INCLUSO: Falácias das orientações sobre as medidas de apoio à aprendizagem e inclusão na educação pré-escolar
INCLUSO: Percursos Curriculares Alternativos versus percursos curriculares diferenciados
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Jun 12 2021
Pura e simplesmente vergonhoso…
E se fossem enganar o cagado?
PS:
A boa leitura de sempre do melhor Cronista do Reino:
Agoram Imaginem… | O Meu Quintal
A mentira tem perna curta:
Se dúvidas existissem…:
(…)
O que aconteceu no caso dos ativistas russos que se manifestaram em Lisboa é uma quebra grave da lei da proteção de dados?
Três ativistas russos decidiram organizar uma manifestação em prol da libertação do ativista russo Alexey Navalny em clara oposição ao regime de Vladimir Putin. O decreto-lei 406/74, de 29 de agosto que define e regulamenta o direito de reunião exige um aviso por escrito com a antecedência mínima de dois dias úteis ao governador civil do distrito ou o presidente da câmara municipal (atualmente e desde 2011, apenas ao Presidente da Câmara), conforme o local da aglomeração se situe ou não na capital do distrito. Este aviso deve ser assinado por três dos promotores devidamente identificados pelo nome, profissão e morada ou, tratando-se de associações, pelas respectivas direções. A Câmara de Lisboa, no seguimento desta comunicação, ao enviar uma comunicação eletrónica ao Ministério da Administração Interna e à Polícia de Segurança Pública deu conhecimento à Embaixada Russa que é território Russo. A Câmara Municipal, por ocasião desta lei, além de comunicar a existência de uma manifestação às portas da Embaixada ou outros organismos, partilhou os respetivos dados pessoais identificativos dos organizadores, quando da lei não resulta expressamente o envio desses mesmos dados em concreto.Não há então justificação possível.
Nada justifica a quebra do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, uma vez que este exige, para que se possa efetuar um tratamento de dados pessoais, uma base legal e o respeito pelo princípio da finalidade. No caso, poderíamos estar perante o cumprimento de uma obrigação legal, ou interesse público, mas a mesma se verifica dado que o decreto-lei de 1974 não prevê a transferência de dados em concreto dos organizadores da manifestação, nem tão pouco a divulgação comporta qualquer proporcionalidade face aos objetivos em causa nos termos do interesse público, previstos como excepção nos termos do artº 9º nº2 alínea g).
O regulamento de aplicação direta e imediata no ordenamento jurídico nacional e o seu incumprimento leva à aplicação de coimas pesadas, cada uma até € 20.000.000 (vinte milhões de euros) bem como, a aplicação de penas de prisão até 2 anos sobre pessoas singulares. (…)Fonte: ″Nada justifica a quebra da Proteção de Dados″ e pode haver ″responsabilidade criminal″
Claro que já enviaram – enganam quem?
Embaixada da Rússia diz que não enviou dados de manifestantes a Moscovo | Diplomacia | PÚBLICO
Mas Portugal protege alguém?
“Não vai ser fácil Portugal proteger-nos”, diz ativista russo
Pensamento dos marmanjos – “E que tal ficarmos caladinhos e quietinhos? Ninguém dá por nada…”:
Governo sabia das queixas dos ativistas anti-Putin há três meses – Observador
E já faltava cá este a fazer dos outros parvos:
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Mar 30 2021
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Mar 30 2021
Nos próximos anos, vai ser preciso uma espécie de ‘Plano Marshall’ para recuperar as aprendizagens de todos os que “ficaram para trás”. Deverá ter em conta os alunos mais novos, mas não só. Deverá “racionalizar” conteúdos curriculares, “trabalhar” o “essencial”: no 1.º ciclo, a leitura e a escrita; no 2.º e 3.º ciclos, a leitura, os conteúdos da Língua Portuguesa, os das ciências. Os recursos terão de ser aumentados, mais professores, mais psicólogos, mais assistentes sociais, mais apoio personalizado e mais coadjuvações na sala de aula. Estas são algumas das preocupações e propostas do presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel Pereira, e do presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, em reacção aos resultados do diagnóstico feito pelo Instituto de Avaliação Educativa (Iave), destinado a aferir o impacto do primeiro confinamento nas aprendizagens.
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Fev 18 2021
Quem?
Ora essa, a resposta é óbvia: a máfia instalada na política. Se com as vacinas foi o que foi e é o que é, fora o que não se sabe, com o dinheirinho a pingar vai ser um fartar vilanagem!

O Plano de Recuperação e Resiliência e o novo Quadro Financeiro Plurianual 2020/2030, na prática a enormidade de fundos comunitários com várias fontes que chegará a Portugal nos próximos dez anos, são o que de mais importante o país tem de discutir e escrutinar. Porque se se repete tantas vezes que “esta é a última oportunidade”, parece certo que só mesmo outra pandemia (seja ela de saúde pública ou militar) poderá criar as condições para que os países da União Europeia estejam disponíveis a financiar — e a assumir a responsabilidade última — outra vez uma bazuca financeira de apoio. É por isso que é urgente criar os mecanismos de controlo e transparência na utilização destes fundos.
A Iniciativa Liberal propôs em sede orçamental, e foi aprovado contra o voto do partido que suporta o Governo, o que é no mínimo extraordinário, a criação de um portal da transparência para permitir o acompanhamento do da execução destes fundos por parte de qualquer indivíduo ou entidade à distância de um clique. Na verdade, nem deveria ter sido necessário propor tal medida porque o próprio Plano de Recuperação e Resiliência deveria prever estes mecanismos. O facto é que o mecanismo do plano já foi aprovado no Parlamento Europeu, o Governo já tem um plano em consulta pública (pode ler em baixo para onde o Governo quer mandar o dinheiro, euro a euro) e ainda ninguém sabe de que forma esse controlo público será feito.
Sim, já há instituições públicas, como o Tribunal de Contas e o novo Tribunal europeu que têm competências para avaliar e julgar a execução desses fundos. Mas o que está em causa em outra coisa. É o escrutínio público no momento em que os contratos são assinados, é a fiscalização mediática das transferências de fundos para entidades públicas e privadas, é a criação de incentivos positivos para limitar as tentações de nepotismo, de corrupção, mas também níveis de exigência na escolha dos projetos que merecem ser apoiados (e das razões que levam outros a ficar pelo caminho).
A discussão, muitas vezes, centra-se no que é mais mediático — os casos de corrupção, por exemplo — e menos na qualidade das opções, nos custos-benefícios de determinado projeto, no custo de oportunidade de fazer uma obra em vez de usar esse dinheiro para outros fins. E um portal da transparência também serviria para aumentar a qualidade da discussão.
A proposta da Iniciativa Liberal é simples: “Um portal online, de livre acesso público, cujos dados sejam fáceis de extrair de forma automática e que permita consultar, em tempo real, (…) a identificação de todos os projetos financiados ou participados por fundos europeus, categorizados por instrumento, por programa e por área de execução, de acordo com o definido no Plano de Recuperação e Resiliência”. Se o problema não é seguramente tecnológico, só pode ser político, certo?
Historicamente, os fundos comunitários têm sido mais uma espécie de ‘presente envenenado”, porque nos ajuda numa fase inicial, mas cria os piores incentivos à mudança. Quando há dinheiro, não existe a urgência de reformas, e quando o dinheiro termina lamentamos o que não foi feito. E logo seguir entramos num novo ciclo de fundos que nos alivia a emergência. Tem sido assim ao longo dos últimos 30 anos. Vamos entrar agora nesse novo ciclo, com mais dinheiro do que nunca. Mas convém que não o usemos como sempre.
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Jan 26 2021
Chego a uma pastelaria/padaria na zona onde moro e peço um lanche e um croissant em take-away, mas, o funcionário diz-me que tenho de comprar a garrafa de água no supermercado!
Enquanto isso pode-se passar droga numa esquina qualquer aos olhos da polícia, dado que, se o traficante for apanhado vai à esquadra e vai-se embora para casa. Mas se a pastelaria/padaria do bairro for apanhada a vender uma água ou um sumo em take-away leva com 2000 euros de multa.
Isto é uma vergonha. É mais grave vender água do que vender droga.
Qual é o objetivo?
Destruir de vez com o comércio local e beneficiar as grandes superfícies que estão a funcionar em cartel?
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Jul 03 2020
O impasse está instalado e as escolas levam as mãos à cabeça. Depois de, esta terça-feira, o Parlamento ter aprovado, só com os votos contra do PS, uma proposta do CDS para suspender a devolução dos manuais escolares gratuitos, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares enviou um email tardio às escolas a definir que, até o Orçamento Suplementar estar aprovado e promulgado, a medida não tem força de lei. Ou seja, não parem as rotativas que até sexta-feira tudo pode mudar. É nisso que o PS está apostado, tendo procurado na terça-feira negociar com o PSD no sentido de convencer o partido de Rui Rio a mudar o sentido de voto. No Parlamento, contudo, o CDS e o Bloco de Esquerda batem o pé e culpam o Governo por não ter, pelo menos, suspendido o processo esta semana para dar “tranquilidade” aos pais.
No meio ficam os diretores das escolas, que têm de ter o processo de recolha e seleção dos manuais para reutilização pronto até ao final do mês e que veem o tempo fugir. Para os diretores, a situação podia ser resolvida facilmente pelo Ministério da Educação se este decidisse assumir que os manuais escolares só têm de ser devolvidos em outubro. Pelo caminho, ficava o processo suspenso. Mas a devolução dos manuais escolares gratuitos é uma bandeira antiga deste Governo e não vai ceder assim tão facilmente.
Numa altura em que se antecipa que o próximo ano letivo vá assentar muito na revisão da matéria (não) dada, sendo que o próprio Ministério da Educação já admitiu que, pelo menos, as primeiras cinco semanas serão para esse efeito, o Parlamento decidiu travar o processo da devolução dos manuais escolares com o argumento de que, assim, os alunos poderiam recorrer aos mesmos manuais para retomar, no próximo ano letivo, a matéria que foi deixada para trás devido às circunstâncias excecionais em que este ano foi lecionado. Atualmente, só a devolução em condições dos manuais do ano que passou garante aos pais a candidatura para acesso aos manuais do ano seguinte de forma gratuita. A exceção é para os alunos do primeiro ciclo (e algumas disciplinas do secundário que têm exame), que a lei já diz que não têm de ser devolvidos em nenhuma circunstância.
Volte face do PSD tira à esquerda a redução da mensalidade para famílias com quebra de rendimentos
A proposta de alteração do CDS foi aprovada com os votos a favor de todas as bancadas, da esquerda à direita, à exceção do PS, que votou contra.
A votação aconteceu ao final da manhã desta terça-feira e rapidamente chegou às páginas dos jornais. Foi por essa via que os professores e diretores das escolas tiveram conhecimento da informação. O alarido instalou-se nas escolas, uma vez que o processo de devolução dos manuais, segundo ficou definido por despacho do Ministério da Educação, no dia 9 de junho, já tinha arrancado no dia 26 de junho e deveria estar totalmente finalizado no dia 28 de julho. Deveriam suspender? Deveriam cancelar os agendamentos feitos com os pais para irem proceder à devolução nos dias pré-marcados? A resposta, segundo apurou o Observador, chegou já bem ao fim do dia, através de um email da DGEstE dando conta de que, até ordem em contrário, o processo devia continuar.
As associações de diretores ouvidas pelo Observador confirmam que a nota da DGEstE chegou às escolas terça-feira, ao final do dia. “Não era uma circular, era um email assinado pelos delegados regionais de Educação”, diz Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE). “Havia muito desconforto entre os diretores, houve muitas chamadas telefónicas, falámos com o Ministério da Educação por diversas vezes. Depois, ao final do dia, chegaram os emails a dizer para avançarmos com o processo de devolução dos manuais.”
O motivo? A decisão do Parlamento não tem peso de lei e é preciso esperar pelo ”resultado da votação final do orçamento suplementar para 2020”, lê-se no documento enviado às escolas do Norte, a que o Observador teve acesso. Tirando algumas nuances, é em tudo semelhante ao enviado pelas delegações do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.
“A situação não ata nem desata, a lei não existe, o orçamento suplementar não existe, ainda terá de ser promulgado pelo Presidente da República e só depois é que conta. É isto que nos dizem. Até lá, é para nos guiarmos pelo despacho que existe”, esclarece Manuel Pereira.
Ao Observador, a deputada do Bloco de Esquerda Joana Mortágua acusa o Ministério da Educação de estar a “falhar” com os pais por não estar a “ajudar a criar um clima de tranquilidade”, na medida em que era preciso esclarecer as famílias de que, primeiro, a não devolução não implica o impedimento de receber os novos manuais gratuitamente no ano que vem, e, depois, porque o Governo podia facilitar o trabalho das escolas ao suspender o processo pelo menos até à votação final do Orçamento para evitar que pais e professores andassem para trás e para a frente. “O processo de devolução dos manuais escolares exige muita burocracia, muita logística, e as escolas ficam muito ocupadas com isso, numa altura em que têm tanto por preparar”, diz Joana Mortágua ao Observador, criticando duramente o facto de o ministério ter dado ordens para as escolas não pararem o processo numa missiva que, diz, “foi enviada aos diretores à 00h20”.
O mesmo argumento tem o CDS, autor da iniciativa, que defende que o Governo tinha a obrigação de, por respeito ao Parlamento e às escolas, suspender o processo até “haver clarificação”. “A DGEstE fez saber às escolas que era para manter tudo como estava, o que gerou perturbação até porque há escolas que marcaram dias específicos para as várias turmas fazerem a devolução”, por causa da pandemia, e ficaram sem saber como agir, explica a deputada Ana Rita Bessa ao Observador.
A hipótese é levantada pela própria deputada centrista: “A não ser que haja uma reviravolta até sexta-feira, que faça chumbar a norma na votação final do Orçamento, o ministério fica vinculado à suspensão”, diz. E essa reviravolta pode mesmo acontecer. Segundo apurou o Observador, o Governo está a tentar ganhar tempo por acreditar que pode conseguir convencer algum partido a mudar o sentido de voto. Isso pode acontecer através de uma avocação a plenário dessa norma, sendo que, por se tratar de um Orçamento Suplementar, as avocações são mudas — ou seja, são incluídas discretamente no guião de votações, não havendo tempos definidos para os deputados defenderem a avocação.
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Jul 03 2020
Os diretores escolares criticaram esta quinta-feira o timing da proposta de suspensão de devolução de manuais escolares, acusando os políticos de andar a “brincar às escolinhas” sem perceberem o trabalho que implica reutilizar milhões de livros.
O processo de recolha de manuais escolares cedidos pelo Ministério da Educação arrancou na segunda-feira e “na terça-feira instalou-se a confusão”, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.
“Na terça, à hora do almoço, as escolas foram surpreendidas” com a aprovação no Parlamento de uma proposta [do CDS] que suspendia a devolução dos manuais, mas durante a tarde receberam um e-mail dos serviços do ministério “dizendo que era para continuar o processo”, acrescentou Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
A situação só deverá ficar definida na sexta-feira, dia 3, após a votação final global da proposta de Orçamento Suplementar.
Até lá, as escolas dividem-se entre as que decidiram adiar por uns dias a entrega dos manuais e as que optaram por manter as datas previamente estabelecidas.
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Abr 09 2020

26 de fevereiro de 2020:
O Ministério da Educação, através de uma nota da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), publicada na página oficial do organismo, aconselha “a ponderação sobre a oportunidade e conveniência de se realizarem visitas de estudo e outras deslocações ao estrangeiro, em particular a países ou a zonas com maior incidência de casos de infeção” de covid-19.
27 de fevereiro:
– O primeiro-ministro, António Costa, considera que o encerramento de escolas não se justifica, num momento em que o país não regista ainda qualquer caso confirmado, mas aconselhou o cumprimento das instruções da Direção-Geral da Saúde (DGS) e a que se evitem as viagens de finalistas para o estrangeiro.
– O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, confirma que as escolas não receberam mais comunicações relativas à covid-19, além da recomendação divulgada pela DGEstE. Já o líder da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, explica que as escolas têm tentado travar o alarme social e informar a comunidade escolar para esta situação. A Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), pela voz do presidente, Jorge Ascenção, partilha recomendação do Governo e diz que “não vale a pena o risco”.
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Abr 08 2020
Coronavirus : pourquoi le Portugal semble épargné ?
Não baixem a guarda!
Coronavírus: 30 crianças em estado grave no Hospital Dona Estefânia – Executive Digest
Mais:
As coisas às vezes não são o que parecem e está tudo muito mal explicadinho…
E se a pandemia do Covid-19 tivesse começado nos EUA?
Eu não disse nada:
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Abr 03 2020
É para ontem!

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Abr 03 2020
Enquanto os portugueses “rebentam” cartão de crédito para garantir liquidez, a banca ainda tem a lata de aumentar os juros dos cartões de crédito para um máximo de 15,8%?
Isto chama-se roubar e é pura e simplesmente vergonhoso!
Mais: a Banca ainda tem a lata de continuar a praticar spreads altos, na ordem dos 3%, em linhas de crédito bonificado para pequenas e micro empresas, muitas delas à beira da falência?
Onde é que anda o Banco de Portugal e onde é que anda o Governo?

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Mar 31 2020
Existe malta que não pode vestir uma farda…não vejam para onde isto caminha que não é preciso.
Pergunto é onde é que anda a Ordem dos Advogados e associações de comerciantes, assim como, outras associações de defesa dos direitos fundamentais e mais alguns?
Primeiro a PSP não pode dar ordem de prisão aos cidadãos, como já aconteceu, que quando são mandados parar pela PSP e lhes exigem um documento da entidade empregadora, os mesmos informam o cidadão polícia que tal não é obrigatório por lei.
Mais:
Lendo atentamente o Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, que procede à execução da declaração do estado de emergência efetuada pelo Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020, de 18 de março, saliento os seguintes pontos – o negrito com parênteses retos são notas minhas:
“Artigo 7.º
Encerramento de instalações e estabelecimentos
São encerradas as instalações e estabelecimentos referidos no anexo I ao presente decreto e que dele faz parte integrante.
Artigo 8.º
Suspensão de atividades no âmbito do comércio a retalho
1 – São suspensas as atividades de comércio a retalho, com exceção daquelas que disponibilizem bens de primeira necessidade ou outros bens considerados essenciais na presente conjuntura, as quais se encontram elencadas no anexo II ao presente decreto e que dele faz parte integrante.
2 – A suspensão determinada nos termos do número anterior [ponto 1] não se aplica aos estabelecimentos de comércio por grosso nem aos estabelecimentos que pretendam manter a respetiva atividade exclusivamente para efeitos de entrega ao domicílio ou disponibilização dos bens à porta do estabelecimento ou ao postigo, estando neste caso interdito o acesso ao interior do estabelecimento pelo público.”
Para mim a leitura é clara, as atividades de comércio a retalho que disponibilizam “bens de primeira necessidade ou outros bens considerados essenciais” não são suspensas, de acordo com o anexo II.
No meu entendimento – e não vejo outra leitura que não esta: o ponto 2 do art.º 8. aplica-se única e exclusivamente às atividades de retalho de bens que não sejam de primeira necessidade ou considerados essenciais e que para não terem a atividade suspensa a mesma só pode ser exercida “para efeitos de entrega ao domicílio ou disponibilização dos bens à porta do estabelecimento ou ao postigo, estando neste caso interdito o acesso ao interior do estabelecimento pelo público”. Só e unicamente nestes casos é que o cliente está interdito de entrar no estabelecimento.
No caso de estabelecimentos comerciais a retalho de “bens de primeira necessidade ou outros bens considerados essenciais” aplica-se o negrito da alínea a) do art.º 13.º do Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março:
“Regras de segurança e higiene
No caso dos estabelecimentos de comércio a retalho ou de prestação de serviços que mantenham a respetiva atividade nos termos dos artigos anteriores, devem ser observadas as seguintes regras de segurança e higiene:
Sendo que a alínea a) do Art.º 13.º Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, remete para o cumprimento da Portaria n.º 71/2020, de 15 de março, em anexo, nomeadamente do art.º 1.º:
Artigo 1.º
Restrições de acesso a espaços comerciais
1 – A afetação dos espaços acessíveis ao público dos estabelecimentos de comércio a retalho, das grandes superfícies comerciais e dos conjuntos comerciais deve observar regra de ocupação máxima indicativa de 0,04 pessoas por metro quadrado de área.
2 – Para efeitos do disposto no número anterior entende-se por «área» a área destinada ao público, incluindo as áreas de uso coletivo ou de circulação, à exceção das zonas reservadas a parqueamento de veículos.
3 – Os limites previstos nos números anteriores:
Em conclusão:
Em nenhum lugar do artigo supra se impõe que o cliente seja proibido de entrar em estabelecimentos comerciais a retalho de “bens de primeira necessidade ou outros bens considerados essenciais”. O que se impõe são restrições ao número de clientes que se pode ter no interior da loja em função dos metros quadrados da “área destinada ao público, incluindo as áreas de uso coletivo ou de circulação”.
Por exemplo, num estabelecimento com uma área destinada ao público de 25 m2, uma sala de 5 m por 5m (5 X 5), tem-se que a conta de 25 vezes 0,04, 25 X 0,04, o que dá 1, ou seja, por cada 25 m2 só se pode ter uma pessoa dentro do estabelecimento.
O que acontece é que a polícia anda a ameaçar com ordem de prisão e fecho da atividade, donos de estabelecimentos comerciais de “bens de primeira necessidade ou outros bens considerados essenciais” que têm o direito de estar abertos e de ter, pelo menos, um cliente, dentro do estabelecimento, informando os mesmos que têm de pôr uma mesa na frente do estabelecimento e receber os clientes na rua!
Pergunto: quantos estabelecimentos é que já foram fechados ilegalmente pela polícia que anda numa de mostrar trabalho?
Sinceramente estou farto da campanha “ficamos em casa” quando se atropelam direitos fundamentais e farto dos justiceiros de varanda.
Volto a perguntar:
Onde é que anda a Ordem dos Advogados e associações de comerciantes, assim como, outras associações de defesa dos direitos dos cidadãos?
Calados que nem ratos?
Existe malta que não pode vestir uma farda e não sabe ler…não vejam para onde isto caminha que não é preciso.
E já agora façam-me o favor de fazer chegar este post a quem de direito, como, os Comandos Territoriais de Polícia, a Ordem dos Advogados, ao Ministério da Administração Interna (MAI), etc…
Façam o Vosso papel de cidadãos interventivos em vez de andarem a postar tretas sem interesse nenhum pelas redes sociais…
Os professores têm obrigação de defender o cumprimento da lei por todos, inclusive pelas forças de segurança.
E o burro sou eu?
Notícia de 1 de Abril
(…) AHRESP diz que polícias devem ser esclarecidos
A secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) não duvida que desde que vendam para fora todos os associados podem, pela lei, vender tudo o que vendiam antes, mas diz que já tiveram casos em que a PSP contestou e mandou fechar os estabelecimentos.
Ana Jacinto explica que as queixas dos associados já chegaram, por exemplo, à Câmara de Lisboa, que se disponibilizou para dar uma declaração à empresa a dizer que pode estar aberta.
As queixas foram muitas na semana passada, a primeira do estado de emergência, mas diminuíram esta semana com a AHRESP a explicar que já contactou o Ministério da Administração Interna para tentar resolver os problemas que surgiram.
“As forças de segurança devem ser instruídas e esclarecidas para não incomodarem o funcionamento dos estabelecimentos”, refere Ana Jacinto que está convencida de que aos poucos os problemas detetados se vão resolvendo.”
Sobre os casos em que as pessoas ficam a consumir à porta, a AHRESP explica que concorda com a polícia, ou seja, os empresários também têm de tentar evitar que as pessoas fiquem à porta com os amigos.
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Mar 30 2020

PS:
Dispensamos a politica “nazi” holandesa de deixar os velhotes morrer porque sim – eles não perderam os tiques…:
Holanda finca o pé e até critica Itália por “internar os mais velhos”
Um exemplo para a Holanda, a Alemanha e outros que tais que não perderam os tiques do Adolfo:
Um dos países mais pobres da Europa ajudou Itália quando “países riquíssimos viraram as costas”
Seguiram para Itália 30 médicos e enfermeiros da Albânia. “Os recursos humanos e logísticos não são ilimitados, mas não podemos mantê-los de reserva enquanto em Itália se precisa tanto de ajuda”, disse primeiro-ministro.
(…)
Continua aqui: Um dos países mais pobres da Europa ajudou Itália quando “países riquíssimos viraram as costas” – Sociedade – Correio da Manhã
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Mar 29 2020
Não é um negócio privado?
Os outros negócios privados não correm o risco de ir à falência também?
O Estado tem de compensar porquê? Então o coronavírus não é uma causa de força maior para cessar obrigações contratuais?
Ou a mama vai continuar porque têm os políticos certos na mão?
Coronavírus obriga Estado a compensar concessionárias – ECO
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Mar 29 2020
Como instalar e utilizar o aplicativo Zoom – myfrontdesk
“Zoom” aí, mas com cuidadinho – TecheNet
How to prevent your Zoom meetings being Zoom-bombed (gate-crashed) by trolls | ZDNet
How to host a Zoom call like a pro
How to find keyboard shortcuts for Zoom – The Verge
Zoom: O passo a passo para sua agência aproveitar a plataforma!
The Best Ways to Video Chat from Windows, Mac, iPhone, or Android
The Tools You Need to Speed Up Your Home Internet – Review Geek
Com um limite de envio máximo de 100 GB, o Filesender assume-se como a melhor opção para a partilha segura de ficheiros. O Filesender foi desenvolvido tendo em conta requisitos específicos da comunidade académica e científica, permitindo, contudo, que qualquer pessoa possa receber os ficheiros. Esta é a melhor opção para aqueles ficheiros que são demasiado grandes para ser enviados por email.
Fonte: Outras ferramentas de ensino à distância – Técnico Lisboa
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Mar 29 2020
O Paulo Guinote tem sido um Senhor.
Vou Ali Fustigar-me Já E Em Força! | O Meu Quintal
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Mar 28 2020
https://twitter.com/i/status/1243543600102805504
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Mar 28 2020
Os leitores perdoar-me-ão se deixar a análise aos números de hoje para segundo plano. Porque venho trazer-lhes uma mensagem de esperança que pode salvar muitas centenas ou milhares de vidas — mas exige acção imediata.
Muitos conhecerão de nome Maria Manuel Mota. Investigadora de primeiro plano mundial na área das Biociências e doenças infecciosas, em particular malária. Directora do Instituto de Medicina Molecular, onde trabalham mais de 600 pessoas. Prémio Pessoa em 2013.
Mais importante do que qualquer elemento curricular, a Maria Mota tem na mão uma chave para o problema da falta de testes COVID em Portugal. Conheço-a há muitos anos, falei com ela há pouco. Aqui segue o relato.
Os testes de detecção ao COVID são fabricados essencialmente por duas empresas, a Roche e a Qiagen. Os kits de teste contemplam duas fases: extracção e amplificação por processo PCR, sendo os reagentes bem conhecidos. O problema, claro, já se sabe qual é: nós não produzimos estes reagentes, fomos ao mercado tarde, já não encontramos à venda e agora estamos a racionar (ou a “racionalizar” – neste momento os malabarismos retóricos são o que menos importa) os poucos que temos e a fazer muito, MUITO menos testes do que devemos. A Alemanha, cuja indústria produz os reagentes necessários, faz 500.000 testes por semana. Portugal esta semana fez 17.000. Tendo em conta que a população alemã é 8 vezes maior, temos um nível de testes que é 20% do alemão.
Que entre a Maria Mota.
Há 17 dias, alertada para o problema por dois médicos de Santa Maria, a Maria Mota colcoua a sua equipa no IMM a desenvolver uma alternativa portuguesa ao kit de teste. Foi, num certo sentido, muito simples: em vez de desenvolver um processo a partir do início, a Maria Mota pegou no protocolo publicado pela OMS e pelo CDC americano para os testes ao COVID e adaptou-o à realidade portuguesa. Identificou os reagentes críticos em falta em Portugal para produzir um teste e concebeu alternativas. A alternativa existe em Portugal; a empresa que a produz, a NZY Tech, pode produzi-los em quantidade virtualmente ilimitada para todos os efeitos práticos.
Neste momento a Maria Mota já dispõe de um kit testado, que funciona perfeitamente na identificação quer de casos positivos quer de casos negativos. Há uma semana contactou a DGS por escrito, não tendo ainda obtido resposta. Felizmente para nós tem linha aberta para o Ministro da Ciência, Manuel Heitor, que compreende bem a urgência destes tempos, e que desbloqueou a situação. Obrigado por todos nós, amigo Manuel. Quando os tempos forem outros dar-te-ei um abraço muito apertado.
O kit foi testado e está certificado pelo Instituto Ricardo Jorge no sábado passado. Há dois dias foi validado pelo mesmo Instituto. Está pronto a ser aplicado em quantidades virtualmente ilimitadas. As limitações para a Maria Mota não são de número de testes disponíveis: são de mão de obra humana. O seu IMM tem neste momento capacidade para administrar 300 testes por dia, podendo talvez chegar aos 900 a 1000.
Isto são notícias extraordinárias. Temos um teste português, validado e certificado, que pode começar a produção em massa ONTEM. Podemos abrir centros de testes por todos o País e começar finalmente a política de testes massivos e rastreios sistemáticos recomendada pela OMS, que nunca seguimos. De que estamos à espera?
Dizia-me a Maria Mota que cada dia que passa conta. Se tivéssemos começado há uma semana tínhamos salvo muitas vidas. Já não vamos a tempo. Mas vamos a tempo de salvar muitas mais nas semanas que se avizinham e vão ser terríveis.
Ainda vamos a tempo de salvar milhares de vidas (e estou a medir as palavras). Mas temos de agir JÁ.
Senhores do Governo, do Ministério da Saúde, da DGS, de tudo quanto manda neste País: larguem os vossos papéis e agarrem na Maria Mota. Não interessam agora os vossos erros de avaliação do passado: não cometam agora o maior de todos. Dêem à Maria Mota tudo, TUDO o que ela pedir. E peguem nos kits dela, comecem a produção em massa daqui a uma hora, organizem a abertura urgente postos de teste de emergência nos pavilhões multiusos em todos os concelhos daqui a duas horas. Não queiram ser responsáveis por tudo: mobilizem a sociedade civil. Recrutem voluntários para administrar testes e realizar análises laboratoriais (que demoram 4 a 5 horas) entre estudantes de Medicina e Farmácia. Usem os estádios de futebol, os pavilhões desportivos, façam o que quiserem. Mobilizem as empresas para donativos, as indústrias para produzir, mexam-se. Organizem, não é para isso que servem os Governos? Mas DESPACHEM-SE! Não é para amanhã, é para ONTEM!
Porque cada dia conta, e cada hora perdida hoje representa mais mortos daqui a 15 dias.
Jorge Buescu, 27/3/2020
Retirado do Facebook | Mural de Aida Beirão
Instituto de Medicina Molecular prepara novos testes para diagnosticar Covid-19 – coronavirus – Jornal de Negócios / 24 de março de 2020

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Mar 28 2020
A Revista Forum Estudante inaugurou esta quinta-feira, 27 de março, o sitío na Internet estudanteemisolamento.pt, que quer ser um ponto de encontro para toda a comunidade educativa. “Estudar em isolamento não é estudar sozinho” é o lema da plataforma, que reúne dicas de estudo, ferramentas úteis e recursos complementares ao estudo a distância.
Temas ligados à vida dos estudantes em isolamento, destacando vertentes indiretamente ligadas ao estudo, como a cultura, o lazer ou a atividade física serão também focados no site.
Serão também publicados testemunhos de vários intervenientes do sistema educativo, destacando os principais desafios, dificuldades e soluções num contexto de ensino a distância. “Acreditamos que dar eco às vozes dos vários intervenientes da Educação em Portugal será uma forma de aumentar a motivação e o conhecimento mútuo, neste contexto tão desafiante”, refere em comunicado de imprensa Gonçalo Gil, o diretor da revista.
A Forum Estudante nasceu em 1991, assumindo a missão de levar aos estudantes informação sobre cursos, escolas e profissões. É a segunda publicação para estudantes mais antiga da Europa.
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Mar 28 2020
As aulas à distância no ensino superior têm cada vez mais alunos, segundo dados do Governo que indicam que uma das plataformas acolheu num dia quase 200 mil participantes e permitiu cerca de nove mil aulas e reuniões.
As aulas presenciais no ensino superior estão suspensas desde 16 de março para tentar conter a disseminação da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, mas o ensino continua a fazer-se à distância, segundo dados hoje divulgados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).
Uma das plataformas usadas no ensino à distância é a COLIBRI, que foi disponibilizada pela Unidade de Computação Científica Nacional da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT-UCCN) em que em 19 de março, por exemplo, “195.504 participantes estiveram em 8.895 aulas e reuniões à distância”.
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Mar 26 2020

How to host a Zoom meeting
Teachers across New York City are getting a lesson in ‘Zoombombing’
‘Zoombombers’ disrupt online classes with racist, pornographic content
Zoom iOS App Sends Data to Facebook Even if You Don’t Have a Facebook Account – VICE
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Mar 26 2020
Do quê?
É anular!
Ponto!
Andam a gozar com isto tudo?
O que é que têm na cabecinha? Miolos? Cérebro?
Andam a fingir que trabalham? É isso?
PS:
Dedicado ao Ministro Inexistente e ao SE Costa do papel e ao papel:
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