36% de Candidatos à Contratação Não Estão Colocados

O próximo quadro apresenta o número de candidatos à contratação por grupo de recrutamento que não estão colocados após a Reserva de Recrutamento 10.

As percentagens feitas por grupo de recrutamento têm em conta a lista de candidatos que se encontravam na lista de ordenação à contratação inicial de 28/08/2015.

Na reserva de recrutamento 6 estavam por colocar 44% dos candidatos à contratação e na Reserva de Recrutamento 10 estão por colocar 36%.

Estão identificados de cor verde os grupos de recrutamento onde existem menos de 20% de candidatos por colocar e em rosa suave onde existem entre 40% e 50% de candidatos por colocar. A rosa mais escuro onde existem mais de 50% de candidatos por colocar.

Os grupos de recrutamento 100 – Educação Pré-escolar e 510 – Física e Química são os que têm mais candidatos por colocar, 57% e 51% respectivamente.

As 14.287 candidaturas que estão por colocar na Reserva de Recrutamento 10 são de 9.797 docentes.

A próxima análise será feita no final do ano, quando sair a última reserva de recrutamento deste ano lectivo para os docentes contratados.

contratados Não Colocados na RR10_Página_1

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3 comentários

    • Pois on 13 de Novembro de 2015 at 9:37
    • Responder

    Tendo em conta que o único critério relevante na graduação é a idade, o título da notícia poderia muito bem ser: “36% dos licenciados em educação dos últimos anos nunca irão trabalhar”. Ou então, numa versão alternativa: “36% das vagas na universidade em educação dos últimos anos são excessivas”. Ainda noutra versão: “36% dos recém licenciados em educação foram enganados a pagar propinas num curso que não oferece emprego”.

    Foquem-se nos verdadeiros problemas e não em problemas menores. Se o estado fosse mais rigoroso no licenciamento dos cursos em educação tinhamos o nosso problema resolvido.

    Faz falta uma Ordem, que impeça o acesso fácil e barato à profissão. É com tristeza que me apercebo que os professores não a querem… (nem uma prova de acesso querem quanto mais uma ordem!).

    Por isso, rendo-me e viva o facilitismo no acesso à profissão! Viva ao desemprego…

    • Felipe Aristimuño on 13 de Novembro de 2015 at 16:18
    • Responder

    Concordo. Eu entrei no mestrado em ensino em 2009, fiz o estágio e trabalhei por dois anos como contratado. Desde 2012 fico sempre no final da lista, sem a menor possibilidade de subir. Se ao menos a PAC valesse pontos e ajudasse quem está no começo da carreira a ter esperança… de começar a carreira.

      • Daniel on 13 de Novembro de 2015 at 20:35
      • Responder

      A Pacc vai à vida.

      Há muito que se sabe que a educação pública é para os chico-espertos formados nas privadas. E, pasme-se, a esquerda é contra uma prova que visa por algum decoro no acesso à profissão.

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