Fica este post disponível para contabilizar os dados da greve de dia 17 de Junho.
A greve do dia 17 de Junho é uma greve para todos os professores e educadores e não incide em especial sobre os exames de Português, Português Língua Não Materna e Latim A, mas sobre todo o serviço desse dia. Também podem fazer greve os que não tenham serviço distribuído para amanhã, embora devam informar a escola dessa vontade.
Para melhor contabilizar os dados de adesão à greve é mais fácil usar as escolas que têm exames agendados para este dia visto que existe uma convocatória prévia para todos os docentes do agrupamento e antes das 9 horas existirá com certeza uma chamada.
Assim, fica disponível este formulário com dados gerais da greve de dia 17 que tem especial incidência para os Agrupamentos/Escolas Não Agrupadas com serviço de exames.
As escolas sem serviço de exames terá difícil contabilização durante a manhã visto que em muitos casos pode não haver serviço distribuído para alguns docentes. Mas entretanto podem continuar a identificar aqui as reuniões de avaliação que são marcadas e adiadas devido à greve.
As instruções de preenchimento deste formulário são as seguintes:
O formulário analisa os dados gerais da greve do dia 17 de Junho de 2013. Procure responder às questões da forma mais correta possível para melhor tratamento de dados.
Se a escola não tiver serviço de exames marcado para hoje coloque nas últimas duas questões 0.
No fim de preencher o formulário pode ver as respostas que deu e caso verifique que não estão corretas pode editar a introdução dos dados.
Pode também ter acesso aos dados estatísticos que foram introduzidos até ao momento. No caso de haver repetição de dados introduzidos apenas o administrador do formulário pode fazer essa alteração.
Se entretanto conseguirem dados específicos sobre os exames podem preencher os seguintes formulários:
Exame de Português
Exame de Português Língua Não Materna
Exame de Latim A (a preencher apenas da parte de tarde)
Podem neste post também relatar ocorrências que tenham acontecido no vosso Agrupamento, como por exemplo: substituição dos membros do secretariado de exames, educadores de infância no serviço de exames, direções que aderiram à greve, etc…
Decidi publicar ainda hoje este post para poderem ver as questões que coloco no formulário e caso decidam ter ido à vossa escola, mesmo estando em greve, podem ajudar-me com estes dados.
Um bom dia 17 de Junho onde quer que estejam. 😀




10 comentários
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não sei se se deram conta que o governo comprometeu-se com o FMI a aumentar o número de alunos por turma, seg informação do Marques Mendes. Mais as horas de direção de turma, que passam a serviço não letivo…
A AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) está neste momento a negociar um novo Contrao Coletivo de Trabalho que muda drasticamente as regras comummnente aceites: Horário de trabalho alargado para 40h; Componente letiva entre as 30 e as 33h; Uma hora letiva corresponderá a um período de 60 m; Criação de um Banco de Horas (200 horas a funcionar durante um ano letivo); Alteração das tabelas salariais; A componente não letiva abrange a realização de trabalho a nível individual e a prestação de trabalho a nível do estabelecimento de ensino (Atividades de apoio educativo; Acompanhamento e apoio aos alunos em espaços não letivos.).
Não serão somente os docentes do ensino privado e cooperativo a sofrer com este Contrato Coletivo de Trabalho, mas também todos os professores que desempenham funções no setor público.
As medidas que o privado está a negociar rapidamente serão aplicadas ao setor público. O privado não pôde fazer greve, porque rapidamente lhes indicariam a porta da rua.
Presentemente, um dos argumentos do ministro Nuno Crato para querer aumentar o número de horas da componente letiva nas escolas de ensino público é o facto dos privados já praticarem esse horário. Se não defendermos o ensino privado e não negarmos esta proposta, brevemente veremos estas propostas serem aplicadas igualmente no ensino público, como a convergências das tabelas salariais e aplicação das demais condições.
Amanhã informarei a minha escola que estou a fazer greve. Não tenho qualquer serviço distribuído. 🙂
AQUI VAI A BOMBA (de fonte segura)
Amanhã ou depois o Secretário de Estado João Casanova vai ser demitido.
Afinal este não transmitiu com exatidão ao senhor Ministro o que realmente se passou na reunião!!
…e fica menos um militante do CDS no governo.
Afinal os dados da greve dizem respeito a professores ou a alunos?
A professores. Quando peço a diferença entre os alunos inscritos e os que realizaram o exame é para perceber o impacto da greve no serviço de exames. Porque em algumas escolas pode acontecer só haver vigilantes para uma parte dos alunos.
Arlindo… Sabe se existe algum sindicato a apresentar queixa com o ministério sobre a mensagem 9 do JNE?
A convocação de todos os professores para vigilância é, na minha opinião, pouco ética mas legal… Mas a substituição do secretariado pelo(a) diretor(a) é a uma ordem direta para substituir um trabalhador em greve (em oposição ao que se apresenta na Norma que refere especificamente que quem faz a distribuição dos exames é o secretariado – nunca referindo o diretor)
Na minha escola tudo normal. Também só há 2 salas com exames. 50% de profs em greve +/-
A AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) está neste momento a negociar um novo Contrao Coletivo de Trabalho que muda drasticamente as regras comummnente aceites: Horário de trabalho alargado para 40h; Componente letiva entre as 30 e as 33h; Uma hora letiva corresponderá a um período de 60 m; Criação de um Banco de Horas (200 horas a funcionar durante um ano letivo); Alteração das tabelas salariais; A componente não letiva abrange a realização de trabalho a nível individual e a prestação de trabalho a nível do estabelecimento de ensino (Atividades de apoio educativo; Acompanhamento e apoio aos alunos em espaços não letivos.).
Não serão somente os docentes do ensino privado e cooperativo a sofrer com este Contrato Coletivo de Trabalho, mas também todos os professores que desempenham funções no setor público.