Talvez Por Isso a DGAE Ande Assim Meio Coiso

Curiosamente cessaram as suas funções no dia 30 de Janeiro.

Despacho n.º 2234/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação de funções do mestre Francisco Manuel Grácio Gonçalves no cargo de chefe de divisão de Concursos.

Despacho n.º 2235/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Maria Suzana Bento Francisco Simões Maximiano no cargo de diretor de serviços de Recrutamento e Mobilidade.

Despacho n.º 2236/2013. D.R. n.º 27, Série II de 2013-02-07, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral da Administração Escolar
Cessação das funções da licenciada Sandra Isabel Parreira Paiva no cargo de diretor de serviços de Organização e Planeamento Informático.

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Os “Inaptos” por Centro de Emprego

… que pode ter sido usado para substituir os mais graduados por outros “formadores” mais oportunos, perdão, aptos.

 

Águeda – Não houve

Alcoitão1 do 530 que ficaria em 1º lugar

Alentejo Litoral – Santiago do Cacém – 11 de vários grupos

Alto de Trás-os-Montes – Chaves – 1 do 530 que ficaria em 1º lugar

Amadora – 21 de vários grupos + uma situação estranha de entrevistas com menos de 10 e que não foram considerados não aptos

Aveiro – Não houve

Barlavento – Portimão – Não houve

Beja – 2 do 530 e 1 do 540

Beja – Aljustrel – 21 de vários grupos

Braga – Não houve

Bragança – 2 do grupo 300 e 1 do grupo 320

Castelo Branco – Não houve

Coimbra – Não houve

Entre Douro e Vouga – Rio Meão – 6 de vários grupos

Évora – 16 de vários grupos

Faro – Não houve

Guarda – Não houve

Guarda – Seia – Não houve

Leiria – Não houve

Lisboa – 6 docentes de vários grupos

Médio Tejo – Tomar – 1 do 540

Pinhal Interior Norte – Arganil – Não houve

Portalegre – 1 do 200 e 1 do 300

Portalegre – Ponte de Sor – Não houve

Porto (Bairro do Cerco) – 16 de vários grupos

Porto – (Rua Ciríaco Cardoso) – 17 de vários grupos

Santarém – Não houve

Seixal – 1 do grupo 530

Setúbal – 5 de vários grupos

Sintra – 6 de vários grupos

Viana do Castelo – 1 do grupo 430

Vila Franca de Xira – Alverca – 5 de vários grupos

Vila Real – Não houve

Viseu – 13 de vários grupos

 

No total ocorream 146 entrevistas com nota inferior a 10 e a maior parte delas serviu para eliminar candidatos que se encontravam melhor posicionados.

Se considerarem outros dados também oportunos podem identificá-los.

 

 

 

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Mas Que Grande Confusão de Notícia

Que faz a confusão entre o pedido de suspensão do concurso extraordinário com a anulação dos horários em contratação de escola.

Mas já começo a achar normal que quem não esteja por dentro destas notícias as confunda porque o MEC também anda um “cadito” desorientado..

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Blogosfera – Assistente Técnico

Simulação dos vencimentos no mês de Fevereiro.

 

ROUBO – IRS e Sobretaxa no Vencimento de Fevereiro 2013

 

ÍNDICE 151

 

ÍNDICE 340

 

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A Música do Blog

…em estreia.

Nick Cave & The Bad Seeds – Jubilee Street

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Imagino o Número de Exclusões na Educação Especial

de centenas de docentes que terminaram a especialização na educação especial nos últimos 3 anos por incumprimento dos 365 dias de serviço após a profissionalização. (VER ADENDA)

Mais uma vez digo que o despacho nº 866/2013 só veio gerar uma confusão nestes grupos e é urgente terminar com ele o mais rapidamente possível.

 

EE

 

Resta saber se os mais graduados pelas regras do DL 51/2009 serão ultrapassados pelos que beneficiam das novas regras do DL 132/2012.

Acho que ainda ninguém imaginou o que pode acontecer no próximo concurso interno e em especial quando for necessário enviar alguém dos quadros a ausência da componente letiva.

 

 

ADENDA: De acordo com a página 21 do manual de validação da candidatura basta que o docente tenha prestado funções em 365 dias nos últimos 3 anos com uma qualificação profissional podendo ser candidato a outro grupo de recrutamento para a qual obteve depois uma qualificação profissional. Assim ninguém pode ser excluído do concurso aos grupos da Educação Especial conforme fiz referência em cima.

 

atenção

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A Reposição

… dos horários anulados foram lançados hoje e têm data de final de candidatura como 11 de Fevereiro.

 

06 FEVEREIRO

 

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Não Passou Despercebido o Erro da DGAE

 

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No Jornal Público

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Ministério Abre Concurso com Uma Vaga por Disciplina

Hoje na Edição em papel do Diário de Notícias.

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Texto Sobre Protecção de Crianças e Jovens

… de Luís Braga.

“Por que lhes dais tanta dor, porque padecem assim?”

 

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A poesia, e o lirismo antiquado não se adequam a este tema: 4 Crianças morrem no espaço de semanas (2 num incêndio causado pela mãe e 2 envenenadas, segundo parece, também pela mãe) e como tem sido o debate?

Uma mãe passa em múltiplas reportagens a queixar-se de poderes públicos, que alegadamente lhe retiraram 7 filhos, num processo conturbado, que alegadamente (insisto neste advérbio) inclui pressões sobre a sua liberdade reprodutiva. Deu debate racional e reflexivo ou reality show pouco esclarecido?
Dizia o Público, o assunto foi debatido no Parlamento que, agora os seus frequentadores regulares com cadeira cativa, deram em chamar de “Casa da Democracia”. Talvez pudesse ser o seu domicilio legal….
Ouvido estes dias foi o máximo responsável da área da protecção de crianças e jovens, o presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR) que “reconheceu atrasos na aplicação de medidas de apoio aos pais, devido à falta de técnicos, apesar dos “esforços” feitos para suprir essa falha.”
Armando Leandro assumiu, (…) que nem sempre a CNPCJR consegue aplicar, “em tempo útil”, medidas de apoio aos pais das crianças e jovens sinalizados, apesar dos “esforços” para reforçar o número de técnicos, designadamente nas áreas da saúde e da educação.
O presidente da CNPCJR reconheceu que “é absolutamente indispensável haver mais técnicos para o acompanhamento processual”, ao ser confrontado pelo PCP com a escassez de meios.
“Que é necessário mais, estamos de acordo. (…) Temos de andar mais depressa nisso”, declarou, defendendo também “a articulação” das entidades públicas e privadas na “aplicação integrada de medidas”.
O responsável é pessoa altamente conceituada e prestigiada na área e tem por si a respeitabilidade de ser magistrado e a experiência do trabalho e da idade (admito que muita gente ache mal referir este último aspecto mas acredito que nestas coisas de valores humanos essenciais a idade traz sabedoria).
Mas, com todo o respeito, sendo conhecida a sua influência e mérito no processo de elaboração da legislação, creio que deveria ter sido sujeito a algumas perguntas que parece não foram feitas na “Casa da Democracia”.
Aliás, nota curiosa da reportagem do Público, em papel, é a referência ao barulho que os deputados faziam a deslocar-se na sala e com as chávenas de café, enquanto alguém, que merecia ser ouvido com mais atenção, falava.
Deixo então as perguntas que faria se pudesse, com os preâmbulos possíveis, que agora estão na moda fazer-se, para evitar que as pessoas se ofendam, num tempo em que perguntar já ofende. Algumas das perguntas são manhosas, e quem conhecer o sistema detecta-as, mas iria fazê-las para ver se realmente estamos a falar a sério ou se esta é uma fase de atenção que passará (e tudo ficará leopardamente na mesma).

 

30 Perguntas sobre protecção de crianças e jovens

 

1. Se as crianças passam em média 8 horas ou mais na escola como se explica o lugar secundário (e muitas vezes secundarizado) a que a escola, os professores e o próprio Ministério da Educação são votados na orgânica e processos das comissões de protecção?
2. Se a Educação é assim tão importante porque há tantos técnicos/professores desse sector nas Comissões, só a meio tempo?
3. E porque não são muitas vezes os mais vocacionados ou interessados, mas os que tem horas porque “sobraram” horas?
4. E porque é que se cortaram este ano alguns míseros tempos destinados aos directores de turma e coordenadores de escola que faziam algum deste acompanhamento, em primeira linha e preventivo?
5. Existe mesmo uma pratica generalizada de colaboração transparente e dialogante entre as CPCJ e as Escolas ou isso é uma crença simpática deduzida de alguns bons exemplos?
6. É verdade ou não que houve situações em que às escolas foram vedadas informações da CPCJ, alegando uma suposta confidencialidade, que chegava a abranger os processos abertos por denúncia da própria escola e faziam com que pouco pudessem fazer, por ignorância?
7. Como se explica o número baixo de processos existentes nas CPCJ a nível nacional para alunos ao nível do 1º ciclo, em especial, por comparação com os que estão já no 2º e 3º?
8. E como se compagina “o corte dos 4 mil milhões” com essa necessidade evidente e inquestionável de mais recursos?
(Nota a esta pergunta): se se contratarem mais uns 500 técnicos, 1 por concelho e 2 para os maiores, dado que são todos licenciados, e mesmo no inicio de carreira, sempre custarão, com ADSE e Segurança social, uns 1500 euros mês – 9 milhões ano, se forem mil, 18 milhões, sem subsídios; como mais técnicos, implicam outras despesas, uma reestruturação séria, mas frugal, dos recursos dá, por alto, uns 20 milhões/ ano)
9. Ou pensam entregar também essa função soberana do Estado às IPSS? (essa profusão do lema “a sociedade civil ao poder na acção social” e a consequente atomização da acção pública, também merecia todo um debate);
10. Porque não ouvi falar disto nos debates sobre “reforma do Estado”?
11. Que medidas se vão tomar para que as comissões deixem de ser organismos atípicos da administração, pagos pelos Municípios, com reuniões colectivas, e alargadas ou restritas, que juntam todo o tipo de organismos numa salada de parcerias, muito interessante no conceito, que às vezes funciona, mas que reage mal à crise (à geral e às que aparecem no quotidiano)?
12. Para quando uma reforma das Comissões para as tornar organismos mais operativos, permanentes, com quadros e técnicos?
13. Quando se vai olhar para o problema de que o trabalho das comissões implica, para quem as serve, alguma estabilidade pessoal no trabalho e até, em termos físicos, de segurança e de motivação?
14. Que sentido faz um sistema administrativo (ou para-administrativo – que as CPCJ são administração atípica) em que tudo o que realmente é grave ou importante acaba por ir para tribunal? As coisas estão a ligar bem? E onde falham?
15. E, já agora (a ideia estúpida de um parolo de Viana) porque não incluir mais os magistrados ou os juízes de paz neste âmbito? (a natureza de magistrados talvez ajudasse à acção das comissões)
16. Para quando assumir que, se as CPCJ têm de muitas vezes funcionar como o Estado a substituir-se a pais, que são negligentes e descuidados tem de ter ferramentas legais mais operativas?
17. E quando assumir como dado estratégico que, mesmo que se enganem nas suas decisões, se os processos das comissões forem rápidos e houver precaução, é melhor enganar-se no desejo de proteger, que deixar as crianças sozinhas e desprotegidas e enredadas em prazos e burocracias?
18. Para quando introduzir na concepção das leis as lições da prática e abordar certas ficções que estas contêm, como acordos e textos escritos para compromissos ocos (e não cumpridos por muitas famílias, até por falta de intencionalidade original de o fazer)?
19. Qual o lugar na acção do Estado neste âmbito da repressão efectiva de comportamentos dos pais que prejudiquem as crianças?
(por exemplo, que medidas eficazes tem o Estado para oferecer às mães divorciadas que mantém os filhos na escola com sacrifício, mesmo sabendo que o pai tem pensão de alimentos a pagar e não a paga, muito embora continue a ganhar dinheiro e a estar empregado e a viver bem e a atazanar-lhe a vida para lhe “tirar” os filhos…)?
20. Os progenitores só têm direitos? Ou têm poderes-deveres inalienáveis? E têm o direito de consciente e deliberadamente não exercer os seus poderes-deveres? Onde fica a fronteira, com exemplos concretos padronizáveis, das estatísticas da Comissão?
21. E, finalmente, quanto tempo demoram os casos a chegar aos magistrados que têm efectivos poderes de actuar nos casos mais graves?
22. E porque é que (mesmo com toda a parafernália de argumentos constitucionais que já sei que vou levar em cima) um dos motores do sistema é o consentimento dos pais, que é obrigatório e bloqueia qualquer acção antes de ser obtido (obrigando a remeter para tribunal, muitas vezes com demoras)?
23. Não será que, no princípio das abordagens, mais latitude de acção e algum desnível de poder, favorável ao Estado, entre este e as famílias não podia, pelos menos, minorar muita coisa e evitar muito sofrimento?
24. E, já agora, como se protegem os técnicos e as comissões de alguns desníveis de poder favoráveis a famílias menos simpatizantes da acção das CPCJ?
25. E que sanções criar para quem, nas comissões ou no sistema em geral, abusasse e actuasse, para lá do nível de protecção às crianças, propondo medidas que afectassem direitos fundamentais e, aliás, sem vantagens para as crianças a proteger (laquear trompas: medida que, se foi imposta, tem quase paralelo com o que fariam os ocupantes indonésios de Timor – tantos nos manifestamos também contra isso….)?
26. E como comentário: “nem só pais pobres são negligentes e nem todos os pais negligentes são pobres”?
27. E finalmente, em tempo de crise, não será que os tão falados pactos políticos de regime podiam começar por aqui e olhar-se para a pobreza infantil e violência sobre as crianças numa perspectiva mais incisiva e objectiva, menos contaminada pela teoria e ideologia, e ouvindo quem anda na trincheira?
28. E porque não ouvir tantos técnicos generosos e empenhados, como os que conheço da minha terra, que mesmo tantas vezes discordando deles, andam a dar o corpo às balas? (às vezes a pensar que isso lhes pode mesmo acontecer, sem ser metáfora)
29. E porque não recursos e meios adicionais num tempo de problemas excepcionais?

Uma das coisas que mais me impressionou no caso das 7 crianças foi a mãe (com razão ou sem ela, que não faço juízos de soundbyte) a dizer que não entendia bem o processo em que estava metida… Tanta defesa dos direitos familiares, tanto consentimento para protecção à família e, num caso tão visível, o sistema leva com esta mancha e, no caso de uma mulher claramente excluída, e que até no acto de meter recurso, com razão ou sem ela, se viu confundida.
E, nesta questão, deve olhar-se a pobreza e a crise como catalizador dos problemas, mas sem olhar as coisas pela grelha do paliativo e da fatalidade, e não menosprezando as famílias que sofrem com a crise. Não confundindo tout court, pobreza com negligência e afastando o preconceito de que todos os pobres são irresponsáveis face aos filhos, embora tanto haja pais ricos ou pobres que o são.
E muitas vezes a negligencia dos pais começa na negligência da comunidade e do Estado face a eles.
Acho que abordar a questão sem floreados acabaria com grande proveito geral mesmo se a reflexão fosse entrecortada de colheres a tinir em chávenas. E, neste ponto, estou certo que os que estavam sentados a ouvir a audição parlamentar, no meio de uma colherada de café ou de uma espreitadela ao telemóvel para saber das últimas do que ía haver nessa noite pelos lados do Rato, podiam ter proveito em ouvir.
Se faziam alguma coisa tenho as minhas dúvidas. Mas, pxxxx, morreram 4 crianças !!! E, pergunta 30, estamos à espera do próximo caso?

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Calendário de Exames 2013

Foi publicado ontem em Diário da República o Despacho nº 2162-A/2013 com o calendário das Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência do 1.º Ciclo do Ensino Básico, das Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e dos Exames Finais Nacionais e Provas de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário.

 

 

anexo 1 anexo 3
anexo 4
anexo 5

 

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Publicadas as Listas ao IEFP

Lista Final – Candidatos aptos e não aptos 

 

Consulte as listas com a seriação dos candidatos a admitir para as vagas disponibilizadas, na sequência da conclusão da fase de entrevista.

Por Centro de Emprego e Formação Profissional é divulgada uma lista única que identifica, em primeiro lugar, os candidatos aptos ao preenchimento das vagas por grupo de recrutamento, seguidos dos candidatos não aptos, ordenados alfabeticamente.

Os candidatos aptos e em posição de preencherem as vagas serão contactados, a partir de 8 de fevereiro, pelos respetivos Centros de Emprego e Formação Profissional para efeitos de celebração do contrato de aquisição de serviços ou da formalização do pedido de requisição quando se trate de professores do quadro do Ministério da Educação e Ciência.

 

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Validação da Candidatura

… ao concurso externo extraordinário.

 

Prazo para as escolas procederem à validação:

6 Fevereiro (10 horas) – 12 Fevereiro (18 horas)

Manual de Instruções da Validação 

manual

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Em Que Ficamos?

Resposta de Crato ao tribunal contradiz regras do concurso de professores

 

Tutela diz que afinal os contratados da Madeira  e dos Açores podem concorrer ao quadro.

Ainda julguei que houvesse algum  lapso nesta notícia visto que não existe qualquer impedimento de alguém que atualmente esteja contratado nas ilhas poder concorrer, mas não, já que mais abaixo diz algo diferente:

 

De acordo com uma resposta oficial da tutela à notificação feita pelo juiz do Tribunal Administrativo dos Açores – a que o Económico teve acesso – “todos os docentes podem apresentar candidatura ao concurso externo extraordinário de selecção e recrutamento de pessoal docente”, sendo, então, aplicadas as mesmas regras a todos, “independentemente de terem prestado funções em estabelecimentos de ensino nas regiões autónomas“.

 

Ainda vou procurar as razões para que nenhuma organização sindical tivesse subscrito o acordo desta vinculação, mas tenho a certeza que em todos esses documentos se referia a impossibilidade dos docentes das ilhas e do EPE poderem concorrer à vinculação extraordinária.

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Sobre o Regime de Exclusividade

Denúncia chegada por mail e que após confirmação de todos os dados resolvi publicar.

Ressalvo que os dados apresentados são públicos e podem ser comprovados pelos links do texto. Desconheço se a situação se mantém atualmente, mas penso que não visto o nome não constar na lista de docentes da Escola Superior de Educação de Almeida Garrett.

 

Boa noite

Ainda a propósito do Maxial

No seguimento do concurso de contratação de escola para o grupo 550 publicado neste blogue, foram feitas algumas pesquisas e verifica-se que:

O Diretor do Agrupamento de Escolas de Maxial também se esqueceu da exclusividade a que estava obrigado pelo então DL 75/2008 e enquanto Diretor acumulou funções docentes na Escola Superior de Educação de Almeida Garrett, com 12,5 horas semanais.

Este Diretor tomou posse em Julho de 2009 e em 31/12/2010 ainda acumulava funções.

Pesquisem o nome do dito Diretor e consultem o seguinte link…

http://www.rebides.oces.mctes.pt/rebides10/rebid_m2.asp?CodR=220&CodP=4074

Será que a IGEC sabe disto? Será que a LUSA sabe disto?

Com os melhores cumprimentos

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Sobre os Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional

… que encerra hoje o período de discussão pública.

 

Saiu a semana passada a proposta de portaria que vem regular os novos CNO’s, os CQEP que se encontra aberta a discussão pública até hoje!
Lendo com atenção percebemos que de uma forma encoberta, esta proposta impede os professores de lecionarem toda a parte tecnológica dos cursos RVCC profissionais, dando preferência a formadores sem componente pedagógica.
Eu e alguns docentes do Agrupamento do qual faço parte, elaboramos uma proposta de alteração que pedimos o favor de partilhar no seu blogue, se assim achar conveniente.
Obrigada,
Paula Barreira
P.S: em anexo a nossa proposta e a proposta do MEC

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO À PORTARIA QUE CRIA OS CENTROS PARA A QUALIFICAÇÃO E O ENSINO PROFISSIONAL E EXTINGUE OS CENTROS NOVAS OPORTUNIDADES.

 

Artigo 13.º
Formadores e professores
1. (…).
2. Compete aos formadores e professores referidos no número anterior e no âmbito das intervenções dos CQEP:
a) (…)
c) Exercer a função de avaliador, no âmbito do júri de certificação, designadamente nas provas de desempenho ou de demonstração de competências-chave, relativas às qualificações visadas pelos adultos que desenvolveram processos de RVCC acompanhados por outros formadores e/ou professores.
d) (…)
3. Os formadores ou professores devem reunir as seguintes condições, de acordo com a vertente do processo de RVCC em que participam:
a) (…)
b) Profissional:
b.1) habilitação para a docência em função da área de competências tecnológica em que intervêm, nos termos da legislação em vigor, e experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e na área de competência tecnológica visada;

b.2) habilitação para o exercício das funções de formador, nos termos da legislação em vigor, experiência profissional no âmbito da educação e formação de adultos e domínio técnico e experiência na saída profissional visada.

Artigo 22.º
Certificação de competências
1. (…)
2. (…)
3. A matriz das provas, referidas no nº anterior, é elaborada pela equipa do CQEP e revista pela ANQEP, I.P. e deve identificar o objeto da avaliação, a tipologia, os critérios gerais de avaliação, duração, material e equipamentos necessários para a sua realização.
4. (…)
5. A elaboração da prova e ou dos instrumentos de registo a utilizar para a certificação das competências são da responsabilidade da equipa do CQEP.

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Carta Aberta de um Professor em DACL

CARTA ABERTA DE UM PROFESSOR EM DACL

 

Eu, Alberto Miranda, professor do grupo 240, estando no meu décimo nono ano como docente, neste ano letivo 2012/2013, fiquei pela primeira vez numa situação de horário zero no Agrupamento a que faço parte do quadro (Agrupamento situado no concelho de Vila Nova de Gaia).

Relativamente à situação de professor de DACL, passo a descrever duas situações de forte injustiça:

1º-Neste ano letivo (2012/2013) já é a terceira escola que estou a lecionar;

2º-Como professor do quadro de um Agrupamento a que pertence ao chamado “Grande Porto” sou automaticamente obrigado a concorrer na Bolsa de Recrutamento às escolas dos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar (acontece uma situação semelhante aos colegas da “Grande Lisboa”), mas por exemplo se eu fosse professor em DACL numa escola do concelho de Espinho só era obrigado a concorrer às escolas desse concelho. Portanto, estamos perante situação de desigualdade de tratamento entre colegas, isto é, corretamente todos os professores deveriam concorrer ao mesmo número de escolas ou concelhos na Bolsa de Recrutamento;

3º- Sendo um professor que está entre os primeiros na Bolsa de Recrutamento, no grupo 240, quando entro na dita Bolsa, sou imediatamente colocado numa escola, mas os colegas que se encontram nos últimos lugares da lista estão numa situação de maior “estabilidade”….Possivelmente haverá professores que ainda não foram colocados em nenhuma escola apesar de estarem com horário zero. Não deveria ser rotativo a colocação de professores? Pergunto se há alguma vantagem em ser colocado numa escola na Bolsa de Recrutamento (o tempo de serviço não conta de igual forma independentemente se está colocado na bolsa de Recrutamento ou não?).

Concluindo, sinto um enorme desgaste profissional com tudo o que se tem passado (e não relatei as situações vergonhosas que aconteceram comigo desde o inicio deste ano letivo) desde noites mal dormidas a uma ansiedade sobre o meu futuro profissional.

Alberto Miranda

6 de fevereiro de 2013

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Reserva de Recrutamento 20

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 20

Docentes de Carreira

 

Sem retirados do grupo 100. Será que ninguém respondeu ao mail do Sr. Diretor Geral?

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Concurso Extraordinário Encerrado

Agora que terminou a fase de preenchimento da candidatura segue-se a partir de amanhã a fase de validação das candidaturas pelas escolas. Esta fase irá decorrer nos próximos cinco dias úteis e termina às 18 horas do 12 de Fevereiro.

Algo que me perguntaram várias vezes mas que sempre me reservei a responder (pelo menos publicamente aqui no blog) enquanto durou a fase da candidatura era quais as consequências por concorrer a todo o país e depois não poderem aceitar uma colocação longe de casa.

Diz o nº 3, do artigo 6º do Decreto Lei 7/2013 que a não aceitação da colocação obtida na lista definitiva, determina a aplicação da alínea a) do artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

A alínea a) do artigo 18º diz apenas que a não aceitação da colocação implica a anulação da colocação obtida. Não faz qualquer referência a mais nada.

Porque não existe recuperação de vagas neste concurso quem concorreu para depois não aceitar a colocação está apenas a retirar a possibilidade de outro candidato ficar colocado com vinculo.

Por esta razão não abordei esta questão enquanto decorreu a fase da candidatura.

 

 

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Estudo Sobre os Horários de Trabalho na Administração Pública

… que encontrei no blog do Assistente Técnico.

Este estudo que faz uma análise comparada dos 27 Estados-membros da UE sobre o modelo de organização e duração do tempo de trabalho na administração pública e foi publicado no site da DGAEP (Direção Geral da Administração e do Emprego Público) no dia 31 de Janeiro deste ano.

Será mais um estudo sob encomenda para justificar o aumento do horário de trabalho?

Ficam aqui apenas as imagens com os quadros e o link para o referido estudo que se encontra sobre a primeira imagem.

 

dgaep
 
Horas trabalho vs produtividade
 
Horas trabalho vs férias e feríados
 
Quadro resumo
 
Horas trabalho por ano

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Confirmo os Números

Erro do Ministério da Educação leva à anulação de quase 200 concursos

 

A Direcção-Geral da Administração Escolar, responsável pelos concursos de professores, deu indicações erradas quanto à contagem do tempo de serviço dos docentes.

O alerta surgiu em blogues de professores, que dão conta de que todos os 167 horários que estiveram a concurso entre o dia 31 de Janeiro e 3 de Fevereiro desapareceram das listagens publicadas na segunda-feira.

Estes horários deverão ser postos de novo a concurso já com a alteração no que respeita ao tempo de serviço determinada pela nota da DGAE de 31 de Janeiro, o que poderá implicar a exclusão de vários dos docentes que já tinham concorrido àqueles lugares.

 

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Estou a Estranhar o Atraso na RR20

… e nem é pelo número de colocações nesta reserva de recrutamento mas apenas para ver a lista de retirados para saber quem foram os primeiros a candidatar-se por mail a este “concurso”.

É mais uma a somar a tantas outras do Diretor-Geral.

 

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A Decorrer

FNE reúne de emergência e promove entrega de documento no MEC

 

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A Federação Nacional de Educação (FNE) convocou uma reunião extraordinária do Secretariado Nacional para o próximo dia 5 de fevereiro, em Lisboa. Um encontro, agendado com caráter de urgência, para discutir e aprovar uma resolução de denúncia e de alerta face à atual situação do setor da Educação.

Após o Secretariado Nacional os dirigentes irão concentrar-se à porta do MEC na Av. 5 de Outubro, pelas 15h00, onde apoiarão a entrega da resolução aprovada na reunião do secretariado nacional sobre o atual momento social e educativo.

Uma delegação liderada pelo secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, irá entregar o documento no MEC. Após a entrega da resolução haverá uma conferência de imprensa à porta do MEC para divulgar o teor da resolução e anunciar as medidas imediatas de ação.

Esta iniciativa pretende ser um alerta ao MEC para que não prossiga na intenção de levar por diante as medidas propostas pelo FMI. Recusamos em absoluto a dispensa de milhares de professores e outros trabalhadores, como técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais. Não aceitamos a

imposição unilateral do aumento do horário de trabalho, nem novos cortes salariais! O ritmo imposto para a reforma do Estado não pode significar o abandono da Educação. Entendemos que se o Governo optar por este caminho, estaremos perante um grave atentado ao direito a uma escola de qualidade para todos.

Mesmo em tempo de crise, é estratégica a aposta na educação e na formação.

Não aceitaremos um cenário de desvalorização da educação e da formação e dos seus profissionais!

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Embora Preferisse o Harakiri

Professores exigem demissão na DGAE

 

O responsável pelos concursos da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) está a ser muito contestado por professores, que exigem a sua demissão numa petição e em blogues, acusando-o de prejudicar centenas de docentes.

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Assim É Difícil Fazer Um Trabalho Sério

… na contabilização dos horários em concurso.

Porque todos os horários que estiveram em concurso desde o dia 31 foram anulados, como se comprova pelos números dos horários que terminavam a candidatura no dia de hoje.

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Não É Querer Estar em Defesa do MEC

… mas pelos meus dados nenhum candidato das regiões autónomas teria possibilidade de vincular no concurso extraordinário.

Fica aqui a lista dos candidatos que figuravam na lista de ordenação de 2012/2013 e que eram provenientes das Regiões Autónomas.

No entanto a suspensão deste concurso não pode acontecer até que o Ministério da Educação se pronuncie junto do TAFF (Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal)

Tendo em conta o que está aqui dito o decretamento provisório foi indeferido mantendo-se todas as datas previstas do aviso de abertura até uma decisão final do TAFF que passa pela audição do MEC nas contra alegações.

E siga o bailinho.

RA

 

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Concurso Extraordinário Suspenso

… segundo notícia do DN da Madeira.

Logo que tenha conhecimento de mais desenvolvimentos da notícia volto ao assunto.

 

suspensao

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A Vida Louca nos Mega Agrupamentos

No Diário de Notícias deste fim de semana.

 

vida louca

Entrevistas na 1ª pessoa:

Pedro Ramalhete

Luísa Costa

Luís Ferreira

 

 

 

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Para os Mais Distraídos

… e que concorreram ao concurso extraordinário.

Não se esqueçam de entregar até amanhã a declaração de oposição ao concurso, ok?

E já agora, a aplicação para este concurso encerra às 18 horas de amanhã.

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Acho Bem

Nuno Crato nega intenção de despedir cerca de 50 mil funcionários

 

“Uma coisa é o relatório do FMI (Fundo Monetário Internacional), outra coisa é o que Governo vai fazer”, disse Nuno Crato em Campo Maior quando questionado pelos jornalistas sobre o despedimento de 30 mil a 50 mil funcionários, uma das muitas propostas do FMI para o Governo poupar 4 mil milhões de euros.

“Nós não somos irresponsáveis. Isso não está em causa de forma alguma”, acrescentou.

O ministro da Educação e Ciência falava à margem do lançamento da primeira pedra do centro escolar de Campo Maior, no distrito de Portalegre.

“O Governo irá apresentar um conjunto de medidas que são necessárias para o país, para a reforma da educação, para a reforma do Estado e também, o que não pode ser considerado de menor importância, para a redução da despesa, algo que todos os contribuintes querem”, disse.

Nuno Crato defendeu que todos têm que tornar o Estado “mais ágil, mais competitivo” e fazer com que a educação “melhore”, não só com mais recursos, mas que melhore utilizando de uma “maneira mais apropriada” os recursos que existem.

“Nós até este momento não fizemos nenhum despedimento na educação, houve contratações que foram ditadas pelas necessidades e nós esperemos continuar exatamente nesse ritmo porque os professores são necessários às escolas”, disse.

“O que temos é que arranjar processos de envolver todos os professores, racionalizar todos os recursos para que a educação se desenvolva e que não haja professores com horário zero”, sublinhou.

 

Mas como o corte permanente de 4 mil milhões bem para ficar a partir de 2014 estou ainda para ver o que vai cair sobre a educação.

E entretanto o mês de Fevereiro é curtinho e as medidas a propor na próxima avaliação devem estar já em fase de conclusão.

Prefiro não adiantar suspeitas do que pode ser proposto porque muita coisa se tem falado e a mobilidade especial seria um dos maiores receios dos professores dos quadros e que se nota já um pouco distante.

Mas como o relatório do FMI usa dados de 2010 e desde então largos milhares de funcionários públicos já se reformaram é muito provável que o corte previsto  não incida no despedimento de pessoal docente

Aguardemos.

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Comunicado APPELE

APPELE

Bom dia!
A APPELE (Associação Portuguesa de Professores de Espanhol Língua Estrangeira) vem por este meio solicitar o pedido de divulgação da posição pública, que segue em anexo.

Esta associação informa que, desde o último concurso docente (Junho 2012), tem solicitado uma audiência ao MEC, para se tratarem assuntos relacionados com a organização do concurso de docentes.

Uma vez que até à presente data o MEC ignorou os vários pedidos de audiência solicitados pela nossa associação, tomamos uma posição pública sobre este assunto.

Agradecemos a atenção dispensada.

A Comissão Executiva

 

Comunicado APPELE

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Horários em Concurso (03-02-2013)


 

04-06 FEVEREIRO

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Maré da Educação – Manifesto

Sem Educação de qualidade não há país que sobreviva à crise. Mas o governo da troika insiste em penalizar o povo, encarando a escola pública como mais uma despesa a cortar. Não foram os alunos, nem as famílias, nem os professores, os responsáveis pela dívida que aumenta todos os dias e cujo abuso dos juros anuais supera o orçamento para a Educação.

Portugal está muito atrasado e o Governo quer empurrar-nos ainda mais para trás: só 32% da população portuguesa tem o ensino secundário contra 72% no conjunto dos países da OCDE. A taxa de licenciados continua muito baixa e somos dos países com as propinas mais elevadas da Europa. Investir nas pessoas é investir no país de forma responsável, mas tudo está a ser feito ao contrário.

Disseram que a intervenção externa era para nos salvar…mas não há salvação possível quando se atacam os serviços públicos, quando se faz disparar o desemprego, quando se empobrece a escola pública. Em vez de investir no que pode levantar o país, o Governo ataca a Educação. O investimento neste sector desceu de 5,9% para 3,8% do PIB em dois anos, menos de metade da média do investimento nos países da OCDE. O ataque à escola pública faz-se sentir todos os dias: dezenas de milhares de professores ficaram sem trabalho, o número de alunos por turma aumentou, milhares de estudantes do ensino superior abandonam as universidades por não poderem pagar ou endividam-se cada vez mais. Perante a ausência de apoios sociais dignos que garantam a igualdade de oportunidades, as escolas e as universidades elitizam-se. A inclusão de agentes externos, nomeadamente bancos, nos conselhos de gestão das universidades prova a intenção do governo em subjugar o Ensino a uma lógica de mercado e não de conhecimento e cidadania.

Para o governo e para a troika isto ainda não é suficiente: ameaçam com mais horas de trabalho, com mais precariedade e despedimentos de professores, propinas ainda mais caras e desde o secundário. Querem criar uma educação para ricos e outra para pobres.

Não aceitamos que um bem público seja posto à venda!

No próximo dia 2 de Março tem lugar a manifestação “Que se Lixe a Troika – O povo é quem mais ordena”. Essa é a ocasião para que toda a comunidade educativa se manifeste em unidade com todos os sectores da sociedade atacados pela política do actual governo.

Convocamos pais, alunos, pessoal não docente, professores e todos/as os que querem defender a escola pública para integrarem a Maré da Educação!
2 de Março, 14h – Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro.
Juntamo-nos em seguida ao povo inteiro, para a manifestação Que se Lixe a Troika, do Marquês de Pombal ao Terreiro do Paço.

Subscrevem a convocatória

Belandina Vaz, professora contratada
João Mineiro, dirigente estudantil
Isabel Moura, professora contratada
Carlos Gomes, professor, Plataforma pela Educação
Sara Schuh, estudante do ensino secundário
Paulo Guinote, professor, autor do blogue “A Educação do meu Umbigo”
Deolinda Martin, professora, SPGL
Arlindo Ferreira, professor, autor do Blog DeAr Lindo
Inês Tavares, dirigente estudantil
António Avelãs, professor, SPGL
Laura Diogo, Artigo 74º
Sérgio Paiva, professor contratado
Beatriz Dias, professora, Movimento Escola Pública
Alexandre Pinto, professor contratado
Miguel Reis, professor desempregado
Inês Lopes, assistente administrativa
Isabel Borges, professora
Patrícia Figueira, professora
Rui Foles, professor.
José Henrique Santos
João Paulo Silva, professor, SPN
Mariana Gomes, estudante
Clara Cuéllar, estudante
João Carreiras, estudante no Instituto Superior Técnico
Luna Rebelo, estudante
Ricardo Gouveia, estudante
Isabel Louçã, professora
Helena Dias, actvista social
Silvana Paulino, professora efectiva
Jaime Pinho, professor efectivo
Rodrigo Rivera, estudante
Maria Figueiredo, estudante
Maria Canelhas
Filipa Gonçalves, estudante

Evento “Maré da Educação” no Facebook

Evento “Maré da Educação” no Facebook para o Porto

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Mais Dois Testemunhos sobre os Acontecimentos da Óscar Lopes

Retirados daqui.

 

Quando soube da notícia do ocorrido na escola Óscar Lopes de Matosinhos e pelo que conheço dessa comunidade, fiquei em silêncio…. Meu cérebro conversava comigo próprio imaginando o panorama de terror e a mais uma ocorrência que a todo o custo a “escola” tentou mais uma vez resolver.

Imagino o segurança, no exercício das suas funções transportar um tresloucado para um lugar onde pudesse ficar mais calmo, onde pudesse ser novamente chamado à razão, e mais uma vez se incutissem os pensamentos mais sadios à convivência humana, mais do que por vezes cumprirem as normas escolares. Destaco “normas” pois que não são leis e mesmos os decretos caem por terra quando: … coitado do aluno, tem problemas, vive numa comunidade com problemas… o professor exaltou-se e vai ter um processo. Desta vez o único exaltado foi o aluno e a contenção do segurança, perante o cenário vivido e conseguir manter a calma e acima de tudo a segurança geral, terão levado a este fatídico desfecho.

Lembro e registo o tempo que passei nesta escola. Professores a viver a sua profissão de “educadores” a 500%, funcionários que nunca viraram a cara e comparticipavam no controlo geral, e, acima de tudo, uma direção sempre e constantemente pronta para interromper qualquer assunto e de imediato tomar conta das ocorrências diárias, digo diárias e numerosas, ou melhor, diárias, numerosas e constantes. Tive a sorte de conviver com uma comunidade sempre preocupada com a sua profissão, como muitos outros, dirão, mas muito diferentes com a preocupação constante de acima de tudo darem testemunho, darem opiniões, prestarem-se para serviços disciplinares e de apoio, com uma entrega considerada mais do que de “família”. Quantas vezes comentamos a nossa entrega e capacidade para resolver tudo pela calma, gastando e abusando do nosso tempo escolar, sentindo que algo melhor poderia um dia acontecer. E aconteceu. Houve alunos que mudaram, que melhoraram, que passaram a ser nossos grandes amigos, e que nos deram grande alegria, mais do que com o seu eventual sucesso escolar. Para o resto, fica apenas o nosso modo de sentir a profissão, onde o verdadeiro “ensino” assenta, que não é pago, contabilizado sequer, nem conta para os rankings. Perdoem-me insistir, mas guardo na memória o interesse, a luta e a busca constante de soluções para a indisciplina, o abandono, a rebeldia, a arrogância, e a pior de todas: a violência. Uns estatutos novos e os problemas reais são sempre os mesmos.

Quanto aos seguranças da escola também quero registar, do tempo que com eles convivi, o seu assumido e perfeito cumprimento das obrigações. Sem eles alguns problemas teriam sido piores, sempre atentos, e que acima de tudo comparticipavam para o bom ambiente escolar, mais do que com a catalogação de “seguranças”. Amigos dos que o mereciam, conselheiros e avisadores aos alunos algo preocupantes, prontos e presentes nas situações mais complicadas.

Sinto que a morte trouxe algum desmoronar àquilo porque sempre se quis lutar e melhorar.

Endereço o meu sentido apoio e pesar. O que poderá mais um dia vir a acontecer…?

Custódio Ferreira

Ilustres, somos encarregados de educação de uma aluna da Escola Óscar Lopes, que recentemente foi alvo de um acontecimento com fins trágicos para um funcionário. Apuramos junto de pessoas que estiveram diretamente envolvidas, factos contrários ao que alguns órgãos de comunicação social anunciaram através das declarações de alguns elementos da autarquia e da DREN. Não sabemos os motivos das suas declarações, mas também não é essa a razão que nos leva a redigir esta carta. São dois pontos apenas, que gostaríamos de enunciar e que vos levasse à reflecção. O primeiro e como pais atentos, envolvidos e motivados com o sucesso escolar da nossa filha, estamos preocupados e alarmados com os últimos desenvolvimentos comportamentais inadequados dos alunos. Gostaríamos de salientar que os mesmos, já ocorriam no ano letivo anterior e no nosso parecer, as medidas aplicadas com sucesso, pecavam por tardias. No decorrer deste ano, fomos convidados algumas vezes pelo pessoal docente, a participar e colaborar em medidas e estratégias de combate, ao mau comportamento dos alunos na sala de aula. Constatamos, que havia uma enorme vontade e necessidade por parte do pessoal docente, em motivar alunos referenciados como desestabilizadores, para a participação na vida escolar, deforma a poderem atingir os seus objetivos e não prejudicar os outros. Verificamos que muito tem sido feito, mas é insuficiente e pouco eficaz. Sabemos também, que são processos que tem seguir trâmites legais e a parte burocrática passa por um sistema na sua maioria moroso. Mas gostaríamos de deixar um alerta. Sejam mais proactivos na resolução de problemas deste género e menos condescendentes com quem tem direito à educação, mas que nada faz para a merecer e que por sua vez impede os outros de beneficiar dela. Não são decisões fáceis, porque ninguém as quer nem gosta de tomar. Mas são decisões justas, que podem prevenir e impedir no futuro, males maiores que já foi notícia e com fim trágico para muitas famílias. Contudo, estaremos atentos aos próximos desenvolvimentos e sempre disponíveis a colaborar com todos. O segundo e último ponto, tem como referencia a decisão da DREN comunicar à Comissão Executiva da escola que hoje seria um dia normal de trabalho. É óbvio que esta decisão não caiu bem no corpo docente e não docente. E nós estamos solidários com eles, pois não há condições de trabalhar, apôs um acontecimento desta natureza. Queremos todos fazer o luto a um funcionário que sempre desempenhou bem as suas funções em serviço e em prol do mais nobre projeto que todo cidadão tem direito. Mas para além disso havia um homem de família que fazia parte de muitas outras e da minha. Será que não há um pouco de bom censo, solidariedade e de alguma coragem? Paz eterna ao Sr. CORREIA.

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A Música Conterrânea do Blog

PLAZA- High on Stereo

Em estreia hoje

plaza

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Divulgação

Embora gostasse mais de ver um pedido de demissão do próprio como fazem alguns políticos quando alegam problemas de saúde para não continuarem em funções.

Mas como Mário Pereira não foi colocado por cargo político aqui vai ela:

Petição pela Imediata Demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar Mário Agostinho Alves Pereira

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Já Estamos em Fevereiro

… e nada disto ainda está resolvido.

Para que serve assim um provedor de justiça?

 

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Terminam Hoje as Entrevistas ao IEFP

… e até ao próximo dia 6 serão publicadas as listas de admitidos/excluídos.

 

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O Tempo de Serviço Após a Profissionalização

Porque vai havendo diferentes interpretações na contabilização do tempo de serviço antes e após a profissionalização escrevo este post para de uma vez por todas acabar com as dúvidas.

Com a publicação do Despacho nº 866/2013, de 16 de Janeiro pretendeu-se aclarar a contabilização do tempo de serviço para os grupos da educação especial passando a ser considerada a data da especialização como a aquisição de uma profissionalização para esses grupos. Sobre o despacho já disse o que tinha a dizer, no entanto importa agora clarificar a forma como é calculada a graduação ao abrigo deste despacho e como é introduzido o tempo de serviço antes e após essa “profissionalização”.

Diz o despacho no nº 3

3 – Da conjugação das referidas disposições, a graduação dos candidatos aos grupos de recrutamento 910, 920 e 930, é feita com base no número de dias de serviço docente ou equiparado contados a partir do dia 1 de setembro do ano civil em que o docente/candidato obteve a qualificação, nos termos da Portaria n.º 212/2009, para o grupo de recrutamento da Educação Especial a que concorre, conforme dispõe a subalínea i) da  alínea b) do n.º 1 do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 132/2012.

Aqui não há dúvidas que quem termina a especialização até ao dia 31 de Dezembro de qualquer ano pode ver contabilizado o tempo de serviço após a profissionalização a partir do dia 1 de Setembro desse ano, independentemente do grupo onde esse tempo de serviço ocorreu.

Como exemplo, quem terminou a especialização em 07/12/2010 e esteve a trabalhar nesse ano no grupo 110 desde o dia 1 de Setembro, pode considerar o tempo de serviço a partir de 1/09/2010 para o grupo da Educação Especial.

Se tiverem dúvidas podem na aplicação para o concurso de simulação fazer essa simulação e verificam que a aplicação vos deixa colocar um tempo de serviço apenas até 731 dias (considerando assim o dia 1 de Setembro de 2010 como o limite de tempo máximo como após a profissionalização).

Nesse caso colocam o tempo de serviço até 31/08 desse ano como ocorrido antes da “profissionalização”.

Para calcularem a vossa graduação para a Educação Especial tem de somar à nota da Especialização o tempo de serviço antes da especialização (até 31/08), dividir por 365 e multiplicar por 0,5 ou dividir por 2 (irrelevante como quiserem usar) e somar o tempo de serviço após a profissionalização (01/09) e dividir por 365.

Exemplo para quem terminou a especialização em 25 de Novembro de 2010

Nota da Especialização: 17

Tempo de Serviço até ao dia 1/09/2010: 3568 dias

Tempo de Serviço a partir do dia 1/09/2010 e até 31/08/2012: 731 dias

Calculo da graduação; 17 + 3568/365 * 0,5 + 731/365  = 23.890

Se não de serem muito bem com estas contas podem usar este simulador em excel para calcular a vossa graduação introduzindo apenas a classificação e o tempo de serviço ante e após a profissionalização.

Ficou claro?

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Outro Bom Exemplo

… desta vez em Alcochete e com indicação da DGAE.

 

alcochete

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