Avaliação externa das escolas vai ter novas regras

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A carreira docente na Europa – Acesso, progressão e apoios

A carreira docente na Europa

Acesso, progressão e apoios

 

O relatório Eurydice A Carreira Docente na Europa: Acesso, Progressão e Apoios oferece uma análise comparativa das políticas nacionais sobre a carreira docente em toda a Europa. Faz o mapeamento da legislação em vigor e das recomendações políticas nos níveis de ensino primário e secundário geral, cobrindo todos os países da União Europeia e ainda a Albânia, Bósnia-Herzegovina, a Antiga República Jugoslava da Macedónia, Suíça, Islândia, Listenstaine ,Montenegro, Noruega, Sérvia e Turquia.

O relatório divide-se em cinco capítulos: planeamento prospetivo e principais desafios relativos à oferta e à procura de professores, acesso à profissão e mobilidade dos professores, desenvolvimento profissional contínuo e tipos de apoio, progressão na carreira e avaliação de professores. Os anexos disponibilizam informação e referências relativamente às estruturas de carreira, quadros de competências de professores e a sua utilização

 

Clicar na imagem para aceder ao relatório.

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Audição da Comissão de Representantes da ILC na Comissão da Educação e Ciência

A ver e a ouvir com muita atenção… Estão todos muito sensíveis à questão da recuperação do tempo de serviço dos professores. Foram desafiados a agir, mas nenhum afirmou que o iria fazer…

A apresentação da ILC foi muito bem conseguida, a nossa colega Sandra transmitiu muito bem a essência do documento. Um relato muito explícito de todo o processo e dos seu objetivos.

(Os últimos minutos são imperdíveis.)

 

 

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A ILC em Audição Parlamentar na 4.ª Feira à Tarde

4ª Feira À Tarde

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3ª Edição dos Estágios na NASA para estudantes

3ª Edição dos Estágios na NASA para estudantes

Estão abertas até ao dia 21 de janeiro as candidaturas à terceira edição do concurso para a atribuição de Bolsas de Investigação para Estágios na NASA (National Aeronautics and Space Administration of the USA).

Serão atribuídas até seis bolsas a alunos de nacionalidade portuguesa que estejam a frequentar um doutoramento ou mestrado nas áreas das ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

O programa realiza-se ao abrigo de um acordo celebrado em 2016 entre a FCT, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) e a NASA, que permitiu que Portugal integrasse o Programa Internacional de Estágios da agência espacial norte-americana.

As oportunidades de estágio para esta edição englobam 22 projetos da NASA, de entre os quais os candidatos poderão indicar aqueles a que desejam concorrer.

Nas duas primeiras edições dos estágios participaram 12 estudantes. Para Milton Cordeiro, que participou na primeira edição, em 2017, quando estava a concluir o seu doutoramento em Biotecnologia na Universidade Nova de Lisboa, “foram 6 meses muito enriquecedores tanto a nível profissional como pessoal”.

O recém doutor, que no final do estágio recebeu um convite para continuar a sua colaboração como investigador convidado na agência, diz que “o estágio FCT-NASA foi uma oportunidade única na minha carreira e que aconselho a todos os estudantes”.

Neste momento, o cientista está na Califórnia a prosseguir o desenvolvimento de um método de produção de biossensores para a monitorização cardíaca de astronautas em ambiente espacial, projeto que tinha iniciado durante o estágio.

Mais informações: Aviso de Abertura | Lista de Oportunidades de Estágio

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Reprogramação de fundos comunitários dá mais 80 milhões para obras nas escolas

Reprogramação de fundos comunitários dá mais 80 milhões para obras nas escolas

O anúncio foi feito pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues no decurso da audição regimental na comissão parlamentar de Educação e Ciência, que hoje decorre na Assembleia da República.

Segundo Brandão Rodrigues, o reforço distribui-se entre 69 milhões de euros atribuídos pelo programa comunitário FEDER e 11 milhões de euros de contrapartida nacional, do Orçamento do Estado.

O reforço garante que mais 40 escolas vão poder ser intervencionadas e garante, segundo a tutela, um valor de investimento total para 2016-2020 de 735 milhões de euros nas escolas.

Tiago Brandão Rodrigues insistiu que os valores representam um crescimento no investimento face aos valores orçamentados pelo Governo anterior, o que mereceu críticas da bancada parlamentar do PSD, com a deputada Margarida Mano a acusar o ministro de não responder sobre o seu tempo no Governo refugiando-se nas críticas e acusações aos quatro anos do Governo anterior.

PSD e CDS-PP questionaram ainda a equipa governativa do Ministério da Educação sobre a remoção de amianto nas escolas e sobre as condições dos edifícios escolares, recordando as reportagens recentes que revelam que em algumas escolas os alunos passam frio, obrigados a assistir às aulas de luvas ou com mantas.

Sobre a remoção de amianto, por exemplo, Margarida Mano referiu que dos 252 edifícios classificados como prioritários em 2016 apenas foi retirado o amianto em 20, segundo dados de 2018.

“Acredito que as limitações sejam muitas, mas o que não está correto é o senhor ministro fazer de conta nas suas intervenções que vive noutro mundo”, disse Margarida Mano.

Na resposta, Tiago Brandão Rodrigues insistiu nas “maleitas que o anterior Governo fez ao orçamento comunitário” e que o atual executivo precisou de “definir prioridades”, sublinhando que todos os investimentos que venham a ser feitos nas escolas “nunca poderão ser feitos sem que a remoção de amianto seja uma prioridade”.

O Governo foi ainda questionado sobre as obras em algumas das escolas com maiores necessidades de intervenção, como o Conservatório de Música e Dança, a escola secundária artística António Arroio ou o Liceu Camões, em Lisboa, mas também a secundária Alexandre Herculano, no Porto, cujo concurso de obras de requalificação teve que ser revisto, com um valor superior, depois de o primeiro concurso público lançado ter ficado deserto.

“Temos sentido uma evolução do custo da obra e temos adequado atempadamente”, disse o ministro, respondendo ainda ao PSD sobre o custo da obra ter subido, dizendo que isso tem acontecido também nas autarquias sociais-democratas.

“Não vai também dizer que as câmaras do PSD estão a lançar concursos abaixo do preço de custo da obra”, disse Tiago Brandão Rodrigues, que referiu ainda que o relançamento do concurso da Alexandre Herculano surgiu depois de conversações com a câmara municipal do Porto.

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Fenprof pede substituição do ministro por “incompetência política”

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) defendeu esta quarta-feira que o primeiro-ministro substitua o ministro da Educação, devido à sua “incapacidade e comprovada incompetência política” para dirigir as negociações de recuperação de tempo de serviço congelado.

A posição da Fenprof surge na sequência das declarações do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, proferidas na terça-feira na Assembleia da República (AR) em resposta aos deputados do PCP, Bloco de Esquerda, PSD e CDS sobre o reinício das negociações com os docentes para a recuperação do tempo de serviço congelado.

Sem nunca dar uma data concreta de arranque das negociações, Tiago Brandão Rodrigues disse apenas que tal será feito “oportunamente” e lembrou que o Orçamento do Estado para 2019 é “válido durante todo o ano”.

Negociaremos atempadamente, oportunamente, com os sindicatos, com a transparência e boa fé negocial a que já habituámos as organizações sindicais. Queria também dizer que o Orçamento do Estado para 2019 é válido durante todo o ano de 2019 e nós temos calendário de execução desse OE com responsabilidade e tendo sempre em conta que é importante poder cumprir esse OE”, afirmou durante a audição regimental pela comissão parlamentar de Educação e Ciência.

O ministro explicou ainda que não iria adiantar pormenores, uma vez que entendia que os sindicatos deviam ser os primeiros a ser informados sobre o processo negocial.

Declarações que foram mal recebidas pela Fenprof: “Perante a incapacidade e a comprovada incompetência política do ministro da Educação para dirigir esta negociação, competirá ao Governo, particularmente a António Costa, encontrar, urgentemente, a sede negocial adequada ou, então, substituir o ministro”.

Para a Fenprof, “quem não sabe respeitar os professores, não pode ser governante de um Estado de Direito Democrático” e Tiago Brandão Rodrigues “há muito que não é um ministro da Educação”.

As recentes declarações levam os docentes a considerar que o ministro “não respeita os professores nem as suas organizações sindicais”.

Para a Fenprof, dizer que o “Orçamento do Estado é válido para todo o ano” é uma provocação e uma forma de “insinuar que a negociação poderá ser quando for, até mesmo fora da atual legislatura”.

Em comunicado enviado para as redações consideram que “Tiago Brandão Rodrigues não só opta pela provocação, como revela, mais uma vez, não estar à altura do cargo que ocupa. Se com esta insinuação o ministro pretende que passe a ideia de que a negociação até poderá não ser realizada durante o mandato do atual governo, deveria, de imediato, abandonar as suas funções”.

Os professores exigem que o processo negocial se inicie no curto prazo e que a convocatória para a primeira reunião seja recebida pelas organizações sindicais até ao final desta presente semana.

A Fenprof recorda ainda que na próxima semana, a 24 de janeiro, o Governo “será confrontado com o primeiro sinal de impaciência dos professores” e que os docentes poderão “endurecer uma luta que se reforçará todos os dias e durará o tempo que for necessário” caso o executivo apresente propostas inferiores aos 9 anos, quatro meses e dois dias de serviço que têm exigido.

O decreto-lei que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vetou no final de 2018 recusou a solução imposta unilateralmente pelo Governo de contar apenas cerca de três anos dos mais de nove exigidos pelos sindicatos, devolvendo o diploma ao Governo, com base na argumentação de que o Orçamento do Estado para 2019 obrigava a retomar as negociações com os professores.

TVI24 -Fenprof pede substituição do ministro por “incompetência política”

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“Na mais pura boa fé… negociaremos”

 

Para quem tiver paciência e queira ouvir, de boa fé, que a educação mudou, que o investimento é muito maior, que os problemas estão a ser resolvidos, que as negociações ocorrerão no momento oportuno, que… Fica o video da Audição da equipa ministerial. (se sentirem frio, corram que aquecem…)

 

 

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Quem manda no tempo sou eu… tenho um ano.

Há quem se esqueça que os deputados já “mandaram”, por diversas vezes, no ministério da Educação, nesta Legislatura…

 

Negociar com professores? O Governo tem o seu “próprio calendário”

A propósito da obrigação imposta pelo Orçamento do Estado para o início de novo ciclo negocial sobre o tempo de serviço, Tiago Brandão Rodrigues respondeu que o OE “é válido para todo o ano de 2019”.

 

 

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A Iniciativa Legislativa de Cidadãos encontra-se em Consulta Pública

 

 

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Uma opinião sobre a proposta das organizações sindicais

 

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Comunicado SINAPE – RECUPERAÇÃO INTEGRAL DO TEMPO DE SERVIÇO

 

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Álvaro de Campos e o politicamente correcto – João André Costa

 

Álvaro de Campos e o politicamente correcto

A Porto Editora está envolvida em mais uma polémica depois do corte a tracejado de 3 versos da “Ode Triunfal” de Álvaro de Campos, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, cujo poema faz parte do manual escolar de Português do 12.º ano “Encontros”, adoptado por um total de 90 escolas.
Vítima do politicamente correto, Fernando Pessoa anda às voltas no túmulo.
Quem se seguirá? Camões e a Ilha dos Amores? Decerto. Os livros de Arte e as raparigas nuas de Rubens? Já está na lista e hoje em dia convém não ferir a susceptibilidade alheia sob pena de um processo em tribunal.
Inevitavelmente coloco aqui questão: será o politicamente correcto mais importante que a cultura? Teremos o direito de reescrever a História por medo de represálias? Teremos todos perdido o bom-senso juntamente com as noções de certo e errado mais o nosso papel de educadores e formadores das gerações futuras?
Será do Pessoa a culpa de escrever em vernáculo, ainda para mais quando tal vernáculo incide sobre as relações entre adultos e menores, ou será antes a culpa de cada uma das escolas e respectivos corpos docentes pela escolha de tal manual?
Do Pessoa não é de certeza, é de quem edita os livros e de quem os escolhe, é da editora e das escolas, é dos professores e de quem pretende (re)escrever o currículo ao ritmo do lápis azul da censura de outros tempos.
Aos poucos apagamos a cultura e a identidade portuguesas, uniformizando mentalidades, modos de agir e pensar, de bom grado eliminando o original, o inovador, o chocante, o desafiador em nome do politicamente correcto, como se a miséria, a degradação, os abusos e a violência do homem sobre o homem nunca tivessem existido.
Ao apagar a história em nome do politicamente correcto arriscamo-nos a repeti-la.
Portanto, não à censura da alma e do corpo, não à mutilação das palavras e dos versos, tudo o que é pensado deve ser escrito, em nome do infinito, e só na liberdade podemos ser verdadeiramente maiores.
Voltando ao livro, entre o puritanismo e a ignorância venha o diabo e escolha e já que o Pessoa levantava tantos problemas porque não outro poema ou outro autor ao invés da “Ode triunfal”?
Para quem dedica parte da sua vida à escrita, não há nada mais triste para além do fuzilamento indiscriminado das ideias e das palavras, como se escrever fosse um crime e a censura o julgamento imediato, célere e cego, de quem escreve. Ninguém diz uma palavra, mas eu sei que fui julgado e condenado sem direito a defesa, a advogado ou tribunal. Não são precisos, basta o editor.
Os meus pêsames, por conseguinte, ao Pessoa, mas não só, a todos os portugueses. Hoje estamos mais pobres, e se assim é a nós o devemos. Eu, por mim, vou continuar a ler Pessoa, Álvaro, Alberto, Ricardo, mas não só, Peixoto, Agualusa, Lobo Antunes, Saramago, Zambujal, O’Neil, Herberto, entre tantos outros, com asneiras e sem asneiras, mas de preferência com, e tratando a vida sempre por tu num mundo onde o politicamente correcto não me chateie nem me diga o que é certo e errado que eu já sou crescidinho, muito obrigado. Quanto à nossa juventude, não precisa da vossa condescendência, foram os alunos que nos chamaram a atenção para a censura, foram os alunos que gritaram liberdade!

 

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Monumento ao Precário

 

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse esta segunda-feira à agência Lusa, no Porto, que no dia 31 de janeiro, em frente à Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, vai ser descerrado um monumento ao Precário Desconhecido.

 

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À boleia da descaracterização do 1.º Ciclo, acaba-se com o 2º Ciclo…

 

É uma desculpa como qualquer outra. Convém relembrar o tema da recomendação, “…  promova um amplo e profundo debate nacional sobre a reorganização dos ciclos de ensino e a realização de uma profunda reorganização curricular”.

A verdade é que, nos chamados países desenvolvidos, apenas Portugal optou por um 2.º Ciclo. Agora ouvem-se uns poucos de especialistas dar a opinião sobre algo que desconhecem no terreno. Não digo que a solução não seja a junção de ciclos, peço para que todas as opções sejam postas em cima da mesa e que se equacionem todas as hipóteses antes de se tomarem decisões. Isto, para que daqui a 20 anos, outros especialistas, não condenem o que se fez.

Fica o Projeto de Resolução n.º 1936/XIII/4.ª.

 

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Montenegro, o Muleta de Três Patas

Pois concorda com a atribuição dos 2A9M18D atribuídos pelo governo do PS.

Para quem tem a lata de chamar muleta ao Rio deixa muito a desejar.

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Governo dos Açores, decreto sobre tempo de serviço dos professores no Parlamento regional

Governo dos Açores entregou no Parlamento da região decreto sobre professores

O Governo Regional dos Açores entregou nesta segunda-feira no Parlamento da região a proposta de decreto legislativo que visa a recuperação do tempo de serviço dos professores para efeitos de progressão de carreira.

 

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Comunicado – Benefícios da ADSE não sofreram alterações com a nova legislação

 

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Recomendação ao governo para a revisão do programa curricular da disciplina de Estudo do Meio do 1 º Ciclo Ensino Básico

 

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Tablets em vez de livros? Vai ser na Madeira…

 

O futuro que tanto se tem falado está a chegar aos alunos madeirenses. No Próximo ano podem livrar-se do peso das mochilas e servir-se da tecnologia em sala de aula. Para quando a chegada ao Continente destas “modernidades”?

 

Alunos madeirenses vão ter tablets em vez de livros

No próximo ano lectivo, o Governo Regional vai começar a substituir os manuais por tablets nas escolas da Madeira. No futuro, o projecto da responsabilidade da Secretaria de Educação deverá abranger todos os alunos após o 1.º Ciclo do Ensino Básico.

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Fim do 2º Ciclo partidos contra e a favor…

Em vez de se realizar um debate alargado, passando pelos professores, lançam-se ao ar ideias para ver se caem no “goto”…

 

Só o PS diz não para já ao fim do 2.º ciclo do ensino básico

Reorganização dos ciclos de ensino vai ser de novo debatida no Parlamento. PSD, CDS e PCP concordam. BE está hesitante e PS rejeita. Mas o PSD também garante que mudanças só terão o seu voto se existir uma revisão de fundo da Lei de Bases do Sistema Educativo, aprovada em 1986.

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Opinião de Mário Silva – Uma Indignação ‘À Colete Amarelo’

Infelizmente tenho de concordar com a retórica do Trump no que respeita a acusar os jornalistas de publicar noticias manipuladas ou noticias falsas (fake news), quando leio títulos de jornais como aquele que apareceu no jornal Público em 10/01/2019 (ver imagem em anexo).

 

 

Por curiosidade, fiz um inquérito simples com algumas turmas do 3º ciclo e secundário, com uma única pergunta: “Quando lês este titulo, qual a interpretação que fazes?”; os alunos/as responderam anonimamente numa folha e entregaram. Numa amostra de 64 alunos/as, 20% declarou incapacidade de descobrir que informação o titulo transmitia ou relatava interpretações não relacionadas com o título, e os restantes 80% convergiram na interpretação (transcrições ipsis verbis)

– “que os professores são analfabetos”, “que os professores atuais são burros”, “que a profissão de professor é só para os piores alunos”, “que não é preciso boa formação para ser professor”, “se tirararem má nota no exame poderão pensar em ir para professores”, “para ser professor não é preciso trabalhar muito”,”o titulo dá a entender que a profissão de professor é para fracos e isso faz influenciar o futuro dos seus alunos”, “estamos a ser ensinados por professores que tiveram má nota no exame”, “o titulo mostra que os professores não são valorizados porque se houvesse salários maiores, valorização do papel do professor na sociedade, se houvesse mais prestigio, uma recompensa maior a quem ocupar este papel, então de certeza a média de acesso subiria, consequentemente a média de qualidade dos professores melhoraria”, “a mensagem que a noticia transmitiu é: como é que pessoas com notas mais baixas ensinam outras sendo fulcrais na sua aprendizagem e determinantes no seu sucesso?”

– surgiu uma resposta com interpretação perspicaz: “foi o governo que pediu esta noticia por causa dos professores quererem recuperar o tempo de serviço-9 anos e tal- fazendo as pessoas pensar que os professores são incompetentes e não merecem salário melhor”.

-surgiu uma resposta maravilhosamente inteligente e arguta: “significa que os alunos burros podem-se tornar pessoas inteligentes”.

A classe docente, os alunos e os progenitores deviam chamar o nome aos bois: este título é um ULTRAJE, é uma INFÂMIA!

Este jornal insulta uma classe profissional inteira e várias gerações de estudantes, rotulando-as negativamente: no que respeita aos professores a mensagem subrepticia é que “a profissão de professor é só para os piores alunos” e que “que não é preciso boa formação para ser professor”; no que respeita aos estudantes, envia a mensagem de que os que têm “piores notas” (aqueles que não têm acima de 17) não serão bons profissionais, promovendo uma exclusão sócio-económica que contraria a pedagogia da inclusão que o governo apregoa…é lançado um anátema sobre dezenas de milhares de estudantes, considerando que só se é bom profissional se tiver acima de determinada ‘nota’. Aliás, este título aplica-se a quase todas as profissões, porque a maioria delas que resultam de formação universitária têm média de entrada abaixo de 16 valores (incluindo jornalismo…); portanto, é indecente a intenção com que a notícia foi publicada!…

A publicação tem como objetivo “fazer as pessoas pensar que os professores são incompetentes e não merecem salário melhor”, e portanto, o governo deve recusar-se a recuperar o tempo de serviço TRABALHADO EFETIVAMENTE durante 9 ANOS. É abjecto, asqueroso, a direcção deste jornal dito ‘de referência’, ‘credível’, prestar-se a mensageiro governamental, com este tipo de informação…!

A ideologia politica arrogante, perversa, sociopata, que singrou entre 2005-2011, afinal esteve em estado de latência e ressurgiu em 2015, mais acirrada quando emanou no ar o aroma da maioria absoluta…será o ressuscitar do pesadelo se essa maioria existir…

Afinal onde está a diferença governativa em relação ao governo anterior?…

Este tipo de atitude merecia vestir o colete amarelo e atuar ‘à francesa’ mas…

Resta encarar estoicamente mais este ataque vil e parafrasear que este titulo jornalístico “significa que os alunos burros podem-se tornar pessoas inteligentes”…

 

Mário Silva

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Número de Colocações em Reserva de Recrutamento Desde 2011/2012 por Grupo de Recrutamento

Este quadro faz o balanço das colocações existentes por reserva de recrutamento e grupo de recrutamento desde o ano letivo 2011/2012.

Naturalmente o número de colocações diminuem com o passar das reservas, no entanto existem duas reservas que têm um acréscimo de colocações em relação ao decrescimento natural das colocações.

A reserva de Recrutamento n.º 15 e n.º 18 onde o número de colocados nos grupos de recrutamento 300 – Português e 500 – Matemática sobem.

Aconteceu o mesmo em 2018/2019 na Reserva de Recrutamento 15 e veremos se a RR18 também vai trazer essa subida.

Estes horários acrescidos estão geralmente contemplados para o Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

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Global Teacher Prize Portugal 2019

 

 

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Reportagem – Nesta escola o director chega a fazer de porteiro

“O potencial de risco nas escolas é muito grande”, avisa o director da Escola Básica e Secundária de Canelas, em Vila Nova de Gaia. Com apenas 15 funcionários de serviço, para um universo de 1342 alunos, esta escola tornou-se num “monstro impossível de controlar”.

Com um telefone portátil no bolso que não pára de tocar e outro encostado ao ouvido, Maria da Luz não tem muito tempo a perder. “Estou a fazer ‘dez em um’. Não há champô que me acompanhe”, atira, à laia de cumprimento, quando o PÚBLICO pergunta o que faz no PBX da escola se a sua função é a de supervisora dos assistentes operacionais. E a explicação assenta em contas de subtrair, que qualquer aluno conseguiria desenrascar: “Tenho seis funcionárias de atestado médico, duas com licença de vencimento e duas tarefeiras foram desviadas para outra escola cuja funcionária também está de baixa…”.

(…)

Continua aqui: Reportagem – Nesta escola o director chega a fazer de porteiro 

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A desinformação da opinião pública sobre os Professores Portugueses

Já todos sabemos que a imagem dos professores se encontra sob ataque constante e cerrado por parte da classe política e mais uns, faz anos.

Numa altura em que poderão iniciar novas negociações surgem sempre estudos e notícias e discursos com o objetivo denegrir a imagem da classe (e não é só com os professores que isto acontece, é uma tática antiga e conhecida). Mas não se trata apenas disso, os professores, também, têm de escolher uma nova imagem que os represente, a existente está gasta e parece não querer evoluir. A luta necessita novas estratégias e novas formas.

Isto só vai acabar no Parlamento e, embora se possa vir a ganhar, pode não ser só o governo a perder. Esperemos que ninguém entre em desespero e acorde o que nunca defendeu.

 

Portugueses estão contra ambiente de contestação social – e em desfavor dos professores

Os portugueses continuam contra a luta dos professores pela progressão nas carreiras e não são sensíveis aos argumentos e presença mediática de Mário Nogueira. Nem estão em geral favoráveis às greves.

Governo aparece a perder gás na sondagem desta semana publicada no Expresso, mas tendo em conta as respostas a quatro perguntas (ver gráficos em baixo), não será por causa do desgaste causado pela contestação social que António Costa deve temer a opinião pública. Primeira conclusão: os portugueses continuam contra a luta dos professores pela progressão nas carreiras e não são sensíveis aos argumentos e presença mediática de Mário Nogueira.

No estudo da Eurosondagem em Setembro, 69% dos inquiridos estavam contra as reivindicações dos professores quanto à contagem de tempo nas carreiras. O inquérito desta semana revela que essa posição até se acentuou: por junto, 68,5%
das respostas dizem que o Governo nem devia dar mais nada aos docentes (25%) ou que Costa não deve alterar a oferta de dois anos, nove meses e 18 dias (43,5%). Apenas 16,9% concordam com os sindicatos (em setembro eram 19,4%) que defendem a reposição integral do tempo de carreira perdido nos anos de crise.

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Plano Europeu de Formação eTwinning 2019

Plano Europeu de Formação eTwinning 2019

 

A Direção-Geral da Educação, através do Serviço Nacional de Apoio eTwinning, acaba de divulgar o Plano Europeu de Formação eTwinning 2019, que contém uma lista de ações de desenvolvimento profissional às quais se poderão candidatar os docentes eTwinners, de qualquer ciclo ou área disciplinar, de escolas públicas ou privadas, que pretendam iniciar projetos eTwinning com escolas europeias. A despesa inerente à deslocação e estada dos participantes fica a expensas do projeto eTwinning.

Os docentes que pretendam candidatar-se à formação devem consultar os documentos eTwinning: a comunidade para as escolas na Europa e Condições e instruções para participar numa formação europeia eTwinning, preencher o formulário com os dados requeridos e fazer aí o upload de um certificado da formação eTwinning realizada a nível nacional e da Declaração de Compromisso.

A candidatura mantém-se aberta até ao dia 3 de fevereiro de 2019.

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Cinema Sem Conflitos: “Vence Prémio no valor de 6000 Euros”

A Direção Regional da Juventude – Governo dos Açores, atribuiu um prémio Monetário no Valor de 6000 Euros ao Projeto “CinemaSemConflitos”, a fim de equipar uma Sala de Produção Audiovisual para a Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe (Ilha de São Miguel).

A todos os intervenientes e aos que futuramente irão participar neste projeto, o nosso Muito Obrigado!!!

 

 

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Lista Colorida – RR16

Lista colorida atualizada com colocados e retirados da RR16.

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Cinema Sem Conflitos: “Otto”

Título:  “Otto“ | Autores:Job, Joris & Marieke

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Despacho da Rede de cursos do EPE da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básicos e Secundário para a África do Sul, Namíbia e Zimbabué

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/01/Despacho-n.º-568-2019.pdf”]

 

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620 Contratados colocados na RR16

Foram colocados 620 Contratados na Reserva de Recrutamento 16, distribuídos da seguinte forma:

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Iniciativa “942 – Só queremos o que é nosso” arranca dia 11, no Porto

 

Iniciativa “942 – Só queremos o que é nosso” arranca dia 11, no Porto

A Federação Nacional da Educação (FNE) lança no próximo dia 11 de janeiro, sexta-feira, a iniciativa “942 – SÓ QUEREMOS O QUE É NOSSO”. Esta campanha, que vai percorrer as dezoito capitais de distrito do Continente, e que arranca no Porto, na Praça da Liberdade, consiste no desfraldar de uma enorme bandeira em que a mensagem ‘942 – Só queremos o que é nosso’ receberá o apoio de centenas de docentes que a vão assinar.

Esta bandeira seguirá depois para Bragança e prosseguirá uma viagem que a vai conduzir às diferentes capitais de distrito e que vai terminar em Lisboa, dia 8 de fevereiro, em frente à Residência Oficial do Primeiro-Ministro, em São Bento. Com esta ação, a FNE visa mostrar ao Governo e ao Ministério da Educação que não desiste de lutar pelo direito da recuperação integral do tempo de serviço congelado aos professores portugueses.

A FNE sublinha com esta atividade a total disponibilidade para o retomar das negociações com o Governo, mas também a intransigência na luta pelo objetivo de a contabilização do tempo de serviço, tal como acontece em relação às carreiras gerais da Administração Pública, ser de 9 anos, 4 meses e 2 dias e em cumprimento do que estabelece a Lei do Orçamento de Estado para 2018.

Para a FNE seria inadmissível que o Governo quisesse repetir em 2019 a estratégia que adotou em 2018, o que, a acontecer, constituiria uma atitude de desrespeito inaceitável, quer em relação à Assembleia da República, quer em relação aos Educadores e Professores portugueses.

Pela nossa parte, a campanha “942 – Só queremos o que é nosso” é a nossa bandeira para denunciar todas as situações que não constituam o cumprimento, pelo Governo, da responsabilidade que agora lhe foi de novo entregue e de na sequência, adotar as medidas que forem adequadas.

Nós não desistimos do que é de direito e de justiça. Não abdicaremos de um único dia dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de trabalho efetivo que tem de ser recuperado.

Convidamos todos os órgãos de comunicação a acompanhar esta iniciativa.

Datas e locais de dinamização:

  • 11 janeiro: Porto – Praça da Liberdade – entre as 9h00m e as 11h00m
  • 14 janeiro: Porto – Sede do SPZN (Rua de Costa Cabral, 1035)
  • 15 janeiro – Bragança
  • 16 janeiro – Vila Real
  • 17 janeiro – Braga
  • 18 janeiro – Viana do Castelo
  • 21 janeiro – Aveiro
  • 22 janeiro – Leiria
  • 23 janeiro – Coimbra
  • 24 janeiro – Viseu
  • 25 janeiro – Guarda
  • 28 janeiro – Castelo Branco
  • 29 janeiro – Portalegre
  • 30 janeiro – Santarém
  • 31 janeiro – Setúbal
  • 1 fevereiro – Évora
  • 4 fevereiro – Faro
  • 5 fevereiro – Beja
  • 8 fevereiro – Lisboa

 

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Reserva de recrutamento n.º 16

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 16.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 14 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 15 de janeiro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Uma petição pela minha amada disciplina de História… – ComRegras

 

Uma petição pela minha amada disciplina de História…

 

 

“Num quadro de autonomia das escolas, a situação não tem correspondido exatamente ao que a tutela nos garantiu – a APH tem recebido várias denúncias por parte dos seus associados, queixando-se de uma diminuição efetiva da carga horária das disciplinas de História nas suas escolas. Estas ocorrências, apesar de não serem generalizadas, preocupam-nos, e consideramos que a tutela deveria tomar medidas concretas para as evitar, estabelecendo, nomeadamente, tempos mínimos obrigatórios para as disciplinas de História. Como é que se pode afirmar que se pretende implementar um ensino aprendizagem mais centrado no aluno e no desenvolvimento de competências e diminuir-se o tempo que deveria estar disponível para que tal se efetue?
Não chega afirmar que o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória assenta numa base humanista. É necessário concretizá-lo. Tendo em conta as caraterísticas da construção do saber histórico – o desenvolvimento de valores ligados ao pensamento democrático, à estruturação do pensamento, ao desenvolvimento das capacidades de análise, de síntese e de crítica –, que podem e devem ser potenciados pela oportunidade que constituem as AE e o modelo de ensino que lhes está associado, parece uma contradição a diminuição efetiva da carga horária da disciplina que se está a verificar, efetivamente, em muitas escolas.”

Para assinar

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Guia Para Aplicação de Adaptações na Realização de Provas e Exames 2019

Este ano publicado um mês mais cedo.

 

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A Ler – O Conceito de “Recurso Humano” Em Educação

A boa leitura nO Meu Quintal.

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A creche (não a faculdade) devia ser gratuita – Henrique Raposo

 

A creche (não a faculdade) devia ser gratuita

A curto-prazo, defender a gratuitidade das propinas é mais uma cavaca populista atirada para o lume do pensamento mágico que promete tudo e o seu contrário. Numa altura em que os diretores clínicos dizem que os hospitais portugueses podem descer abaixo do nível aceitável no primeiro mundo, prometer propinas grátis não é só imbecil, é imoral. A longo-prazo, defender o lero-lero juvenil do “não pagamos” é paradoxalmente uma recusa de pensar o futuro e a ideia de um Portugal jovem.

Se vamos falar em gratuidade, então faz mais sentido falar em creches e não em faculdades. Em Portugal vivemos no meio de um absurdo moral e político: é mais caro ter um filho na creche do que ter um filho numa universidade pública. Há algo radicalmente errado nesta inversão de prioridades, é como começar a casa pelo telhado. Um país com futuro precisa de vitalidade demográfica. Sem bebés agora não há alunos no futuro. Sem bebés agora não há trabalhadores, licenciados ou não, no futuro. Os limitados recursos do Estado deviam estar centrados na sua base, nos seus pilares: a criação de futuro, de famílias e jovens que garantam o futuro. Dar prioridade ao cheque-creche e não ao cheque-faculdade faz ainda mais sentido quando olhamos para outros pontos óbvios. Quem vai para a faculdade já é um jovem adulto, já pode trabalhar em part-time para ajudar a pagar as despesas. Um bebé não pode ir trabalhar para ajudar a pagar a creche. Depois é evidente que um casal aos 40 e 50 anos tem – em média – uma estabilidade financeira que não tem aos 20 e 30. Um casal – em princípio – precisa de mais ajuda com o bebé aos 20 e 30, e não com o jovem adulto aos 40 e 50. Para terminar, claro, há a ação social para quem realmente precisa. A tal gratuitidade deve ser apenas para as pessoas realmente pobres, não para todos.

O que não se fala é quase sempre mais importante do que aquilo que é falado. Em Portugal parece-me surreal a forma como se aceitam diversos pontos sem debate, sem polémica, sem indignação. Como portugueses, como pais e avós, queremos viver num país onde é mais caro ter um bebé na creche do que ter um jovem adulto na faculdade? Só olhamos para aqui e agora? E o 2035, que é já amanhã?

in Expresso

 

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Lei n.º 4/2019 (Quota de Emprego para Pessoas Com Deficiência)

Já foi notícia o acordo entre PS e BE para a implementação da quota de emprego para pessoas com deficiência no sistema privado aqui.

 

Lei n.º 4/2019 – Diário da República n.º 7/2019, Série I de 2019-01-10

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Estabelece o sistema de quotas de emprego para pessoas com deficiência, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60 %

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/01/lei-4-2019.pdf”]

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Divulgação – As boas opiniões e as vantagens do centro de formação Master D

 

As boas opiniões e as vantagens do centro de formação Master D

Atualmente, as novas tecnologias permitem que as metodologias de ensino estejam sempre a inovar e a possibilitar diversas maneiras de aprendizagem para quem se arrisca a tentar. As modalidades de ensino a distância (também conhecido como e-learning) e o ensino semi-presencial (chamado b-learning) são algumas destas inovações que têm tido sucesso com diferentes tipos de estudantes.

 

Mais de 20 anos de experiência

O centro de formação português que mais se destaca em ambas as modalidades e que têm ótimas opiniões entre os seus formandos é a Master D. Há mais de 20 anos no mercado, este centro surgiu em Espanha e expandiu-se para terras lusitanas com o objetivo de ajudar mais e mais pessoas a mudar as suas vidas através de novos caminhos profissionais. Para cumprir este objetivo, a Master D baseia-se em valores como foco no cliente, transparência, responsabilidade, compromisso, liderança, espírito empreendedor, inovação e paixão.

 

Opiniões sobre os cursos da Master D

Os seus cursos são elaborados de acordo com as exigências do mercado e, por isso, a oferta formativa está a ser sempre atualizada. São disponibilizados, no momento, 29 cursos distribuídos por áreas técnicas, profissionais e preparatórias para concursos públicos.

 

  • Agricultura e Espaços Verdes
  • Bem-Estar
  • Comercial e Relações Públicas
  • Cuidados Infantis e Geriátricos
  • Cuidados de Saúde
  • Serviços Administrativos
  • Turismo
  • Cuidados Animais
  • Eletrotécnica, Indústria e Automação
  • Energias Renováveis
  • Informática
  • Marketing e Design Multimédia
  • Programação
  • Preparação para concursos das Forças de Segurança (PSP e GNR)

Esta diversidade de áreas, somada a uma metodologia de ensino de qualidade, faz com que as opiniões sobre a Master D sejam muito positivas entre os seus formandos e ex-formandos. O que destacam entre as qualidades dos cursos é o incentivo dos preparadores, que os recebem nos centros presenciais, e o serviço de apoio às saídas profissionais.

 

Opiniões sobre os centros presenciais da Master D

Uma vez que os cursos da Master D são disponibilizados de forma semi-presencial, os formandos têm ótimas opiniões sobre as atividades desenvolvidas nos centros formativos. São quatro centros situados em diferentes cidades do país, de modo a apoiar o maior número de formandos possível:

 

Lisboa: Rua Dona Estefânia, Nº 84-A;

Porto: Rua Camões, 497/501;

Faro: Rua Monsenhor Henrique Ferreira da Silva, Nº 3-B;

Coimbra: Rua Cidade de Halle, lote 7/9 Cave Direita.

 

Nestes centros são desenvolvidas masterclasses, workshops e jobskills sobre diversas temáticas. A grande vantagem é que os formandos de diferentes cursos interagem e partilham ideias e experiências, pelo que estas atividades proporcionam o crescimento pessoal e profissional.

É importante lembrar que frequentar os centros formativos não é obrigatório para a maioria das formações. Ainda assim, é sempre uma mais-valia frequentá-los porque lá pode fazer-se contacto com outros formandos e receber o acompanhamento dos preparadores de cada curso. Estes preparadores, na opinião dos formandos da Master D, são um grande incentivo para não desistirem dos objetivos e seguirem os estudos com todo o empenho.

 

A Preparação para a Integração no Mercado de Trabalho (PIMT) e o Serviço de Inserção Laboral (SIL)

A PIMT tem como objetivo estimular as atitudes e o profissionalismo necessário nos formandos, para que se sintam capacitados a arranjar um trabalho na área em que se especializaram. São apresentadas ferramentas e estratégias que recebem ótimas opiniões dos formandos da Master D, uma vez que são trabalhados diferentes aspetos e etapas para a procura do emprego. Através da PIMT, os formandos aprendem a elaborar um currículo e uma carta de apresentação objetiva, e também simulam entrevistas de emprego.

Já o SIL ajuda os formandos através de Bolsas de Estágio e Bolsas de Emprego. Estes serviços consistem no encaminhamento dos currículos dos formandos para empresas que estejam à procura de estagiários e de colaboradores. Através da plataforma interna, os formandos podem ver as ofertas apresentadas e solicitar apoio no processo de candidatura. Para além disso, aqueles que procurem por si próprios a entidade onde pretendem estagiar, podem receber toda a ajuda da Master D na mediação.

 

 

 

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