Category: Livresco

Alunos em Lisboa e Algarve continuam sem professores no 2.º período

Alunos em Lisboa e Algarve continuam sem professores no 2.º período – Sociedade – Correio da Manhã

Soma dos 20 concelhos mais penalizados totaliza quase mil horários de pelo menos oito horas semanais.

Lusa 8 de Janeiro de 2020 às 15:00

Alunos de escolas da Grande Lisboa e do Algarve continuam sem todos os professores atribuídos no arranque do segundo período de aulas, que começou esta semana no ensino básico e secundário.

Os dados constam de um estudo realizado pelo blogue do professor Arlindo Ferreira, especialista em Estatísticas da Educação, que foi esta quarta-feira divulgado.

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Professores de Inglês a dar aulas de Português e os de História a dar Geografia: falta de docentes leva Ministério a medidas urgentes

Expresso | Professores de Inglês a dar aulas de Português e os de História a dar Geografia: falta de docentes leva Ministério a medidas urgentes

O Ministério da Educação reconhece que há escolas em “determinadas zonas geográficas” a sentir “constrangimentos” na substituição de professores para lecionar Português, Inglês, Geografia e Informática para o 3º ciclo e ensino secundário. E face às dificuldades decidiu alargar os requisitos exigidos para dar aulas para que os diretores tenham mais facilidade em encontrar substitutos.

As novas orientações com os “reajustamentos” admitidos foram emitidas pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) e, embora não refiram as zonas geográficas mais afetadas, sabe-se que é nas regiões de Lisboa e do Algarve que as dificuldades são maiores. Ao longo de todo o 1º período, houve turmas inteiras a não ter aulas a uma ou mais disciplinas devido à dificuldade em encontrar profissionais disponíveis para os horários que ficam livres na sequência de baixas médicas ou pedidos de mobilidade.

A disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação é uma das mais afetadas pela falta de professores disponíveis nas listas de recrutamento, onde as escolas começam por tentar encontrar docentes quando surgem necessidades ao longo do ano letivo.

Orientações inéditas e temporárias

De acordo com a mesma a nota informativa, quando não conseguirem encontrar professores profissionalizados nesta área, as escolas podem recorrer a docentes dos seus quadros de outras disciplinas ou a contratados, bastando para isso que sejam “formadores na área de informática” ou apenas que tenham concluído “ações de formação destinada a professores” que incidiam sobre conteúdos das TIC e que sejam reconhecidas pelo conselho científico-pedagógico da formação contínua.

No caso da disciplina de Geografia, o Ministério admite que as aulas sejam dadas por professores de História, desde que tenham feito um estágio pedagógico na área em falta ou que sejam “titulares de adequada formação científica”. Ou seja, não precisam de ter um mestrado em Ensino de Geografia no 3º ciclo e secundário.

Os mesmos requisitos são admitidos para suprir a falta de professores de Português. Se tiverem a “adequada formação científica” – a nota não especifica mais do que isto -, podem dar esta disciplina docentes de Francês, Inglês, Alemão ou Espanhol. O mesmo se prevê para o grupo de Inglês.

As informações da DGAE foram divulgadas em blogues de Educação como o “Com Regras”, de Alexandre Henriques. “Se isto não é nivelar por baixo a docência e o ensino, não sei o que será”, comenta este professor. Já Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAr Lindo, tem dúvidas que este alargamento dos critérios vá resolver os problemas.

Admitindo que as dificuldades estão circunscritas a algumas regiões do país, o também diretor do Agrupamento de Escolas Cego do Maio, na Póvoa de Varzim, sublinha que este tipo de orientações emanadas a meio do ano é inédito e mostra como os problemas na substituição de professores este ano letivo atingiram dimensões muito maiores do que no passado recente.

Na nota da DGAE, explica-se ainda que estas medidas têm “natureza temporária” e que vigoram “exclusivamente” até ao final do presente ano letivo.

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S.T.O.P | Faltam 1082,45 € Para Atingir Os 8000 € E Levar O ME Ao Tribunal Europeu | ComRegras

S.T.O.P | Faltam 1082,45 € Para Atingir Os 8000 € E Levar O ME Ao Tribunal Europeu | ComRegras

 

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A Ler com Atenção – Porque Insistem Em Enganar Quem Lê Apenas Os Títulos

Porque Insistem Em Enganar Quem Lê Apenas Os Títulos

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Professor suspenso vai receber 30 mil euros após meio ano sem salário

Professor suspenso vai receber 30 mil euros após meio ano sem salário – JN

O Tribunal Fiscal e Administrativo do Funchal (TFAF) deu razão ao professor que foi suspenso sem vencimento durante seis meses pela gestão escolar, conhecido por transformar uma escola problemática da Madeira numa das melhores do país.

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Polígrafo – Voto de condenação “pela agressão de uma professora grávida” foi chumbado pelos deputados do PS?

Vergonhoso!

Voto de condenação “pela agressão de uma professora grávida” foi chumbado pelos deputados do PS? – Polígrafo

 

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A Ler com Muita Atenção – O Império Da Treta Oportunista

O spin, a mentira, a treta, a desinformação, estão ai outra vez em força…

Não abram os olhos…

O Império Da Treta Oportunista | O Meu Quintal

 

PS (porque está relacionado…):

Posso utilizar a palavra vergonhoso?

E nojento?

Não Basta Dar Um Ar De Seriedade… | O Meu Quintal

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Concordo – E Se Deixássemos De Ter Secretários De Estado?

E Se Deixássemos De Ter Secretários De Estado? | O Meu Quintal

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A Ler – Mas Há Quem Insista No Contrário…

Mas Há Quem Insista No Contrário… | O Meu Quintal

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A Ler – O Mistério Dos 0,02%

O Mistério Dos 0,02% | O Meu Quintal

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A Ler – Quando Se Perde O Pé, Tende-se Para Distorcer As Posições Contrárias Na Falta De Melhor

Quando Se Perde O Pé, Tende-se Para Distorcer As Posições Contrárias Na Falta De Melhor | O Meu Quintal

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O nosso colega Paulo Guinote vai estar no Expresso da Meia Noite

As (Não) Retenções No Expresso Da Meia Noite | O Meu Quintal

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Coimbra recebe Encontro de Ensino e Divulgação de Química

Coimbra recebe Encontro de Ensino e Divulgação de Química | Notícias de Coimbra

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Perguntas e respostas para perceber porque é perigoso o amianto nas escolas (e não só)

Expresso | Perguntas e respostas para perceber porque é perigoso o amianto nas escolas (e não só)

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Vamos lá Ensinar o Ministro da Educação a Contar…os Casos Residuais

Aluna Puxa Cabelo A Professora E Professor De 62 Anos Leva Uma Chapada | ComRegras

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A Ler – O senso comum é populista?

(…)

Continua aqui:

Visão | O senso comum é populista?

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“Muitos de nós andamos na mineração pura e dura”…pois

Rui, O Problema Maior Foi Aquele Da “Não-Indignação” | O Meu Quintal

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Opinião/Paulo Ferreira – Os tiques fascistas estão em todo o lado

Os tiques fascistas estão em todo o lado – ECO

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FNE rejeita que ano lectivo esteja a funcionar normalmente

FNE rejeita que ano lectivo esteja a funcionar normalmente | Educação | PÚBLICO

A Federação Nacional da Educação (FNE) aprovou nesta terça-feira uma resolução em que rejeita a visão de tudo estar a funcionar normalmente este ano lectivo, exigindo do Governo medidas concretas.

“Este programa do Governo é pobre em ideias e em ambição”, disse à Lusa o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, no final de uma reunião do secretariado nacional, em que o documento foi aprovado por unanimidade.

Para os sindicatos da FNE (afecta à UGT), falta ao programa do Governo especificar como vão ser concretizadas as medidas elencadas e quais os recursos a afectar.

“Há ambiguidades. Diz que é preciso valorizar a profissão docente, mas logo a seguir tem uma visão economicista”, afirmou Dias da Silva.

A estrutura sindical quer saber, nomeadamente, como vai ser valorizada a profissão e como vai ser combatida a violência nas escolas.

Já em relação aos trabalhadores não docentes, há “uma completa escuridão”, criticou o dirigente da FNE, avançando outro exemplo: “Em relação ao ensino do Português no estrangeiro também não há uma única palavra”.

“Não podemos aceitar que se considere normal um ano que está a funcionar anormalmente”, sublinhou João Dias da Silva, numa alusão às declarações do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. “Não pode haver professores desempregados em casa e alunos sem aulas. Não é normal que não haja funcionários nos recreios”, referiu.

A posição da FNE é de alerta e disponibilidade para negociação, segundo o dirigente sindical, que espera da tutela abertura para ouvir as propostas da federação e encetar um diálogo com os parceiros.

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Iniciativa ComRegras – O Desastre Do 54 Com O 116…. Recolha De Informações

O Desastre Do 54 Com O 116…. Recolha De Informações | ComRegras

Na verdade DA 116, porque é uma Lei (a letra maiúscula justifica-se porque é uma lei em sentido estrito).

O Decreto-lei 54/2018 (54 só é um número de um autocarro… e, a ser isso, este seria muito desgovernado), da chamada educação inclusiva, foi um ato legislativo do Governo.

A Lei 116/2019, vigente, que o altera e republica, com as alterações votadas pelo Parlamento, resulta de apreciação parlamentar.

O Governo pode fazer leis (e impô-las, sem muito debate e sem atender muito ao choque do real). A Constituição assim lhe deu poder legislativo. E bem.

E os nossos governantes da Educação andam nessa onda trapalhona. Enterrar as escolas em normas legais e regulamentares, desconexas e em catadupa, e que se lixe se os “desnortearmos”, como reconhecia estes dias a ilustre Presidente do Conselho Nacional de Educação, perante o caos evidente.

Enlevado pelos cantos de fantasia de uns entusiastas, que como não tem que pôr nada em prática, podem fazer manuais de apoio às práticas impraticáveis, o Governo pode dizer, “é assim e prontos”…

Mas a virtude maior de uma Democracia é que o poder legislativo do Governo é sempre subordinado à correção pelo detentor principal: a Assembleia da República. Que debateu e fez mudanças. E pode fazer mais. Até o Presidente parece que andou com dúvidas em promulgar, em algumas fases deste processo legislativo.

Insuficientes e superficiais mudanças fez o parlamento,em muitos aspetos. Mas vale a pena ver o debate e suas nuances no site do Parlamento.

A versão final do Decreto lei 54/2018, com a redação que lhe foi dada pela Lei 116/2019, publicada no Diário da República está aqui .

Perante as trapalhadas interpretativas dos manuais de apoio às práticas não jurídicos e o efetivo descalabro que o “autocarro 54” anda a causar e, nomeadamente, o prejuízo imediato que tem causado a alguns alunos (curiosamente, alguns dos que têm mais problemas), um grupo de cidadãos (que inclui pais e encarregados de educação de alunos abrangidos) pondera e estuda peticionar ao Parlamento nova intervenção parlamentar (agora não apreciação, mas alteração da lei).

Para estudar o assunto (que, como sabem, dá trabalho e exige esforço de mobilização e estudo) e decidir, ou não, a eventual colaboração com essa ideia peço que os que tenham algo a dizer enviem para o mail do blogue ou para o messenger na página de Facebook, as suas notas, opiniões e informações sobre este assunto. A saber:

Qual o impacto positivo ou negativo das mudanças trazidas pelas alterações da Lei 116/2019 (vigente), na lei que vigorava desde 2018?

Qual o sentido de mudança futura da lei vigente,  face à prática que vem sendo verificada nas escolas desde há um ano?

(Endereço: [email protected])

Apela-se ao poder de síntese dos que nos escreverem para facilitar o nosso estudo. Se quiserem deixar contacto telefónico tentaremos o contacto. Pedia ainda que, se pudessem, ao referirem o seu ponto, nos indicassem o artigo ou alínea da lei implicado e que mudança concreta acham que precisa.

Numa democracia, os sábios, mesmo quando têm poder de influência hipertrofiado nas leis, sempre têm de ouvir os “rasteiros”, se estes se mobilizarem e participarem.

PS: E para aqueles que acharem que isto é uma fantasia clandestina deste autor de blogue recordo que, para que uma petição seja discutida no Parlamento, só precisa de 4000 assinaturas. Para aqueles que acham que a lei está mal, e parecem ser muitos, esta pode ser uma oportunidade de agir e mudar. Pessoalmente, nunca fico só pelas palavras e estou disponível para dar energia e parte do meu tempo livre. Alguns casos que ouvi comoveram-me e revoltaram-me e acho que este é o caminho de dar utilidade à minha vontade de não ficar indiferente.

 

PS:

Esta é dedicada ao pai da criança:

A Minha “Imaginação Sociológica” – 1 | O Meu Quintal

 

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Atira’tó mar…

 

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Coisas Que Também “Não Servem Para Nada”

Coisas Que Também “Não Servem Para Nada” | O Meu Quintal

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Qualquer Dia Lembram-se de Dizer que Chumbar nos Exames de Código e Condução Não Serve para Nada…

(Fonte: Quim Ferno – Humorista a dias)

Já agora aproveitem e leiam:

Pode Servir Para Não Desmoralizar Grande Parte Dos Alunos Da Turma… | O Meu Quintal

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Professores exigem retirada de amianto nas interrupções letivas

Professores exigem retirada de amianto nas interrupções letivas – Sintra Notícias


Imagem: SIC Notícias

Um grupo de professores protestou esta manhã, nos Paços do Concelho, em Sintra, por não concordarem que as obras para retirar o amianto das onze escolas do concelho de Sintra, decorram durante o fim de semana, propondo que as mesmas sejam feitas durante as pausas lectivas.

Para estes professores que foram recebidos por Basílio Horta, no largo fronteiro à Câmara de Sintra, se as obras decorrerem durante o fim de semana, “as partículas de fibrocimento ficam ar e não têm tempo de assentar e serem removidas em segurança”, antes do início das aulas.

Não obstante a autarquia já ter agendadas as datas de intervenção para retirar o amianto das escolas em falta, estes professores pretendem que essa intervenção seja realizada no decorrer das interrupções lectivas do Natal ou da Páscoa.

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Opinião / Vera Silva – 9.º ano sempre a abrir: apanha-me se puderes

9.º ano sempre a abrir: apanha-me se puderes | Opinião | PÚBLICO

Como pais, professores e sociedade jamais poderemos aceitar uma medida como o fim das retenções no ensino básico.

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Ainda há turmas sem professores quase 2 meses após o início do ano letivo

Na EB António Gedeão em Odivelas há várias turmas sem professores e com matérias em atraso.

Quase dois meses depois do arranque do ano letivo, há turmas sem professores e com matérias em atraso.

É o caso da escola António Gedeão, em Odivelas, onde, de acordo com os pais, há pelo menos uma turma que está sem professores a três disciplinas.

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A Ler Com Muita Atenção – Voltámos Às Contas De Merceeiro Do Antigamente

Voltámos Às Contas De Merceeiro Do Antigamente | O Meu Quintal

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É esta Gente que Quer a Municipalização da Educação? Operação Éter. Mais de 120 autarcas vão ser arguidos no caso das lojas interativas de turismo

Operação Éter. Mais de 120 autarcas vão ser arguidos no caso das lojas interativas de turismo – Observador

Além dos 60 autarcas do norte do país que já foram constituídos arguidos no âmbito da Operação Éter, relacionada com ajustes diretos para a instalação de lojas interativas de turismo, o Ministério Público prepara-se para duplicar as acusações, atingindo mais presidentes de câmara, vices, vereadores e técnicos das autarquias. No total, segundo avança o Jornal de Notícias na edição deste sábado, o número de arguidos pode ascender aos 120.

Em causa, segundo o JN, está um novo inquérito nascido a partir da Operação Éter, na qual o antigo presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal foi posto em prisão preventiva e foi entretanto acusado, juntamente com outros 20 arguidos. Esse novo inquérito deverá levar à acusação de mais de 120 arguidos, entre autarcas que assinaram ajustes diretos para as referidas lojas ou técnicos das autarquias que participaram nos júris ou tiveram alguma intervenção nas decisões.

Na origem das acusações estão os ajustes diretos que cerca de 60 câmaras municipais fizeram nas empreitadas das lojas interativas de turismo, sem respeitarem as regras da contratação pública: os valores das obras eram fracionados por várias empresas controladas pelos mesmos indivíduos para contornar o facto de o valor total do ajuste direto ultrapassar o teto máximo permitido por lei.

Na semana passada, o Ministério Público optou por separar os processos: de um lado o caso dos ajustes diretos no Turismo do Porto e Norte de Portugal, no outro os vários casos das empreitadas da instalação de lojas interativas de turismo. No primeiro caso, Jorge Magalhães, ex-vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal foi acusado por crimes de participação económica em negócio, abuso de poder, falsificação de documento e peculato. Inicialmente, Jorge Magalhães era apenas testemunha contra o então presidente do Turismo do Porto, Melchior Moreira, mas acabaria por passar a arguido, acusado de ter falsificado documentos para receber mais dinheiro em ajudas de custo.

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Greve em Chicago. Professores alcançam objectivos e voltam ao trabalho

Greve em Chicago. Professores alcançam objectivos e voltam ao trabalho

A greve dos docentes de Chicago durou duas semanas e foi a mais longa desde há mais de três décadas. Na quinta feira, o sindicato anunciou um pré-acordo que dava satisfação às principais reivindicações dos grevistas.

Quinta feira foi também o dia de uma manifestação com milhares de docentes, que arrostaram com o frio e a neve para trazerem a greve às ruas, na capital do Estado de Illinois, com a visibilidade que até aí já tinha ganho nas escolas.

O pré-acordo anunciado pelo CTU (Chicago Teachers Union) inclui um aumento salarial, redução do tamanho das turmas e alargamento dos quadros de pessoal. Para além dessas reivindicações mais imediatas, os grevistas punham em causa as linhas mestras da política educacional da cidade, tal como elas foram formuladas pelo mayor (presidente da Câmara) Rahm Emanuel em depois mandatos sucessivos e depois continuadas pela mayor actual, Lori Lightfoot.
Rahm Emanuel, chefe de gabinete de Obama até 2010, concorrera em 2011 ao cargo de mayor prometendo “reformar” o ensino, com uma terapia de choque, austeritária e privatizadora. A tradição grevista dos docentes de Chicago, que em 1987 tinham levado a cabo uma paralisação memorável, fazia antever graves convulsões sociais perante o programa do novo mayor.
Para que as suas medidas altamente impopulares pudessem impor-se sem resistência, Emanuel fez então aprovar no parlamento do Estado do Ilinois um diploma que obrigava qualquer sindicato a submeter qualquer proposta de greve a referendo, que teria de contar com pelo menos 75 por cento de votos favoráveis.
A inovação vinha no seguimento de uma política aprovada em 1995 pela maioria republicana na cidade, limitando drasticamente os temas em que o CTU teria competência legal para negociar. De fora da agenda do sindicato, ficavam pontos como o tamanho das turmas, que agora, precisamente, os grevistas puseram sobre a mesa sem se embaraçarem com os interditos jurídicos.
Aiás, já em 2012 uma greve dos docentes pusera em causa as “reformas” de Emanuel, mas sem conseguir abalar os seus fundamentos. E de pouco serviu que o próprio Emanuel tivesse reconhecido entretanto a falência da sua política e o estado caótico a que ela conduziu o ensino em Chicago.
Em maio de 2019 ganhou as eleições a jurista Lori Lightfoot, que baseara largamente a sua campanha na promessa de reverter a política de Emanuel. Apesar da sua filiação republicana, Lightfoot tinha um curriculum de declarações antirracistas e era a primeira mulher, negra e assumidamente gay a guindar-se àquela importante posição política. As expectativas sobre o cumprimento das suas promessas eleitorais eram portanto elevadas.
Mas nestes poucos meses de mandato, a mayor brilhou apenas pela sua inacção em temas como o alargamento dos quadros de pessoal, a eleição de um conselho para a educação pública, a melhoria dos serviços de saúde mental. Assim que o CTU começou a pressionar pelo cumprimento das suas promessas eleitorais, Lighfoot excedeu-se em iniciativas de todo o tipo para sabotar as negociações e, depois, para sabotar a greve.
Durante a greve, a mayor chegou a ameaçar o corte das contribuições da cidade para a segurança social dos professores, se a greve se mantivesse.
Mas a greve manteve-se, com centenas de piquetes, independentemente da intempérie, e com um apoio crescente dos estudantes, dos pais e da população. Ao quinto dia da greve, uma manifestação de 30.000 pesssoas dirigiu-se à Câmara para protestar contra a aprovação de uma orçamento anual que aumentava os gastos com a polícia, mas implicitamente recusava as reivindicações docentes, ao manter inalterado os gastos para a escola pública.
No balanço final, a mayor teve mesmo de alterar as prioridades orçamentais e dedicar 35 milhões de dólares a reduzir as turmas e a alargar os quadros de pessoal, contratando pelo menos uma enfermeira e uma assistente social para cada escola. Uma parte dos grevistas pensava, ainda assim, que a vitória podia ter sido mais ampla: 40 por cento votaram contra o pré-acordo que conduziu ao levantamento da greve.

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A Ler com Muita Mas Mesmo Muita Atenção – A Coisa Holística (Mas Com Olho Na Massa)

Depois digam que não foram avisados…

Não se esqueçam de ler os comentários, abram a pestana…

A Coisa Holística (Mas Com Olho Na Massa) | O Meu Quintal

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Mais uns casos residuais, como diz o sr. ministro da educação…

O MIRANTE | Pais transferem filhas agredidas em escola de Benavente

Jornal de Leiria – “Alguém questiona a razão do mau comportamento dos alunos?”

Detido por agredir agente da  PSP em escola de Viseu  – JN

Aluno de 15 anos agredido em escola de Matosinhos e hospitalizado ″em estado grave″ – DN

Aluno agredido com arma branca em escola de Matosinhos | TVI24

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Criaram? Professores param aulas após agressão e criam caos em escola

Incidentes aconteceram na Escola Básica 2.3 Ruy d’Andrade, no Entroncamento.

 

Esta terça feira, dia 29, o pai de um aluno da Escola Dr Ruy de Andrade no Entroncamento terá agredido uma professora, depois do filho se ter queixado de esta o ter agredido.

Segundo conseguimos apurar a professora terá separado dois alunos que se envolveram em zaragata na terça feira, sendo que um deles comunicou ao pai que a professora lhe bateu, ao que este se dirigiu à Escola, procurou a professora, e tê-la-à agredido.

A PSP foi chamada ao local e tomou conta da ocorrência, tendo esta manhã marcado presença na abertura da Escola para precaver qualquer situação anormal, o que não se veio a verificar.

As aulas decorreram normalmente até ao meio da manhã, altura em que as aulas foram interrompidas para a realização de uma reunião com os professores e a Direção do Agrupamento.

Durante este período sem aulas, os alunos começaram a espalhar o boato, através de SMS para os pais, de que haveriam alunos com armas na Escola, o que viria a motivar uma correria de pais em pânico para levarem os filhos para casa.

O EOL tentou falar com a Direção do Agrupamento de Escolas Cidade do Entroncamento, que não se mostrou disponível para prestar declarações.

 

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Mais de 11 mil alunos ainda estão sem professores

Mais de 11 mil alunos ainda estão sem professores – ZAP

Esta terça-feira havia ainda 225 horários a concurso, quase todos incompletos, através da denominada Contratação de Escola. Na prática, estes números significam que existem ainda 11.250 alunos à espera que professores sejam colocados para ficarem com os horários completos.

A notícia é avançada pelo Correio da Manhã, que dá conta que esta situação se regista um mês e meio após o arranque oficial do ano letivo.

Explica o matutino que os números foram calculados por Vítor Godinho, responsável da Federação Nacional dos Professores  (Fenprof) pelos concursos, com base numa estimativa conservadora de que cada horário corresponde a 50 alunos sem docente.

Lisboa e Setúbal continuam a ser os distritos com mais horários a concurso, mas temos a perceção de que o problema da falta de professores que começou o ano letivo passado está a alargar-se a todo o país”, disse, citado pelo jornal.

“Há horários a concurso no Porto, Faro, Coimbra, Vila Real, Aveiro, Portalegre”, continuou, considerando “preocupante que o problema esteja a crescer sem que haja do lado do Ministério da Educação a preocupação em encontrar soluções”.

Informática (31 horários a concurso), Geografia (26) e Inglês do primeiro ciclo (22), Educação Moral e Religiosa Católica (24) e Inglês do segundo e terceiro ciclo (15) são as disciplinas com mais falta de docentes.

O responsável sindical destaca ainda que 131 destes horários são de mais de oito horas semanais e não conseguiram interessados em duas reservas de recrutamento.

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Fundos comunitários “afogam” as escolas em projetos que não construíram; Teach for Portugal quer ir mais longe e tornar professores os jovens que “forma” em algumas semanas

Fundos comunitários “afogam” as escolas em projetos que não construíram; Teach for Portugal quer ir mais longe e tornar professores os jovens que “forma” em algumas semanas

A seu pedido, a FENPROF reuniu com a Direção-Geral de Educação para saber: 1) O que fazem nas salas de aula os jovens “colocados” pela Teach for Portugal (TFP); 2) Que outros projetos, e a que se destinam, estão a entrar nas escolas; 3) O que ganham as escolas para o futuro, designadamente, no que respeita a novos e melhores recursos; 4) Por que não são as escolas a candidatar-se, com projetos próprios, e, dessa forma, aproveitarem o financiamento comunitário para melhorar, de forma estrutural, a sua capacidade de dar respostas. No final da reunião, as preocupações da FENPROF não só não se dissiparam, como aumentaram.

A reunião realizada confirmou que parte significativa das verbas que resultam do financiamento comunitário destinado a estes projetos se encontra nas CCDR (Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional )e quem se pode candidatar são as Comunidades Intermunicipais (CIM), que, no âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE), promovem as mais diversas iniciativas e colocam técnicos (psicólogos, terapeutas, educadores sociais e outros), que, para além de não passarem a pertencer às escolas, deixarão de  nelas trabalhar quando acabar o programa financiado. Acresce que em regiões como Lisboa ou Algarve, por não serem elegíveis para candidatura a estes fundos, apesar de também existirem escolas com muitos problemas e situadas em zonas desfavorecidas, os projetos não existem porque, nesses casos, não há financiamento comunitário. Confirma-se, assim, que cada vez mais o Ministério da Educação deixa de governar e investir na Educação, limitando-se a ver o que se passa, pois, como se confirmou na reunião, a DGE não conhece o que está a acontecer nas escolas e seria esta a entidade que, antes de qualquer outra, deveria conhecer.

Contudo, o Ministério da Educação é parceiro ou, pelo menos, acompanhante, de projetos financiados por fundos comunitários, através de 3 entidades: DGE, DGEstE e ANQEP. Esses projetos são promovidos por empresas privadas, algumas bem conhecidas, que, como é evidente, não se envolvem por filantropia. Se assim fosse, seria natural que os seus projetos fossem desenvolvidos onde não há financiamento comunitário, logo, onde seria necessário outras fontes de investimento, mas não o que acontece.

Também as escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) podem apresentar candidaturas, mas as dificuldades são mais do que muitas. A saber:

  • Com tudo o que lhes é apresentado, proposto (e quase imposto) pelas câmaras municipais e por empresas que se apresentam com o aval da administração educativa ficavam, praticamente, sem espaço para candidaturas próprias;
  • A complexidade de todo o processo de candidatura e o consequente acompanhamento administrativo é um forte constrangimento, pois as escolas não têm pessoal em número suficiente e qualificado para todo esse processo;
  • A verba, quando chega, não vai para as escolas mas para o IGeFE, I.P., que a desbloqueia muito tarde, o que também leva as escolas a não se candidatarem, pois falta-lhes o dinheiro quando precisam dele.

A FENPROF sublinha que o problema, em sua opinião, não é as escolas terem projetos financiados por fundos comunitários, mas o facto de esses projetos não serem das escolas, de o Ministério da Educação não criar condições para que estas possam desenvolver os seus próprios projetos e garantir, a partir deles, mais e melhores recursos, e, ainda, de se dificultar essa possibilidade, dada a falta de pessoal administrativo nas escolas e à retenção de verbas pelo IGeFE, I.P.

Em relação à DGE, em particular, é parceira e/ou acompanha 8 projetos, aos quais deu parecer favorável para efeitos de financiamento:

1)      Programa Integrado de Promoção da Literacia (PIPL), da Fundação Aga Khan;

2)      Khan Academy, da Fundação Altice;

3)      SAPIE – Sistema de Alerta Precoce do Insucesso Escolar, da Associação Tempos Brilhantes, empresa promotora de AEC;

4)      Teach for Portugal, daTeach for Portugal, ramo nacional da Teach for All;

5)      Coat for All, da GALP;

6)      Make Code: programa a tua escola, da Fundação da Juventude, apoiada pela Microsoft;

7)      Spot Jogos, da Epic Student, apoiada por Santander e Deloitte Consultores;

8)      Ensinar a Voar, da ADIBER (Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra).

Faltam conhecer os projetos apoiados, no caso do Ministério da Educação, por DGEstE e ANQEP e os que as CIM estão a promover, com fundos que são distribuídos pelas CCDR. Curiosamente, a DGE também revelou desconhecer por completo os projetos apresentados publicamente pela Fundação Teresa e Francisco Soares dos Santos, enquadrados na designada Iniciativa Educação e coordenados pelo ex-ministro Nuno Crato.

 

Sobre o Teach for Portugal (TFP)

 

Confirmou-se que, tal como acontece em outros países onde se instalaram delegações da multinacional Teach for All (TFA), também a TFP, para além da colocação de jovens em salas de aula, pretendia poder vir a ser entidade “formadora” de docentes. É claro que o quadro legal nacional não o permite, pois impõe perfis de formação e habilitações profissionais que não se compaginam com cursos de Verão de 5 a 7 semanas,  mas a verdade é que a organização mantém a designação “Teach”. Os perigos são evidentes, pois o contexto em Portugal é semelhante ao que permitiu, em outros países, que alguns dos jovens da TFA se transformassem em “docentes”, apesar de não terem obtido a qualificação estabelecida: a crescente falta de docentes e o desinvestimento dos governos na profissão de Professor, não apostando na sua formação e não a tornando atrativa para os jovens.

Dúvida que, para surpresa da FENPROF, continua sem resposta do Ministério da Educação, incluindo da entidade que deu parecer favorável à TFP, a DGE é: o que fazem nas salas de aula os jovens que a TFP “coloca” em escolas públicas, até agora todas no norte do país? Neste caso, todas as dúvidas são remetidas para as direções das escolas e a sua alegada autonomia.

Segundo os responsáveis da Direção-Geral de Educação:

Cada escola deverá / deveria ter assinado um protocolo com a TFP onde se definisse o que fazem estas pessoas nas salas de aula, todavia, não se conhece nenhum;

– Se alguma coisa correr mal com a presença destas pessoas nas salas de aula, os diretores serão os responsáveis pela ocorrência, pois foi no quadro da sua autonomia que a TFP entrou na escola;

– Desconhece-se se foram exigidos aos jovens que a TFP colocou nas escolas os mesmos documentos que se exigem a quem lida diretamente com os alunos, desde logo a certidão de registo criminal, responsabilidade que também seria das direções das escolas.

Uma coisa é certa: os jovens da TFP não têm formação em áreas fundamentais para a docência ou o trabalho direto com os alunos, como a pedagogia, didática ou área científica, por isso, o que fazem dentro das salas de aula? Dão uma “ajudinha” num tempo em que faltam apoios? Substituem outros profissionais que deveriam lá estar colocados para apoio? Uma coisa é certa, o desempenho de funções em sala de aula não são para ser desenvolvidas por quem “tem jeito” ou “tem vontade”, mas por profissionais devidamente qualificados, o que não é o caso.

A FENPROF vai, agora, solicitar informações à DGEstE, à ANQEP e às CIM sobre quais os projetos que promovem; fará chegar toda a informação às escolas, designadamente às suas direções; informará a Assembleia da República sobre o que está a acontecer nas escolas, também neste domínio; acompanhará de perto o que se passa nas escolas relativamente ao desenvolvimento destes projetos.

 

O Secretariado Nacional

 

ANEXO: Junta-se, devidamente traduzido, documento elaborado pela Internacional de Educação (IE), que sintetiza diversos estudos realizados em vários países, sobre a atividade da organização que neles representa a Teach for All.

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Visão | Opinião/José Brissos-Lino – Voltámos ao tempo da outra senhora?

Visão | Voltámos ao tempo da outra senhora?

Lê-se e não se acredita. Uma educadora de infância numa escola pública da Madeira viu a directora prejudicar-lhe a avaliação anual por se ter recusado a ir receber um bispo à igreja. Será que o tempo voltou para trás?

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Reportagem TSF com Áudio – Milhares de alunos continuam sem professores no Algarve

Milhares de alunos continuam sem professores no Algarve – TSF

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A Excelência da Análise da Hecatombe de Mediocridade que Se Avizinha

Maria Carlos Oliveira

Outubro 29, 2019 às 10:55 am

 

Um dia perceberão o logro, mas para os seus filhos será demasiado tarde e para a sociedade também!

Todos sabemos como funcionam as escolas e estas promessas de apoio diferenciado serão facilmente escamoteadas pelas passagens automáticas e pelos crónicos problemas organizacionais e económicos que caraterizam a sociedade portuguesa.

Todos sabemos como a sociedade portuguesa é pouco exigente e também muitos começam a sentir na pele que mercado é altamente seletivo. Não basta ter um certificado, é preciso que lhe corresponda um conteúdo! Quantos empregos ficam desertos por falta de competências dos candidatos?

Já se esqueceram do que aconteceu às Universidades que tudo prometiam a troco de dinheiro?

Pobres dos pobres, cada vez mais pobres e muitos nem dão por isso. A passadeira vermelha está estendida para as castas e mandarins. Como Eça continua tão atual, infelizmente!

“Lá vamos, cantando e rindo”, como rezava a cantilena de triste memória, porque como apregoava Pangloss, “tudo vai pelo melhor, no melhor dos mundos possíveis”! Quem está disposto a ser Cândido?

Precisamos, urgentemente, de um novo iluminismo!

 

A ler em:

Que “Famílias”? | O Meu Quintal

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A Ler Com Muita Mas Mesmo Muita Atenção – Da Carreira Salarial Única

Nunca digam que não foram avisados…

Já Lá Vão Cinco Anos E Meio… | O Meu Quintal

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Suzana Garcia fala da forma como os professores são destratados no nosso país (25/10/19)

No «Você na TV!», Suzana Garcia, advogada, e Miguel Fernandes, jornalista, comentam casos de violência nas escolas.

 

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A Ler – A Segurança Social tem licença para extorquir

A Segurança Social tem licença para extorquir – ECO

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