Uma Pequena Boa Notícia

Ministério promete mais horas sem aulas para direcções das escolas

 

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) manifestou-se nesta quarta-feira disponível para reforçar, no próximo ano letivo, o número de horas sem aulas dos professores com responsabilidades de direção nas escolas e anunciou alterações ao despacho do calendário escolar.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/04/uma-pequena-boa-noticia/

17 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • palladium on 18 de Abril de 2013 at 9:21
    • Responder

    Como vai ser isso?
    Então os Diretores não estão em regime de excluisividade, sem qualquer componente letiva, com horário zero?
    Será que vão ficar com horas negativas e, assim, ainda vão receber uns extras por isso? 🙂
    Apenas se antevê a possibilidade de colocar os subs e adjuntos também em regime de exclusividade… com o respetivo horário zero, sem qualquer componente letiva, pois custa a creditar que as estruturas intermédias, tipo coordenadores, fiquem com redução de horário… o que até nem era mau de todo! 😉

    • João Pestana on 18 de Abril de 2013 at 9:27
    • Responder

    Bons dias.
    Acontece que as direções vão ficar sem suplemento remuneratório…
    Assim… ficam mais horas para gerir as escolas mas sem o dinheirinho a mais que recebiam….
    Acho que será isso que vai acontecer… resta saber quantos diretores ficarão com vontade de ser diretores e quantos adjuntos e vices, ou seja o que forem as designações, quererão ficar depois desta novidade que sairá hoje.

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 18 de Abril de 2013 at 10:13
    • Responder

    Continuamos a assistir a palhaçadas constantemente. Tirar horas lectivas a quem já não as tem, é o mesmo que tirar a quinta pata a um gato. Quanto aos adjuntos, trabalharem menos horas lectivas, depende do número dos mesmos que cada unidade orgânica tiver. Se forem mais que três, acho uma aberração, se forem um ou dois, não me parece uma medida muito despediste, ficando eles sem suplemento remuneratório, pois estão a fazer um trabalho como um qualquer outro Professor que não tem qualquer suplemento faça ele o que fizer em cargos inerentes à sua condição profissional.

      • joão pestana on 18 de Abril de 2013 at 10:42
      • Responder

      Bons dias.
      Não vão ser os assessores que ficam sem suplemento, esses nunca os tiveram… São mesmo os diretores e adjuntos meus amigos.
      Ficam sem aulas mas sem suplementos.

        • Maria on 18 de Abril de 2013 at 13:15
        • Responder

        daí a boa notícia… 😉

    • Primeiro Ministro on 18 de Abril de 2013 at 10:21
    • Responder

    Não vejo aonde é que seja uma boa notícia.
    Sabemos que mais horas para cargos de direção leva a mais horas disponíveis para outros professores, mas a verdade que seja dita, muitos assessores e subdiretores nada fazem e como tal mais tempo terão para serem autoritários e ficarem cada vez mais egoístas e menos solidários com os professores que lidam com os alunos e que têm 8 ou 9 turmas e com horários que nem o Diabo lembraria.
    E os cargos de diretor de turma, coordenador de cursos profissionais e coordenadores de departamento? Esses na componente letiva.
    Conclusão: Continuam a dar mais horas para quem pouco faz e os outros continuam a ter mais turmas e acumuladas com cargos. INJUSTO.


  1. 1. Os diretores, por norma, têm redução total – efeito zero
    2. Mesmo que aumente ligeiramente a redução para os restantes membros da direção e coordenadores de estabelecimento, grande parte desses elementos já utiliza o artigo 79 para reforçar as reduções existentes. Logo, efeito praticamente nulo.
    3. Moral da história. apenas se pretende produzir um efeito semalhante ao produzido pela carta ao seguro: parecer que é…, iludir, dar a ideia, mantendo tudo na mesma.

    • jonas silva on 18 de Abril de 2013 at 13:32
    • Responder

    Boas tardes.
    Os diretores e assessores e vices poderão necessariamente perder o suplemento remuneratório. Isso implicará menos gastos.
    Se dotarem as escolas de horas reais equiparadas a letivas como deve ser para cargos importantíssimos como sejam as direções de turma e cargos intermédios de coordenação não vejo qualquer mal.
    Por outro lado, até achava positivo que os diretores dessem aulas, nem que fosse uma aula… mas que tivessem de dar mesmo, não mandar interposta pessoa dar-lha… alguns dos vícios criados, do autoritarismo e idiotoce desapareceria por certo.

      • Shue on 18 de Abril de 2013 at 14:15
      • Responder

      Não concordo com o último parágrafo.
      Há gente que nasceu idiota e morrerá estúpida.

      Infelizmente, há quem se acoberte de uma direção para “fugir” às “feras”.

        • João Pestana on 18 de Abril de 2013 at 17:04
        • Responder

        Então creio que concorda que é verdade o último parágrafo…
        Se quer saber mais…
        Os diretores e vices deveriam ser obrigados a assistir a uma percentagem das reuniões por eles estipuladas para as áreas sobre a sua tutela…
        Creio que parte da burocracia acabaria de certeza…

          • Shue on 18 de Abril de 2013 at 19:50

          O que não concordo é que sirva de emenda.
          Não coloco em questão se é verdade…

        • Maria on 18 de Abril de 2013 at 19:24
        • Responder

        Fogem eles mas não têm qualquer problema em atirar os outros aos leões. Mas toca a todos, a vez deles também chegará.


  2. Está tudo contra os diretores e adjuntos, não sei porquê…eu não queria o trabalho deles nem pelo dobro do que estão a receber…aturar professores , funcionários e alunos , mas principalmente professores que reclamam por tudo e por nada.
    Tenho o meu horário , cumpro , não preciso do diretor para nada..
    Vejo aqui nos comentários uma ponta de inveja que é carateristica nos professores

      • jonas silva on 19 de Abril de 2013 at 11:17
      • Responder

      Bom dia.
      Não se trata de todo de inveja.
      Trata-se de ser alguém que dá aulas e que está cansado de projetos de e da treta.
      Assim como dirigentes a todos os níveis sem nível e crendo ser superiores a tudo e a todos.
      A escola deve ser uma escola para os alunos.
      O que começo a ver são escolas ao serviço da política e delas serviçais.
      Os diretores, são hoje, os mesmos de há muitos e variados anos.
      Tal como nos casos de Presidentes de Camara… os diretores apenas deveriam ser elegíveis por um número bem reduzido de anos, regressando depois às atividades letivas.
      Conheço vários casos de diretores, ex presidentes do CD, ex presidentes do CE que não sabem o que é leccionar faz mais de 25 anos.
      Os alunos de hoje são bem diferentes dos de há 25 anos… e bem diferentes dos de há 10 ou 5.
      Inveja?
      Não!
      Fartinho de petulância?
      Isso sim!

      • josé on 19 de Abril de 2013 at 12:33
      • Responder

      Concordo com o Om
      Após vários anos na direção estou muito mais satisfeita com a lecionação de turmas do que com o anterior cargo.
      Alguém pensará que os diretores e … podem decidir por mote próprio ou mesmo tendo em consideração o que pensam ou acham correto? A autonomia não chega a tanto!

    • maria on 19 de Abril de 2013 at 13:10
    • Responder

    Pois é José. Sabemos que continua director…

    • Enganado on 20 de Abril de 2013 at 11:36
    • Responder

    Há alguma verdade em todos os comentários. Há diretores autoritários que se julgam investidos por direito divino, outros que aceitam sê-lo só para não darem aulas (fariam qualquer coisa para fugir “às feras”), professsoress que gostariam de estar nas direções para darem largas à sua própria arrogância mas que não conseguem lá chegar… Alguns que lá estiveram e tiveram de ser empurrados para saírem e poucos, muito pouco que passaram por lá e saíram pelo seu pé para darem lugar a outros. Eu estive, não gostei e saí. Quiseram fazer disto uma carreira mas a carreira é de professor. Se houvesse limitação de mandatos (1 mandato) talvez os diretores não se julgassem tão inatingíveis, talvez mais gente passasse pela experiência e verificasse as dificuldades da função e não se produzissem afirmações alarves que, sendo certas em algumas situações, são injustas na maioria dos casos. A minha atual diretora (que, aliás, detesto) é quem mais horas trabalha em todo o agrupamento. O mesmo fazia eu, enquanto lá estive.E em geral, não vejo diretores preguiçosos ou pouco trabalhadores. Mas como fazem aquilo e nada mais, devem receber salário pelo trabalho que fazem e não suplementos (que se destina a remunerar trabalhos “suplementares”).

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog