O Prolongamento Joga-se Amanhã

E só consegui recolher estas informações na Lusa.

 

Propostas do Ministério da Educação são “um ponto de partida” – FNE

O presidente da Federação Nacional de Educação admitiu que as propostas do Ministério da Educação para os professores “são um ponto de partida para continuar o trabalho e apostar na convergência“.

Atualizado às 23.02

 

FENPROF admite “alguns avanços significativos” nas negociações com Governo

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou hoje que as negociações com o Ministério da Educação sobre questões como a mobilidade especial e o alargamento do horário semanal produziram “alguns avanços significativos“.

Atualizado às 23.04

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35 comentários

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    • prof on 24 de Junho de 2013 at 23:41
    • Responder

    Avanços significativos… pfff!!! Os 60 km já eram para aplicar à restante função pública e cargos que exigem muita dedicação e chatices como a direção de turma vão para à componente não letiva! Estão a tentar passar uma não cedência do governo como uma vitória sindical!

    • aurora on 24 de Junho de 2013 at 23:43
    • Responder

    Concordo prof…agora até os sindicatos pensam que nos falha a inteligência? avanços???????????não vislumbro NENHUM

    • prof on 24 de Junho de 2013 at 23:44
    • Responder

    E mais uma vez a situação precária dos contratados não é levada à mesa de negociações!!!

    • prof on 24 de Junho de 2013 at 23:47
    • Responder

    Até agora única “vitória” será a inclusão da direção de turma na componente letiva, apesar de um ou dois blocos letivos semanais não chegarem para tratar convenientemente de uma direção de turma, especialmente no básico!! Mas andámos este tempo todo a fazer greve às avaliações apenas para esta “vitória”?

  1. Este apenas (vitória na direção de turma) implica só três mil horários, repito, 3.000 horários a nível nacional.
    Para quando o fim desta clivagem entre professores e sindicalistas?
    Segundo sei, esta é uma luta de todos os professores, sindicalistas incluídos, que também são professores.
    Istitucionalmene, são os sindicatos que nos representam a todos e negoceiam em nosso nome.
    Atençao! Eu nao sou sindicalizado.
    Quem nao está contente com a sua representação pode sempre sindicalizar-se e concorrer a direção do sindicato.

      • ferpin on 25 de Junho de 2013 at 1:51
      • Responder

      Infelizmente concordo consigo.
      Os sindicatos (A FENPROF, que os outros para mim não são bem sindicatos) normalmente chegam a acordo não quando estão totalmente satisfeitos com as propostas do governo, mas quando sentem que entre as FNE e quejandos que já assinaram e os professores que não estão dispostos na sua maioria a continuar a luta, seria suicídio continuar.

      Portanto, se queremos que os sindicatos (a FENPROF) continuem em luta até obter um resultado digno para os professores, temos que em larga maioria lhes dizer que estamos prontos a continuar.
      Na minha escola ainda não houve uma única reunião, e estamos preparados para continuar, já que temos um Fundo de greve contribuído por quase toda a escola que paga todos os prejuízos dos colegas que estão a fazê-las. Mas, se nem numa greve de baixo custo como é a das avaliações se consegue ter todas as escolas ainda em jogo, como é que a FENPROF pode continuar a guerra?

      Se a FENPROF ceder a algo que não seja um bom acordo, eu culpo os professores por isso e não os sindicatos.

      • Prof. SC on 25 de Junho de 2013 at 5:29
      • Responder

      Concordo plenamente consigo, luismiguelvaz.

    • Maria em choque on 25 de Junho de 2013 at 0:31
    • Responder

    Estas negociações são uma anedota! Onde está a vitória? E só pensam nos QE e nos QA. E a situação dos QZP? Podem ficar a centenas de Km de casa que ninguém se lembra. Haja decência e honestidade. Não somos todos professores? É uma vergonha este ministério, estes sindicatos e os professores mais velhos. Não há solidariedade, mas quiseram a greve de todos os professores! No fim quem come as migalhas são os mais velhos…os mais novos(QZP e Contratados) nem cheiram…

      • Prof. SC on 25 de Junho de 2013 at 5:32
      • Responder

      Compreendo a sua revolta, Maria em choque (até porque também sou QZP), mas não consigo perceber como é que os sindicatos podem acautelar essa situação neste momento. O problema foi na criação dos “megaQZP”, que não está em discussão agora.

  2. Foi pior a emenda que o soneto! Então como fica a situação de um QZP colocado a 680km de casa?

      • Frankie on 25 de Junho de 2013 at 9:21
      • Responder

      Que QZP pode ficar a a 680km de casa?

    • Maria M. on 25 de Junho de 2013 at 0:43
    • Responder

    É exatamente isso que eu penso e já escrevi neste blogur, Maria em choque. E os QZP´s? Só contamos para fazer nº na greve? Já estamos na mobilidade e já não precisam de falar de nós? E os contratados? Também só servem para ajudar nas vitorias dos QA e QE como os QZP´S? Ainda bem que não aderi à greve e também não vou fazer na 5ª feira. Os protegidos que não ficam a mais de 60 km que façam. Para o ano não vão ter as eventuais despesas que nós teremos, quando formos trabalhar a mais de 60 km.

      • ferpin on 25 de Junho de 2013 at 1:58
      • Responder

      Ah ah ah
      Não entrou na greve, e espanta-se de o que se conseguir ser uma coisa de nada?
      Eu estou na greve desde o princípio, e acho que é por causa da malta que fala, fala, fala,mas não alinha, que os sindicatos vão acabar a ceder a algo que não será bom.
      Felizmente na minha escola estamos todos ainda na luta, e já temos as greves marcadas até dia 28. E estamos dispostos a ir mais além, mesmo que lixe a nossa vida e as nossas férias.

      E afinal, sou um dos protegidos que vai ficar a menos de 60km de casa. O mais certo é permanecer a menos de 5km de casa. No fundo ando a fazer greve para si.

      PS: A minha escola não é o paraíso, também lá temos uma dúzia como você a sabotar.

        • Maria M. on 25 de Junho de 2013 at 2:34
        • Responder

        lol, lol, lol, fazer greve para mim? Não sabia que a grvefica ao meu nivel se faz para uns ou para outros.
        Sabotar, sabotar… veja lá se se tiram a passadeira vermelha, como aconteceu com os titulars e depois fica ao meu nivel… Aconselho-o a aprender a expor a sua opinião, mas sem criticar as atitudes e decisões dos outros. Vá lá …até é protegido,

          • Um prof on 25 de Junho de 2013 at 7:22

          Assim se vê o problema da educação… se nem os próprios professores se conseguem entender, imaginem quem vê estas discussões de fora.

    • Maria on 25 de Junho de 2013 at 0:57
    • Responder

    Eu continuo a achar que a história dos 60 Km são um presente envenenado. Porque se não existir qualquer vaga nos tais 60 km vão para a requalificação. Ora entre a requalificação (vulgo, despedimento ao retardador) ou ir para mais de 60 km de distância, acho que a resposta não é difícil… Mas pode ser que me engane, não sabendo os termos totais da negociata…

      • ferpin on 25 de Junho de 2013 at 1:58
      • Responder

      Aí, e conhecendo os pulhas que nos governam, até pode ter razão

      • Prof. SC on 25 de Junho de 2013 at 5:26
      • Responder

      Segundo julgo saber, o que acontece é que o trabalhador só pode ficar a mais de 60 km se estiver de acordo, mas pode.

      • João Pires on 25 de Junho de 2013 at 9:36
      • Responder

      Ora aqui está alguém que pensa como eu. Se não tiverem colocação a 60 km como é? O que ficam a fazer se não tiverem componente letiva? Pois é…

      1. Vão para a mobilidade. Não “querem” ir para longe logo irão para casa definitivamente.

    • Frederico Gastao on 25 de Junho de 2013 at 1:07
    • Responder

    Os sindicatos vão deixar-nos pendurados. Eu vou entregar o meu cartão pessoalmente ao Mário Nogueira.

    • ferpin on 25 de Junho de 2013 at 2:00
    • Responder

    E greve, tem feito?
    Eu tenho.
    E quando isto falhar não é o nogueira que eu culpo (e não sou sindicalizado, mas sei reconhecer que é o único que ainda fazia alguma coisa se os professores ajudassem)

      • Recebersemdaraulas on 25 de Junho de 2013 at 8:40
      • Responder

      Não é sindicalizado mas dos seus descontos sai o vencimento do Sr. Nogueira e restantes sindicalistas. Gosta?

        • Frankie on 25 de Junho de 2013 at 9:25
        • Responder

        Pior é do meu salário sair para pagar governantes inuteis e incompetentes. Gosta?

          • Contribuinte on 25 de Junho de 2013 at 9:35

          Se não quer pagar salários a governantes porque não se candidata e trabalha de borla para dar o exemplo. Por acaso não é daqueles que “cospe” na mão de quem lhe dá de comer? Se não gosta do seu patrão só tem de de demitir e criar o seu próprio emprego. Fala, fala mas da função pública não sai. Deixe de “mamar” no estado.

    • Grevista on 25 de Junho de 2013 at 8:37
    • Responder

    Os sindicatos perderam em toda a linha. Os 60 Km era obrigatório pois aplica-se a toda a função pública. Esta foi uma estratégia do governo e os sindicatos “caíram” que nem pa…inhos. Tudo o resto avança como o governo quer.

      • João Pires on 25 de Junho de 2013 at 9:40
      • Responder

      Mas têm alguma dúvida disso? Eu nunca tive, vejam o que se passa com a avaliação de desempenho. Tudo se está a fazer igualzinho à proposta da ex: ministra Maria L.Rodrigues. E esperem para quando descongelarem os escalões, ai é que vão ver os efeitos da avaliação de que ninguém liga.

    • Alberto Miranda on 25 de Junho de 2013 at 9:42
    • Responder

    Peço desculpa, mas as reuniões entre o MEC e os sindicatos já terminaram?

    • Maryland on 25 de Junho de 2013 at 9:46
    • Responder

    Concordo com o Grevista. Basta ouvir João Casanova após a reunião com os sindicatos para perceber-se o que era fundamental para o governo
    “Estamos a falar de uma série de instrumentos que vão ser a antecâmara de colocar professores no regime de requalificação e sobre isto foi possível haver um entendimento.”
    Posto isto, e após os instrumentos testados… a requalificação vai mesmo avançar em fevereiro de 2015. Enfim!

  3. Não sei se era possível aos sindicatos contrariarem a regra dos 60 Km adotados em toda a função pública.
    Mas a verdade é que, muito provávelmente, num raio de 60Km não haverá vagas e esses professores terão na mão a oportunudade de concorrer para onde houver vagas ou entrar na mobilidade…
    O problema não tem fácil resolução,,,

    • joão pestana on 25 de Junho de 2013 at 11:30
    • Responder

    A requalificação vai-se manter…
    Ou seja… os despedimentos vão acontecer em 2015 na mesma porque…
    No próximo ano o 79 acaba… passa-se a DT para a componente não letiva e a organização do ano faz-se de outra forma…
    OU SEJA!
    Deixem-se de chico espertismo…
    ESTAMOS CANSADOS!

    • joão pestana on 25 de Junho de 2013 at 11:32
    • Responder

    Porque não se altera a indicação da regulamentação futura da MOBILIDADE???
    ou…
    Se faz a alteração de forma a incluir….
    TODOS OS PROFESSORES???
    Porque não se faz a indicação que os AJUSTAMENTOS apenas podem ocorrer daqui a 4 ANOS… ou então…
    ALTEREM OS CONCURSOS PARA O REGIME ANUAL…

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