Eles pagam… pagam!!!

Isto de ser professor tem a vertente de se pagar para trabalhar…

autocarro

Vai um professor numa visita de estudo com os seus alunos. Descansado, porque tudo foi pensado ao pormenor . O lanche vai nas mochilas, o caderno de apontamentos na mão de cada criança, os bilhetes de ingresso no local a visitar, pagos previamente, declaração de idoneidade na carteira… O motorista do autocarro da autarquia muito solicito e simpático leva-os em segurança com uma condução irrepreensível. Tudo corre bem…

A surpresa chega quando no final da viagem, o docente é confrontado com o pagamento das portagens do percurso!!!

Mediante a recusa, por parte do docente, do referido pagamento, a autarquia envia a “conta” ao agrupamento. O agrupamento, por sua vez, apresenta a tal “conta” novamente ao docente. “Tens que pagar. Hoje é o ultimo dia. Se não pagares, depois vem com multa…”

Mas anda um professor a pagar as portagens dos autocarros da autarquia? Será que a Municipalização da Educação não prevê esse tipo de despesas? Ou vão ser os Encarregados de Educação a ter que fazer uma “vaquinha” para os filhos terem direito a visitas de estudo?

Qualquer dia vem a “conta” do Gasóleo…

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15 comentários

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  1. Quase que aposto que o orçamento já contempla essas despesas. É a regra. (Esse valor vai parar ao SACO AZUL)

    • Mestreshámuitos on 4 de Novembro de 2015 at 21:23
    • Responder

    isto foi onde??

    • Fafe on 4 de Novembro de 2015 at 21:30
    • Responder

    Recuso visitar carradas de lenha, ao primeiro arroto foi só 360 na seguinte rotunda: não há melhor do que reconhecer o início.

    • jaquim on 4 de Novembro de 2015 at 21:31
    • Responder

    Por estas e por outras que deixei de fazer visitas de estudo

    • fgdhjkbvnhg on 4 de Novembro de 2015 at 21:50
    • Responder

    Não percebi.
    Quem passou a despesa em nome do professor?
    A autarquia? Mas não foi a escola que requisitou o autocarro?
    Não percebo os contornos do caso.

    • Andreia S. on 4 de Novembro de 2015 at 22:41
    • Responder

    Que disparate de texto. Não se percebe, de todo, o que se passou. Afinal a escola exige q o professor pague portagens? Isso tem algum sentido? E o professor, assume-se que pagou e calou? Nada disto faz sentido.

      • José Afonso on 4 de Novembro de 2015 at 23:21
      • Responder

      Vá assumindo… vai ver, amanhã, que faz todo o sentido… quando lhe enfiarem com a “conta”… é preciso ser inteligente!!!

    • maria on 5 de Novembro de 2015 at 1:18
    • Responder

    Querem autonomia e Municipalização da Educação !!! quem mais disto é ?

    • maria on 5 de Novembro de 2015 at 1:19
    • Responder

    querem mais disto é ?

    • grumete on 5 de Novembro de 2015 at 8:46
    • Responder

    Mas afinal o professor requisitou o autocarro em nome próprio?
    O caso está muto mal contado.

    • AC on 5 de Novembro de 2015 at 10:55
    • Responder

    Não pagava. Que fosse para tribunal.

    • Pepe on 5 de Novembro de 2015 at 13:36
    • Responder

    Esse texto é absurdo, os veículos do Estado não pagam portagens 😉

      • Claudia Rocha on 5 de Novembro de 2015 at 17:10
      • Responder

      Mas quem é que lhe disse isso…? Só alguns: http://bdjur.almedina.net/item.php?field=node_id&value=1589958

    • Claudia Leite on 5 de Novembro de 2015 at 22:47
    • Responder

    Também já se passou o mesmo por Almada. Visitas de estudo com autocarro da Câmara, mas a portagem teve de ser paga.

      • complemento oblíquo on 6 de Novembro de 2015 at 7:08
      • Responder

      A questão não se coloca em a portagem ser paga, pois faz parte do regulamento de cedência de autocarros de alguns municípios. Isso eu entendo.
      É um absurdo que seja o professor a pagar. Não é o professor que requisita o autocarro. Ou se é , não devia ser, está a ir mito para além do que deve e a lei lhe permite fazer.
      Continua a ser um absurdo, sem explicação no texto, o pagamento da portagem pelo professor. O autor do texto deveria explicar um pouco melhor.

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