50 Professores e Educadores do ME Aposentados em Fevereiro de 2016

De acordo com a seguinte distribuição sexista, onde ainda é feita uma separação por género.

Mas o mal é do próprio Diário da República que separa o género, não meu ok?

o Aviso com as aposentações do mês de Fevereiro encontra-se aqui.

 

Fevereiro 2016

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Evolução da Mobilidade Interna Até à RR16

Após a Reserva de Recrutamento 16 (lembro que as reservas de recrutamento após 31 de Dezembro saem apenas para os docentes dos quadros) ainda existem 85 docentes dos quadros por colocar.

Como se devem ter apercebido, apenas a partir de hoje começaram a surgir em abundância horários em contratação de escola. E isto porque os pedidos das escolas devem em primeiro lugar passar pela reserva de recrutamento para verificar se existem docentes dos quadros por colocar.

É justo, mas em muitos grupos de recrutamento e QZP isso é praticamente inútil e só vai atrasar a colocação dos professores nas turmas que estão sem professor.

Veja-se o quadro 2 e verifique-se que há grupos de recrutamento que nunca tiveram docentes sem componente lectiva e outros que desde a reserva de recrutamento 2 ou 3 já não têm docentes por colocar.

Bastava que que a DGAE fizesse uma lista de grupos de recrutamento e QZP onde estão docentes por colocar e não permitisse que esses horários entrassem directamente em contratação de escola. Quanto aos restantes, acho que não vale a pena andarem a atrasar as colocações para se passar por um processo inútil.

 

Dos Colocados

 

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Dos Não Colocados

 

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Regime Especial de Aposentação para Educadores e Professores – Petição SPLIU

É amanhã. Ainda quero ver… se a “boa vontade” que “todos” os grupos parlamentares mostraram em junho, se mantém.

Este assunto já aqui foi comentado. Amanhã veremos…

 

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(Obrigado Júlio, pela lembrança)

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Reserva de Recrutamento 16

E a partir de agora já devem aparecer mais horários em contratação de escola.

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 16ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

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Governo desfaz em 40 dias política de educação de Crato

Na minha modesta opinião, há algo que ainda está e não deveria estar… A Municipalização! (mas isso é um objetivo comum)

(clicar na imagem) in DN by Ana Bela Ferreira

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Quase ninguém chumba por haver exames no ensino básico

Hoje, o jornal Público, publicou mais uma peça em que se fala dos exames no nosso país. É bastante esclarecedor no que diz respeito ao impacto que estes têm na avaliação “final” dos nossos alunos. Esclarece, também, sobre o que se passa noutras paragens, atirando por terra certas e determinadas “opiniões” que circulam por aí  e quase se tornaram uma verdade de tanto serem ditas…

 

Qual o impacto dos exames do ensino básico nas notas finais dos alunos? Pequeno. Pouca gente leva para casa uma nota negativa no final do ano por causa das provas nacionais. Este é um ponto central no relatório técnico que acompanha a proposta de parecer que o Conselho Nacional de Educação (CNE) debate nesta quinta-feira, em Lisboa, sobre os projectos de lei que acabam com os exames do 1.º ciclo (do PCP e do BE). Mas o documento do CNE vai mais longe: avalia as consequências dos testes nacionais também no 2.º e 3.º ciclos. Exemplo: nos últimos dez anos de exames no 9.º ano (com estes a valerem 30% da nota final), apenas 1,9% dos alunos avaliados tiveram negativa a Matemática por culpa da prova nacional. Em Português o impacto foi ainda menor: 0,4%.

Só três países têm exames
O relatório do CNE passa ainda em revista o que se passa noutros países. E explica que dos 39 que forneceram informação à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a avaliação externa, só em três existiam, no ano lectivo passado, exames nacionais no 1.º e 2.º ciclo. Portugal era um deles. Estava acompanhado pela Bélgica francófona e pelos Estados Unidos.

 

(clicar na imagem)

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30 Milhões

… de visualizações do blogue desde 12 de Dezembro de 2010, data em que o blogue passou para este novo domínio.

Nestes 1.852 dias foram deixados 92.070 comentários a 10.472 artigos.

 

 

30 milhoes

 

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Fim da BCE tem de conduzir a mais transparência nos concursos de docentes – FNE

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O Ministério da Educação acaba de confirmar a intenção de propor o fim da BCE como mecanismo de colocação de professores para as escolas TEIP e com contrato de autonomia.

A FNE sempre considerou este mecanismo desajustado e sem condições para resolver os problemas de rapidez na colocação de professores, para substituição de docentes temporariamente ausentes do serviço. Considerou sempre também que este mecanismo não respeitava regras de transparência e de equidade no tratamento dos candidatos. Aliás, já o modelo anterior a este e com o mesmo objetivo sofria de idênticas insuficiências.

A FNE sublinha que este procedimento só diz respeito à colocação de docentes que forem necessários em cada ano letivo para garantir o funcionamento daquelas escolas, e por insuficiência dos respetivos quadros. É que estes continuam a ser preenchidos através do concurso nacional que coloca os candidatos em função da sua graduação profissional e das suas preferências. Trata-se, portanto, de respostas limitadas em termos de necessidades por escola e em termos de duração da respetiva contratação.

Por outro lado, nas escolas que não são nem TEIP nem têm contrato de autonomia, as necessidades do mesmo tipo são preenchidas através do recurso a outro mecanismo e que é designado por reserva de recrutamento. Só esgotados os candidatos é que se abre procedimento por cada escola para supressão de necessidades que ocorram.

Estamos assim em presença de dois modelos de colocação de professores, mas com os mesmos objetivos.
O que se entende é que estes mecanismos têm de obedecer a dois requisitos fundamentais: em relação aos alunos, devem permitir que a substituição de um docente seja realizada o mais rapidamente possível, para que aqueles vejam cumprido o direito a terem professor em todas as áreas em cada dia do ano letivo; em relação aos professores, deve respeitar critérios transparentes e de equidade.

Ora, no momento em que o Ministério da Educação decide extinguir a BCE, é necessário que seja aberto um processo negocial que vise a determinação do modelo de funcionamento de concursos que permita a colocação dos docentes que forem necessários em todas as circunstâncias de funcionamento do ano letivo. E é neste quadro que a FNE não deixará de intervir, não deixando de cruzar os direitos dos alunos com os direitos dos professores, os quais, no âmbito da administração pública nacional, devem ver reconhecidos o direito a procedimentos claros e justos, o que tem como única solução o recurso à utilização em todas as fases da lista graduada nacional de candidatos.

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Sindicatos e Directores Com Versões Diferentes Sobre a Lista Graduada

FNE quer definir já contratação de professores: “O tempo está a ficar curto”

 

 

Opinião diferente tem associação nacional directores de escolas, que faz apelo ao ministro da Educação: há tempo para promover um debate nacional sobre como escolher os melhores professores, antes de tomar uma decisão.

 

 

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Como fazer chegar os professores mais adequados às salas de aula é assunto sobre o qual directores dos estabelecimentos de ensino e sindicatos têm ideias diferentes. Mas todos se congratulam com o fim da Bolsa de Contratação de Escolas (BCE) anunciado pelo Governo. Agora é preciso definir o que se segue e “o tempo está a ficar curto”, para que tudo corra bem na preparação do próximo ano lectivo, avisa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE). O sindicalista avança desde já a ideia central que levará para as negociações com o ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que ainda não têm data marcada: “No nosso país o único modelo de colocação que dá confiança às pessoas é o da lista graduada nacional.”

Ou seja, os docentes devem ser todos escolhidos com base em critérios objectivos: tempo de serviço, nota final de curso e avaliação de desempenho — como de resto se aplica no concurso nacional que visa o preenchimento dos quadros das escolas, lembra Dias da Silva. A BCE, recorde-se, visava apenas contratar professores para “necessidades residuais” e temporárias das escolas.

A BCE foi um mecanismo criado em 2014 para preencher alguns lugares docentes nas escolas e agrupamentos que têm contratos de autonomia com o ministério e nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária. Este mecanismo permitia-lhes escolher o perfil do professor a contratar, em função do seu projecto educativo.

“Uma escola poder colocar 2 ou 3 dos seus professores com autonomia é insignificante. Qual é o director que diz que se sentiu mais autónomo por causa da BCE?” — questiona João Dias da Silva.

Filinto Lima, presidente da Associação Nacional Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas responde com outra pergunta: “A lista graduada nacional é a solução para termos nas escolas os melhores professores?” Acredita que não.

Mas sobretudo, este representante dos directores escolares, pede ao ministério que antes de decidir o que quer que seja promova um debate nacional. “Estamos em Janeiro. Estamos a tempo. Estamos a falar de um dos aspectos mais importantes do sistema educativo: a escolha dos professores. A verdadeira autonomia era as escolas escolherem com base no currículo e em entrevistas e ponto final. Mas sei que estamos longe de conseguir fazer isso.”

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9 Anos e 4 Meses Será o Tempo Congelado Até Final de 2017

Como em breve vai ser discutido com as organizações sindicais o Orçamento de Estado para 2016 e pelos vistos também faz parte dessa reunião o congelamento das carreiras (progressões) da Administração Pública, é bom relembrar que caso apenas seja descongelada a carreira da Administração pública em 1 de Janeiro de 2018, todos os trabalhadores nessa altura estarão congelados para efeitos de progressão 9 anos e 4 meses.

No caso dos docentes, para além de terem a sua progressão condicionada ao tempo de serviço, têm também a sua avaliação condicionada a essa progressão, não se passa o mesmo para quem é avaliado pelo SIADAP que vai amealhando pontos para uma futura progressão.

Os 9 anos e 4 meses de serviço são para muitos docentes dos quadros já mais de metade de todo o seu tempo de serviço na Administração Pública.

Se vai ser discutida a progressão nas carreiras e o congelamento dessas progressões é bom que alguém se lembre de recuperar todo o tempo de serviço congelado para um futuro próximo.

Já nem falo de ser entregue todo esse tempo de uma só vez, mas de forma faseada.

Se porventura por cada ano de serviço fosse recuperado uma percentagem do tempo perdido seria feita a reposição desta injustiça criada a quem trabalhou e suportou este período de crise.

Fica o desafio.

 

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Atas e Reuniões…

Em conselhos de docentes cada vez mais populosos será normal que as atas e o tempo gasto neles estejam em crescimento…

Cada vez que me falam em Mega agrupamentos vem-me ao pensamento o número de docentes que os integram. Recordo-me do comentário de um colega, pioneiro nestas andanças, que me esclareceu de como era uma reunião em que se juntavam 86 colegas, o caos… ou como alguém referiu, antes do Natal, É uma Mega insanidade estarem 75 almas numa reunião de departamento…”

É comum, nos nossos dias, encontrar conselhos de docentes com 60 profs. ou mais. Redigir uma ata, ou organiza-la, é um ato de coragem, dado o número de solicitações, alterações de última hora, pequenas incongruências que se detectam e que o cansaço deixou passar. Tentar que o texto seja fluido e coerente torna-se, muitas vezes, uma tarefa hercúlea, digna de um pequeno deus da escrita.

Os professores que na ânsia de mostrar o trabalho desenvolvido se excedem e escrevem “de tudo”. As referências a tudo que a “inspeção” pode querer ver, ou não, escrito.

O incrível é que a “dita” não exige o mesmo em todos os agrupamentos. Nuns, exige mais do que noutros…uma marota, essa inspeção… e com isto as atas são um gasto de papel que, a troika na próxima vez nos vai obrigar a cortar.

Depois temos aqueles colegas, sim, aqueles… que na hora de falar querem dizer de tudo, já para não falar naqueles que escrevem de tudo (é o máximo a ler algumas atas). Falam dos problemas dos alunos pormenorizando a tal ponto, que ficamos a saber o número do calçado que as crianças levam diariamente para a escola. Mas que me interessa saber que, a encarregada de educação foi falar com a professora sobre a tia que foi viver lá para casa porque o namorado a deixou? Mas que raio… se somarmos uma intervenção por cada prof. presente, temos dezenas de intervenções. Se houver muitos “daqueles” temos reunião para umas horas de sofrimento…penso que ainda vou assistir a uma reunião onde o tempo de exposição dos “problemas” seja limitado como na AR… e vou ouvir:

– Senhor Professor, o seu tempo terminou.

– Vou terminar, Senhor Coordenador…

Esta insanidade resolvia-se muito bem, mesmo dentro dos Maga agrupamentos, mas isso, são assuntos para outra conversa…

 

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Pedofilia e escolas: receita 113/2009 – Filinto Lima

A última alteração à Lei n.º 113/2009, de 17 de setembro, publicada no Diário da República de 24 de agosto, obriga “a entidade empregadora ou responsável pelas atividades” “a pedir anualmente a quem exerce a profissão ou atividades cujo exercício envolva contacto regular com menores” um certificado de registo criminal e a ponderar a informação constante do mesmo na aferição da idoneidade para o exercício das funções.”

(Clicar na Imagem)

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Concursos EPE

Procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento de pessoal docente do ensino português no estrangeiro, para o cargo de professor. Informa-se os interessados que se procedeu à divulgação da matriz da prova de conhecimentos. Aqui.

(clicar na imagem para consultar matriz)

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Vencimentos 2016

 

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E porque não?… 25 dias de férias…

Mas do poder ao vir… vai um grande caminho!!!

 

“A seguir aos feriados, pode vir aí regresso dos 25 dias de férias.

O Executivo liderado por António Costa admite vir a discutir na concertação social o regresso dos 25 dias de férias consoante a assiduidade do trabalhador.

Isso mesmo disse ao Diário Económico fonte oficial do Ministério do Trabalho, convicta de que o tema “poderá eventualmente vir a ser discutido pelos parceiros sociais no âmbito da Comissão Permanente da Concertação Social”.”

(clicar na imagem) in Noticias ao minuto

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BE exige ao Governo que divulgue documentos sobre os testes de Cambridge

O Bloco de Esquerda vai apresentar um projeto de resolução na Assembleia da República para exigir ao Governo que torne públicos todos os documentos, acordos e valores envolvidos nos exames de Inglês feitos pelos alunos do nono ano, os chamados testes de Cambridge.

(Clicar na imagem) in SIC Noticias

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Divulgação – Acredita Portugal

Divulgo um concurso que ensina qualquer pessoa a transformar a sua ideia num negócio viável, mesmo que não tenha qualquer formação em empreendedorismo ou gestão.

Quem sabe se não vos pode ser útil.

O site do Acredita Portugal é este e a inscrição para o concurso está na imagem seguinte.

 

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Idade Mínima de 16 Anos Para Usar a Internet?!

(…)Hoje, a Comissão de Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos da União Europeia votou favoravelmente e por larga maioria (48 votos a favor, 4 contra e 4 abstenções) os textos acordados durante as negociações interinstitucionais sobre o Regulamento Geral de Protecção de Dados da União Europeia. Da redacção actual resulta, na prática, que os jovens Europeus menores de 16 anos necessitarão de consentimento parental para usar os serviços da sociedade de informação e verão o acesso a muitos desses serviços vedados. Neste artigo procuro explicar como se chegou aqui e porque os resultados serão nefastos.(…)

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Educação – Professores sem horário e ensino artístico. Os desafios na Educação – DN

Números e factos da educação no final de 2015 » Educare – O Portal de Educação

Visão | Educação: Sabemos mais e melhor?

Despesa do Estado com Educação caiu 1.223 milhões de euros com a troika – Educação – TSF Rádio Notícias

Educação – Aprender a ler mais cedo: a pressão do sucesso começa no pré-escolar – DN

Moita Escola Secundaria da Baixa da Banheira Visitada hoje por Tiago Brandao Rodrigues Minist – Rostos On-line

As presidenciais e a educação – PÚBLICO

Ainda os rankings – PÚBLICO

Avaliar professores é fácil? – PÚBLICO

Afinal nem todas as despesas de educação entram no IRS – Jornal de Negócios

As novas regras para o IRS na educação – Jornal de Negócios

Sindicatos aplaudem fim da Bolsa de Contratação de Escola – RTP Notícias

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Fim da BCE Também Confirmado pelo Diário de Notícias

Apenas espero que não exista vontade de voltar ao tempo das entrevistas e dos critérios manhosos para substituir a BCE.

aqui dei a minha opinião sobre este e outros concursos.

Se o Ministro da Educação quer fazer de facto algo mais rápido e eficaz então deve ter um único concurso em funcionamento, e o melhor de todos é sem dúvida alguma a Reserva de Recrutamento a funcionar durante todo o ano lectivo.

 

 

Bolsa de Contratação de Professores acaba este ano letivo

 

 

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O Ministério da Educação e da Ciência confirma que, no próximo ano letivo, já não se irão realizar os polémicos concursos que causaram enormes problemas em 2014

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, prepara-se para dar sequência a mais uma exigência unânime dos sindicatos de professores, acabando com as Bolsas de Contratação de Escola (BCE).

A notícia foi avançada esta tarde pela Antena 1, tendo já sido confirmada pelo gabinete do ministro. Em resposta enviada ao DN, o Ministério da Educação considera que “este modelo claramente não funcionou”, lembrando que “a média de espera para contratação de um professor é de 21 dias”. Assim, acrescenta, ” é necessário encontrar um modelo mais eficaz, em sede negocial, de modo a, conforme o previsto no Programa de Governo, valorizar a função docente”.

As Bolsa de Contratação de Escola (BCE) foram lançadas, em 2014, pelo então ministro Nuno Crato e – paradoxalmente – tinham como objetivo dar resposta às queixas dos representantes dos professores, que acusavam os diretores de escolas com contrato de autonomia ou estatuto de Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) de fazerem concursos à medida dos docentes que pretendiam recrutar para os seus estabelecimentos, definindo critérios de prioridade como ter dado aulas no estabelecimento no ano anterior.

A intenção era juntar todas as vagas das escolas TEIP e com autonomia – cerca de 300 agrupamentos – numa única listagem, à qual concorriam todos os interessados. Essa lista, à qual os professores podiam concorrer a partir de julho, combinava os critérios das chamadas listas graduadas (antiguidade, nota final de curso e avaliação de desempenho), usados pelos restantes 600 agrupamentos nos concursos nacionais, com um leque de outros critérios, definidos pelo Ministério, do qual as diferentes escolas podiam escolher os que mais se adaptavam às suas necessidades.

Mas tudo correu mal no modelo. Em primeiro lugar, um erro na fórmula matemática que combinava os indicadores das listas graduadas e os critérios específicos – erro esse que o Ministério inicialmente não assumiu – adulterou as listas de colocações, com alguns docentes a ultrapassarem outros que estavam centenas de posições à sua frente. Em consequência, Nuno Crato teve de suspender as listagens, anular a colocação de professores que já estavam a dar aulas e, com o ano letivo em curso, refazer todas as contas.

Seguiu-se outro problema – este, causado não por um erro matemático mas pela própria conceção da BCE: casos de professores que chegaram a ser colocados em mais de uma centena de vagas diferentes, em escolas de todo o país; e casos de vagas que foram atribuídas a uma dezena de professores diferentes.

O resultado de tudo isto foi o atraso na colocação de centenas de professores, o que deixou largos milhares de alunos sem algumas aulas – nos casos de professores do do primeiro ciclo, sem todas – durante mais de dois meses. Nuno Crato acabou a pedir “desculpas” no Parlamento e a aceitar a demissão de um diretor-geral do Ministério.

Este ano, já sem o erro matemático e com um estratégico adiamento de duas semanas na habitual data de regresso às aulas, a BCE causou menos problemas. Mas continua a causar demasiados para ser considerada viável.

A esperança dos sindicatos é que passem a existir apenas os concursos nacionais, abrangendo todas as escolas, mantendo-se apenas, para casos residuais, as chamadas contratações de escola.

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Fim da BCE?

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

O Ministério da Educação confirmou à Antena 1 que vai anular, no próximo ano lectivo, a bolsa de contratação de escolas.

 
O modelo que foi colocado em prática pela anterior governação e apadrinhado pelo ex-ministro Nuno Crato gerou muita polémica, em Setembro, tendo mesmo levado o ministro a pedir desculpas, no Parlamento, aos professores pelo alegado erro informático dos serviços do ministério

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Em Ano Bissexto

… calha bem haver mais 4 feriados.

 

 

Feriados religiosos repostos este ano

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou esta terça-feira que os feriados religiosos serão repostos este ano, ao mesmo tempo que os feriados civis.

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Da Caducidade de Contrato de 2015

Não se esqueçam que quem cessou contrato até 31 de Agosto de 2015 e não foi colocado até ao dia 31 de Dezembro de 2015 adquire o direito ao pagamento da caducidade de contrato referente ao ano lectivo 2014/2015.

 

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Aposta Para Hoje

Para licitarmos um centro escolar prós lados de Alcobaça.

 

 

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Citação… mais uma com os contratos de associação…

Os milhões apetecíveis…

 

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Regresso ao Passado

Lugar de onde provavelmente não deveríamos ter saído.
 

Governo propõe provas de aferição e um só exame no ensino básico

 

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Porém, o PÚBLICO soube que a apresentação do novo modelo será entre quarta e sexta-feira e que a proposta passa por um meio-termo entre o que existe e aquilo que defendem os outros partidos de esquerda na Assembleia da República. Depois de ter sido decidido o fim do exame nacional do 4.º ano, PCP e BE querem acabar também com os exames do 6.º e do 9.º ano, mas a proposta do PS não chegará a tanto, prevendo abolir apenas os exames do final do 2.º ciclo do ensino básico.

O modelo desenhado pela equipa de Brandão Rodrigues trata o ensino básico como um todo, pelo que até ao 9.º ano passará a haver um sistema integrado, com aferição e avaliação, em que haverá somente um exame nacional, provavelmente no 9.º ano, e testes de aferição nos outros ciclos, designadamente no 4.º e 6.º anos.

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Opinião de Carlos Gomes Sobre a Disciplina de EVT

Porque se deve RECOLAR EVT NO CURRÍCULO do Ensino Básico?

 

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A Educação Visual e Tecnológica – uma utopia adiada?
Vivemos numa época aberta a múltiplas experiências, no campo da Arte, da Tecnologia e da Ciência. A época moderna, sendo poli-estilística, manifesta-se através das mais diversas tendências estéticas. Tal circunstância predispõe-nos para a descoberta de diversificadas formas de expressão.

A EVT é o último elo de uma evolução histórica das Artes e dos Ofícios como disciplinas curriculares e o ponto de encontro com as tendências do ensino artístico das ultimas décadas.

A EVT proposta na reorganização curricular dos ano 90 com pressupostos na psicologia sobre a percepção, no Gestaltismo e nos estudos de Piaget, consubstanciada numa didáctica focada em aprendizagens significantes para os alunos, surgia com um carácter ideológico de estruturação curricular de tendência científica da educação no campo da arte e da tecnologia e fez o seu caminho durante 20 anos.

Com cRATO desbaratou-se a ideia integradora de EVT e ao fazê-lo perdeu-se a exploração sensorial e as práticas experimentais das possibilidades físicas do material e sua transformação: o que é resistente e o que é frágil; o que é redondo e o que é anguloso; o que é flexível e o que é rígido; o que é estático e é ou pode ser dinâmico.
Ao percepcionar a consistência, o peso, a forma, a cor, o movimento do objecto, a criança adquire um conhecimento global que motiva e enriquece a expressão pessoal, que se revela em tudo o que faz e experimenta.
Ao manipular objectos, a criança não só explora relações lógicas de causa e efeito, e de forma e função, como põe em prática as explorações plásticas que utilizam intencionalmente os elementos visuais em articulação com os instrumentos específicos do mundo técnico e da acção sobre ele.

A EVT deve portanto ser equacionada num novo currículo e no Tempo Novo que se perspectiva!

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55 Docentes Cumprem a Regra da Norma Travão

Do primeiro estudo que fiz aqui onde verifiquei existirem 124 docentes colocados sucessivamente nos últimos 5 anos em horário completo e anual faltava verificar se tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento.

Com a ajuda do Davide Martins foi feita uma análise cuidadosa de todos eles e conclui-se que apenas 55 desses docentes tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento ao longo desse 5 anos lectivos.

 

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Os nomes desses professores e o QZP onde abrem a vaga consta do documento seguinte.

 

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Este estudo esta mais correcto que o anterior, mas pode ter ainda falhas, nomeadamente nos docentes que foram colocados em BCE e que não se encontram em listas tornadas públicas.

Se quiserem rectificar alguma informação podem fazer aqui na caixa de comentários.

 

NOTA: artigo editado em 05/01/2016 para corrigir um erro referente aos colocados em 2013/2014 na contratação inicial, mas que o foram em horário temporário e não em horário anual.

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Assim Espero

Mas quem mais agradece são os alunos que estão cansados de um currículo centrado quase em exclusivo no Português e na Matemática.
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Em vez de falar nas disciplinas “fundamentais” como a Matemática e o Português, como fazia muito Nuno Crato, insistiu na importância de “competências transversais”, das “artes, do desporto e das ciências experimentais”.

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Surreal

Centro Escolar de Alcobaça penhorado pelo fisco

 
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O Centro Escolar de Alcobaça foi posto à venda pelas Finanças por 970 mil euros, para executar uma dívida de IVA, mas empresa municipal gestora assegura que a dívida vai ser paga e que o equipamento não será leiloado.

Um leilão eletrónico publicado na página da Autoridade Tributária e Aduaneira anuncia a venda do centro escolar por um preço base de 970.994,50 euros e estabelece o dia 29 de janeiro como data para a abertura das propostas dos interessados em adquirir o imóvel, avaliado em 2.774.217 euros.

Em causa está, segundo o presidente da empresa municipal Cister-Equipamentos SA, Hermínio Rodrigues “a execução de uma dívida de IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado], no valor de 246 mil euros, referentes aos anos de 2013 e 2014”.

Porém, afirmou o também vice-presidente da autarquia de Alcobaça, a dívida da empresa executada “vai ser paga ainda esta semana” e o município está convicto de que o leilão não se irá realizar.

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Até Final da Semana Teremos uma Proposta do Novo Modelo de Avaliação dos Alunos

Brandão Rodrigues anunciou ainda que o Governo se prepara para apresentar, até ao final desta semana, um novo modelo de avaliação. “Teremos uma solução integrada de avaliação e aferição que chegará à comunidade educativa como um todo” e que não vai interferir com o funcionamento das escolas, disse, sem adiantar se este novo modelo será apenas para o 4.º ano ou se também envolve o 6.º e 9.º.

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Para começar o período… o Ministro falou…

Ainda esta semana saberemos que desenvolvimentos têm as Metas e os extintos exames do 4º ano, pois o Ministério irá pronunciar-se… além de que, ficamos a saber que o Ministério da Educação tem verbas para, de uma vez por todas, acabar como o amianto nas escolas.

 

“Todo o processo de avaliação está a ser estudado e ao longo desta semana teremos informação para fazer chegar à comunidade educativa, em tempo útil e que não vai interferir com o funcionamento das escolas”, disse Tiago Brandão Rodrigues.

 

Ministro da Educação vai anunciar “solução integrada de avaliação”

 

Ministro da Educação promete verbas para escolas com amianto

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Sobre o Regresso à Actividade Lectiva

Hoje, dia de regresso à actividade lectiva, deixo dois textos em destaque aqui no blogue. O primeiro de Paulo Guinote publicado no Jornal Público de hoje e o segundo de Alexandre Henriques publicado no seu Blogue, ComRegras.

 

O regresso

 

Regresso porque, acima de outras razões, há rostos que tenho prazer em reencontrar e porque há lutas que, nas aulas, ainda valem a pena.
 
 

Professores terminam interrupção letiva e começam interrupção familiar

 

Para quem na última semana conheceu o ComRegras, pode ficar a pensar que se trata de um blogue ao estilo “Cristinas Caras Lindas”, “Perdoa-me”, ou “Quinta das Celebridades” na vertente melodramática… nada disso. As suas raízes são as questões disciplinares e a educação em geral, mas a componente emocional do professor é muitas vezes desvalorizada e em período de interrupção letiva justifica entrar um pouco nesse mundo. Quem quiser algo mais másculo, pode sempre sintonizar a Sic Radical e ver a WWE…

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124 Docentes a Vincular em 2016

Existem pelo menos 124 docentes que em 31/08/2015 cumprem o requisito para a vinculação pela norma travão.

Estes 124 docentes ficaram colocados desde 2011/2012 em listas publicadas pela DGAE em horário completo e anual (falta-me a confirmação se todos ficaram colocados no mesmo grupo de recrutamento, mas à partida julgo que sim) nas listas de final de Agosto (em 2014/2015 nas listas de dia 12 de Setembro).

Volto a referir que existem docentes colocados no grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica que podem estar a cumprir o 5º contrato anual, mas que por ausência de listas até há dois anos não me é possível verificar este grupo de recrutamento.

Também existem docentes que podendo ter sido colocados num destes anos em estudo em escola TEIP e/ou com Autonomia não é possível fazer essa verificação por ausência de listas públicas (em especial as listas deste ano lectivo).

O PDF com os 124 docentes que já identifiquei pode ser descarregado aqui.

E fica feito desta forma o primeiro estudo de 2016 que pode ainda vir a ser melhorado ao longo dos próximos tempos.

Falta-me verificar em que grupos e Zonas Pedagógicas estas vagas serão abertas.

 

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Vincularam 7560 Docentes Contratados Desde 2006

Por vezes questionam-me sobre o número de docentes que vincularam nos últimos anos e, sabendo eu os números aproximados, nunca os esquematizei antes num único quadro.

Por isso resolvi fazê-lo hoje a antecipar alguns artigos desta semana com alguns estudos para a vinculação de docentes contratados em 2016.

O quadro seguinte apresenta os números de docentes vinculados por grupo de recrutamento. Não se analisam as vinculações que foram conseguidas por recursos hierárquicos ou por decisões do tribunal.

Fiz uma separação destas vinculações pelos dois governos em funções nos anos que elas ocorreram.

Por muita critica justa que se faça ao governo que cessou funções, não se pode dizer que em período de contracção económica não tivessem vinculado mais docentes nesse governo do que no governo de José Sócrates que governou um mandato e meio.

António Costa para fazer melhor terá de olhar para estes números e superá-los.

Entre 2006 e 2015 vincularam 7560 docentes contratados.

VINCULAÇÕES 2006 a 2015

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Que se Perspectiva de Concursos em 2016?

Não havendo qualquer alteração ao diploma de concursos estão previstos para 2016 acontecer os seguintes concursos, decorrentes do Decreto-Lei 83-A/2014, de 23 de Maio:
 

  • Concurso externo anual;
  • Mobilidade interna;
  • Contratação inicial;
  • Reserva de recrutamento;
  • Bolsa de Contratação de escola;
  • Contratação de escola.

 
O próximo concurso interno está previsto apenas para 2017, no entanto, no referido diploma existe uma abertura para a realização de concursos internos fora da periodicidade quadrienal, a definir por despacho do membro do Governo responsável pela área da educação, caso se verifique a necessidade de proceder a um reajustamento na afetação de docentes às necessidades dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.

 

O Concurso externo anual visa dar resposta ao cumprimento do nº 2 do artigo 42º que não permite que os contratos a termo resolutivo sucessivos celebrados com o Ministério da Educação e Ciência em horário anual e completo, no mesmo grupo de recrutamento, não possam exceder o limite de 5 anos ou 4 renovações.

Este artigo é alvo de discórdia na coligação que apoia o governo e por aqui pode haver novidades ainda este ano.

Baixar esse limite para os 3 anos ou 2 renovações seria manter a igualdade perante todos os trabalhadores portugueses que encontram-se em contrato, visto que os limites excepcionais de prolongamento de contrato até ao máximo de 5 já foram eliminados.

Outra possibilidade é terminar com a norma travão, mas se isso acontecer quase garanto que voltaremos ao tempo em que vinculariam apenas meia dúzia de professores contratados.

Cada vez é mais difícil fazer os estudos sobre quem poderá vincular em 2016 pela norma travão, pois grande parte dos docentes são colocados em escolas onde não se conhecem listas públicas.

Ainda tentarei fazer esse estudo com os dados que tenho. E se o ano passado acertei com bastante aproximação no número de docentes que podiam concorrer em 1ª prioridade também não deverei falhar muito este ano.

 

A Mobilidade Interna é outro concurso alvo de grande discórdia e que poderá ser revisto ainda este ano.

A principal discórdia com este tipo de concurso relaciona-se com as prioridades de quem é quadro de escola com horários e de quem é QZP. Como este ano nem todos podem concorrer à mobilidade interna não se sentirá muito este efeito perverso que ocorre apenas após cada concurso de mobilidade interna após um concurso interno. Quase todos os QZP estão colocados e as vagas que resultem para a Mobilidade Interna não poderão ser ocupadas por eles, a não ser que percam a componente lectiva na escola de colocação.

Colocar na mesma prioridade um docentes do quadro que pretende a mudança de escola e um docente QZP é o que muitos professores desejam, Pela forma como estão distribuídos os professores QZP tenho muitas dúvidas que alguma vez o ME entenda dar esse presente aos professores QA/QE. Não se esqueçam que poderiam ficar muitos docentes QZP por colocar em determinado QZP se fosse aberta essa possibilidade, ao mesmo tempo que outros QZP ficariam desertos de docentes dos quadros.

Continuo a achar que com as regras existentes da mobilidade não se justifica a existência de lugar de quadro de zona pedagógica e se todos fossem quadro de escola/agrupamento o problema ficaria resolvido.

 

A Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento ainda é a melhor forma de contratação, a mais rápida e a mais eficaz.

Acho que por aqui pouco há a mudar.

Continuo a dizer que uma Reserva de Recrutamento deve ser dinâmica e que um professor ao longo do ano deve poder modificar as suas preferências conforme os seus interesses do momento.

 

A Bolsa de Contratação de Escola é um dos concursos mais absurdos que alguma vez se criou para um universo de dezenas de milhares de candidatos. Numa escala pequena este concurso até pode ter as suas virtudes e cada escola olha para a sua lista como uma pequena escala. O problema é que existem mais 300 escalas do mesmo tamanho e isso é que torna absurda a BCE.

Não existe qualquer vantagem para as escolas que a BCE continue a existir.

 

A Contratação de Escola é um mal necessário para suprir determinadas necessidades. Para horários inferiores a 8 horas, para horários recusados por duas vezes na Reserva de Recrutamento ou para VERDADEIROS Técnicos Especializados é um concurso necessário.

Sobre este concurso que funciona ao longo de todo o ano devia ser melhorada a informação dada aos candidatos, nomeadamente a informação sobre a mancha horária do horário em concurso.

 

Aceitam-se mais opiniões e sugestões.

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31% das Candidaturas à Contratação Estão Por Colocar Após a RR15

Das 39.369 candidaturas válidas após a publicação das listas da contratação inicial ficaram por colocar 12.384 candidaturas após a Reserva de Recrutamento 15.

As 12.384 candidaturas são de 8.611 docentes.

O grupo de recrutamento com mais candidaturas por colocar é do grupo 100 – Educação Pré-escolar, tendo sido este o único grupo de recrutamento onde mais de 50% das candidaturas a concurso não estavam com colocação após a reserva de recrutamento 15.

O próximo quadro apresenta a evolução dos docentes não colocados ao longo do ano lectivo 2015/2016 até à reserva de recrutamento 15.

Apesar do elevado número de docentes habilitados para a Educação Especial este grupo apenas tinha 23% de candidaturas por colocar após a reserva de recrutamento 15. Mas também não é de estranhar porque estes docentes estão habilitados a pelo menos mais um grupo de recrutamento e podem em muitos casos ter obtido colocação nesse outro grupo.

 

 

contratados Não Colocados na RR15

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Salário Mínimo e Complemento Solidário Para Idosos

DECRETO-LEI N.º 254-A/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 255/2015, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-12-31

 

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Atualiza o valor da retribuição mínima mensal garantida para 2016

 

DECRETO-LEI N.º 254-B/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 255/2015, 1º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-12-31

Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

 

Repõe as regras de atualização do valor das pensões do regime geral da Segurança Social e do regime de proteção social convergente e fixa o valor de referência do Complemento Solidário para Idosos, a vigorar a partir de 1 de janeiro de 2016

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O Algoritmo Para 2016

Um bom ano de 2016 para todos os leitores do Blog são os votos de toda a equipa Blog DeAr Lindo.

 

algoritmo 2016

 

Ou fazer – com +

Depende daquilo que estivermos a falar. 🙂

 

 

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Números do Blog (Facebook)

Ao longo de 2015 a página do blogue deu um enorme salto no número de seguidores através da rede social Facebook.

O ano 2015 iniciou com 21.529 gostos de página e no dia 30 de Dezembro já tinha 37.019 seguidores. Quase duplicou num ano o número de pessoas que seguem diariamente as publicações do blogue.

 

1 janeiro 2015 30 dezembro 2015

 

A distribuição das pessoas que acompanham a página do blog no facebook é maioritariamente feminina e é entre os 35 e os 44 anos que mais seguidores tem o blogue.

 

fãs

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