… e até à próxima quarta-feira.
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Fev 10 2013
… sobre a organização do próximo ano lectivo.
Mais um post para identificarem problemas desta vez sobre a organização do ano letivo que este ano funcionou de acordo com o despacho normativo 13-A/2012, de 5 de Junho.
Tendo em conta a existência de um concurso interno a decorrer em breve é importante clarificar os aspectos principais de distribuição de serviço e de funcionamento do próximo ano lectivo para que as surpresas por ausência de componente lectiva não ocorram depois do concurso interno a realizar entre Março e Abril.
Está agendada para o próximo dia 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião entre a Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) para discutir matérias relativas à organização do próximo ano letivo.
É entendimento da FNE que o despacho de organização do ano letivo deve ser alvo de auscultação sindical, já que a organização de qualquer ano letivo é sempre um elemento significativo para a vida profissional de todos quantos trabalham nas escolas públicas, pelo que a intervenção sindical faz todo o sentido.
Tendo em conta os diversos problemas assinalados este ano, os quais foram, oportunamente, identificados e transmitidos pela FNE ao Ministério da Educação e Ciência, em várias ocasiões, torna-se fundamental que se inicie, atempadamente, um processo de auscultação aos sindicatos.
O próximo despacho de organização do ano letivo terá de ser, necessariamente, um documento coerente e capaz de facilitar o funcionamento das escolas. Pretendemos obter da tutela o compromisso de que o diploma que traça as orientações para as escolas não constitua um elemento perturbador do sistema. O respeito pelo tempo de trabalho direto com os alunos é para nós uma prioridade
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Fev 10 2013
… que pode servir para clarificar algumas das dúvidas que ainda existem relativamente ao concurso do IEFP.
Os problemas parecem todos identificados no entanto podem acrescentar alguns na caixa de comentários.
Vai realizar-se no próximo dia 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião da FNE com o Presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Pretende-se com este encontro obter esclarecimentos às dúvidas suscitadas relativamente à operacionalização do concurso.
Pretendemos discutir e esclarecer situações relativas a condições de exercício de funções, o reconhecimento do tempo de serviço prestado ao abrigo do concurso e as possibilidades de recurso dos resultados do concurso que os docentes podem realizar.
Recordamos que o IEFP, I.P. promoveu entre 19 e 21 de dezembro de 2012 o lançamento, a nível nacional, de um concurso para recrutamento de docentes e formadores para o desenvolvimento de formação nas componentes de formação de base, sociocultural e cientifica nas diferentes modalidades de formação, no quadro da atual rede de Centro de Emprego e Formação Profissional.
Chegaram, entretanto, à FNE vários pedidos de esclarecimentos aos quais queremos responder com a eficácia e coerência exigidas. Tendo em vista os próximos concursos que se irão realizar, e de forma a poder dar todo o apoio solicitado pelos nossos associados, esperamos levar desta reunião todas as respostas às questões levantadas.
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Fev 09 2013
Para analisarem e dizerem de vossa justiça.
O documento em pdf encontra-se aqui.
Primeira observação:
O horário semanal de trabalho de 30 horas é apenas uma média que é ajustada trimestralmente tendo em conta o fluxo de formandos e a flexibilidade na atribuição de horários ao formador.
O contrato vigora até ao dia 31 de Dezembro de 2013 podendo ser renovado por períodos de um ano se não for denunciado por nenhuma das partes com a antecedência mínima de sessenta dias.
As deslocações acima dos 20 km do domicilio são pagas de acordo com valor equivalente às despesas com transporte público.
Não me parece um mau contrato apesar de ser como prestação de serviços, mas que tem a sua renovação dependente de portaria de extensão de encargos pelos Ministério das Finanças e da Economia e do Emprego.
Ou seja, para 2014 logo se vê.
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Fev 09 2013
… ninguém pode levar a mal que eu procure reorientar os conteúdos colocados neste blog.
Porque por um lado não é muito do meu agrado publicar informações que sirvam para dar seguimento a notícias e a averiguações como esta. O principal papel deste blog para o qual construí não foi para usá-lo neste sentido por várias razões, posso arriscar-me a ser injusto em alguma denúncia ou arrisco-me a deixar passar ao lado muitas outras situações que não são do meu conhecimento.
Sobre a primeira razão que apontei não me parece que tenha errado em alguma, embora saiba que a partir do momento que comecei a denunciar as contratações de algumas escolas TEIP de imediato começaram a aparecer alguns comentários sobre a minha pessoa. Mas com isso aguento bem.
Mas sentir que uma denúncia pode ter consequências deixando de lado outras idênticas acaba por colocar-me numa posição ingrata que torna esta divulgação de casos meramente demonstrativa do que vai existindo um pouco por todo o lado.
A contratação pública tem regras que facilmente são ultrapassadas por vontade dos seus decisores. Numa época em que o emprego é um dos principais problemas do pais assume maior importância a clarificação das regras para essa contratação pública. Por um lado compreendo as razões que chegam também à caixa de comentários do blog onde determinados lugares a ocupar não se podem cingir à graduação de um candidato e que são necessários outros critérios que permitam determinar o perfil do candidato à vaga em questão.
Mas para isso é necessário um debate que permita compreender-se e aceitar-se porque para um determinado lugar não pode ir o candidato x apenas porque tem maior graduação e deve ir o candidato y porque tem o perfil adequado ao lugar.
Mas infelizmente temos uma cultura onde mexer muito neste tema é permitir que o candidato z seja quase sempre o colocado.
Se alguém se interessar por este debate faz favor de o dizer.
Entretanto durante algum tempo deixarei de dar destaque a denúncias deste género, espero que compreendam também alguma saturação.
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Fev 09 2013
Se o objetivo é cortar 4 mil milhões até final de 2014 e se 800 milhões ainda serão cortados em 2013 isso quer dizer que muito provavelmente esses 800 milhões serão cortados a partir de setembro.
E qual é o ministério que organiza os seus orçamentos, por razões evidentes, com base no dia 1 de Setembro?
Pois é. Acertaram.
E se os 800 milhões forem cortados nos últimos 4 meses de 2013 prevejo que o corte permanente até final de 2014 fique apenas nos 3 mil e 200 milhões.
Veremos se mais logo existem novidades.
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Fev 08 2013
Foi publicado no dia 16 de Janeiro de 2013 o despacho nº 866/2013 que altera a contabilização do tempo de serviço a quem concorre aos grupos da educação especial passando a ser considerada como habilitação profissional para os grupos da educação especial a nota da especialização (ou de outra que esteja enquadrada nas do Decreto-Lei 212/2009) acrescida de uma habilitação profissional noutro grupo de docência.
O tempo de serviço até ao dia 31 de Agosto do ano civil da conclusão da especialização é contabilizado como metade e o que ocorra a partir do dia 1 de Setembro do ano civil da conclusão da especialização, independentemente do grupo onde ele ocorra, é contabilizado por inteiro.
Estas alterações apenas têm efeito após publicação do referido despacho embora no seu preâmbulo venha dizer que é única intenção do mesmo fazer o aclaramento desta informação mas entretanto existiu um concurso de ingresso na carreira em 2009 e mais 4 concursos de contratação anuais desde essa data e após a publicação da portaria 212/2009.
Não tendo qualquer interesse pessoal neste despacho, porque não tenho intenções de me vocacionar nesta área, transmiti todas as minhas opiniões de forma isenta e sem pensar que me podia beneficiar ou prejudicar.
Para ver no fundo se existe uma opinião mais favorável ou não a este despacho deixo aqui esta sondagem para ser preenchida ao longo dos próximos dias.
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Fev 08 2013
Já há quem tenha a sua candidatura validada?
Tenho alguma curiosidade com as validações aos grupos da Educação Especial, se quiserem relatar o vosso caso podem-no fazer na caixa de comentários.
Como na terça feira (último dia de validação) é feriado em muitos locais é muito provável que entre hoje e segunda feira a quase totalidade das candidaturas estejam concluídas nesta fase.
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Fev 08 2013
Para quem siga com alguma atenção os assuntos relacionados com a vida corrente da Educação em Portugal – não falo do manto diáfano das ideias ou das disparatadas refundações – tem diversos motivos para ficar aterrado. Ou então para se rir. Porque as coisas oscilam entre a tragédia e a comédia, dependendo do estado de espirito com que se acompanhem os sucessivos disparates em termos de legislação e normativos produzidos pelos serviços do Ministério da Educação e Ciência (MEC).
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Fev 08 2013
Apenas 74 docentes do MEC ficam aposentados no mês de Março de 2013 assim distribuídos:
Educadora de Infância: 3
Professora: 46
Professor: 25
Dados de 2012
Dados de Janeiro de 2013
Dados de Fevereiro de 2013
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Fev 08 2013
Numa oferta por 30 dias em concurso até ao dia 12 de Fevereiro.
Avaliação Curricular
Fórmula = (HA+4(EP)+FP+AD)/7
HA – Habilitação Académica (Graduada de Acordo com a seguinte pontuação)
20 valores – Doutoramento
18 valores – Mestrado
16 valores – Licenciatura
EP – Experiência Profissional (tempo de serviço no exercício de funções em realidade social, escolar e educativa do contexto onde desempenhará as funções de acordo com a seguinte pontuação)
20 valores – 2 ou mais anos de tempo de serviço no exercício de funções no Agrupamento onde desempenhará as funções.
18 valores – menos de 2 anos de tempo de serviço no exercício de funções no Agrupamento onde desempenhará as funções.
12 valores – 2 ou mais anos de tempo de serviço no exercício de funções noutros Agrupamentos TEIP.
10 valores – menos de 2 anos de tempo de serviço no exercício de funções noutros Agrupamentos TEIP.
6 valores – 2 ou mais anos de tempo de serviço no exercício de funções no grupo de recrutamento a concurso.
4 valores – menos de 2 anos de tempo de serviço no exercício de funções no grupo de recrutamento a concurso.
FP – Formação Profissional (Formação Profissional direta ou indiretamente relacionada com as áreas funcionais a recrutar)
20 valores – Formação diretamente relacionada com o grupo de recrutamento, num total de 60 ou mais horas.
18 valores – Formação diretamente relacionada com o grupo de recrutamento, num total de 25 ou mais horas e menos de 60.
16 valores – Formação diretamente relacionada com o grupo de recrutamento, num total de 15 ou mais horas e menos de 25.
14 valores – Formação diretamente relacionada com o grupo de recrutamento, num total de menos de 15 horas.
AD – Avaliação de Desempenho (Classificação da última avaliação de desempenho)
20 valores – Excelente ou Muito Bom
18 valores – Bom
12 valores – Regular
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Fev 07 2013
… e não tem emenda.
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Fev 07 2013
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Fev 07 2013
Boa noite colegas!
Permitam-me um grito de revolta!
Como é possível haver concurso nacional para uma instituição pública, com protocolo com o MEC, concurso realizado através da plataforma do MEC e que acaba em entrevista?
Mais… como é possível alguém no topo da lista inicial ser excluída por causa da atribuição arbitrária de classificação inferior a 10 na mesma? Foi a forma que o IEFP encontrou para admitir quem mais lhe convinha? Alguém me sabe dizer como reclamar? Não é que eu esteja já interessada no lugar, mas mereço algum respeito!!
A saber: se me atribuíam nota 10 seria a primeira classificada, pois tinha graduação de 33,363, enquanto a primeira selecionada tinha 31,121 e a segunda 29,535 (para duas vagas).
Pergunto ainda: como se avalia a competência e profissionalismo numa entrevista de 30 minutos?
Qual o peso da experiência profissional e capacidades adquiridas?
Uma boa noite para todos e: reparem bem nas coisas boas que têm na vossa vida!
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Fev 07 2013
Foi publicado no site do IEFP alguma documentação de apoio à candidatura a esse concurso.
Como cedo se percebeu alguma informação foi contraditória entre o aviso de abertura e a lista de perguntas mais frequentes o que terá levado ao elevado número de desistências às entrevistas.
Mas tão grave ou mais foi a alusão ao Decreto-Lei 244/2002, de 5 de Novembro por onde os candidatos se guiaram para usar da bonificação permitida para a NUT de origem.
Porque de acordo com investigação feita o Decreto-Lei 244/2002 foi alterado em 2008 pelo Decreto-Lei n.º 68/2008, de 14 de Abril.
Assim, foram dadas informações erradas pela entidade que organizou este concurso o que induziu em erro alguns candidatos.
Sobre a “majoração matrimonial” que denunciei neste post mais coisas de momento havia a dizer no entanto fico a aguardar o desenvolvimento da notícia.
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Fev 07 2013
O MEC envia ao tribunal do Funchal a resolução fundamentada que evita a suspensão imediata do concurso extraordinário de professores depois de uma providência cautelar interposta pelo Sindicato dos Professores da Madeira.
O Ministério da Educação e Ciência [MEC] enviará ainda hoje para o TAFF [Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal] a resolução fundamentada (…) A resolução fundamentada suspende assim os efeitos da citação, desde o momento em que o MEC foi citado”, lê-se na nota enviada ontem pelo Ministério à agência Lusa. A 4 de fevereiro o TAFF ordenou a citação urgente do MEC, com efeitos suspensivos sobre o concurso extraordinário de professores que excluía os docentes da Madeira, disse fonte sindical.
Com a resolução fundamentada do MEC anula-se o efeito suspensivo imediato sobre o concurso extraordinário de vinculação de professores, decorrente da citação enviada hoje pelo tribunal do Funchal.
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Fev 07 2013
Procurei confirmar todos os dados antes de publicar este post.
A reclamação é sempre dirigida ao autor do acto e neste caso ao diretor do referido centro de emprego e não ao sub-diretor, no entanto é possível depois fazer o recurso hierárquico ao seu superior hierárquico, ou seja ao diretor do IEFP.
Como chegou por mail:
A candidata 1ª classificada nas entrevistas e colocada no grupo 200 no IEFP Guarda não é profissionalizada e passa à frente de candidatos profissionalizados. Vejamos o quadro:
A nota da entrevista até poderia ser normal, mas ainda assim é bem superior às restantes…. O suficiente para que a média final seja a mais elevada de todas.
Mais uma vez, isto até poderia ser normal…
NÃO FOSSE O FACTO DA REFERIDA CANDIDATA SER CASADA COM O SUBDIRECTOR DO IEFP DA GUARDA.
E agora? Como reclamar?
A página do IEFP diz:
As reclamações decorrentes da publicação das listas dos candidatos aptos/não aptos devem ser dirigidas aos Centros de Emprego e Formação Profissional respetivos, ao cuidado dos Diretores/as, no prazo de 15 dias úteis contados a partir de 7 de fevereiro.
Então vou reclamar ou denunciar uma prevaricação ao prevaricador?
Isto é absurdo!
O que fazer?
Obrigado.
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Fev 07 2013
Avaliação das formações que eram dadas nas Novas Oportunidades passará a ser, segundo o Governo, mais exigente. Antigo responsável do programa contesta.
Para garantir uma “actuação mais rigorosa e urgente” naquela que foi a modalidade mais popular do programa Novas Oportunidades, o Governo vai exigir que os adultos que escolham os chamados “processos de reconhecimento, validação e certificação de competências” (RVCC) façam um exame no final, cuja matriz ficará a cargo da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, que tutela esta formação. Esta exigência encontra-se estipulada no projecto de portaria que cria os novos centros para a Qualificação e o Ensino Profissional e que se encontra em discussão pública até ao próximo dia 11.
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Fev 07 2013
Despacho n.º 2234/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação de funções do mestre Francisco Manuel Grácio Gonçalves no cargo de chefe de divisão de Concursos.
Despacho n.º 2235/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Maria Suzana Bento Francisco Simões Maximiano no cargo de diretor de serviços de Recrutamento e Mobilidade.
Despacho n.º 2236/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Sandra Isabel Parreira Paiva no cargo de diretor de serviços de Organização e Planeamento Informático.
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Fev 07 2013
… que pode ter sido usado para substituir os mais graduados por outros “formadores” mais oportunos, perdão, aptos.
Águeda – Não houve
Alcoitão – 1 do 530 que ficaria em 1º lugar
Alentejo Litoral – Santiago do Cacém – 11 de vários grupos
Alto de Trás-os-Montes – Chaves – 1 do 530 que ficaria em 1º lugar
Amadora – 21 de vários grupos + uma situação estranha de entrevistas com menos de 10 e que não foram considerados não aptos
Aveiro – Não houve
Barlavento – Portimão – Não houve
Beja – 2 do 530 e 1 do 540
Beja – Aljustrel – 21 de vários grupos
Braga – Não houve
Bragança – 2 do grupo 300 e 1 do grupo 320
Castelo Branco – Não houve
Coimbra – Não houve
Entre Douro e Vouga – Rio Meão – 6 de vários grupos
Évora – 16 de vários grupos
Faro – Não houve
Guarda – Não houve
Guarda – Seia – Não houve
Leiria – Não houve
Lisboa – 6 docentes de vários grupos
Médio Tejo – Tomar – 1 do 540
Pinhal Interior Norte – Arganil – Não houve
Portalegre – 1 do 200 e 1 do 300
Portalegre – Ponte de Sor – Não houve
Porto (Bairro do Cerco) – 16 de vários grupos
Porto – (Rua Ciríaco Cardoso) – 17 de vários grupos
Santarém – Não houve
Seixal – 1 do grupo 530
Setúbal – 5 de vários grupos
Sintra – 6 de vários grupos
Viana do Castelo – 1 do grupo 430
Vila Franca de Xira – Alverca – 5 de vários grupos
Vila Real – Não houve
Viseu – 13 de vários grupos
No total ocorream 146 entrevistas com nota inferior a 10 e a maior parte delas serviu para eliminar candidatos que se encontravam melhor posicionados.
Se considerarem outros dados também oportunos podem identificá-los.
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Fev 07 2013
Que faz a confusão entre o pedido de suspensão do concurso extraordinário com a anulação dos horários em contratação de escola.
Mas já começo a achar normal que quem não esteja por dentro destas notícias as confunda porque o MEC também anda um “cadito” desorientado..
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Fev 07 2013
Simulação dos vencimentos no mês de Fevereiro.
ÍNDICE 151
ÍNDICE 340
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Fev 06 2013
… de centenas de docentes que terminaram a especialização na educação especial nos últimos 3 anos por incumprimento dos 365 dias de serviço após a profissionalização. (VER ADENDA)
Mais uma vez digo que o despacho nº 866/2013 só veio gerar uma confusão nestes grupos e é urgente terminar com ele o mais rapidamente possível.
Resta saber se os mais graduados pelas regras do DL 51/2009 serão ultrapassados pelos que beneficiam das novas regras do DL 132/2012.
Acho que ainda ninguém imaginou o que pode acontecer no próximo concurso interno e em especial quando for necessário enviar alguém dos quadros a ausência da componente letiva.
ADENDA: De acordo com a página 21 do manual de validação da candidatura basta que o docente tenha prestado funções em 365 dias nos últimos 3 anos com uma qualificação profissional podendo ser candidato a outro grupo de recrutamento para a qual obteve depois uma qualificação profissional. Assim ninguém pode ser excluído do concurso aos grupos da Educação Especial conforme fiz referência em cima.
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Fev 06 2013
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Fev 06 2013
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Fev 06 2013
… de Luís Braga.
A poesia, e o lirismo antiquado não se adequam a este tema: 4 Crianças morrem no espaço de semanas (2 num incêndio causado pela mãe e 2 envenenadas, segundo parece, também pela mãe) e como tem sido o debate?
Uma mãe passa em múltiplas reportagens a queixar-se de poderes públicos, que alegadamente lhe retiraram 7 filhos, num processo conturbado, que alegadamente (insisto neste advérbio) inclui pressões sobre a sua liberdade reprodutiva. Deu debate racional e reflexivo ou reality show pouco esclarecido?
Dizia o Público, o assunto foi debatido no Parlamento que, agora os seus frequentadores regulares com cadeira cativa, deram em chamar de “Casa da Democracia”. Talvez pudesse ser o seu domicilio legal….
Ouvido estes dias foi o máximo responsável da área da protecção de crianças e jovens, o presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) que “reconheceu atrasos na aplicação de medidas de apoio aos pais, devido à falta de técnicos, apesar dos “esforços” feitos para suprir essa falha.”
Armando Leandro assumiu, (…) que nem sempre a CNPCJR consegue aplicar, “em tempo útil”, medidas de apoio aos pais das crianças e jovens sinalizados, apesar dos “esforços” para reforçar o número de técnicos, designadamente nas áreas da saúde e da educação.
O presidente da CNPCJR reconheceu que “é absolutamente indispensável haver mais técnicos para o acompanhamento processual”, ao ser confrontado pelo PCP com a escassez de meios.
“Que é necessário mais, estamos de acordo. (…) Temos de andar mais depressa nisso”, declarou, defendendo também “a articulação” das entidades públicas e privadas na “aplicação integrada de medidas”.
O responsável é pessoa altamente conceituada e prestigiada na área e tem por si a respeitabilidade de ser magistrado e a experiência do trabalho e da idade (admito que muita gente ache mal referir este último aspecto mas acredito que nestas coisas de valores humanos essenciais a idade traz sabedoria).
Mas, com todo o respeito, sendo conhecida a sua influência e mérito no processo de elaboração da legislação, creio que deveria ter sido sujeito a algumas perguntas que parece não foram feitas na “Casa da Democracia”.
Aliás, nota curiosa da reportagem do Público, em papel, é a referência ao barulho que os deputados faziam a deslocar-se na sala e com as chávenas de café, enquanto alguém, que merecia ser ouvido com mais atenção, falava.
Deixo então as perguntas que faria se pudesse, com os preâmbulos possíveis, que agora estão na moda fazer-se, para evitar que as pessoas se ofendam, num tempo em que perguntar já ofende. Algumas das perguntas são manhosas, e quem conhecer o sistema detecta-as, mas iria fazê-las para ver se realmente estamos a falar a sério ou se esta é uma fase de atenção que passará (e tudo ficará leopardamente na mesma).
30 Perguntas sobre protecção de crianças e jovens
1. Se as crianças passam em média 8 horas ou mais na escola como se explica o lugar secundário (e muitas vezes secundarizado) a que a escola, os professores e o próprio Ministério da Educação são votados na orgânica e processos das comissões de protecção?
2. Se a Educação é assim tão importante porque há tantos técnicos/professores desse sector nas Comissões, só a meio tempo?
3. E porque não são muitas vezes os mais vocacionados ou interessados, mas os que tem horas porque “sobraram” horas?
4. E porque é que se cortaram este ano alguns míseros tempos destinados aos directores de turma e coordenadores de escola que faziam algum deste acompanhamento, em primeira linha e preventivo?
5. Existe mesmo uma pratica generalizada de colaboração transparente e dialogante entre as CPCJ e as Escolas ou isso é uma crença simpática deduzida de alguns bons exemplos?
6. É verdade ou não que houve situações em que às escolas foram vedadas informações da CPCJ, alegando uma suposta confidencialidade, que chegava a abranger os processos abertos por denúncia da própria escola e faziam com que pouco pudessem fazer, por ignorância?
7. Como se explica o número baixo de processos existentes nas CPCJ a nível nacional para alunos ao nível do 1º ciclo, em especial, por comparação com os que estão já no 2º e 3º?
8. E como se compagina “o corte dos 4 mil milhões” com essa necessidade evidente e inquestionável de mais recursos?
(Nota a esta pergunta): se se contratarem mais uns 500 técnicos, 1 por concelho e 2 para os maiores, dado que são todos licenciados, e mesmo no inicio de carreira, sempre custarão, com ADSE e Segurança social, uns 1500 euros mês – 9 milhões ano, se forem mil, 18 milhões, sem subsídios; como mais técnicos, implicam outras despesas, uma reestruturação séria, mas frugal, dos recursos dá, por alto, uns 20 milhões/ ano)
9. Ou pensam entregar também essa função soberana do Estado às IPSS? (essa profusão do lema “a sociedade civil ao poder na acção social” e a consequente atomização da acção pública, também merecia todo um debate);
10. Porque não ouvi falar disto nos debates sobre “reforma do Estado”?
11. Que medidas se vão tomar para que as comissões deixem de ser organismos atípicos da administração, pagos pelos Municípios, com reuniões colectivas, e alargadas ou restritas, que juntam todo o tipo de organismos numa salada de parcerias, muito interessante no conceito, que às vezes funciona, mas que reage mal à crise (à geral e às que aparecem no quotidiano)?
12. Para quando uma reforma das Comissões para as tornar organismos mais operativos, permanentes, com quadros e técnicos?
13. Quando se vai olhar para o problema de que o trabalho das comissões implica, para quem as serve, alguma estabilidade pessoal no trabalho e até, em termos físicos, de segurança e de motivação?
14. Que sentido faz um sistema administrativo (ou para-administrativo – que as CPCJ são administração atípica) em que tudo o que realmente é grave ou importante acaba por ir para tribunal? As coisas estão a ligar bem? E onde falham?
15. E, já agora (a ideia estúpida de um parolo de Viana) porque não incluir mais os magistrados ou os juízes de paz neste âmbito? (a natureza de magistrados talvez ajudasse à acção das comissões)
16. Para quando assumir que, se as CPCJ têm de muitas vezes funcionar como o Estado a substituir-se a pais, que são negligentes e descuidados tem de ter ferramentas legais mais operativas?
17. E quando assumir como dado estratégico que, mesmo que se enganem nas suas decisões, se os processos das comissões forem rápidos e houver precaução, é melhor enganar-se no desejo de proteger, que deixar as crianças sozinhas e desprotegidas e enredadas em prazos e burocracias?
18. Para quando introduzir na concepção das leis as lições da prática e abordar certas ficções que estas contêm, como acordos e textos escritos para compromissos ocos (e não cumpridos por muitas famílias, até por falta de intencionalidade original de o fazer)?
19. Qual o lugar na acção do Estado neste âmbito da repressão efectiva de comportamentos dos pais que prejudiquem as crianças?
(por exemplo, que medidas eficazes tem o Estado para oferecer às mães divorciadas que mantém os filhos na escola com sacrifício, mesmo sabendo que o pai tem pensão de alimentos a pagar e não a paga, muito embora continue a ganhar dinheiro e a estar empregado e a viver bem e a atazanar-lhe a vida para lhe “tirar” os filhos…)?
20. Os progenitores só têm direitos? Ou têm poderes-deveres inalienáveis? E têm o direito de consciente e deliberadamente não exercer os seus poderes-deveres? Onde fica a fronteira, com exemplos concretos padronizáveis, das estatísticas da Comissão?
21. E, finalmente, quanto tempo demoram os casos a chegar aos magistrados que têm efectivos poderes de actuar nos casos mais graves?
22. E porque é que (mesmo com toda a parafernália de argumentos constitucionais que já sei que vou levar em cima) um dos motores do sistema é o consentimento dos pais, que é obrigatório e bloqueia qualquer acção antes de ser obtido (obrigando a remeter para tribunal, muitas vezes com demoras)?
23. Não será que, no princípio das abordagens, mais latitude de acção e algum desnível de poder, favorável ao Estado, entre este e as famílias não podia, pelos menos, minorar muita coisa e evitar muito sofrimento?
24. E, já agora, como se protegem os técnicos e as comissões de alguns desníveis de poder favoráveis a famílias menos simpatizantes da acção das CPCJ?
25. E que sanções criar para quem, nas comissões ou no sistema em geral, abusasse e actuasse, para lá do nível de protecção às crianças, propondo medidas que afectassem direitos fundamentais e, aliás, sem vantagens para as crianças a proteger (laquear trompas: medida que, se foi imposta, tem quase paralelo com o que fariam os ocupantes indonésios de Timor – tantos nos manifestamos também contra isso….)?
26. E como comentário: “nem só pais pobres são negligentes e nem todos os pais negligentes são pobres”?
27. E finalmente, em tempo de crise, não será que os tão falados pactos políticos de regime podiam começar por aqui e olhar-se para a pobreza infantil e violência sobre as crianças numa perspectiva mais incisiva e objectiva, menos contaminada pela teoria e ideologia, e ouvindo quem anda na trincheira?
28. E porque não ouvir tantos técnicos generosos e empenhados, como os que conheço da minha terra, que mesmo tantas vezes discordando deles, andam a dar o corpo às balas? (às vezes a pensar que isso lhes pode mesmo acontecer, sem ser metáfora)
29. E porque não recursos e meios adicionais num tempo de problemas excepcionais?
Uma das coisas que mais me impressionou no caso das 7 crianças foi a mãe (com razão ou sem ela, que não faço juízos de soundbyte) a dizer que não entendia bem o processo em que estava metida… Tanta defesa dos direitos familiares, tanto consentimento para protecção à família e, num caso tão visível, o sistema leva com esta mancha e, no caso de uma mulher claramente excluída, e que até no acto de meter recurso, com razão ou sem ela, se viu confundida.
E, nesta questão, deve olhar-se a pobreza e a crise como catalizador dos problemas, mas sem olhar as coisas pela grelha do paliativo e da fatalidade, e não menosprezando as famílias que sofrem com a crise. Não confundindo tout court, pobreza com negligência e afastando o preconceito de que todos os pobres são irresponsáveis face aos filhos, embora tanto haja pais ricos ou pobres que o são.
E muitas vezes a negligencia dos pais começa na negligência da comunidade e do Estado face a eles.
Acho que abordar a questão sem floreados acabaria com grande proveito geral mesmo se a reflexão fosse entrecortada de colheres a tinir em chávenas. E, neste ponto, estou certo que os que estavam sentados a ouvir a audição parlamentar, no meio de uma colherada de café ou de uma espreitadela ao telemóvel para saber das últimas do que ía haver nessa noite pelos lados do Rato, podiam ter proveito em ouvir.
Se faziam alguma coisa tenho as minhas dúvidas. Mas, pxxxx, morreram 4 crianças !!! E, pergunta 30, estamos à espera do próximo caso?
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Fev 06 2013
Foi publicado ontem em Diário da República o Despacho nº 2162-A/2013 com o calendário das Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência do 1.º Ciclo do Ensino Básico, das Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e dos Exames Finais Nacionais e Provas de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário.
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Fev 06 2013
… ao concurso externo extraordinário.
Prazo para as escolas procederem à validação:
6 Fevereiro (10 horas) – 12 Fevereiro (18 horas)
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Fev 06 2013
Tutela diz que afinal os contratados da Madeira e dos Açores podem concorrer ao quadro.
Ainda julguei que houvesse algum lapso nesta notícia visto que não existe qualquer impedimento de alguém que atualmente esteja contratado nas ilhas poder concorrer, mas não, já que mais abaixo diz algo diferente:
De acordo com uma resposta oficial da tutela à notificação feita pelo juiz do Tribunal Administrativo dos Açores – a que o Económico teve acesso – “todos os docentes podem apresentar candidatura ao concurso externo extraordinário de selecção e recrutamento de pessoal docente”, sendo, então, aplicadas as mesmas regras a todos, “independentemente de terem prestado funções em estabelecimentos de ensino nas regiões autónomas“.
Ainda vou procurar as razões para que nenhuma organização sindical tivesse subscrito o acordo desta vinculação, mas tenho a certeza que em todos esses documentos se referia a impossibilidade dos docentes das ilhas e do EPE poderem concorrer à vinculação extraordinária.
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Fev 06 2013
Denúncia chegada por mail e que após confirmação de todos os dados resolvi publicar.
Ressalvo que os dados apresentados são públicos e podem ser comprovados pelos links do texto. Desconheço se a situação se mantém atualmente, mas penso que não visto o nome não constar na lista de docentes da Escola Superior de Educação de Almeida Garrett.
Boa noite
Ainda a propósito do Maxial
No seguimento do concurso de contratação de escola para o grupo 550 publicado neste blogue, foram feitas algumas pesquisas e verifica-se que:
O Diretor do Agrupamento de Escolas de Maxial também se esqueceu da exclusividade a que estava obrigado pelo então DL 75/2008 e enquanto Diretor acumulou funções docentes na Escola Superior de Educação de Almeida Garrett, com 12,5 horas semanais.
Este Diretor tomou posse em Julho de 2009 e em 31/12/2010 ainda acumulava funções.
Pesquisem o nome do dito Diretor e consultem o seguinte link…
http://www.rebides.oces.mctes.
pt/rebides10/rebid_m2.asp?CodR =220&CodP=4074 Será que a IGEC sabe disto? Será que a LUSA sabe disto?
Com os melhores cumprimentos
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Fev 06 2013
… que encerra hoje o período de discussão pública.
Saiu a semana passada a proposta de portaria que vem regular os novos CNO’s, os CQEP que se encontra aberta a discussão pública até hoje!Lendo com atenção percebemos que de uma forma encoberta, esta proposta impede os professores de lecionarem toda a parte tecnológica dos cursos RVCC profissionais, dando preferência a formadores sem componente pedagógica.Eu e alguns docentes do Agrupamento do qual faço parte, elaboramos uma proposta de alteração que pedimos o favor de partilhar no seu blogue, se assim achar conveniente.Obrigada,Paula BarreiraP.S: em anexo a nossa proposta e a proposta do MEC
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO À PORTARIA QUE CRIA OS CENTROS PARA A QUALIFICAÇÃO E O ENSINO PROFISSIONAL E EXTINGUE OS CENTROS NOVAS OPORTUNIDADES.
Artigo 13.º
Formadores e professores
1. (…).
2. Compete aos formadores e professores referidos no número anterior e no âmbito das intervenções dos CQEP:
a) (…)
c) Exercer a função de avaliador, no âmbito do júri de certificação, designadamente nas provas de desempenho ou de demonstração de competências-chave, relativas às qualificações visadas pelos adultos que desenvolveram processos de RVCC acompanhados por outros formadores e/ou professores.
d) (…)
3. Os formadores ou professores devem reunir as seguintes condições, de acordo com a vertente do processo de RVCC em que participam:
a) (…)
b) Profissional:
b.1) habilitação para a docência em função da área de competências tecnológica em que intervêm, nos termos da legislação em vigor, e experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e na área de competência tecnológica visada;
b.2) habilitação para o exercício das funções de formador, nos termos da legislação em vigor, experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e domínio técnico e experiência na saída profissional visada.
Artigo 22.º
Certificação de competências
1. (…)
2. (…)
3. A matriz das provas, referidas no nº anterior, é elaborada pela equipa do CQEP e revista pela ANQEP, I.P. e deve identificar o objeto da avaliação, a tipologia, os critérios gerais de avaliação, duração, material e equipamentos necessários para a sua realização.
4. (…)
5. A elaboração da prova e ou dos instrumentos de registo a utilizar para a certificação das competências são da responsabilidade da equipa do CQEP.
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Fev 06 2013
Eu, Alberto Miranda, professor do grupo 240, estando no meu décimo nono ano como docente, neste ano letivo 2012/2013, fiquei pela primeira vez numa situação de horário zero no Agrupamento a que faço parte do quadro (Agrupamento situado no concelho de Vila Nova de Gaia).
Relativamente à situação de professor de DACL, passo a descrever duas situações de forte injustiça:
1º-Neste ano letivo (2012/2013) já é a terceira escola que estou a lecionar;
2º-Como professor do quadro de um Agrupamento a que pertence ao chamado “Grande Porto” sou automaticamente obrigado a concorrer na Bolsa de Recrutamento às escolas dos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar (acontece uma situação semelhante aos colegas da “Grande Lisboa”), mas por exemplo se eu fosse professor em DACL numa escola do concelho de Espinho só era obrigado a concorrer às escolas desse concelho. Portanto, estamos perante situação de desigualdade de tratamento entre colegas, isto é, corretamente todos os professores deveriam concorrer ao mesmo número de escolas ou concelhos na Bolsa de Recrutamento;
3º- Sendo um professor que está entre os primeiros na Bolsa de Recrutamento, no grupo 240, quando entro na dita Bolsa, sou imediatamente colocado numa escola, mas os colegas que se encontram nos últimos lugares da lista estão numa situação de maior “estabilidade”….Possivelmente haverá professores que ainda não foram colocados em nenhuma escola apesar de estarem com horário zero. Não deveria ser rotativo a colocação de professores? Pergunto se há alguma vantagem em ser colocado numa escola na Bolsa de Recrutamento (o tempo de serviço não conta de igual forma independentemente se está colocado na bolsa de Recrutamento ou não?).
Concluindo, sinto um enorme desgaste profissional com tudo o que se tem passado (e não relatei as situações vergonhosas que aconteceram comigo desde o inicio deste ano letivo) desde noites mal dormidas a uma ansiedade sobre o meu futuro profissional.
Alberto Miranda
6 de fevereiro de 2013
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Fev 05 2013
Sem retirados do grupo 100. Será que ninguém respondeu ao mail do Sr. Diretor Geral?
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Fev 05 2013
Agora que terminou a fase de preenchimento da candidatura segue-se a partir de amanhã a fase de validação das candidaturas pelas escolas. Esta fase irá decorrer nos próximos cinco dias úteis e termina às 18 horas do 12 de Fevereiro.
Algo que me perguntaram várias vezes mas que sempre me reservei a responder (pelo menos publicamente aqui no blog) enquanto durou a fase da candidatura era quais as consequências por concorrer a todo o país e depois não poderem aceitar uma colocação longe de casa.
Diz o nº 3, do artigo 6º do Decreto Lei 7/2013 que a não aceitação da colocação obtida na lista definitiva, determina a aplicação da alínea a) do artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.
A alínea a) do artigo 18º diz apenas que a não aceitação da colocação implica a anulação da colocação obtida. Não faz qualquer referência a mais nada.
Porque não existe recuperação de vagas neste concurso quem concorreu para depois não aceitar a colocação está apenas a retirar a possibilidade de outro candidato ficar colocado com vinculo.
Por esta razão não abordei esta questão enquanto decorreu a fase da candidatura.
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Fev 05 2013
… que encontrei no blog do Assistente Técnico.
Este estudo que faz uma análise comparada dos 27 Estados-membros da UE sobre o modelo de organização e duração do tempo de trabalho na administração pública e foi publicado no site da DGAEP (Direção Geral da Administração e do Emprego Público) no dia 31 de Janeiro deste ano.
Será mais um estudo sob encomenda para justificar o aumento do horário de trabalho?
Ficam aqui apenas as imagens com os quadros e o link para o referido estudo que se encontra sobre a primeira imagem.
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Fev 05 2013
A Direcção-Geral da Administração Escolar, responsável pelos concursos de professores, deu indicações erradas quanto à contagem do tempo de serviço dos docentes.
O alerta surgiu em blogues de professores, que dão conta de que todos os 167 horários que estiveram a concurso entre o dia 31 de Janeiro e 3 de Fevereiro desapareceram das listagens publicadas na segunda-feira.
Estes horários deverão ser postos de novo a concurso já com a alteração no que respeita ao tempo de serviço determinada pela nota da DGAE de 31 de Janeiro, o que poderá implicar a exclusão de vários dos docentes que já tinham concorrido àqueles lugares.
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