… podem ser lidas neste texto de Isabel Vilhena no Correio do Minho.
É com muita apreensão e incoformismo que os professores de educação física estão a encarar estas novas medidas implementadas pelo Ministério da Educação. Este é o sentimento comum dos professores de Braga que, ontem, comemoraram os 31 anos da Associação de Profissionais de Educação Física de Braga, numa cerimónia singela na Escola Secundária Alberto Sampaio.
Preocupações que foram transmitidas ao Ministro da Educação pela Associação de Profissionais de Educação Física e que, até ao momento, continuam sem resposta.
João Lourenço, presidente do Conselho Nacional das Associações de Profissionais de Educação Física, liderou este encontro com a tutela que afirma que foi inconclusivo.
Em cima da mesa estiveram as quatro grandes preocupações desta classe docente: a redução da carga horária no secundário; a aglutinação da educação física no 3º ciclo numa área que se denomina de ‘expressões e tecnologias’; as metas curriculares até 2018 não mencionam a educação física; a questão da avaliação da educação física que deixou de contar para a média de acesso ao ensino superior e para média final do ensino secundário, e por fim, nos exames de equivalência à frequência para alunos auto-propostos não há obrigatoriedade de fazer exame a educação física.
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A pedido de algumas pessoas deixo aqui o quadro com a comparação dos docentes que em 1 de Agosto de 2012 apareceram com ausência da componente letiva nas listas provisórias do ano passo com o número de vagas negativas do concurso Interno/Externo Extraordinário.
Apesar da grandeza dos números não serem muito diferentes, em DACL no dia 1 de Agosto de 2012 havia 14833 docentes e as vagas negativas são 12003, o que representa uma diferença de 2830 horários, não existe uma relação muito próxima entre o número de horários zero de 1 de Agosto de 2012 e o número de vagas negativas nos diferentes grupos de recrutamento.
Na última coluna verifica-se que existem grandes diferenças nos números e os que se aproximam mais do zero são os que podem ter alguma correlação entre a comparação destes dois dados.

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Finalmente apresento o quadro geral com o resultado dos posts anteriores.
Existem demasiadas coincidências nos números totais.
Como já tinha dito o número de vagas positivas abertas no concurso interno/externo é quase semelhante ao do concurso externo extraordinário no número e na distribuição por zonas e por grupos de recrutamento.
Existe uma outra coincidência que é a semelhança entre o saldo de vagas neste concurso (11385) com os dados que possuo sobre o número de docentes em QZP (11388).
Tendo em conta o reduzido número de vagas positivas que serão todas absorvidas pelos docentes mais graduados na mudança de escola (possivelmente a serem ocupadas por docentes que vão concorrer na 1ª prioridade por força da perda da componente letiva por força da extinção ou agregação do agrupamento) será muito difícil que algum docente de QZP mude para Quadro de Agrupamento.
Assim, em 2013/2014 e nos 3 anos seguintes, os docentes de QZP, por força do alargamento das zonas pedagógicas serão os que vão andar a tapar os buracos das necessidades não permanentes das escolas. Quem perde também são os contratados que com estas alterações muito dificilmente conseguirão colocações como até aqui.
Perante este panorama praticamente não vale a pena fazer mais análises sobre este concurso porque a única forma de mobilidade que pode existir é a troca entre docentes dos quadros de agrupamento.
Como já disse por várias vezes, a única forma de estabilizar os docentes em Quadro de Agrupamento é promover um concurso unicamente de cariz interno, com todas as vagas positivas libertadas pelo MEC.
Enquanto isso não se fizer os concursos serão sempre uma brincadeira.
Fica o quadro para memória futura.

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Por fim o último quadro, com a zona 10.
O próximo quadro será a soma das 10 zonas.

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Mais uma zona onde o número de vagas abertas corresponde às do concurso externo extraordinário.

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Não foram apenas os directores a afirmar que “algo de estranho” se passa com este concurso. O autor do blog Dear Lindo, Arlindo Ferreira, juntou este sábado vários gráficos com tratamento de dados que indicam que o número e a localização de vagas agora abertas coincidem “quase a cem por cento, no que respeita aos grupos de recrutamento e às zonas, com as que abriram para concurso extraordinário em Janeiro, ou seja, antes de os directores das escolas fazerem a tal manifestação de necessidades. “Aparentemente, a decisão estava tomada antes de a pergunta ser feita, ou seja, a decisão foi política”, comentou Arlindo Ferreira, em declarações ao PÚBLICO.
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… onde só varia uma vaga, respeitante ao grupo de Educação Moral e Religiosa Católica.

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Mais uma zona em que as vagas coincidem a 100% com as do concurso externo extraordinário.

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… que começam a provar o que disse no último post.
A totalidade das vagas positivas nesta Zona coincidem com o número de vagas abertas no concurso externo extraordinário que abriu sem que tivessem sido pedidas vagas às escolas.

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E o post seguinte vai começar a prová-lo.
Tendo em conta que a portaria de vagas do concurso externo extraordinário surgiram muito antes das escolas declararem as suas necessidades para 2013/2014 é demasiado comprometedor para o MEC que as vagas que surgiram ontem sejam praticamente iguais às do concurso externo extraordinário.
Se a Zona 1 teve uma pequena diferença relativamente às vagas do concurso externo extraordinário, a Zona 2 é exatamente igual em todos os grupos.
Acontece que na Zona 3 também verifiquei que a totalidade das vagas positivas são iguais às do concurso externo extraordinário.
E se as escolas declararam em Fevereiro as suas necessidades e as vagas da portaria do concurso externo extraordinário surgiram em Janeiro, só é possível ter havido manipulação da DGAE para que as vagas de ontem tenham tal semelhança com as de Janeiro.
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A explicação do quadro encontra-se no post anterior.
Curiosamente na Zona 2 abriram exatamente o mesmo número de vagas neste concurso como no concurso externo extraordinário em todos os grupos de recrutamento.

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Recupero os números dos docentes em QZP actuais do QZP1 que acrescem os colocados no concurso externo extraordinário. Neste quadro já acrescentei as vagas positivas, negativas e o saldo das vagas conhecidas ontem.
No quadro estão os docentes que em 31 de Agosto se encontravam em “horário zero” por tipo de candidato mais os colocados por contratação inicial e renovação e contratação de escola até 14 de Setembro de 2012.
Reparem nos números identificados a amarelo que são a coincidência no número de vagas que abriram no concurso externo extraordinário e as vagas positivas do concurso interno.
Podem a partir daqui fazer as vossas análises, mas neste QZP ainda existem mais vagas negativas do que docentes em QZP por colocar em quadro de agrupamento.

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Segundo Nuno Crato, são as “oportunidades” de colocação que se dão pelo alargamento dos QZP.
Depois comparo com os atuais docentes em QZP.

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… que são um óasis no meio de tantos agrupamentos com vagas negativas e mesmo assim têm um saldo médio de apenas 8 vagas positivas.

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é um autêntico absurdo e devia meter em calaboiço as antigas ou as actuais direções.

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… de Darque, de Foz do Neiva, do Atlântico e de Monserrate, todas em Viana do Castelo?
Se calhar até existem mais ausências.
Agradecia que as colocassem na caixa de comentários.
Porque oficialmente as agregações dessas escolas não existem e por conseguinte só pode ser erro da DGAE.
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com a soma das vagas negativas, positivas e o saldo.
Em arranjo
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Salvo raras exceções, nenhum docente dos quadros de zona pedagógica terá “oportunidade” de conseguir lugar em quadro de agrupamento. Fica para amanhã esta análise.
Feitas as contas às necessidades declaradas pelas cerca de 900 unidades orgânicas actualmente existentes, o retrato é este: foram apontadas 12.008 vagas negativas, ou seja, lugares do quadro que actualmente estão ocupados mas que não serão substituídos no caso de estes professores se reformarem ou forem destacados para outras funções.
Quanto às chamadas vagas positivas, aquelas que as escolas dizem estar em falta, serão apenas 618. Há quatro anos foram 20.896. Estas vagas são as disponíveis tanto para os professores de carreira como para os contratados, o que significa que as probabilidades de mais entradas no quadro através deste concurso são quase nulas.
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12003 vagas negativas
618 positivas
Saldo: 11385 negativas

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A Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos promove uma conferência de imprensa no próximo dia 22 de abril, às 11h30, na biblioteca da Escola Profissional de São Martinho – Dr. Francisco Fernandes.
A ideia é divulgar a apresentação do Concurso Extraordinário de Professores e o resultado de negociação com os sindicatos.
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E para que o concurso se inicie no próximo dia 22 será necessário que essa publicação fosse efetuada hoje.
Veremos se de tarde no(s) suplemento(s) sairá.
Segundo informações transmitidas nas reuniões com as escolas desta vez não haverá período fixo para as validações e elas serão feitas à medida que os candidatos submeterem as candidaturas.
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O Ministério da Educação e Ciência foi condenado a aceitar as candidaturas dos docentes associados do Sindicato dos Professores da Madeira ao concurso extraordinário de vinculação, na sequência da providência cautelar interposta no Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal.
A decisão do tribunal, tornada hoje pública, declara ainda ilegal, por violação de dois artigos da Constituição (princípio da igualdade e acesso à função pública) e um do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma da Madeira (mobilidade profissional e territorial), de um normativo que consta do aviso de abertura do concurso.
Neste caso, os efeitos são circunscritos aos docentes associados do Sindicato dos Professores da Madeira que “exerçam ou tenham exercido funções docentes, ao abrigo de um vínculo contratual, na modalidade de contrato de trabalho a termo resolutivo, nos estabelecimentos públicos de educação e de ensino” da região.
O Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal reconhece aos docentes em causa, lesados pela aplicação da norma declarada ilegal, a titularidade do direito à candidatura ao concurso e à admissão ao mesmo.
Por isso, condena o Ministério de Nuno Crato a repor a legalidade, reabrindo o prazo para apresentação das candidaturas e a admitir os interessados a concurso.
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A partir de amanhã, tal como em 2009, vou começar a trabalhar nos quadros com as vagas positivas e negativas que forem conhecidas com a publicação do aviso de abertura.
Durante o fim de semana conto ter os dados todos analisados para permitirem fazer as melhores opções nos concursos que devem começar dia 22.
Em 2009 já previ quais os grupos que poderiam entrar novos contratados em lugar de quadro e acertei nessa análise em todos os grupos.
Como desde 2009 fui construindo uma boa base de dados dos concursos, conto agora apurar essa análise com melhores informações e novos quadros.
Apesar de durante o fim-de-semana ter comigo apenas um mini portátil e uma ligação à internet móvel, vou procurar fazer todas as análises que sirvam para apoio ao concurso.
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Jornal de Notícias (18-04-2013)
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No Diário de Notícias (18-04-2013)
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Em termos uma Assembleia da República a duplicar recomendações que vão todas no mesmo sentido.
Será que as recomendações só são acatadas em função do número de resoluções aprovadas?

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Que se cinge apenas a estas linhas de orientação para alteração ao Decreto Normativo nº 13-A/2012, de 5 de Junho.

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Quando a esmola é grande o pobre desconfia.
3 semanas de interrupção no Natal?

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O Ministério da Educação e Ciência (MEC) manifestou-se nesta quarta-feira disponível para reforçar, no próximo ano letivo, o número de horas sem aulas dos professores com responsabilidades de direção nas escolas e anunciou alterações ao despacho do calendário escolar.
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… quando já toda a gente usa mail.
É a carta de Seguro à Troika, do Passos à Troika e do Passos ao Seguro.
Ainda se fosse com rícino….
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Para além das aulas, há “um conjunto de atividades fundamentais nas escolas que precisam de professores; atirar estes profissionais para outros ministérios é uma irresponsabilidade”, realçou Mário Nogueira, à saída da reunião realizada esta tarde no MEC.
Aguardado por vários jornalistas no Palácio das Laranjeiras, o Secretário Geral da FENPROF afirmou que os representantes do MEC ficaram pelo “vazio” e pela “contradição” , limitando-se a “auscultar” a posição sindical. Face à pergunta “o que se pode fazer aos 631 professores que não têm atividade letiva”, naturalmente a resposta sindical só pode ser : “é preciso dar-lhes atividade letiva”, pois as escolas bem necessitam do valioso trabalho desses profissionais.
O dirigente sindical interrogaria ainda: “Como é possível falar da dispensa de professores quando ficaram sem trabalho 79 por cento dos contratados e quando milhares de docentes se têm aposentado?”
“Os professores fazem falta nas escolas”, destacou Mário Nogueira, acompanhado nesta deslocação às Laranjeiras por António Avelãs (SPGL), José Manuel Costa (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Joaquim Páscoa e Ana Simões (SPZS) e António Lucas (SPRA).
Em oposição a uma política que insiste no desinvestimento em Educação e que continua a apostar em alterações que empobrecem o currículo e na criação de mais “mega-agrupamentos”, a par do o incomportável agravamento dos horários de trabalho e do aumento do número de alunos por turma, a FENPROF exige uma escola humanizada, preparada para responder aos desafios do presente e do futuro.
“Se o MEC optar por uma escola assim, numa escola pública, democrática e de qualidade, tem que recrutar mais professores”, observou o dirigente sindical.
Infelizmente, as opções do Governo parecem ser outras: “vamos ver o que vem na lista de encomendas que a troika fará chegar ao MEC…”
A delegação da FENPROF reiterou a necessidade de elaboração de lista de atividades docentes que correspondem a funções letivas e defendeu a correção de todas as graves distorções impostas, no ano passado, à organização das escolas e aos horários dos docentes.
A luta e o Congresso
Questionado pelos jornalistas sobre “a resposta” dos professores face às ameaças que pairam sobre a educação e a profissão docente, ampliadas com o regresso da troika ao nosso país, Mário Nogueira recordou que, ao longo da passada semana, os professores, em todo o país, pronunciaram-se, através de questionário, sobre as principais preocupações que têm em relação ao futuro da Educação e também da sua profissão, sendo ainda chamados a pronunciarem-se sobre as formas de luta que consideram mais adequadas e com as quais se comprometem para protestarem contra a política do governo e exigirem outra política.
Os milhares de questionários respondidos, salientou mais adiante, irão ser agora analisados, permitindo à FENPROF, no seu 11.º Congresso, que se realiza nos dias 3 e 4 de maio, em Lisboa, elaborar o plano de ação e luta que, a ser aprovado, será levado por diante no futuro próximo./ JPO
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Como detetei algumas falhas no mapa apresentado aqui, retifiquei-o e volto de novo a postar.
As alterações que efetuei neste novo mapa são as seguintes:
Coloquei o Concelho da Maia (1306) e Matosinhos (1308) identificados no mapa.
Coloquei o Concelho de Alfândega da Fé (0401) identificado no mapa.
Coloquei o Concelho de Santa Maria da Feira corretamente (0109)
Alterei o código da legenda onde dizia 1410 – Abrantes, para 1401 – Abrantes.
Alterei o nome do concelho de código 0210 de Mora para Moura.
Porque não tenho o mail do Paulo Silva tomei a iniciativa de fazer estas alterações mantendo os créditos do autor com a identificação da correção feita por mim.

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clicar na imagem
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É assim justificável manter as contratações de escola?


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… ter despesas para estes passeios?
Representantes do Ministério da Educação e Ciência e diretores de escolas públicas com uma forte vertente ao nível do ensino profissional iniciam amanhã uma visita de três dias à Alemanha para conhecer melhor o sistema de formação dual germânico. A visita, que se realiza a convite do Instituto Goethe, foi organizada na continuidade do Memorando de Entendimento assinado entre Portugal e Alemanha em novembro do ano passado, no qual os dois países comprometeram-se a reforçar a cooperação nesta área.
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