… que se vão prolongar para a tarde e quem sabe pela noite dentro.
Ministério da Educação e sindicatos dos professores retomam hoje negociações
O Ministério da Educação e da Ciência e os sindicatos dos professores retomam esta manhã as negociações sobre um dos ‘dossiers’ que esteve na base da greve de 17 de junho, a mobilidade especial.



14 comentários
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De que servirão estas reuniões se o secretário de estado já veio dizer que não vê motivo para não ser aplicado o regime de mobilidade e as 40 horas aos professores?
Haverá alguma abertura para negociar? Duvido.
E já agora, porque os sindicatos não reclamam a presença do Ministro nas “negociações” em vez dum jotinha inútil? É que o Crato para as televisões tem sempre tempo mas para as reuniões manda um Zézito qualquer sem credibilidade nem nada?
A minha escola não marcou nenhuma reunião para hoje! e não é feriado de são joão… marcou apenas uma de departamento… não entendo… as do 9º marcaram para dia 27!!! amanhã só há 2 reuniões! eu tenho 10 turmas e 6 das reuniões estão marcadas para dia 27… não entendi!
já agora… esta semana ainda é greve todos os dias às avaliações ou é apenas greve geral a 27?
A greve às avaliações continua durante toda esta semana.
Não vejo motivo para não poderem ser marcadas para o dia 27. Não é feriado nem fim de semana.
Pelo que me constou, hoje uma das frentes sindicais vai assinar um acordo com o ministério.
Vamos ver se essas medidas que vão assinar são suficientes e aplicáveis na prática.
Cláudia, os professores de português foram todos convocados para irem a uma reunião das provas finais e por isso n há reuniões. Agora com a necessidade de tempo para corrigi-las vai sendo mais difícil a marcação de reuniões
há um aspeto importantíssimo que os sindicatos deixaram passar: o sistema da graduação profissional foi alterado para o presente concurso e valoriza mais (acho que na relação de 1.5) o tempo de serviço depois do estágio. O que é que daqui resulta? Que os diplomados das ESE’s passam imediatamente à frente de milhares com diplomas universitários que fizeram a profissionalização em serviço (para além da “bondade” das classificações nas ESE’s se comparadas com as universidades), e que mto especialmente os das ESE’s privadas são os mais beneficiados, dada a bondade extrema da distribuição das notas aos alunos destas instituições privadas. Mas parece que está tudo a dormir na forma…
claro que tb se podia questionar a validade dos diplomas de direito, por exemplo, emitidos por algumas universidades privadas quando comparados com os das universidades do Estado, onde os estudantes suam para tirarem um simples 10 ou 11. Nesse aspeto a Ordem dos Advogados tem toda a razão em querer obrigar os candidatos que vêm das universidades privadas a fazerem exames de acesso à carreira.
Continuo sem perceber os sindicatos. E se for possível gostava saber a opinião do Arlindo. Será assim tão complicado aceitar as 40 horas mas ficar acordado que as 5 horas a mais ficassem para a componente de trabalho individual durante o período em que vigorasse as 40h? Até o próprio ministro admite q trabalhamos muito em casa, assim tínhamos mais 5 h para trabalhar em casa. Por vezes surpreende me a falta de imaginação dos sindicatos….
Muito simples Pedro.
É que com estes meninos arriscamos a que metade das aulas passem a não letivas…
Se definirmos letivo como todo o tempo em que estamos a trabalhar com alunos… ai aí não haveria qq problema…
Mas esquece que muito do “trabalho não letivo” é letivo de facto…
Aqui Pedro é sempre assim tão ingénuo ou só quando lhe convém?
Tinhamos mais 5 horas para trabalhar em casa? Mas quem já trabalha essas 5 horas necessita, por acaso, que seja o ministro que as defina? Vai estabelecer horário para elas também?
Desde quando precisamos do reconhecimento público de ministros? Sempre vivemos bem sem isso desde que existe acesso universal ao ensino em portugal.
Mas será que ninguém percebe que isto é o principio para aumentar a carga letiva efetiva, a curto prazo, tal como já acontece no “privado”? Será que ninguém percebe que o caminho que estes tipos defendem é a autonomia total com privatização de todos os serviços (sim porque para eles a educação não passa de um serviço ao nível de uma secção de finanças ou balcão da segurança social), privatização essa que continuará a ser subsidiada por dinheiros públicos mas que será mais facilmente alcançável se se nivelar previamente os horarios de trabalho das pessoas?
O modelo seguido para todas as privatizações tendo sido sempre o mesmo!
Despedir, nivelar por baixo, impôr prejuízos, “vender” ao desbarato, subsidiar a longo prazo com cláusulas abusivas imorais e ilegais.
Numa classe que se dizer ser a melhor preparada relativamente às restantes, já seria tempo de porem as cabecinhas a raciocionar. Não custa assim tanto. Experimentem.
Já agora, caro Pedro, isso é tudo ingenuidade ou recebe para publicar essas parvoíces?
A ser verdade…que os sindicatos aceitem a proposta de redução dos Km para os QA, os professores do QZP são os de 2ª…porque alguns fazemos mais de 200km por dia…
Por isso é que são de QZP.
Não confundir comp de trabalho na escola com comp de trabalho individual. Mas acham que os professores iam ser os únicos a não ter as 40h? Colocar as 5 horas na comp individual seria uma óptima negociação. Teria de ficar no papel o não aumento da comp letiva como é obvio. Nem da comp de escola. Apenas individual. Agora redução dos km para os qa e não para os qzp é q descrimina profissionais. Temos qa com 30 anos e temos qzps com 50