O Estado das “Artes” em Portugal

Conservatório Nacional em “desespero absoluto” pede donativos

 
 
O dinheiro acabou”, diz a direcção que lamenta corte de 43% do orçamento e pede, pelo menos, um euro aos amigos e pais dos alunos da escola de música. O dinheiro servirá para pagar contas básicas como água e luz ou, simplesmente, comprar papel higiénico
 
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A Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN) está sem dinheiro, devido ao corte de 70 mil euros no orçamento, e “em desespero absoluto” a direcção está a pedir donativos aos amigos e pais dos alunos. “Os pais não têm qualquer obrigação de contribuir, mas se cada um der um euro, já serão 900 euros e, neste momento, qualquer ajuda é bem-vinda. Este pedido de donativo é o desespero absoluto, porque o dinheiro acabou”, revelou à Lusa Ana Mafalda Pernão, directora da escola situada no Bairro Alto, em Lisboa.

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15 comentários

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    • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 18:00
    • Responder

    Parece que gastam em afinadores. Não há lá ninguém que saiba?…

    • desalinhada on 2 de Novembro de 2015 at 18:20
    • Responder

    Não percebo porque o país não devam pagar… faz lembrar a tal escola ingleses…Os conservatórios são bastante seletivos. .. privatizem-nos e os pais que paguem… ou é para todos ou para ninguém. ..

      • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 18:24
      • Responder

      “Não percebo porque o país não devam pagar…”
      Não percebi.

        • desalinhada on 2 de Novembro de 2015 at 21:29
        • Responder

        Queria dizer os pais

          • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 21:56

          Pior!

      • complemento oblíquo on 2 de Novembro de 2015 at 19:57
      • Responder

      Concordo. O curso de medicina também é muito seletivo. Não entra quem quer. Por isso privatizem-no e os pais que paguem. Ou é para todos ou não é para ninguém. Agora andarem a usar dos meus impostos para só lá andarem os que forma escolhidos, é que não.

        • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 20:33
        • Responder

        Cruzes, não percebi, deve ter havido alguma dislexia no ruído!

          • complemento oblíquo on 2 de Novembro de 2015 at 20:44

          Não foi no ruído. Foi na penumbra. Mas o coiso resolve. Com cruzes egípcias, romanas e gregas. Não se vendam os olhos da dislexia luminosa do ruído.

          • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 21:08

          Vendem, vendem: assim que se sua – aparecem melgas.

          • complemento oblíquo on 2 de Novembro de 2015 at 21:16

          As malgas sempre foram na sopa ignotas criaturas do coiso.

        • Claudia Rocha on 5 de Novembro de 2015 at 17:23
        • Responder

        Num curso de engenharia também não entra quem quer, idem aspas aspas para Direito, Línguas, Psicologia, Gestão, Economia, Matemática, História, Arquitectura, Ciências da Comunicação, Antropologia…

      • Claudia Rocha on 5 de Novembro de 2015 at 17:21
      • Responder

      Há algum motivo para áreas que se apoiam completamente na capacidade, talento e gosto não terem uma selecção criteriosa e rigorosa? Ou acha que, em cursos altamente especializados, devem entrar todos os alunos, independentemente de nem sequer terem jeito e nunca poderem vir a exercer uma profissão naquelas áreas?

    • desalinhada on 2 de Novembro de 2015 at 18:21
    • Responder

    Escola inglesa

      • Fafe on 2 de Novembro de 2015 at 18:34
      • Responder

      Coiso?

    • Madalena Rodrigues on 3 de Novembro de 2015 at 0:58
    • Responder

    Quanta desinformação, caramba!!

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