Anos de Precariedade terminam com Vinculação longe de casa e Vencimentos Low-cost

Os Técnicos Especializados (Assistentes Sociais, Educadores Sociais, Animadores, entre outros), após anos de luta contra a precaridade nas escolas, são premiados com uma vinculação, cujo vencimento é muito menor que o atual e não tem em conta o tempo de serviço, nem, tão pouco, a escola onde trabalham atualmente, apenas a escola que foram obrigados a indicar em 2017 ao concurso PREVPAP. Ao fim de tantos anos a correr o país não nos é dada a possibilidade de escolher uma escola perto de casa nem nos permitem mobilidade, mesmo quando temos familiares a passar por processos graves de doença.

Somos marionetes nas mãos do Ministério da Educação, onde existem politicas e não o direito de viver com a sua família!

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11 comentários

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    • Manuel Pereira on 30 de Dezembro de 2019 at 11:31
    • Responder

    De facto, é escandaloso e atentatório dos direitos mais básicos. Mas relembro, também, a situação dos técnicos superiores dos Serviços de Psicologia e Orientação (psicólogos) que tiveram o único concurso de mobilidade e de afetação aos quadros há mais de 15 anos sendo praticamente impossível mudar de escola e efetuar aproximação à residência, já que estão sempre dependentes do parecer dos diretores que, por norma, é desfavorável. Relativamente aos vencimentos, para quem já exerce funções nos SPO há mais de 22 anos, é melhor nem falar…

    • Maria on 30 de Dezembro de 2019 at 11:43
    • Responder

    Revoltante! Exploradores… O PREVPAP é a IMAGEM destes governantes, infelizmente, está-se a revelar um autentico engodo! Mas as alarvidades vão muito além da remuneração…

    • Paulo Anjo Santos on 30 de Dezembro de 2019 at 13:03
    • Responder

    Triste desgoverno, triste a sociedade que permite que se condicione constantemente o futuro do país… Triste a sociedade que se deixa manipular tão facilmente….

    • Pardal on 30 de Dezembro de 2019 at 16:39
    • Responder


    Deram o vinculo à Função Pública e ainda vem para aqui lamentar-se.

    Não vi essas lamentações durante o tempo do Governo PSD/CDS.

    Eu, pessoalmente, sou frontalmente contra a vinculação desta gente. As necessidades pontuais ou em part-time não devem ser alvo de vinculação. Quando se dá a mão a esta gente, eles querem logo o braço.

    Deviam estar gratos ao atual Governo que lhes proporcionou um vinculo e, logo, uma situação estável. INGRATOS.

      • Paulo Anjo Santos on 30 de Dezembro de 2019 at 17:37
      • Responder

      Palhaço, necessidades part-time, mas sabes do que estás a falar?! Para ti um ditadura é que dava jeito… não conheço as condições de vinculação mas se são como aqui estão descritas o que me sugere é que arranjaram maneira de poupar alguma coisa… nos temps que correm, passar trabalhadores aos quadros passou a ser uma «esmola», quando devia ser um dever/obrigação… ainda ontem vi um português que foi há uns meses para Inglaterra que dizia extamente isso, em Portugal aranjamos um emprego e parece que nos estão a fazer um favor, aqui ficam contentes por trabalharmos para eles… acho que isto mostra bem o que se passa…

      Quanto ao governo PSD/CDS, sai desse teu mundo encantado, faz alguma coisa de útil, ajuda alguém (sabes o que isso é?)… desde há muitos anos que os professores tê muitas razões de queixa e não têm feito outra coisa… és mesmo reles, pá! Que triste! Tenho pena de ti, e de pessoas como tu… vais acabar como todos os outros, ou pensas que levas para «o céu» tudo o que andas aqui a roubar?! :))

      • maria on 30 de Dezembro de 2019 at 22:50
      • Responder

      Ai o pardalinho veio cá em busca da ovação de quem parou no tempo da outra senhora!… É tudo pequenino neste indivíduo, menos a ignorância e a necessidade de protagonismo a qualquer custo! É por ter pardalinhos assim que a classe dos docentes/professores está como está… E não me alongo mais!
      Estes pardalinhos são “uma vergonha” para a imagem dos professores e um atentado à dignidade coletiva.

        • Paulo Anjo Santos on 30 de Dezembro de 2019 at 23:37
        • Responder

        Não é por causa de pessoas como ele que a profissão está como está, ele é uma exceção, um boy do partido do governo que não tem qualquer decência, representa o que de pior há no ser humano, um total desprezo ou preocupação pelo outro. Infelizmente há mais pessoas como ele do que devia haver, felizmente penso que a tendência é para que sejam menos, ou que haja menos nos cargos de chefia, mas demos poucos passos, estamos ainda muito longe do que seria aceitável (ideal é uma utopia)… mas, felizmente, este nem exerce, não é por por causa deste que a classe tem problemas… é por causa de pessoas como ele, que têm mais poder… com ele podemos bem, é um triste, este tem de vir para blogues fazer figuras tristes para ganhar o pão que come todos os dias… é mesmo triste! 😉

        • maria on 31 de Dezembro de 2019 at 9:24
        • Responder

        Sou a “outra ” maria (com minúscula). Logo, evidentemente, não sou responsável pelo comentário.
        Contudo, em certos aspectos invocados por Pardal, tendo a concordar.

      • João on 31 de Dezembro de 2019 at 23:20
      • Responder

      Muito bem, Pardal!
      Este pessoal é tramado. Deram o bife e querem logo a vaca!
      Ataca, Pardal! Seu grande passarão!

    • Gina on 30 de Dezembro de 2019 at 18:56
    • Responder

    Realmente somos gente da pior espécie. Nem sei o que estamos a fazer nas escolas. Somos a escomalha!!! 😂😂😂

    • al on 30 de Dezembro de 2019 at 19:09
    • Responder

    O caricato administrativo consegue criar os novos quadros de escola, técnicos superiores com funções docentes, recém-homologados do prevpap, muitos há mais de 20 anos de de serviço ao ME, que vão auferir um vencimento inferior do que os técnicos especiais, que não estão homologados, e que as escolas terão que contratar para funções idênticas!

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