Cosméticas

Porque nada de fundo irá mudar, um acerto aqui e outro ali e tudo ficará quase igual.
 

Colocação de professores poderá voltar a ser gerida por directores

 

 

 

Ministério da Educação e Ciência está a contactar directores e sindicatos para evitar repetição dos “erros dramáticos” registados no ano passado.

 

No próximo ano lectivo, a gestão da colocação de professores contratados nas mais de 300 escolas com contratos de autonomia e integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária poderá passar de novo para as mãos dos directores. Este foi, pelo menos, um dos sinais dados à Federação Nacional de Professores (Fenprof) durante uma reunião realizada esta quinta-feira com dirigentes do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

“Disseram-nos que queriam que a Bolsa de Contratação de Escola (BCE) funcione como aconteceu a partir de final de Outubro passado”, indicou ao PÚBLICO o dirigente da Fenprof, Vítor Godinho. Devido a uma série de erros, as colocações de professores através daquele concurso, estreado no ano passado e a que concorreram cerca de 40 mil docentes, registaram atrasos superiores a dois meses. A situação só começou a ser resolvida de uma forma mais célere quando, a partir de 20 de Outubro, os contactos com os professores em falta passaram a ser feitos directamente pelos directores em vez de esta gestão ser feita por uma plataforma informática.

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2 comentários

    • Alberto Santos on 22 de Janeiro de 2015 at 23:56
    • Responder

    Arlindo, e que tal uma sugestão?
    Professores são professores, quer sejam contratados quer sejam do quadro… se os do quadro podem concorrer a todas as escolas, porque razão os contratados (profissionalizados, com os cursos iguais aos que estão no quadro) não podem concorrer de formar honesta e transparente?

    • No quadro após 17 anos on 23 de Janeiro de 2015 at 22:30
    • Responder

    Ou seja, reconheceram a sua incompetência, não devido à utilização da plataforma, mas na forma como a plataforma devia ser utilizada, por ordem do MEC. O que foi pensado, não era concretizável… e os diretores é que tiveram de andar a telefonar a toda a gente, para saber se estavam disponíveis para o horário (o que podia ser feito na plataforma!!!). Bem vi o que passou a diretora da minha escola que, para substituir uma colega que está de atestado, teve de telefonar para 5 candidatos e esperar pela resposta dos mesmos durante 24h., antes de poder ligar para o seguinte. Resultado: várias turmas sem aulas de Português e Francês no início do 2º período, durante duas semanas. Ainda bem que esta é a forma de resolver o problema…

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