“Este pode ser o ano em que os professores não saem à rua”

Abertura negocial na educação

O setor da educação tem sido tradicionalmente problemático para os governos, sobretudo com contestação dos professores. Nuno Crato, ministro da Educação de Passos Coelho, notabilizou-se pela quase absoluta ausência de diálogo com a Fenprof, afeta à CGTP.

António Avelãs, do secretariado nacional da Fenprof, admite não conhecer “nem o ministro [Tiago Brandão Rodrigues] nem os seus secretários de Estado” mas acrescenta que – até por isso – “as expectativas têm de ser positivas”. Por outro lado, reconhece, “o programa do governo está construído de forma a, em algumas matérias, se aproximar dos objetivos dos professores e das escolas”. No entanto, avisa, há outras que irão “exigir da parte do Ministério grande abertura negocial”, desde questões ligadas à profissão docente , como “as aposentações, a progressão na carreira, os concursos de professores”, até aos exames e à discussão “sobre um modelo para as vias profissionais [para os alunos] que permita que não sejam secundárias” em termos de qualidade.

 

(clicar na imagem) in DN, by Filipa Ambrósio de Sousa, Filomena Naves, Pedro Sousa Tavares e Valentina Marcelino

Este pode ser o ano em que os professores não saem à rua

 

 

 

 

 

 

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1 comentário

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    • Pois on 26 de Novembro de 2015 at 11:28
    • Responder

    Este ano o maior sindicato da oposição será a FNE e, como não têm qualquer aceitação por parte da classe docente, mesmo querendo sair para a rua, teriam de o fazer sozinhos…

  1. […] Abertura negocial na educação O setor da educação tem sido tradicionalmente problemático para os governos, sobretudo com contestação dos professores.  […]

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