anos a não ser que convenha ao ME/sindicatos que seja antecipado ou que o ME cometa irregularidades como em 2017 e o externo, extras anuais com vagas só para contratados às quais o pessoal do quadro não pode concorrer. O concurso deveria ser interno/externo garantindo no entanto a entrada de x nº de contratados de modo a que estes não fossem prejudicados pelas vagas negativas. Assim, todos poderiam concorrer a todas as vagas e já não haviam ultrapassagens.

    • Prof on 4 de Dezembro de 2019 at 9:30
    • Responder

    Nunca pode existir lista única pois tem sempre que existir prioridades dadas as finalidades dos concursos serem diferente, Ora vejamos:
    Concurso interno – objetivo: o preenchimento/mudança de lugares de quadro ou grupo. A meu ver devem existir aqui 2 prioridades de acordo com os objetivos. Uma para mudança de lugar de quadro – QA/QE/QZP em que QA e QZP estão ordenados por graduação e outra para mudança de grupo em que QA/QZP estivessem ordenados na. Se assim não for corre-se o risco de um colega fazer uma formação e devido à sua idade mudar de grupo passando à frente de outros que já pertenciam a esse grupo.

    No concurso externo deveriam haver duas prioridades: Uma com tempo de serviço contabilizado apenas no público e uma segunda com qualquer tempo de serviço público e privado. Se for todos na mesma lista há muita gente com tempo no privado que passa à frente dos que estiveram no público. Não concordo com a norma travão e muito menos com extras

    Mobilidade interna: Aqui existem dois tipos de candidatos – com e sem componente letiva. Faz sentido que numa pioridade fiquem os que não têm componente letiva (H0 e QZP) e noutra os que têm componente letiva porque existem obrigações diferentes para cada um deste candidatos.

    Contratos: deveria ser dada prioridade a quem tem tempo de serviço no público e só depois os outros.

    • Professor on 4 de Dezembro de 2019 at 9:30
    • Responder

    Nunca pode existir lista única pois tem sempre que existir prioridades dadas as finalidades dos concursos serem diferente, Ora vejamos:
    Concurso interno – objetivo: o preenchimento/mudança de lugares de quadro ou grupo. A meu ver devem existir aqui 2 prioridades de acordo com os objetivos. Uma para mudança de lugar de quadro – QA/QE/QZP em que QA e QZP estão ordenados por graduação e outra para mudança de grupo em que QA/QZP estivessem ordenados na. Se assim não for corre-se o risco de um colega fazer uma formação e devido à sua idade mudar de grupo passando à frente de outros que já pertenciam a esse grupo.

    No concurso externo deveriam haver duas prioridades: Uma com tempo de serviço contabilizado apenas no público e uma segunda com qualquer tempo de serviço público e privado. Se for todos na mesma lista há muita gente com tempo no privado que passa à frente dos que estiveram no público. Não concordo com a norma travão e muito menos com extras

    Mobilidade interna: Aqui existem dois tipos de candidatos – com e sem componente letiva. Faz sentido que numa pioridade fiquem os que não têm componente letiva (H0 e QZP) e noutra os que têm componente letiva porque existem obrigações diferentes para cada um deste candidatos.

    Contratos: deveria ser dada prioridade a quem tem tempo de serviço no público e só depois os outros.

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