Dezembro 2010 archive

Os pareceres do CNE

 

Trazem alguma esperança, especialmente na época natalícia…

Parecer sobre a Reorganização Curricular do Ensino Básico

Parecer sobre a Reorganização Curricular do Ensino Secundário

… mas desde há muito tempo que o Ministério da Educação está a ser chefiado por Teixeira dos Santos.

E por fim o Parecer sobre as Metas da Aprendizagem.

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Encontro Nacional APEVT

Já está marcado o Encontro Nacional APEVT. É já dia 15 de Janeiro de 2011, em Aveiro. Contamos com a forte presença de todos os colegas de EVT. A participação é gratuita mas a inscrição obrigatória. Para se inscreverem, carreguem AQUI.

O Programa será divulgado brevemente mas contamos com a participação dos professores de EVT, de alguns especialistas nesta área científica e educativa, dos Sindicatos, dos diversos Grupos Parlamentares, das Escolas Superiores de Educação e outras pessoas e entidades.

Carregue no Cartaz  para o descarregar em formato PDF e o possa divulgar

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Vem ai…

…  “O novo ciclo da Iniciativa Novas Oportunidades: 2011-2015

Aqui

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O chumbo do CNE à eliminação do par-pedagógico de EVT

O conselho chumbou também a proposta de suprimir um dos dois professores da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, considerando que a medida pode até pôr em causa a segurança dos alunos, uma vez que necessitam de vigilância permanente quando estão a usar utensílios, ferramentas e materiais diversos. Em conclusão, os membros do CNE alertam o governo que as políticas de educação não devem ser consequência de restrições orçamentais, sobretudo após os resultados dos alunos portugueses no PISA 2009: “Um desinvestimento, nesta fase, poderá significar, a prazo, um retrocesso”, pode ler-se no parecer ontem divulgado.

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O Parecer do CNE anda por ai

O Conselho Nacional de Educação (CNE) manifesta-se «contra as alterações pontuais» que o Governo pretende introduzir na organização curricular do ensino básico, criticando medidas em «sequência directa de restrições orçamentais». 

«As medidas de alteração do decreto-lei nº6/2001, de 18 de Janeiro, não deveriam ser uma sequência directa de restrições orçamentais, já que o investimento em Educação torna-se prioritário, sobretudo quando é reconhecida a melhoria dos resultados escolares», afirma o CNE, num parecer a que a agência Lusa teve acesso.

E acrescenta: «Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas».

O Conselho Nacional de Educação (CNE) defende a manutenção da Área de Projeto no 12.º ano de escolaridade e considera insuficiente um tempo de 45 minutos para a Formação Cívica no ensino secundário.Num parecer sobre uma proposta do Governo de reorganização curricular do ensino secundário, este órgão defende que «deve ser mantida» a Área de Projeto no 12.º ano dos Cursos Científico-Humanísticos, recomendando um investimento «na divulgação de experiências positivas e na formação de professores». 

«Avançar com medidas nessa ótica economicista, sem atender às exigências atuais da formasção dos jovens, terá consequências muito negativas para a Educação em Portugal», lê-se no documento. 

Conselho Nacional de Educação critica alterações curriculares determinadas por “restrições orçamentais”

Quanto à redução de dois para um do número de professores a lecionar Educação Visual e Tecnológica, o Conselho Nacional de Educação defende a reformulação do programa, já que com apenas um docente há a possibilidade de incumprimento do mesmo, temendo ainda que as aulas teóricas predominem sobre as práticas.

O que quer o CNE? Quer voltar ao tempo em que existia a disciplina de Educação Visual e de Trabalhos Manuais? será que também pretende voltar ao tempo que existiam áreas de trabalho diferenciadas para as meninas e para os meninos?

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Chamaram a isto…

…”Iniciativa para a Competitividade e o Emprego” 

c) Tornar mais eficaz a legislação relativa à redução temporária dos períodos normais de trabalho e à suspensão dos contratos de trabalho em situação de crise empresarial, como alternativa às cessações de contratos de trabalho, através das seguintes medidas:

i) Agilizar o regime legal de redução ou suspensão do contrato de trabalho em situação de crise empresarial, de forma a evitar o recurso aos procedimentos tendentes à cessação dos contratos de trabalho;

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Salários de funcionários públicos podem estar em risco

Os funcionários públicos estão a poucos dias de receber o ordenado, mas alguns podem estar parcialmente comprometidos. Como são os casos dos professores, magistrados e das forças de segurança.

 

Mais valia que de uma vez por todas se terminasse com esta palhaçada.

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Em época de consoada geralmente o CG reúne-se

E convém saber que a interpretação da DGRHE, sobre as faltas dos docentes às reuniões do Conselho Geral, é de uma atrocidade incrível, para não variar.

A IGE tem um entendimento claro sobre o assunto e não deixa qualquer dúvidas sobre o conceito de faltas dos docentes no Concelho Geral.

E se alguém se lembrar de colocar no regimento do Conselho Geral uma situação específica para  faltas dos docentes, lembrem-se que terão de colocar procedimento idêntico para todos os restantes membros do Conselho Geral.

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Os 6 anos de permanência no índice 299

São inclusivé para os docentes que estão posicionados no índice 245, independentemente da categoria, há mais de 5 e menos de 6 anos.

O comentário do manuel neste post serve para esclarecer quem ainda não entendeu que quem está no índice 245 nas condições atrás referidas terá de permanecer 6 anos no índice 299.

O Decreto-Lei 75/2010 no artigo 9º das Disposições transitórias diz:
2 — Os docentes que, à data de entrada em vigor do presente decreto-lei, estejam, independentemente da categoria, posicionados no índice 299, incluindo os reposicionados no índice por efeito da alínea c) do n.º 2 do artigo 7.º e do n.º 1 do artigo 8.º, progridem ao índice 340, para além do cumprimento do requisito previsto na alínea c) do n.º 2 do artigo 37.º do Estatuto da Carreira Docente para o tempo de permanência no escalão, de acordo com as seguintes regras:
a) Possuam seis anos de tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira prestados no índice;
b) Tenham obtido na avaliação do desempenho:

Quem são os docentes da alínea c) do nº 2 do artigo 7º?
c) Os docentes que, à data de entrada em vigor do presente decreto-lei, estejam, independentemente da categoria, posicionados no índice 245 há pelo menos seis anos para efeitos de progressão na carreira, transitam para a categoria de professor da nova estrutura da carreira reposicionados no índice 299, desde que cumulativamente:
i) Tenham obtido no ciclo de avaliação do desempenho de 2007 -2009 no mínimo a menção qualitativa de Bom;
ii) Tenham obtido na última avaliação do desempenho efectuada nos termos do Decreto Regulamentar n.º 11/98, de 15 de Maio, classificação igual ou superior a Satisfaz.
E quem são os docentes do nº 1 do artigo 8º?
1 — Os docentes que, à data de entrada em vigor do presente decreto-lei, estejam, independentemente da categoria, posicionados no índice 245 há mais de cinco anos e menos de seis para efeitos de progressão na carreira, são reposicionados no índice 299 de acordo com as seguintes regras cumulativas:
a) No momento em que perfizerem seis anos de tempo de serviço no índice para efeitos de progressão na carreira;
b) Tenham obtido no ciclo de avaliação do desempenho de 2007 -2009 no mínimo a menção qualitativa de Bom;
c) Tenham obtido na última avaliação do desempenho efectuada nos termos do Decreto Regulamentar n.º 11/98, de 15 de Maio, classificação igual ou superior a Satisfaz.

Assim, todos estes docentes têm de cumprir 6 anos no índice 299 para subirem ao 340.

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Actualização do documento da DREN

Via blog Adduo.

Versão do documento da DREN de 17 de Dezembro.

No mesmo blog está este tópico que ainda não me dei ao trabalho de explorar, “as Reprogressões“. Conheço largas situações descritas neste tópico do Adduo. Sei que foram feitas interpretações “espirituais” por José Maria Azevedo e Mário Pereira na reunião de Guimarães. Podem-se gabar de ser os pais deste ECD, mas no que respeita à interpretação legal do ECD que criaram deixam muito a desejar.

Até acho que este é um caso de polícia.

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3º Comunicado da APEVT

…sobre as audiências com os Grupos Parlamentares do PSD, PCP, BE e PEV.

Tal como foi informado pela APEVT no seu sítio da Internet em www.apevt.pt, durante o dia 15 de Dezembro de 2010, os seus representantes foram recebidos na Assembleia da República pelos seguintes Grupos Parlamentares:

– 12:00 horas – Grupo Parlamentar do PSD (pelo Sr. Deputado João Prata);

– 14:00 horas – Grupo Parlamentar do PCP (pela Sr.ª Deputada Rita Rato);

– 16:00 horas – Grupo Parlamentar do BE (pela Dr.ª Margarida Santos, Assessora da Sr.ª Deputada Ana Drago);

– 16:45 horas – Grupo Parlamentar do PEV (pelo Dr. Joaquim Correia, Assessor do Grupo Parlamentar PEV).

Desde já aviso que os senhores do PS não vos vão receber e de certeza que o CDS agendará para outo dia.

Boa iniciativa.

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Jantar de Natal

…junto com os colegas da escola.

Uma das coisa boas que ainda se vai tendo, não sei até quando os venturas deste pais o vão permitir.

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Desabafo de uma Professora de EVT

De manha, por acaso acedi ao blog e li as mensagens do colega SEVEN alertando para o facto de os docentes de EVT estarem algo “sós” na luta pela permanência dos pares pedagógicos. Concordo com ele pois a realidade é que temos colegas que consideram isso um “privilégio” e mostram desconhecer a essência e a importância da disciplina e as particularidades do seu funcionamento. Talvez seja altura de lhes mostrar o que é uma aula de EVT. Deixei um comentário na caixa de conversa e aqui estou a comunicar a minha ideia ao dono do blog.
A minha ideia pode desenvolver-se em dois passos:
1 – Podemos começar por “convidar” os colegas a assistir a uma aula. Este convite poder ser directo, indirecto ou indirectíssimo.
Convite directo aos receptivos.
Indirecto – pedir colaboração numa actividade qualquer, numa daquelas coisas muita giras da articulação, interdisciplinaridade e afins. Mas em vez de explicarmos na sala de professores convidamos o colega para a nossa aula, (só um bocadinho, é num instante, e assim já vês o que eles já estão a fazer…) e fazemos render o peixe (deixa-nos só pô-los a trabalhar….)
Indirectíssimo – pedir por exemplo ao dt da turma para passar pela nossa sala para ver o trabalho de um aluno, entregar um impresso qualquer, tomar conhecimento de uma situação, etc…. mas tem de ser naquelas aulas em que as mãos e os olhos não chegam para tudo e que “não dava mesmo jeito nenhum sermos nós a sair”.
2 – Corrigir um erro que se comete muito frequentemente: um docente de EVT falta e não há lugar a substituição. Na maior parte das vezes até somos nós que dizemos “não vale a pena”. Claro que vale a pena. Mais que isso é um direito nosso e um dever da escola.
E é muito fácil meter um 102 por 2 tempos, mesmo na hora em que nos sentimos mal dispostos e o colega que está em substituições é um daqueles que precisa de descobrir o que é EVT. E se faltarem os dois e deixarem plano de aula?
 
Posso estar a delirar e errada, mas vou começar a agir assim sempre que considerar necessário e benéfico para a nossa luta.
Outra parte da luta pela dignificação da disciplina já a travei à alguns anos atrás. Vou “dar” as negativas que os alunos efectivamente merecem em cada uma das turmas e já ninguém me vai perguntar porquê, nem vão criticar, nem pedir para subir. E já agora: na minha escola já ninguém pede aos de EVT para fazer “decorações”. Perguntam “atempadamente” se é possível adequar o desenvolvimento das competências e a implementação do programa de modo a colaborarmos na realização de algumas actividades. Custou e arranjei algumas “inimizades” (mesmo dentro da área) mas ganhamos em “respeito”.
 
Resolvi escrever este email pois fiquei sem saber em que post deveria colocar este missal e como missal ocuparia toda a caixa de conversa. Não sei que utilidade poderá ter. Se considerares que tem alguma, podemos combinar formas de lhe dar uso. Pelo menos já serviu de desabafo com alguém que atendendo ao blog tem capacidade de entender.
Desculpa novamente o atrevimento

ProfEVT

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La Informacion B09010877C

…a que se refere por várias vezes a interpretação da DREN sobre progressão é a que a seguir se publica.

informação B09010877c

Resumidamente é um documento com 3 pontos principais:

  1. Que os docentes que não efectuaram formação antes da entrada em vigor do ECD possam ser dispensados da entrega da declaração prevista no Despacho 16794/2005, de 3 de Agosto, para efeitos de progressão na carreira;
  2. Para o período de 2007/2009, seja apenas exigida a mesma formação contínua apresentada na respectiva Avaliação de Desempenho, de acordo com o artº 6º do Decreto-Regulamentar nº 1-A/2009, de 5 de Janeiro;
  3. Se garanta que a avaliação de desempenho do ciclo avaliativo de 2007/2009 com a atribuição mínima de Bom, é condição necessária em situação de progressão na carreira.

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