Ofertas de Escola – Açores

 

Aviso
Oferta nº 10188 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 500 – Matemática, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Calheta para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-23
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10187 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 500 – Matemática, afecto ao/à Escola Básica Integrada de Vila das Capelas para a área Docente da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-23
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10186 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Madalena para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10185 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
(Retifica a oferta nº10184)
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10184 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
(Retifica a oferta nº10180)
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10183 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) Ensino Artístico M17 – Piano;Prática ao Teclado;Instrumento de Tecla;Teclado; Acompanhamento, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Graciosa para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
[Listas e Notificações]

 

Mais Aqui

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2500 professores aprovam Moção a requerer início de negociações

Ler Moção

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Recrutamento para dois docentes do GR 110 – EPM

Caros colegas,

A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa, situada em Maputo – Moçambique, está neste momento em processo de recrutamento para dois docentes do GR 110 de maneira a suprir de forma IMEDIATA duas vagas para o ano letivo corrente.

Para mais informações, enviem o vosso Curriculum Vitae, indicando RECRUTAMENTO – GR 110 para o endereço [email protected]

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Prémio de 10.000€ a escolas que mais reutilizem manuais…

Foi publicado em Diário da República Manual de Apoio à Reutilização de Manuais Escolares.

Entre outras medidas as 20 unidades orgânicas com maiores índices de reutilização de entre as 100 que forem certificadas com o certificado «Escola MEGA Fixe!, receberão ainda um prémio de 10.000,00€ (dez mil euros), que acrescerá, no ano letivo 2019/2020, ao orçamento de funcionamento dos estabelecimentos de ensino básico e secundário de cada unidade orgânica a que for atribuído.

Despacho n.º 921/2019

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Nem IP3, nem 942…

“Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa)

Na semana passada deram-nos a entender que, finalmente, as obras no IP3 iam começar e até se fez um anuncio disso. Esmiuçou-se a coisa e parece que a dita não será bem o que se anunciou. Segundo um comunicado, ” o Governo limitou-se apenas a adjudicar obras de manutenção geral de pavimentos, introdução de separadores e reparação geral de taludes num pequeno troço de 16 km, cujo início está ainda sujeito a visto de Tribunal de Contas. Esta intervenção não é mais do que uma grande reparação com obras há muito previstas pela Estradas de Portugal para reposição do traçado original.”

Numa altura em que se espera pelo agendamento de novas reuniões para negociar o tempo e a forma de recuperação dos “942”, que novas desculpas surgirão? Que novos empreendimentos estarão à frente dos professores?

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PCP e Bloco querem mudanças no regime da educação inclusiva

O PCP e o Bloco de Esquerda vão pedir a apreciação parlamentar do regime jurídico da educação inclusiva, defendendo mudanças no actual regime e pedindo os meios necessários às necessidades de todas as crianças com deficiência.

O PCP diz que “sempre foi crítico” do actual regime “pelo que significava de cortes no apoio às crianças e jovens com necessidades especiais, pelo que significava de segregação com a criação de unidades estruturadas e pela sua referenciação médica”.

Para o PCP, “esta é uma matéria sobre a qual importa discutir e reflectir”, defendendo que é “fundamental” a constituição de turmas reduzidas, a formação de professores, a constituição de equipas multidisciplinares, a existência de equipas multiprofissionais para a intervenção precoce na infância e a adaptação dos edifícios e equipamentos.

“É indispensável, para a efectiva inclusão destas crianças e jovens, a existência de ajudas técnicas, de financiamentos, de uma acção social escolar orientada para uma efectiva igualdade de oportunidades, de uma organização e gestão democrática na vida escolar e dos recursos educativos e mentalidades abertas à inovação e à mudança”, diz o PCP.

O PCP diz ter “profundas preocupações” em relação ao actual regime, defendendo uma articulação estreita entre a escola, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a Segurança Social e criticando que o diploma continue a ser “omisso” em matéria de inclusão e integração dos jovens com necessidades especiais no ensino superior.

Para os comunistas, o actual diploma “não tem em conta a realidade das escolas” ou as dificuldades sentidas pelas escolas, pelas crianças e jovens com deficiência ou as suas famílias.

Já o BE defende que a implementação do que está definido no regime jurídico “implica uma reformulação significativa de procedimentos e práticas, mas também uma reflexão aprofundada sobre os princípios da inclusão e a própria cultura da escola”.

O partido admite que o actual decreto-lei “é um passo na direcção certa”, mas pede “alterações e melhoramentos”.

“Além de não parecer avisado (para não dizer inviável) implementar uma mudança tão estrutural de uma forma tão repentina, sem dar às escolas o devido tempo de preparação e transição que permitiria não só adaptarem-se ao novo modelo, como também assegurar que este é adequadamente implementado”, dizem os bloquistas.

“Além de não parecer avisado (para não dizer inviável) implementar uma mudança tão estrutural de uma forma tão repentina, sem dar às escolas o devido tempo de preparação e transição que permitiria não só adaptarem-se ao novo modelo, como também assegurar que este é adequadamente implementado”, dizem os bloquistas.

PCP e Bloco querem mudanças no regime da educação inclusiva | Educação | PÚBLICO

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Recenseamento Docente 2019

Informa-se que a aplicação Recenseamento Docente 2019 se encontra disponível no SIGRHE para preenchimento pelos responsáveis dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não Agrupadas (AE/ENA). Esta aplicação visa o levantamento de informação pessoal e profissional de todos os docentes que se encontram providos no AE/ENA, e de todos aqueles que, à data da sua disponibilização, nele se encontrem a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).

Aplicação disponível para os AE/ENA entre o dia 23 de janeiro e as 18:00 horas de dia 30 de janeiro de 2019 (hora de Portugal Continental).

SIGRHE

Nota informativa

Manual de utilizador

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56 mil professores foram ultrapassados por colegas

11 mil docentes passam na carreira colegas mais experientes. Fenprof apresentou problema na Provedoria de Justiça.

A Fenprof denunciou esta terça-feira na Provedoria de Justiça a ultrapassagem na carreira de 56 mil professores, que entraram nos quadros antes de 2011, por 11 mil colegas que vincularam a partir de 2013 e que foram agora reposicionados.

“Professores que ingressaram na carreira a partir de 2013 ficaram um escalão à frente de colegas que vincularam antes de 2011”, afirmou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, explicando que na origem desta situação estão “perdas de tempo, que podem ir até 4 anos, provocadas por alterações à estrutura da carreira no tempo da ministra Maria de Lurdes Rodrigues (2005-2009)”.

Os docentes que vincularam a partir de 2013 não foram afetados por estas perdas, uma vez que ainda não tinham ingressado na carreira.

“A Provedoria de Justiça está cheia de queixas de professores”, afirma Nogueira, que pede para os docentes prejudicados um tratamento idêntico ao que foi dado aos colegas recentemente reposicionados.

A Fenprof quer também que a Provedoria se pronuncie sobre se existe um problema de constitucionalidade com a contagem diferenciada do tempo de serviço congelado no continente e nas ilhas.

Os professores continuam à espera que o Governo os convoque para negociar a recuperação do tempo de serviço e marcaram um protesto para amanhã em Lisboa.

56 mil professores foram ultrapassados por colegas – Correio da Manhã

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56 mil professores ultrapassados

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A quermesse eleitoral em curso – Santana Castilho

Três membros do Governo e o Presidente da República defenderam a abolição das propinas no ensino superior, por considerarem que são factor de desigualdade social. Vejamos por que razão, ao invés, a medida transfere o dinheiro dos mais pobres para os mais ricos.

Com os dados disponíveis, referentes a 2017, sabemos que frequentavam o ensino superior 361 mil 943 alunos, dos quais 72 mil e 26 não pagaram propinas, graças às bolsas de estudo. Ainda que sem expressão numérica apurada, existe um outro conjunto de estudantes, excluídos pelos critérios limitativos das bolsas, sem recursos para pagar as propinas e outros custos bem mais relevantes. Só a ampliação desses critérios e o aumento dos valores das bolsas resolverá a exclusão por carências económicas e constituirá medida de política socialmente justa. Se se abolirem as propinas, significa isso que todos os portugueses, mesmo os mais pobres (isentos de IRS mas não isentos dos impostos indirectos, os socialmente menos justos) financiarão a formação de alguns portugueses, entre os quais os mais ricos. Assim, não combatemos a desigualdade social de que Marcelo falou, antes alimentamos a quermesse eleitoral em curso, iniciada com a medida iníqua, por idênticas razões, de atribuição de manuais escolares a todos (cerca de 130 milhões de euros, licenças digitais incluídas).

Longe de mim considerar-me satisfeito com a percentagem de portugueses com formação superior, a qual é inferior à de sociedades com que queremos convergir. Mas a questão das propinas, trazida ao debate público pela prioridade máxima de repente atribuída à massificação do ensino superior (já há quem fale em torná-lo obrigatório), merece alguma reflexão e resposta a questões simples (antecipo que os arautos da coisa lhes possam chamar simplórias), a saber: os 30 mil empregos existentes, sem candidatos, pedem habilitações de nível superior? Porquê o espanto por apenas 4 em cada 10 dos jovens que terminam o secundário demandarem o ensino superior, se a prioridade do governo PS (Sócrates) e PSD (Passos Coelho) foi o secundário profissional? Quantos licenciados estão no desemprego ou se arrastam penosamente nos call centers e nas caixas dos supermercados? Quantos milhares emigraram e enriquecem hoje economias concorrentes, financiadas pelo Estado português? Quantos doutorados e investigadores são precários miseravelmente pagos, ou desempregados?

Dir-me-ão que nenhum dos nossos desafios de futuro se resolverá sem o aumento da formação superior dos portugueses e eu concordo. Mas o acréscimo deve ser ponderado: que não signifique diminuição da qualidade; que vá de passo síncrono com a inversão do paradigma vigente (fala-se sempre da academia não responder às necessidades das empresas, mas não se fala da economia não criar oportunidades de empregos decentemente remunerados para os jovens que ela forma); que dele não resulte mais médicos e enfermeiros a servirem sistemas de saúde estrangeiros, outrossim a acudirem à degradação do nosso. Porque a consideração destas premissas encorajará muito mais a procura do superior que a abolição das propinas.

Gostaria eu que o ensino superior fosse gratuito, como na Alemanha? Que os transportes públicos fossem gratuitos, como no Luxemburgo? Naturalmente que sim … se a dívida do Estado não fosse o que é. Naturalmente que sim, se as consequências financeiras de tantas políticas sem nexo não fossem encobertas por engenhosas burcas dissimuladoras, como a que tapa os 5% do OE de 2019 para “despesas excepcionais”, quatro mil milhões que passaram sem explicação, graças à generosidade parlamentar do PCP e do BE.

É verdade que o artigo 74º da Constituição estabelece que caminhemos para a gratuidade de todos os graus de ensino. Mas não menos verdade é que tal imperativo constitucional, em sede interpretativa, se subordina a outros, igualmente constitucionais, como seja o da “reserva do possível” (possibilidades materiais mobilizáveis) ou o da equidade. Sim, equidade, porque é bom não esquecer que a gratuidade da quermesse eleitoral em curso, pródiga em medidas cegas, de cariz populista e de aplicação universal injusta é, no limite, custeada pela inexistência de apoios vitais aos que mais precisam e sofrem, por serem os mais pobres.

In “Público” de 23.1.19

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Jornal O Público – Entrevista a Mário Nogueira: “Se o PS tiver a maioria absoluta a carreira, tal como ela existe hoje, está liquidada”

Entrevista

Mário Nogueira: “Costa meteu na cabeça que a guerra contra os professores lhe vai dar mais votos”

Na semana em que se iniciam novas acções de luta dos professores, Mário Nogueira revela que o veto de Marcelo lhes deu novo alento e que estão a ser estudados protestos que terão grande impacto nas escolas.

(…)

Continua aqui.

PS: Os meus agradecimentos à jornalista Clara Viana.

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Inspectores da educação de novo em colisão com o ministério

O Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino acusou nesta terça-feira o ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues de estar a cortar o “cordão umbilical” destes profissionais com as escolas, o que considera ser “muito grave”. Numa nota divulgada na sequência das declarações na semana passada do secretário de Estado da Educação, João Costa, a propósito do novo ciclo de avaliação externa das escolas, o sindicato afirma que estas contradizem a prática recente do ministério no que respeita ao recrutamento de novos inspectores.

João Costa anunciou que as equipas responsáveis pelo novo ciclo de avaliação externa passarão a integrar pessoas “que tiveram funções em escolas (…) já que é importante ter quem sabe como funciona uma escola a avaliar o que nela se faz”.

A este respeito, o sindicato frisa que “todos os inspectores que integraram as equipas de avaliação externa nos ciclos anteriores foram anteriormente docentes”, lembrando que o exercício anterior da profissão docente era aliás uma das exigências para o ingresso na Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC).

Era, mas deixou de ser, já que no último concurso de recrutamento, que decorreu em Outubro passado, ter sido professor deixou de ser um “requisito especial” obrigatório para se transformar num “requisito preferencial”. Para o ingresso na IGEC, os candidatos têm de obedecer aos critérios gerais definidos para a carreira de inspector e aos requisitos específicos exigidos pela área onde vão actuar. No concurso de Outubro era pedido, neste campo, que os candidatos fossem licenciados em várias áreas de saber (Educação Básica, Matemática, Línguas Estrangeiras, etc.), mas sem qualquer referência à obrigatoriedade de terem exercido funções docentes.

“Enfraquecer a IGEC”

“O SIEE sempre defendeu e continua a defender, que a carreira de inspector da educação tem de ser uma segunda carreira, pois só faz sentido que o inspector de educação seja alguém com experiência docente, seja alguém que conheça a escola”, defende-se na nota. Onde se acrescenta o seguinte: “No fundo, é isso que o secretário de Estado João Costa vem reconhecer. Ou seja, afastam-se os docentes do ingresso na IGEC, mas depois diz-se que eles são necessários para integrar as equipas.”

“Em que ficamos sr. Secretário de Estado?”, questiona o sindicato.

O SIIE acusa também o ministério de querer “enfraquecer cada vez mais a IGEC”, adiantando que isto foi patente nas afirmações de João Costa em que desvalorizou o trabalho desenvolvido nos ciclos de avaliação anteriores, dizendo que agora as escolas “vão ser avaliadas para além” dos simples resultados dos exames e da análise documental. O inspector-geral da Educação, Luís Capela, foi um dos dirigentes do Ministério da Educação que assistiram à sessão onde João Costa apresentou o novo ciclo de avaliação.

Na nota divulgada nesta quinta-feira, o sindicato afirma que “as equipas nunca avaliaram uma escola apenas com base nos resultados dos exames ou na mera análise documental”. E interpelando directamente João Costa acrescenta: “Pena é que nunca tenha acompanhado uma equipa de avaliação para poder observar (e trabalhar) na recolha das evidências que sustentaram cada avaliação.”

Em Julho passado, quando da greve dos professores às reuniões de avaliação, o SIIE acusou o ministério de usar os inspectores “como polícia do Ministério da Educação” e pediu para deixarem de ser tutelados pelo ministério. Em causa estavam as ordens que receberam para comprovarem nas escolas se estas estavam a cumprir as instruções enviadas pela tutela sobre a obrigação dos conselhos de turma se reunirem mesmo não estando presentes todos os seus membros, como então determinava a lei.

Inspectores da educação de novo em colisão com o ministério | Educação | PÚBLICO

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OCDE continua a não saber fazer contas…

Mais um estudo sobre os vencimentos dos professores pelo mundo. Como sempre as contas estão desfasadas da realidade. Além de não se justificar os valores apresentados.

Vejamos um professor do Ensino Básico em inicio de carreira, segundo a OCDE aufere 30.000 dólares anuais, à cotação de hoje, 26.351 euros. A realidade é bastante diferente. Um professor no inicio da carreira aufere pelo 1º escalão, índice 167, leva para casa mensalmente, 1518,63 euros brutos. Se multiplicarmos por 14, verificamos que o vencimento anual é de 21.261,81 euros e não do constante no tal estudo da OCDE. Nem vale a pena falar dos valores seguintes, mas… com o congelamento os professores com 10 anos de serviço ainda se encontram no inicio de carreira. No topo de carreira, a OCDE refere o montante anual bruto de 54.458 euros e na realidade é de 47.104,82.

Mais uma vez estes estudos servem para induzir em erro quem tem como mau hábito acreditar nestas instituições.

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Só queremos o que é Nosso! 942

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Tabela de Vencimentos 2019

Um trabalho da Eduprof em que podemos constatar as diferenças de vencimento em relação ao ano de 2018.

As Taxas de IRS foram alteradas e, enquanto, em alguns casos descem, noutros sobem. As diferenças não são grandes, nem para cima, nem para baixo. É melhor consultarem para não terem surpresas no dia 23. Cliquem na imagem.

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E Depois São os Professores Coiso e Tal que Deitam o País Abaixo…

CGD perdeu 1200 milhões em empréstimos de risco

E é este sr. presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB):

Facilitou na concessão de crédito na CGD? “É óbvio que não”, diz Faria de Oliveira

Aconselho também a leitura do editorial:

Editorial – Houve muito mais na CGD do que você imagina

PS:

Gestores da Caixa recebiam prémios “de forma avulsa” (mesmo quando o banco tinha prejuízo)

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Tiago negoceia, mas não sabe quando…

Quando, Tiaguinho?

É um discurso de intenções. Diz que quer, mas na realidade não sabe muito bem o que quer e quando quer. Ainda a semana passada disse que tinha um ano para o fazer

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Hélder Sousa Não Foi Reconduzido

Ministério rejeita reconduzir diretor do instituto responsável pelos exames nacionais

O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), o organismo responsável por todo o processo de exames e provas de aferição, pediu a renovação da sua comissão de serviço mas o secretário de Estado de Educação, João Costa, recusou a proposta. É “vantajoso” promover a integração de “novos atores e conhecimentos”, justificou o governante.

O secretário de Estado explicou ser necessário “imprimir ao instituto uma nova abordagem e dinâmica das suas atribuições” face às “alterações legislativas introduzidas no sistema educativo”. E é por isto, escreveu João Costa na sua justificação, que não foi proposta a renovação de Hélder Sousa no cargo de presidente do conselho diretivo do IAVE, que ocupava há cinco anos e cujo mandato terminou no final de dezembro.

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ILC No Parlamento: Vão Os Deputados Assumir As Suas Responsabilidades?

No dia 16 de Janeiro, cinco membros da Comissão Representativa da Iniciativa Legislativa de Cidadãos para contagem integral do tempo de serviço docente foram ouvidos na Comissão de Educação e Ciência (CEC) a propósito do – Projeto de Lei n.º 944/XIII, que resultou da ILC e está em discussão no Parlamento.

O diploma encontra-se em apreciação pública, no link http://www.parlamento.pt/sites/COM/XIIILeg/8CEC/Paginas/ContributosIniciativasII.aspx?ID_Ini=90, até 14 de fevereiro (com participação aberta a todos os cidadãos que desejarem) e visa recuperar o tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória.

A Audição pode ser seguida no seguinte link- http://www.canal.parlamento.pt/?cid=3530&title=audicao-da-comissao-representativa-dos-subscritores-da-iniciativa-legi

O Projeto de Lei pretende, não só a recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias, em que se trabalhou e descontaram impostos, de vencimentos reduzidos em muitos casos por sobretaxas, como também o efeito de progressão na carreira, sem quotas ou vagas.

Essa é a única maneira que esse tempo conte na íntegra, quando já avaliado, (ou não, desde que por motivos não atribuíveis ao docente) de forma a que a retribuição que nos é devida seja efetiva e não um simulacro, De outra forma, os docentes ficarão “pendurados” em escalões onde se aguardam vagas, que só poderão ser abertas pelo governo, não tendo na prática qualquer valorização salarial.

Da parte dos Deputados, houve respostas, mesmo que vagas, de concordância com princípios, lamento da falta de informação de cálculos e custos, mas nenhuma assunção de compromissos concretos futuros.

Após a Audição, houve ainda encontros com alguns Grupos Parlamentares, tendo alguns destes mostrado abertura para ajudar no processo legislativo iniciado pela ILC e promover a sua continuidade em debate na especialidade.

Os Proponentes da ILC continuarão, a par da sua atividade profissional, a estar disponíveis para a defesa dos princípios e representação da Iniciativa quando e onde for necessário!! Face ao patente fracasso negocial, a intervenção do parlamento pode ser uma via útil e viável (como aliás, até os sindicatos já reconhecem). Por isso ajudem a ILC, participando na apreciação pública!

21 de janeiro de 2019

A Comissão Representativa da ILC

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As Contas da ILC

As “Nossas” Contas

No Quintal do Paulo são hoje apresentadas as contas feitas pelo Maurício Brito sobre uma eventual reposição do Tempo de Serviço a serem considerados os 9A4M2D

O documento pode ser tirado daqui em formato Excel.

Tendo em conta que muito do dinheiro devolvido aos professores regressava ao estado fruto dos impostos e dos valores para a CGD/SS o maurício chegou à conclusão que com a devolução dos 9A4M2D o estado tinha como despesa líquida anual perto de 236 milhões de euros anuais, muito longe dos 600m€ anunciados pelo Ministério da Educação.

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SPZC prepara ação em Tribunal para defesa dos professores dos quadros vítimas de “ultrapassagens” na carreira!

Não às ultrapassagens!

O mesmo tempo de serviço a mesma posição na carreira!

O SPZC, nos diferentes processos negociais que manteve com o Ministério da Educação, nomeadamente sobre a Portaria n.º 119/2018 de 4 de maio, do reposicionamento dos docentes que ingressaram nos quadros entre 2011 e 2017, e sobre a recuperação do tempo de serviço congelado, sempre se bateu para que todos os docentes, com o mesmo tempo de serviço e cumpridos os mesmos requisitos, fossem posicionados no mesmo ponto de carreira que outros docentes, independentemente da data de ingresso na carreira. 

Sucede que a operacionalização que está a ocorrer do reposicionamento dos docentes que ingressaram na carreira após 2011 demonstra que Educadores e Professores com o mesmo tempo de serviço são colocados em pontos diferentes da carreira provocando situações incompreensíveis de desigualdade. 

O SPZC na defesa dos direitos e legítimos interesses dos seus associados e através do seu Departamento Jurídico, defenderá todos os seus associados e docentes que venham a sindicalizar-se desde que se sintam prejudicados no desenvolvimento da sua carreira por relação aos que vão ser reposicionados ao abrigo da Portaria 119/2018 de 4 de maio. 

No plano nacional, e no âmbito da FNE, solicitaremos à Provedoria de Justiça que diligencie junto do Governo no sentido de intervir na sua correção, para que esta situação de injustiça e violadora de princípios e normas constitucionais seja corrigida, obstando dessa forma a criação de mais estorcegões na carreira.

Se julga que vai ser ultrapassado contacte a Delegação da sua área de residência ou a sede do SPZC

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Abertura de vagas para funções docentes 2019/2020 – EPMindelo

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Matemática revirada do avesso

Grupo de trabalho criado pelo Governo analisa programas, metodologias de ensino, taxas de recuperação, e o insucesso da disciplina. Associação de Professores de Matemática espera que os professores sejam consultados sobre as aprendizagens e o envolvimento dos seus alunos.

O Governo criou um grupo de trabalho que já está a analisar o fenómeno do insucesso a Matemática, abrangendo as vertentes de ensino, aprendizagem e avaliação, para apresentar as suas recomendações até 30 de junho deste ano. Este grupo, que tem 10 professores e é coordenado pelo matemático Jaime Carvalho e Silva, professor associado do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, debruça-se sobre as duas últimas décadas de ensino da Matemática nas escolas básicas e secundárias do país. 

O Ministério da Educação (ME) quer ter vários dados na mão, desde logo a evolução dos resultados da disciplina nas duas últimas décadas, bem como a eficácia e a eficiência dos diversos e diferentes planos e medidas dirigidas à melhoria das aprendizagens a Matemática e respetiva promoção do sucesso escolar. A tutela quer mais informações sobre as metodologias de ensino e o seu impacto nos resultados, instrumentos de avaliação interna e externa, e perceber a evolução dos resultados dos estudos realizados e que comparam diferentes realidades sobre esta matéria em termos internacionais. 

A Associação de Professores de Matemática (APM) saúda a criação do grupo de trabalho que, aliás, já vinha a pedir há pelo menos três anos. Lurdes Figueiral, presidente da APM, refere ao EDUCARE.PT que a medida é bem-vinda “pela urgência de termos uma avaliação da situação do ensino e da aprendizagem da Matemática, dadas as perturbações curriculares introduzidas pelas alterações de 2013 e 2014 nos programas do Ensino Básico e de Matemática A, por um lado, e a necessidade de atualizações de alguns programas já desadequados, por outro”. 

“Em nosso entender, seria muito importante perceber exatamente as consequências das alterações realizadas na legislatura anterior dos programas referidos, não só em termos de resultados, mas sobretudo em termos de adesão à disciplina por parte dos alunos e do sentir dos professores sobre as aprendizagens e envolvimento dos seus alunos com estes programas. E perceber também que outros programas deveriam ser alterados por não responderem já ao fim para que foram criados como é o caso de Matemática B, por exemplo”, sublinha.

Avaliar em que medida a coexistência de Programas e Metas Curriculares e Aprendizagens Essenciais tem sido benéfica e clarificadora para os professores na planificação das atividades letivas e na avaliação dos alunos também ajudará a perceber o que se está a analisar. “Não temos dúvidas da necessidade de uma reforma curricular mais profunda e abrangente, não só no que diz respeito à Matemática, mas a todo o desenho curricular dos atuais ensinos básico e secundário. Haja coragem e investimento para tornar isso possível”, afirma Lurdes Figueiral. 

Flutuações e correlações 
Nos últimos anos, os intervenientes educativos têm levantado várias questões em torno dos documentos curriculares em vigor, sobretudo constrangimentos relacionados com a extensão do programa de Matemática e a impossibilidade do seu cumprimento, além de metas curriculares demasiado ambiciosas. No ano letivo passado, mais de metade dos alunos teve negativa no exame nacional do 9.º ano e um terço dos estudantes terminou o Ensino Básico com negativa. 

O ME continua preocupado com os resultados a Matemática na escolaridade obrigatória. No despacho publicado em Diário da República, a 28 de dezembro do ano passado, o Governo admite que as elevadas taxas de retenção na disciplina de Matemática são um desafio a que “urge dar respostas”, apesar, sustenta, “das inúmeras iniciativas e medidas desenvolvidas ao longo do tempo”. 

“Neste sentido, torna-se premente uma análise profunda guiada por parâmetros relevantes para o estudo, como sejam o histórico de taxas de sucesso, flutuações e correlações, as taxas de recuperação, a evolução dos programas da disciplina de Matemática, a eficácia de medidas de apoio ao longo dos anos e a análise de práticas, o Plano de Ação para a Matemática (PAM), o impacto de programas de formação, os instrumentos de avaliação interna e externa, incluindo o estabelecimento de comparações internacionais, designadamente a relação com testes internacionais”, lê-se no despacho governamental. 

Com esta análise do grupo de trabalho, o ME quer sustentar intervenções na área da Matemática de forma a melhorar a resposta do sistema educativo e, mais especificamente, melhorar as aprendizagens dos alunos. O relatório síntese que o grupo de trabalho irá elaborar, com o ponto de situação e indicadores relevantes, será submetido a discussão pública.

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Concurso Nacional 2018/2019 – “Era uma vez… o 1.º de maio”

 

 

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Quinta-feira há Manif…

O dia não será o melhor, mas não lhe retira significado. A estratégia sindical passa por acelerar as negociações, a do governo passa pelo silêncio… O silêncio, muitas vezes, diz muito mais do que qualquer palavra…

 

Nova manifestação dos professores marcada para quinta-feira em Lisboa

Este sábado, os professores anunciaram que se vão manifestar em Lisboa na próxima quinta-feira, dia 24 de janeiro, após a ausência de resposta do Governo para iniciar novas negociações com o objetivo de recuperar o tempo de serviço.

Os profissionais referem, através de um documento assinado por diversas organizações sindicais, como é o caso da ASPL, Fenprof, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU, que “o Governo tarda em iniciar as negociações, com vista à recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, apesar de, num primeiro momento, ter revelado uma pressa inusitada”.

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Provas e (des)igualdade de oportunidades

 

Provas e (des)igualdade de oportunidades

A autonomia e flexibilidade curriculares estabelecem que o “currículo seja equacionado como um instrumento que as escolas podem gerir e desenvolver localmente (…) A assunção do papel decisivo das escolas e dos professores no processo educativo dos alunos leva o Ministério da Educação a assumir um papel subsidiário do trabalho das escolas” (Decreto-Lei n.0º 55/2018, de 6 de julho).

A Associação de Professores de História (APH) vem reivindicando, desde o início da definição das Aprendizagens Essenciais (AE), que sejam estabelecidos tempos mínimos de lecionação em História – nunca inferiores a seis tempos para o 2.0ºCiclo e a nove para o 3.0 Ciclo – considerando que não devem ser as escolas a fazê-lo. Esta reivindicação encontra-se explanada no nosso sítio, sendo objeto de uma petição online: http:// www.aph.pt/.

E, porque considera a APH que a distribuição dos tempos letivos não deve ser entregue ao juízo arbitrário das escolas?

Porque tal pode originar injustiças tais como as que se adivinham aquando da realização das provas de aferição do 5.0 e do 8.0 ano de escolaridade para 2019. O quadro de autonomia atual torna a realidade muito diversificada. Há escolas a optarem por atribuírem dois tempos letivos a História e Geografia de Portugal (HGP) no 5.0º ano e outras a optarem por três. Situação semelhante verifica-se no 3.0 Ciclo. Ora, como se pode constatar na informação das provas de avaliação externa publicada pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), este instituto não acautelou estas diferentes situações de atribuição de tempos letivos, colocando como sendo passíveis de avaliação todos os conteúdos constantes nos documentos curriculares em vigor, quer para o 5.0 ano quer para o 8.0 ano. Neste último caso são ainda passíveis de ser avaliados todos os conteúdos do 7.0 ano.

A título de exemplo, como é que um aluno, cuja escola tenha optado por ter apenas dois tempos letivos atribuídos no 5.0 ano se encontra em pé de igualdade com outro cuja escola tenha optado por três tempos letivos? Tal não vai contra o estabelecido no Decreto-Lei n.0 55/2018, de 6 de julho, onde se lê: “O programa do XXI Governo Constitucional assume como prioridade a concretização de uma política educativa centrada nas pessoas que garanta a igualdade de acesso à escola pública, promovendo o sucesso educativo e, por essa via, a igualdade de oportunidades.”?

*Presidente da Associação de Professores de História

 

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O Total Esvaziamento Da Actualização Científica Na Formação Contínua

A boa leitura nO Meu Quintal.

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Lista Colorida – RR17

Lista Colorida atualizada  com colocados e retirados da RR17.

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480 Contratados na RR17

Foram colocados 480 Contratados na Reserva de recrutamento 17, distribuídos de acordo com a tabela seguinte:

 

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Reserva de recrutamento n.º 17

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 17.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 21 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 22 de janeiro de 2019 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Formação Geral Que Vira Específica – Despacho 779/2019

Despacho n.º 779/2019 – Diário da República n.º 13/2019, Série II de 2019-01-18

 

Educação – Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação

 

Define as prioridades de formação contínua dos docentes, bem como a formação que se considera abrangida na dimensão científica e pedagógica

 

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Tabelas de IRS para 2019

 

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Divulgação – Global Teacher Prize Portugal

A partir de hoje, vamos reconhecer quem ensina a conhecer. Obrigado a todos os professores por nos ensinarem a questionar, a pensar e a experimentar.
Inscrições abertas até 3 de Março

www.globalteacherprizeportugal.pt

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Eu Tirava o Ponto de Interrogação

O Assalto Final?

O SE Costa iniciou mais uma etapa no seu esforço pessoal por construir uma reforma à medida das suas crenças pessoais e por estabelecer uma Escola Pública Mínima sem qualquer margem de autonomia ou heterodoxia em relação ao seu “paradigma” que consiste na apropriação e esvaziamento dos conceitos de “autonomia”, “flexibilidade” e “inclusão”. E amarrar as escolas e a acção dos professores ao que ele considera serem “boas práticas” numa concepção para lá de napoleónica dos processos de decisão e de posterior controlo da sua aplicação. Um dos obstáculos que identificou – para além da malandragem de uns quantos professores arcaicos e irredutíveis que insistem em dizer que o rei vai nu – foi a IGEC.

(…)

Continua aqui.

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Estatísticas do Ensino Básico – Infoescolas

Será a partir deste novo modelo estatístico que as escolas também serão avaliadas externamente a partir de Maio.

Em Beja e Faro mais de 20% não fazem o 1.º ciclo sem chumbar

 

Alunos dos dois distritos do Sul do país destacam-se pela negativa. Governo apresenta indicador inédito para avaliar desempenho de escolas que tem em conta estatuto socioeconómico das crianças.

 

O indicador agora apresentado será um dos usados no novo ciclo da avaliação externa das escolas, feita pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência, que se iniciará em Maio. Segundo o secretário de Estado da Educação, João Costa, a inclusão será a peça-chave na análise das práticas das escolas — “não basta aprender, é preciso que todos aprendam”, afirmou aos jornalistas.

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Divulgação – Ciclo de Conferências 2018 – Viseu

Ciclo de Conferências 2018 – Viseu

Realiza-se no dia 26 de janeiro de 2019, no Hotel Onix – Viseu, a Conferência do Ciclo de Conferências 2018, que a FNE organiza em conjunto com a UGT, CEFOSAP, ISCTE-IUL, CBS e a UFP. 

PROGRAMA

09h00m – Abertura da receção aos participantes

09h30m – Sessão de abertura

João Dias da Silva, Secretário-Geral da FNE
SPZC
Carlos Silva, Secretário-Geral da UGT

10h00m – Conferência
Luís Pinto de Faria

Comentadores

José Luís Abrantes (FNE/SPZC)
Paula Antão (UGT-Viseu)
Joaquim Messias (FNE/SPZC)

Debate

11h10m – Coffe-break

11h40m – Conferência
Conceição Caldeira

Comentadores

António Alexandre (UGT-Viseu)
Rui Leandro Maia (UFernando Pessoa)
Jorge Santos (FNE/SPZC)

Debate

12h50m – Sessão de encerramento

Manuel Teodósio, Presidente da UGT-Viseu
Lucinda Manuela Dâmaso, Presidente da UGT
Câmara Municipal de Viseu

 

 

FICHA DE INSCRIÇÃO
(DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO – 22 DE JANEIRO 2019)

 

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Professores em 3.º lugar na confiança dos portugueses

Bombeiros, médicos e professores: os profissionais em que os portugueses mais confiam

Entre a resposta “não confio nada” (zero pontos) e “confio totalmente” (10 pontos), os portugueses atribuem em média um 8,8 à classe profissional dos bombeiros, o que se traduz num elevadíssimo índice de confiança de 94%. Nas posições seguintes, com um resultado de 83%, surgem em ex-aequo médicos e professores.

in Expresso

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GOVERNO PRECARIZA DUPLAMENTE OS PROFESSORES CONTRATADOS COM HORÁRIOS INCOMPLETOS

 

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Só 1% dos portugueses quer ser professor

 

 

Estudo. Só 1% dos portugueses quer ser professor

É a terceira profissão mais confiável na opinião dos portugueses, só ultrapassada por médicos e bombeiros, mas, apesar disso, quase ninguém pensa seguir a profissão de professor. Esta é uma das conclusões do estudo que será apresentado esta quinta-feira no lançamento de mais uma edição do Global Teacher Prize, feita a cidadãos com 15 ou mais anos, e que mostra que só 1% dos inquiridos tem como objetivo profissional ser professor.

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Indicador “Inclusão” como “chave” para a avaliação das Escolas

É sabido que a avaliação externa das Escolas pela IGEC necessitava de uma “lavagem de cara”. Ainda não se conhecem todos os novos indicadores, mas esperemos que realmente se comece a ver para além de “Rankings”.

 

Inclusão vai ser a medida principal para avaliar as escolas

O novo ciclo da avaliação externa das escolas, que se iniciará em Maio, vai ter na inclusão “o indicador-chave” para a análise das práticas dos estabelecimentos de ensino, anunciou nesta quarta-feira o secretário de Estado da Educação, João Costa.

Será o terceiro ciclo da avaliação conduzida pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), um procedimento que se iniciou em 2006 e que, segundo João Costa, para além dos resultados nos exames, vai passar a integrar o trabalho desenvolvido pelas escolas no âmbito das novas políticas educativas iniciadas pela actual tutela, bem como os novos indicadores que têm sido desenvolvidos pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).

 

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