“Anda tanta gente preocupada com a qualidade de outras Democracias. Que tal verem dos problemas de qualidade e de respeito pela cidadania da nossa?”

Pois…

 

Iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço dos professores regressa ao Parlamento antes do fim do debate orçamental

 

Update:

Para quem assinou a ILC consultem a caixa de correio para verificarem se receberam este e-mail:

 

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Artigo de Opinião de Rui Cardoso no Público

Meritocracia docente por quotas

 

 

Um funcionário que deu o seu melhor, que alcançou resultados acima da média, que foi excecional, pode ser prejudicado pelo desempenho de todos os outros, incluindo as chefias? Na classe docente pode.

 

Trabalhadores motivados, com adequadas aptidões e ferramentas, operando num clima organizacional sustentável, são os ingredientes chave para melhorar os processos, trabalhar com limitações financeiras e, finalmente, satisfazer os clientes e conduzir ao sucesso da missão” (Niven 2003: 35). Não vejo nada disto nas escolas portuguesas… e cada vez menos.

Cabe ao “patrão” a cultura da meritocracia. Se ele não motiva, através de recompensas, os seus funcionários, eles não estarão dispostos a ser mais do que aquilo para que são pagos. Não vale a pena acrescentar tarefas às que usualmente fazem, porque só irão ser feitas de acordo com o que lhes pagam. No mundo empresarial todos sabem disso e se querem crescer aplicam-no. Um funcionário satisfeito é muito mais produtivo, está mais do que estudado e provado.

Na classe docente a meritocracia está disfarçada, chamam-lhe quotas. Não vou discutir se quem é contemplado com o “título de mérito” é ou não merecedor do mesmo, essa discussão há-de ser eterna. O que interessa são as quotas.

Num sistema em que se quer que os trabalhadores deem o seu melhor, que necessitam que deem o seu melhor, não se pode limitar o reconhecimento com quotas. As quotas são limitadoras do sucesso de qualquer empresa, de qualquer “empreitada”. Um sistema onde é permitido afirmar que um trabalhador tem mérito para ser recompensado, mas não possui quotas para o fazer, está condenado ao fracasso. A desmotivação vai tomar conta de todos aqueles que trabalharam para o mérito e, com o tempo, dos que algum dia teriam o tal mérito. Se um individuo vê outro ser injustiçado é mais do que aceitável que presuma que o mesmo lhe pode vir a acontecer.

 

CONTINUA AQUI

 

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Mais fluência em inglês nos países onde acesso à internet é maior. Portugal é excepção.

 

Mais fluência em inglês nos países onde acesso à internet é maior. Portugal é excepção.

 

  • Portugal tem penetração de internet a rondar os 70% da população, e é o 19.º melhor país do mundo no que respeita a bem falar inglês.
  • A correlação entre população que usa a internet e proficiência em inglês é maior do que a correlação da proficiência em inglês e a fatia per capita de orçamento de cada governo alocado à Educação
  • Sérvia investe, percentualmente, menos que Portugal em Educação mas consegue estar um lugar (18.º) à frente no ranking de proficiência em inglês.

Quanto maior o acesso à internet melhor é a proficiência em inglês da população de um país. Esta é a conclusão do estudo EF English Proficiency Index (EF EPI), o ranking mundial que avalia a proficiência linguística de pessoas cuja língua nativa não é somente a língua inglesa.  Portugal é, porém, uma das exceções do estudo.

 

O nosso País, apesar de se ficar pelo lugar 35 da lista dos 88 países analisados – no que a penetração da internet diz respeito – , é o 19.º melhor do mundo no que respeita a bem falar inglês. O “ranking” foi divulgado pela EF Education First, líder global em educação internacional, e coloca Portugal no nível de proficiência “Elevada”.

 

Ranking EF English Proficiency Index 2018

Posição
(Proficiência em inglês)
 

País

 

Investimento (em dólares) em Educação per capita

 

% Penetração da Internet

1 Suécia 3774,9 89,7 %
2 Holanda 2395,6 90,4 %
3 Singapura 81,0 %
4 Noruega 5489,2 97,3 %
5 Dinamarca 97,0 %
6 África do Sul 330,3 54,0 %
7 Luxemburgo 3808,2 98,1 %
8 Finlândia 2987,5 87,7 %
9 Eslovénia 1072,7 75,5 %
10 Alemanha 2016,1 89,6 %
11 Bélgica 2594,6 86,5 %
12 Áustria 2379,9 84,3 %
13 Polónia 597,3 73,3 %
14 Filipinas 55,5 %
15 Suíça 4210,1 89,1 %
16 Roménia 256,7 59,5 %
17 Croácia 72,7 %
18 Sérvia 208,0 67,1 %
19 Portugal 898,3 70,4 %
20 República Checa 1013,2 76,5 %

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A Greve não está a afetar os alunos…

 

… Era isso que se pretendia. Esta greve é ao trabalho extraordinário, quem o faz que peça o seu pagamento.

Greve de professores “atípica” está a ser pouco sentida nas escolas

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Cartoon do Dia – A Felicidade chegará em 2023 – Paulo Serra

 

 

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Prémios Nacionais eTwinning 2018

 

Prémios Nacionais eTwinning 2018

A Direção-Geral da Educação, através do Serviço Nacional de Apoio eTwinning,  tem a honra de divulgar a lista dos Prémios Nacionais eTwinning 2018.

Os professores portugueses que desenvolveram os melhores projetos europeus colaborativos, no âmbito do projeto eTwinning do Programa Erasmus+, durante o ano letivo 2017/2018, serão galardoados numa cerimónia que decorrerá na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, no dia 23 de novembro de 2018, entre as 11h00 e as 17h30.

Parabéns aos vencedores!

 

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Divulgação – VI Congresso Internacional da Dislex

 

 

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Divulgação – Festival Internacional de Cartoons Escolares

 

 

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Manifestação – Porto dia 17 de novembro

 

O PS votou contra todos os projetos de resolução na Assembleia da República. Os projetos de resolução do PCP e do BE resolviam o imbróglio dos professores lesados na contabilização do tempo de trabalho declarado à SS.
O PS ficou de reunir connosco, até à data não marcaram a dita reunião. Para que este assunto volte de novo à agenda mediática, tencionamos realizar uma manifestação no Porto, dia 17 de novembro, pelas 15h. Para tal, precisamos de um número significativos de professores.
Necessitamos da solidariedade de todos, é um assunto demasiadamente sério para não ser levado a sério
Professores Contratados com horários incompletos

 

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Os liberais portugueses e Bolsonaro

Opinião –

Os liberais portugueses e Bolsonaro

Há muito que se percebeu bem que, quando a extrema-direita ganha escala e atrai uma parte tão significativa da direita clássica, esta não hesita em colar-se-lhe.

(…)

Continua aqui.

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A Ler – A Mistura Explosiva

A boa leitura nO Meu Quintal.

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A Ler – Daisy Christodoulou

″Aprender deve ser o mais divertido possível, mas é preciso ser honesto e admitir que há um limite

Daisy Christodoulou, 34 anos, estudou Literatura Inglesa e deu aulas no ensino secundário. Foi nesse percurso que se interessou pela maneira como os alunos aprendem e o muito que se tem vindo a estudar sobre o cérebro nos últimos 50 anos. A sua investigação deu dois livros, Seven Myths aboutEducation (2014) e Making Good Progress: The Future of Assessement for Learning (2017).

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Carlos Fiolhais afirma que o mundo caminha para mistura explosiva entre poder e ignorância

Carlos Fiolhais afirma que o mundo caminha para mistura explosiva entre poder e ignorância

O mundo caminha para uma tendência de “mistura explosiva entre poder e ignorância”, que o físico Carlos Fiolhais disse, na passada quarta feira, esperar que “não nos expluda na cara”, referindo-se à evolução política e de Governo no outro lado do Atlântico.

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Diretores de escolas “apreensivos”. Cortes na educação “não auguram um bom futuro”

Diretores de escolas “apreensivos”. Cortes na educação “não auguram um bom futuro”

02 nov, 2018 – 11:01

O presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas esteve na Manhã da Renascença no dia em que o ministro da Educação vai ao Parlamento dar conta do orçamento para o setor.

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Hoje e Sempre

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O Ministro Fantabulástico Foi ao Parlamento

 

O Ministro Tiago, Qual Anita, Foi Ao Parlamento

E levou muitos números, que apresentou de forma menos mortiça do que o habitual e, pelo menos nos excertos que apanhei nos noticiários da TSF e numa peça televisiva, até piscou menos os olhos e embrulhou-se menos nas palavras. Ouvi tudo aquilo, desde uns exactos 19% de ganhos salariais até 2 ou 3 mudanças de escalão para 90% dos professores até 2023 e perdi-lhe qualquer réstia de respeito, porque quem se presta a um papel destes, depois de tudo o que andou a dizer, é porque é “artista”, como diria o cavaco velho.

(…)

Continua aqui.

 

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Cartoon do Dia – Questões de… latitude e de… longitude! – SDPA

 

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Moção aprovada no Plenário nacional de Professores e Educadores

 

PLENÁRIO NACIONAL DE PROFESSORES E EDUCADORES
MOÇÃO

 

Os Professores e Educadores reunidos em Plenário Nacional em Lisboa, no dia 2 de novembro de 2018, consideram que o Orçamento destinado à Educação para 2019 é negativo, pois ignora os problemas das escolas e não dá resposta a nenhuma das justas reivindicações dos professores, quer em relação às suas condições de trabalho, quer aos aspetos de natureza socioprofissional.

Reunidos em plenário nacional, ao mesmo tempo que o ministro da Educação, na Assembleia da República, se esforça por defender o indefensável, os Professores e Educadores exigem que, em sede de especialidade, o orçamento para a Educação seja corrigido pela apresentação e aprovação de propostas que criem condições para, entre outros aspetos:

– Garantir como é devido, em 2019, o início do faseamento da recuperação para a carreira dos 9 anos, 4 meses e 2 dias que estiveram congelados;

– Regularizar os horários de trabalho dos docentes que, em múltiplos aspetos, violam a lei e os normativos aplicáveis;

– Permitir que os professores com, pelo menos, 40 anos de serviço possam aposentar-se sem qualquer penalização, independentemente da sua idade, dando assim início ao necessário processo de rejuvenescimento da profissão docente;

– De forma séria e decidida, combater a precariedade que afeta milhares de professores e a própria condição docente, desde logo aqueles que acumulam mais de 3 anos de serviço;
Estas são reivindicações que unem os docentes e as suas organizações sindicais: são reivindicações de que não desistem nem desistirão. Os professores e educadores exigem respeito, clamam por justiça, rejeitam a discriminação e, ao mesmo tempo, repudiam as torpes tentativas que o Ministério da Educação vem desenvolvendo para pôr em causa a liberdade sindical e a justa luta dos docentes.

Condicionando, com ameaças, o exercício do direito à greve, os responsáveis do Ministério da Educação confirmam uma natureza antidemocrática que já tinha estado presente em reuniões realizadas com as organizações sindicais. São inconcebíveis atitudes que atentam contra um direito constitucional conquistado pelos trabalhadores portugueses após o 25 de Abril de 1974; são atitudes de que, na Educação e com a gravidade do que está a suceder, não havia registo em 44 anos de democracia.

Os Professores e Educadores presentes no Plenário manifestam a sua inteira disponibilidade para prosseguir a luta, reiterando que não desistirão de alcançar os seus justos objetivos reivindicativos e reafirmando que a discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2019 é uma oportunidade que não deve ser perdida com vista à resolução dos problemas que têm vindo a colocar.

 

Lisboa, 2 de novembro de 2018

 

Os Professores e Educadores reunidos em Plenário Nacional

 

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O Tiago joga com as palavras para iludir quem o ouve… aumentos de 20%?

 

Deixem de nos tentar iludir com falinhas mansas… Devem-nos muito mais do que isso. Se chegarmos a beneficiar do que nos querem devolver, ainda nos roubarão 1/5 da possível carreira docente.

 

Salários dos professores vão aumentar quase 20% até 2023

 

Isto não são aumentos, são progressões na carreira há muito devidas.  Aumentos teremos os mesmos, ou não, dos outros funcionários públicos, caso decidam o que fazer aos tais 50 milhões.

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Alargamento do prazo de candidatura ao procedimento concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar, em 2019

 

Verificando-se um elevado número de pedidos de esclarecimento e consequente constrangimento na submissão de candidaturas ao procedimento concursal com vista à constituição de uma bolsa anual de docentes para o exercício de funções no Projeto Centros de Aprendizagem E Formação Escolar, em 2019, foi alargado o prazo para formalização da candidatura até às 18:00h do dia 5 de novembro de 2018 (hora de Portugal Continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – Timor-Leste

Nota informativa II

 

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Lista Colorida – RR9

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR9.

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Cinema Sem Conflitos: “Se Caires…”

Título: If You Fall |  Autores: Tisha Deb Pillai

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Comparação Contratados nos últimos 2 anos

A tabela seguinte apresenta a comparação entre contratações nos anos 2017/2018 e 2018/2019 até à RR9.

Houve este ano (até à RR9) menos 2506 contratações relativamente ao ano anterior. Os grupos 110, 500, 120, 230 e 910 foram os grupos onde essa diminuição mais se fez sentir.

Há grupos onde essa diminuição é natural uma vez que houve muitas vinculações (110, 120 e 910), contudo isso já não explica o que tem acontecido nos grupos de Matemática (230 e 500) e em menor escala, nos de Português (210, 220 e 300).

Destacam-se pela positiva alguns grupos que tiveram um aumento ligeiro de colocações, como é o caso do 400 e 510.

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Concentração e plenário de Professores em Lisboa 2/11/2018

 

 

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379 Contratados Colocados na RR9

Foram colocados 379 contratados na Reserva de Recrutamento 9, distribuídos por grupo de recrutamento e tipo de horário de acordo com a seguinte tabela:

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Reserva de recrutamento n.º 9

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 9.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 5 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 6 de novembro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Recomendação ao Governo para que contabilize todo o tempo de trabalho dos docentes contratados a exercer funções a tempo parcial para efeitos de segurança social

 

Resolução da Assembleia da República n.º 298/2018

Recomenda ao Governo que contabilize todo o tempo de trabalho dos docentes contratados a exercer funções a tempo parcial para efeitos de segurança social

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 – Dê orientações claras às escolas quanto à fórmula de cálculo dos dias de trabalho dos docentes com contrato de trabalho a termo resolutivo para efeitos de declaração aos serviços da segurança social.

2 – Garanta que são contabilizados de forma justa e proporcional todos os dias úteis declarados, quer eles resultem do exercício de funções docentes desenvolvido numa única escola ou em mais do que uma.

Aprovada em 12 de outubro de 2018.

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

 

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Informação sobre a greve a 2 de novembro

Afinal o ME não tem o mesmo entender sobre prazos de entrega dos Pré-avisos de Greve que os sindicatos. Isto lançou a confusão entre os professores, uma vez que, esta informação não foi publicitada da mesma forma que o Pré-aviso de Greve. Depois de muito pesquisar lá se encontrou a razão para tamanha confusão. Perante isto (no extrato da noticia, do DN que se encontra abaixo) fica ao critério de cada um a decisão a tomar amanhã, embora não sejam noticias num jornal que tornam uma greve legal ou ilegal.

 

Na nota enviada à Lusa pelo ME, a tutela explica ainda que comunicou aos sindicatos que o pré-aviso de greve entregue para o dia 02 de novembro não chegou com os 10 dias de antecedência que o Governo entende serem os exigidos na lei.

“Independentemente da tipologia e duração da greve, entende ser sempre devida a observância da antecedência de 10 dias úteis na emissão de avisos prévios de greve no setor da Educação, pelo que a inobservância desta formalidade poderá determinar os efeitos previstos no Código do Trabalho em matéria de justificação das ausências dos trabalhadores”, lê-se na nota.

Mário Nogueira admitiu que os sindicatos avancem mais uma vez para tribunal para contestar o entendimento do ME, mas sublinhou que este pré-aviso específico é diferente dos entregues para a greve ao trabalho extraordinário e tem meramente um caráter preventivo, para permitir a participação dos professores no plenário sindical organizado pela plataforma frente à Assembleia da República, na tarde em que o ministro Brandão Rodrigues vai ao parlamento discutir na especialidade a proposta de Orçamento do Estado para o setor.

Segundo Mário Nogueira, não será necessário nenhum professor fazer uso deste pré-aviso para poder marcar presença, uma vez que a lei permite aos docentes 15 horas por ano letivo para participação em atividade sindical, que dificilmente algum professor terá já esgotado, uma vez que o ano vai no início.

 

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Aos deputados “solidários” do costume…

 

É comum, cada vez que os professores se manifestam em frente da Assembleia da Republica, aparecerem uns deputados e deputadas para se mostrarem às televisões.

Amanhã gostava que fizessem o mesmo, descessem a escadaria e enfrentassem os professores, pode ser que ouçam umas verdades pela cara a dentro…

 

Para relembrar… há um mês era assim.

Bloco só aprova Orçamento se houver dinheiro para contar tempo de serviço dos professores

 

Na terça-feira foi de maneira diferente…

O Orçamento do Estado para 2019, o último da legislatura, foi hoje aprovado, na generalidade, com os votos do PS, BE, PCP, PEV e PAN.

 

 

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Esclarecimento da FENPROF sobre a Greve iniciada a 29 de outubro e Plenário de 2 de novembro

 

Novo esclarecimento sobre a greve que se iniciou em 29 de outubro e sobre o plenário nacional de 2 de novembro

Face a dúvidas provocadas por posições deliberadamente equívocas do Ministério da Educação, a FENPROF esclarece:

– A greve que se iniciou em 29 de outubro e prosseguirá enquanto não houver resposta positiva para as justas reivindicações dos professores tem convocatórias diárias, não tendo sido levantada qualquer questão relativamente à sua legitimidade.

– Se, aderindo a esta greve, o professor não comparecer a uma atividade não assinalada no seu horário (reunião ou ação de formação) não deverá ser efetuado qualquer desconto na remuneração, visto ter cumprido integralmente o horário de trabalho estabelecido. Se verificar que a escola efetuou algum desconto deverá, de imediato, contactar o seu Sindicato.

– No dia 2 de novembro, os professores que, participando no Plenário Nacional que se realizará junto à Assembleia da República, faltarem ao serviço, por norma, justificarão a ausência ao abrigo da lei sindical. Ser-lhes-á distribuída a justificação no local, que deverão entregar na escola, não havendo lugar a qualquer desconto ou outro tipo de consequência. O recurso à greve será excecional e o pré-aviso entregue pelas organizações sindicais destina-se, apenas, a situações em que o professor não possa justificar a ausência ao serviço de outra forma.

 

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Pelo Público – Formação ou propaganda?

Opinião / Paulo Guinote

Formação ou propaganda?

A “formação” de professores confunde-se hoje com uma variante de comício, com direito a discursos sem contraditório e aclamação de pé.

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Os Boatos mal intencionados sobre a Greve de 2 de novembro

 

Durante o dia de ontem correram uns boatos sobre a greve de amanhã. Uns diziam que o ME a tinha declarado ilegal e que essa informação tinha sido fornecida por um sindicato. Circulou, também, que a falta só seria justificada com declaração de presença no plenário. Até houve que dissesse que não havia nenhuma greve convocada.

Tudo isso é falso.

Amanhã há greve.

Andam por aí uns boateiros com interesses “estranhos”… Interrogo-me se alguém quer identifica-los ou discorrer as suas razões?

 

 

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Governo faz pesquisa no “Google” sobre o Tempo de Serviço Roubado

 

O Presidente da República afirmou, esta quarta-feira, que o Governo o informou de que ainda queria ouvir as regiões autónomas dos Açores e Madeira antes de enviar para Belém o decreto-lei sobre o tempo de serviço dos professores.

(Isto ainda se transforma numa novela trágico-comica mexicana. Andam a ganhar tempo e ainda nos vão tirar mais um bocadinho. A culpa ainda vai sobrar para a RA Madeira)

 

Governo informou que ia ouvir Açores e Madeira antes de enviar decreto sobre professores

 

 

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Concurso de Ingresso – Carreira Especial de Inspeção

 

Encontra-se aberto, nos termos constantes do Aviso n.º 15692/2018, publicado no Diário da República n.º 210, 2.ª série de 31 de outubro de 2018, o concurso de ingresso à categoria de Inspetor da carreira especial de inspeção da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) para o preenchimento de 24 vagas.

As candidaturas deverão ser entregues, no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data de publicação do referido Aviso, utilizando obrigatoriamente o formulário disponível abaixo, por correio ou pessoalmente na sede da IGEC, de acordo com as indicações mencionadas no Aviso de abertura do concurso.

 

 

Formulário de Candidatura 211 KB Download PDF
Aviso n.º 15692/2018, DR n.º 210, 2ª Série de 31 de outubro de 2018 263 KB Download PDF

 

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O que é a Greve dos 5€?

É a greve na Educação…

É um conceito complicado. Interfere com suscetibilidades entre entidades que, por vezes, não se entendem. Requer um entendimento alargado para a educação em Portugal,(que tanto se pede aos (des)governos) mas teria um impacto que nenhum (des)governante queria ter entre mãos.

Passemos aos factos.

Para que esta greve pudesse acontecer tinha que haver um entendimento entre sindicatos da educação e não só do ensino. Tinham que elaborar uma carta de reivindicações alargadas, não só de uma classe, mas de uma instituição.

Se os sindicatos de Professores e  de todos os outros Funcionários da Educação se entendessem, esta greve teria um impacto nunca visto e por mais que tentassem não conseguiriam mitigá-lo.

Os professores fizeram uma greve às avaliações em que, novamente, houve recurso a bolsas de greve. Todos contribuíam para um fundo de greve, que servia para minimizar o impacto financeiro da greve em quem a realizava. Para esse fundo de greve tinha-se o ordenado de um professor como base. Na Greve do 5€ teremos o ordenado dos auxiliares de educação como base. Passo a explicar o conceito.

Em primeiro lugar os sindicatos elaborariam uma carta comum de reivindicações para todos os funcionários da educação. Depois marcariam a dita greve. É claro que os professores e os técnicos administrativos não a fariam, só os Auxiliares de Educação teriam lugar ativo nesta greve. Porquê? Porque ficam mais baratos. Seria criada uma bolsa de greve por escola em que os professores entrariam com 5€ por dia e os técnicos administrativos e auxiliares educativos (não grevistas) com 2,5€. Dessa forma minimizariamos o impacto financeiro dos grevistas e daríamos uma continuidade à greve, quase, infindável, além de encerrarmos  as escolas(sem auxiliares suficientes as escolas não abrem). Se conseguíssemos que metade mais um dos auxiliares faltassem todos os dias, seria o caos. A educação parava em Portugal.

 Falta uma tomada de posição, por parte dos sindicatos, para se conseguir entrar na história com a maior greve de sempre na educação.

Como é? Estaríamos abertos a esta solução? Estarão os sindicatos disponíveis? Querem soluções?

Aqui está uma…

(Esta proposta não é da minha autoria, o meu amigo “D” propô-la numa reunião. O meu amigo “A” também já é adepto e referiu-a num vídeo aqui divulgado.)

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50 milhões para aumentos dos funcionários públicos!

… eles merecem!

 

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Opinião – OE 2019: que formosa aparência tem a falsidade – Santana Castilho

 

OE 2019: que formosa aparência tem a falsidade

 

O título deste escrito cita Shakespeare. A formosa aparência dos 0,2% de défice é vista como uma falsidade pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que descobriu discrepâncias entre vários documentos referentes ao OE 2019. A mais citada resulta de haver uma diferença de 590 milhões de euros entre a proposta de lei e o relatório, o que originaria um défice de 0,5% em vez de 0,2%. A explicação radica na circunstância de os orçamentos serem sempre exercícios previsionais. Centeno pede ao Parlamento, na proposta de lei, autorização para gastar mais 590 milhões. Mas considera-os, no relatório, cativos sobre consumos intermédios. Para ele, o que importa é o 0,2% de défice. Se as receitas crescerem para além do previsto, talvez os gaste. Se não, não gasta. Mas, aprovada a proposta, já tem a despesa autorizada, porque não gosta de orçamentos rectificativos e não quer falhar os 0,2%. É por isso, e para entreter os parceiros da “geringonça”, que dá uma formosa aparência à falsidade orçamental. É assim que funciona a ditadura financeira de Centeno, visceralmente incompatível com qualquer necessidade social que ameace o défice. O OE 2019 apresenta-se, assim, apenas positivo para as finanças, inibidor para a economia e politicamente negativo.

As chamadas despesas excepcionais representam mais de 10 mil milhões de euros, de que não resultam quaisquer benefícios para o cidadão comum. Outrossim, vão directos para os grandes grupos financeiros e económicos. Aí estão inscritos 1750 milhões para os bancos, 4000 milhões para as participações de capital, 1200 milhões para a Parpública e 1518 milhões relativos a rendas de parcerias público- privadas rodoviárias, quando a UE (Eurostat) estimou que o seu valor actualizado não devia ser superior a 337 milhões.

Com a realidade a definir mais tarde, as aparências do OE 2019 são suficientes para perceber o papel da Educação nas prioridades de Costa e Centeno, que o Governo conta pouco e o ministro da Educação vale zero. Como referi antes, um orçamento é sempre um exercício previsional, cujo rigor só é sindicável quando, mais tarde, for cruzado com a respectiva execução. Assim, se a verba prevista para o ensino não superior cresce 248 milhões de euros quando comparada com a inicialmente prevista no orçamento anterior, já quando a comparamos com o que efectivamente se prevê gastar em 2018, o crescimento reduz-se a 82 milhões, isto é, três vezes menos. Se passarmos de valores absolutos para indicadores relativos, salta à vista que o OE 2019 coloca o peso da Educação a evoluir abaixo do que o crescimento económico permitiria. Com efeito, em percentagem do PIB, esse peso vai valer 3,10% em 2019, quando valia 3,14% em 2015, 3,72% em 2011 ou 5,1% em 2002.

Nenhum dos principais problemas da Educação encontra resposta neste orçamento, que se limita à gestão corrente do que existe, que não à consideração do que era preciso mudar. Particularmente grave e incompreensível, face ao já assumido, é a intenção de diminuir 4% dos gastos com recursos humanos.

No ensino superior, se o normativo que regula a atribuição das bolsas de estudo aos estudantes não for alterado, a descida de 212 euros no valor máximo da propina não passa de uma ideia demagógica e perversa. Com efeito, as bolsas estão condicionadas actualmente a um rendimento anual per capita igual ou inferior a 7930,40 euros. Esse valor resulta da soma do valor máximo da propina (1068 euros) ao produto por 16 do valor do Indexante de Apoio Social (428,90 euros). Se baixar a propina como previsto, o rendimento per capita subsidiável passa para 7718,40 euros e muitos estudantes, com bolsa hoje, não a terão amanhã. Entretanto, todos os ricos pagarão menos 212 euros, num país que apresenta uma taxa de 23,3% de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social.

Um argumento sólido de oposição ao que acabo de afirmar é dizer que os serviços públicos, se não puderem ser gratuitos, devem ter o mesmo preço para todos, já que a redistribuição da riqueza e a justiça social são feitas pela natureza progressiva dos impostos. Mas só me parece inteiramente válido este argumento se a receita fiscal recolhida pelos impostos fosse suficiente para fazer face ao custo de todos os serviços públicos para todos os portugueses.

A medida representará 50 milhões de euros e aplicar-se-á a 200 mil estudantes. Não seria socialmente mais adequado melhorar as bolsas de estudo aos 50 mil que delas carecem, particularmente aos mais pobres e aos deslocados? Ou investir o dinheiro na construção de residências? Ou, eventualmente, isentar de propinas os que estudam nos politécnicos do verdadeiro interior?

Portugal continua a não ver definidas estratégias e prioridades para o seu desenvolvimento económico, permanecendo no espectro sombrio das políticas financeiras restritivas e empobrecedoras da sua população, agindo sob o peso de fenómenos e de ocorrências que não controla. As medidas que vão sendo tomadas surgem sem a garantia de que são as mais adequadas, porque não se estudam e discutem racionalmente alternativas possíveis. António Costa age sob a força das circunstâncias, pressionado, desarticulado e revelando um elevado grau de incerteza quanto à amplitude e profundidade das medidas que o Governo decide.

A economia portuguesa tem características negativas evidentes: défice crónico, dívida pública elevada, baixos salários, alto desemprego jovem e reduzida produtividade, quando comparada com a dos países com os quais competimos. Com efeito, o celebrado crescimento do emprego em percentagem superior ao crescimento do PIB, sendo intrinsecamente positivo, mostra, por outro lado, uma redução da produtividade (trabalho extensivo versus acréscimo de valor ao que fazemos e vendemos). E, do mesmo passo que o discurso oficial incensa os nossos indicadores de crescimento, omite que 20 dos 28 países da UE crescem mais que nós e que a maioria dos portugueses deixou de poder comprar casas nas suas próprias cidades mais importantes.

No que toca à Educação, as teorias sobre o funcionamento do mercado têm capturado as teorias sobre o funcionamento da Educação, substituindo os interesses da Pedagogia pelos interesses do dinheiro e da economia que o serve. A ideia de uma Educação competitiva, tendo a competitividade dos mercados por modelo, está cada vez mais presente, assim como a ideia segundo a qual a escola deve ser um instrumento de formação de “capital humano”, útil à economia global.

A incontornável economia de mercado vai-nos, assim, paulatinamente transformando numa sociedade de mercado, isto é, numa sociedade rendida ao valor implacável do dinheiro, onde tudo se compra e tudo se vende, cada vez mais insensível a valores sociais e à solidariedade entre gerações.

PS: Que formosa aparência de Estado tem a falsidade de felicitar o presidente eleito do Brasil, um fascista declarado que chega ao Planalto cavalgando o ódio e a ignorância, prometendo discriminar os brasileiros pela orientação sexual, pela cor e pela classe social de origem.

In “Público” de 31.10.18

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Se eu percebesse alguma coisa disto… seria ministro!

 

 

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Neste Exemplo o Docente Não Sobe ao 5.º Escalão em 2018

… porque o último docente que subiu ao abrigo das vagas tinha mais de 1460 dias de serviço no 4.º escalão.

 

Mas como o tempo de serviço dos docentes que subiram ao 5.º e ao 7.º escalões não são conhecidos quem optar por mobilizar tempo a mais (por módulos de 365 dias) está a dar um tiro no escuro.

 

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2.º Conjunto de Perguntas Frequentes Sobre o Reposicionamento

Clicar na imagem para ver o 2.º Conjunto de Perguntas Frequentes Sobre o Reposicionamento.

 

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