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O perigo da extrema-direita não vem de um sindicato a lutar por 900 euros. Vem do desenho autoritário que o Governo está a querer impor.
Raquel Varela / Historiadora, Universidade Nova de Lisboa
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Os meus agradecimentos ao Luís Cansado do grupo do Facebook Professores Contratados.
Sim, ando por ai também…
Sim, Portugal é uma República das Bananas …e Podres.
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A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de violar a lei ao bloquear a renovação de contratos de técnicos especializados nas escolas para impedir que fiquem numa situação de vinculação automática no próximo ano.
Em comunicado, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirma que que os sindicatos estão a receber “inúmeras queixas” de direções de escolas “sobre a impossibilidade de procederem à renovação de contratos de técnicos especializados que reúnem as condições para tal na aplicação eletrónica” e sobre “a falta de resposta formal e escrita aos inúmeros pedidos de esclarecimento que têm endereçado à DGAE [Direção-Geral da Administração Escolar]”.
Segundo a Fenprof, a resposta tem apenas sido dada por telefone e “está a causar uma enorme indignação junto das direções das escolas e dos técnicos especializados”.
“Está a ser informado pela DGAE que apenas os técnicos especializados aderentes ao Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) estariam em condições de renovar os contratos! A mesma resposta está a ser dada aos técnicos especializados que se têm dirigido à DGAE, acrescentando que são ‘indicações internas’… Ora, a candidatura ao PREVPAP era só para técnicos não docentes, e como tal, os formadores com atividades docentes estavam impedidos de concorrer a esse programa”, lê-se no comunicado da federação.
Anabela Sotaia, dirigente da Fenprof, explicou à Lusa que em causa estão sobretudo casos de formadores no ensino profissional e ensino artístico especializado que, na prática, são professores, mas que legalmente são considerados técnicos especializados por não haver um grupo de recrutamento para a sua área de ensino.
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“Aquele que chega ao principado com ajuda dos grandes mantém-se com mais dificuldade do que aquele que o atinge com a ajuda do povo.”
Maquiavel, in O Príncipe
Se alguém ainda se pergunta qual a verdadeira razão pela qual o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) tudo fez para impedir a mísera passagem a contrato a prazo de alguns investigadores — ao abrigo do funesto e paliativo diploma do Estímulo ao Emprego Científico —, preferindo mantê-los a todos, e para todo o sempre, como bolseiros e nada mais do que bolseiros, eu respondo: uma questão de poder!
Se alguém ainda tem dúvidas, bastará olhar para os novos Estatutos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), de 16 de julho de 2019.
Mantém-se, como é costume, a existência de uma Assembleia de Faculdade, que elege o seu diretor, e um conselho científico que, entre mil e uma outras coisas, pratica os atos previstos na lei relativos à carreira docente e de investigação e ao recrutamento de pessoal docente e de investigação, e uma comissão científica para cada departamento que, por sua vez, elege o diretor do departamento e apresenta propostas relativas à carreira docente e de investigação e ao recrutamento de pessoal docente e de investigação. Estão todos a ver a importância do conselho científico e das comissões científicas quanto às contratações, certo!? Perceberam que quem apresenta propostas de contratação é a comissão científica e que o conselho científico apenas “pratica os atos”, certo!?
Rogo, agora, a vossa paciência para algumas linhas dos estatutos para verem quem elege e quem pode ser eleito: “A Assembleia da Faculdade é constituída por 15 membros: a) 11 docentes ou investigadores; b) três estudantes, sendo um de doutoramento; c) um trabalhador não docente e não investigador.” Logo a seguir, esclarecem: “Para os efeitos (…) consideram-se: a) docentes ou investigadores, os docentes e investigadores de carreira que exercem funções docentes e ou de investigação na faculdade […]” Perceberam a subtileza!?
Explico melhor: os investigadores contratados pela “Lei do Estímulo ao Emprego Científico” não são da carreira! Como se não bastasse terem um contrato a prazo, que em nenhuma circunstância poderá exceder os seis anos, e ganharem menos 1000 euros por mês do que os investigadores da carreira — embora realizando as mesmíssimas funções —, estão também administrativamente afastados da possibilidade de serem eleitos representantes na Assembleia, que é o órgão que nomeia o diretor. Supimpa!
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29 de Julho de 2019, 8:29
Francisco José Ferreira, líder do PS/Arouca e adjunto do secretário de Estado da Protecção Civil, admitiu ter recomendado fornecedores para as 70 mil golas antifumo inflamáveis e para os 15 mil kits de emergência e panfletos no âmbito do programa Aldeia Segura, avança o Jornal de Notícias (JN) esta segunda-feira. Os contratos foram coordenados pela Secretaria de Estado da Protecção Civil, sob instruções de Francisco José Ferreira.
A ANEPC pagou 350 mil euros à empresa Foxtrot Aventura — cujo proprietário é o marido de uma autarca do PS de Guimarães — e à Brain One pelos materiais.
Uma consulta ao portal da contratação pública BASE revela que a Brain One tem desde 2017, ano da sua fundação, cinco adjudicações (ajustes directos e consultas prévias) da associação Geoparque de Arouca e da Câmara de Arouca, onde José Artur Neves foi autarca durante 12 anos.
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A empresa foi constituída dois meses após a criação do programa da Proteção Civil “Aldeia Segura”. Venda ocorreu quatro meses depois. Foxtrot, a empresa, opera no setor do “turismo de natureza”.
As mais de 70 mil golas de proteção de fumo para pescoço e rosto que foram compradas pela Proteção Civil e depois foram distribuídas em aldeias localizadas em zona de especial risco de incêndio, mas que afinal eram inflamáveis, foram adquiridas a uma empresa detida pelo marido de uma autarca socialista. A notícia é avançada pela revista Sábado, que refere que a Foxtrot — Aventura, Unipessoal, Lda. pertence a Ricardo Nuno Peixoto Fernandes, residente em Longos, Guimarães e casado “em comunhão de adquiridos” com a presidente da junta de freguesia de Longos, Isilda Silva, eleita com o apoio do PS.
(…)
Continua aqui:
PS:
Anedótico – agora os 70.000 Kit`s é só para brincar, só cá:
(…) A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) veio entretanto esclarecer que os materiais distribuídos no âmbito dos programas não são de combate a incêndios nem de proteção individual, mas de sensibilização de boas-práticas
Ministro considera ″irresponsável e alarmista″ notícia sobre golas antifumo
PS2:
Assim se ganha dinheiro, à conta do parvalhão do contribuinte:
(…) A Proteção Civil pagou pelo menos um euro a mais por cada uma das 70 mil golas antifumo inflamáveis fabricadas pela empresa Foxtrot Aventuras, no âmbito dos programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras”. O Jornal de Notícias nota que cada gola custou 1,80 euros, mas, tendo feito uma consulta ao mercado, constata que o valor por cada unidade, também de poliéster, fica entre 63 e 74 cêntimos (já com IVA). No total, as golas custaram 125 mil euros. (…)
Golas inflamáveis custaram mais do dobro à Proteção Civil – Observador
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(…)
O caso em si não é grave na sua essência. Mas é altamente sintomático. É que estes três factos revelam-nos uma quarta coisa. Uma prática onde as autoridades judiciais consideram haver indícios de crime ao ponto de constituirem arguidos é tratada pelo Parlamento com benefício de infractores, atropelo das regras em vigor e tentativa de encobrimento.
É obviamente inaceitável e vergonhosa esta prática dos serviços parlamentares levando-nos a pensar o óbvio: se é assim com os poucos casos de que há conhecimento público como serão as práticas correntes na chamada “casa da democracia”?
Como se vê, os deputados podem fazer e aprovar os “pacotes da transparência” que bem quiserem que pouco ou nada vai mudar. O problema não está na lei. Ela já existe e até pode considerar crime o que ali foi feito.
O problema está nas atitudes e nos comportamentos de alguns deputados e dos próprios serviços do Parlamento, que até se acham no direito de esconder as motivações das suas decisões, como num bom regime musculado.
E isto não se muda com leis bonitas que são feitas apenas para emoldurar e pendurar na parede, muitas vezes para provocar a prescrição de casos antigos ou para se poder recorrer ao tal chavão: “nós até aprovámos um novo pacote da transparência…”.
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Monitors at RAI television studios in Rome display Silvio Berlusconi’s message announcing his political debut on Jan. 26, 1994. (Franco Origlia/Getty Images)
This is a story about how the lowest common denominator of popular media paved the way for the lowest common denominator of populist politics. And it’s got data.
It begins with the opening of Italy’s airwaves, long the dominion of the highly regarded public broadcaster RAI. In the 1980s, an aggressive and unabashedly unsophisticated channel called Mediaset elbowed its way into the market and spread across the country, buying up small local channels and countering RAI’s educational mission with a heavy dose of cartoons, sports, soap operas, movies and other light entertainment.
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PS:
E não podemos saber quem é?
Não é o contribuinte que paga os buracos todos feitos por esta máfia?
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A primeira fase de candidatura ao ensino superior começa hoje e termina no início de agosto, com 50 860 vagas no concurso nacional de acesso, um total praticamente inalterado face a 2018. Nas universidades de Lisboa e do Porto, 11 cursos muito procurados pelos melhores alunos abrem mais 107 vagas.
Segundo dados oficiais hoje divulgados, o número de vagas no concurso nacional de acesso deste ano é praticamente igual ao de 2018, quando foram a concurso 50 852 vagas.
No total, contabilizando também os concursos locais de acesso, os lugares disponíveis são 51 568.
Em 2019, os candidatos têm 1087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.
“Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior”, lê-se numa nota do MCTES.
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Federação Nacional dos Professores mantém greve ao trabalho extraordinário depois de reunir com a tutela, pede que se acabem com abusos e ilegalidades nesta matéria, e exige um pedido de desculpas ao semanário Expresso por transmitir a ideia de que os docentes “estão sempre em greve, ficando as sobras para ensinar”. A greve também é uma lição de cidadania, sublinha a organização sindical.
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) vai manter a greve ao trabalho extraordinário no próximo ano letivo, caso os horários não sejam entretanto alterados, abrangendo assim todo o trabalho marcado fora do horário semanal das 35 horas de serviço docente. A greve poderá começar no primeiro dia de aulas. Segundo a organização sindical, a reunião, realizada na última segunda-feira com o secretário de Estado da Educação, não trouxe novidades. A tutela, sustenta, “não reconhece problemas, considera que a culpa é do Estatuto da Carreira Docente e nada parece querer fazer para acabar com o ‘sobretrabalho’ imposto aos professores”.
Na agenda do encontro, estava a questão dos horários de trabalho e a vontade de eliminar abusos e ilegalidades nesta área. No final, nada de novo. “Aos professores resta recorrer à greve desde o início do próximo ano letivo, não comparecendo nas reuniões e outras atividades que lhes sejam impostas para além das 35 horas semanais de trabalho estabelecidas na lei”, adianta a FENPROF, em comunicado. Os docentes que queiram impugnar judicialmente os horários de trabalho terão apoio jurídico.
A FENPROF volta a denunciar que os professores estão a trabalhar, em média, 46 horas semanais, “sendo este um dos fatores que contribui de forma relevante para o seu grande desgaste”. E garante que esta situação se agravou no ano letivo que terminou “com a implementação dos regimes de educação inclusiva e de flexibilidade curricular”. “Estes regimes estão a ser implementados à custa de uma ainda maior sobrecarga de trabalho imposta aos docentes, sendo disso exemplo o facto de, em algumas escolas, estes terem sido convocados para dezenas de reuniões e inúmeras horas de formação, ou sido obrigados a imenso trabalho burocrático, sempre para além do seu normal horário de trabalho”, sublinha.
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Abriu-se a Caixa de Pandora. Os relatos de exaustão extrema que, em pelo menos quatro casos, terão conduzido professores à morte não param de chegar à Fenprof, que passou a manhã de quarta-feira a analisar um potencial quinto óbito. Depois de na terça-feira, a Fenprof ter denunciado três casos em que os professores terão morrido por exaustão, as denúncias semelhantes começaram a ser recebidas às dezenas no sindicato. Pelo menos duas delas apontavam para mais duas mortes, que acabaram por se revelar ser da mesma pessoa. A primeira, já noticiada, é de um caso em Oliveira de Azeméis e foi recebido na terça-feira. Já esta quarta-feira, uma nova denúncia apontava para outro óbito, em Estarreja. Como as duas localidades são muito próximas, a Fenprof suspeitou que pudesse ser o mesmo caso, o que veio a verificar-se.
Ao que o Observador apurou junto do sindicato, todos os casos ocorreram em casa, à noite, enquanto os professores “trabalhavam em frente ao computador”, a corrigir provas, a dar notas ou a preparar atas de reuniões. A única exceção foi a de uma professora de Inglês, que morreu na sala de aulas numa escola de Manteigas, e que era titular de todas as turmas do 7.º ao 12.º anos daquela disciplina.
“Não se tratam de denúncias anónimas. São professores que nos enviam os seus testemunhos, que assinam com o seu nome os relatos que nos fazem chegar. E há também denúncias que são feitas pelos familiares de professores, preocupados com o excesso de horas de trabalho”, explica fonte da Fenprof. Um dos relatos que mais impressionou os sindicalistas da Fenprof foi o de um marido que relata o dia a dia da sua mulher, professora, que diz ter de estar constantemente disponível para a escola, mesmo quando está em casa, “roubando o tempo que devia ser da família”.
Com o aumentar de denúncias recebidas, a Fenprof está em estado de alerta. Segundo o que o Observador apurou, o principal objetivo neste momento é perceber se há uma correlação direta entre excesso de carga horária, situações de burnout e a morte destes professores ou se, pelo contrário, os óbitos não terão passado de uma coincidência.
Como todas as denúncias são apontadas por pessoas perfeitamente identificadas, a Fenprof está a compilar toda a informação disponível em cada um dos casos para, o mais tardar na quinta-feira, fazer seguir um ofício para o Ministério Público com um pedido de investigação às mortes. Nome dos professores, dos agrupamentos e das escolas é a informação que ainda está a ser recolhida e que irá ser partilhada também com o Ministério da Educação. À imprensa, serão divulgados todos os dados recolhidos, exceto a identidade dos professores. “São mortes muito recentes, queremos tentar poupar ao máximo as famílias”, esclarece a mesma fonte.
Contactado pelo Observador para comentar este assunto, o Ministério da Educação não respondeu até à hora de publicação deste texto.
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O MUBI é um serviço de streaming de conteúdo cinematográfico, à imagem da Netflix, Amazon Prime Video, Hulu e Filmin. Mesmo tendo bastante menos subscritores que alguns dos seus concorrentes, apresenta uma oferta sólida e muito própria.
Caso seja estudante ou professor [de cinema], tem a oportunidade de subscrever o MUBI de forma completamente gratuita! Saiba como o pode fazer.

Desconhecido da grande parte do público, o MUBI – anteriormente The Auteurs – é uma verdadeira cinemateca online! Fundado em 2007, é um dos melhores serviços de streaming que pode subscrever para ver filmes. Ao passo que os seus concorrentes apostam num catálogo para agradar às massas, o MUBI tem um cartaz bem mais específico.
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A Microsoft tem um passado recente complicado no que toca a privacidade. Esta recolha de dados é uma realidade e isso tem incomodado os utilizadores. A empresa refuta as acusações, limitando a recolha a dados técnicos.
Mesmo com esta atenção, os problemas não deixam de surgir. O mais recente vem da Alemanha, onde o regulador vai banir o Windows 10 e o Office 365 das escolas públicas.

Windows 10 e Office 365 banidos por violar o RGPD
Ainda só está limitado ao estado alemão de Hesse, mas o seu CDPFI (Commissioner for Data Protection and Freedom of Information) tomou uma posição. Este declarou que as práticas da Microsoft violam claramente as regras do RGPD.
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Começam hoje as candidaturas ao concurso de acesso ao Ensino Superior e a escolha já deverá estar feita, mas o portal Infocursos pode resolver algumas dúvidas de última hora.
Muitas vezes são as médias finais do secundário, ou as vagas disponibilizadas para determinados cursos, que obrigam a mudanças nas escolhas de curso/instituição de ensino superior, e o momento de carregar a opção na plataforma online da DGES é sempre precedido de alguma angústia.
A informação sobre os curriculos de cada uma das opções, da própria universidade e politécnico, e dos apoios que existem para alunos deslocalizados, é sempre importante para ajudar na escolha, e os guias estão online com muitas perguntas e respostas para ajudar alunos e educadores.
Para dar mais informação complementar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disponibiliza também há vários anos o Infocursos, um portal com informação sobre os cursos, com dados e estatísticas atualizadas sobre as licenciaturas e mestrados integrados
(Notícia retirada daqui: https://tek.sapo.pt/extras/site-do-dia/artigos/infocursos-este-portal-pode-dar-uma-ajuda-a-escolher-o-melhor-curso-do-ensino-superior)
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Um grupo de especialistas elaborou, a convite do Ministério da Educação, um conjunto de recomendações para o ensino da matemática. As propostas abrangem a revisão currícular, a autonomia local e a formação dos professores
Um currículo global e alinhado do 1º ao 12º ano que integre autonomia local de forma consciente e a valorização da profissão docente são duas das grandes propostas que um grupo de professores e especialistas nomeados pelo Ministério da Educação apresentou no relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”, divulgado na passada sexta feira pela Direção-Geral da Educação.
De acordo com a equipa coordenada por Jaime Carvalho e Silva, da Universidade de Coimbra, o ensino atual padece de várias fragilidades provocadas pela existência de “documentos curriculares nacionais díspares, que atualmente coexistem dirigidos ao ensino da matemática”. É necessário, por isso, uma revisão integral dos programas, para que o ensino da disciplina seja coerente e progressivo ao longo do três ciclos.
A VISÃO falou com a presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), Lurdes Figueiral, que começou por dizer que “para quem trabalha no meio e conhece a realidade, as recomendações não constituíram propriamente uma surpresa, embora seja importante debate-las”. Muito do que se propõe no documento já acontece na prática em várias unidades de ensino, daí que “não se possa dizer que as medidas venham começar do zero”, refere Lurdes Figueiral. “Está em causa o facto de deixar de ser a exceção para passar a ser a regra” acrecenta.
Defender um currículo alinhado ao longo do percurso é, segundo a presidente, “uma forma coerente de integrar a autonomia local”. De facto, a segunda recomendação do relatório incide sobre a existência de dois níveis de decisão, o nacional e o local. Se por um lado, deve existir um tronco comum a nível nacional, pensado em ciclos (e não em anos de escolaridade) e que consista nas “orientações metodológicas a adotar, os recursos a usar e a avaliação a praticar”, por outro, o nível local corresponde ao “detalhamento e completamento do currículo nacional de Matemática atendendo às especificidades dos seus contextos”, de acordo com o relatório.
Mas a mensagem do documento não passa só por uma alteração currícular. A estabilidade das políticas curriculares é uma segunda área de recomendações do relatório. A presidente da APM reforça a importância de as equipas responsáveis pelas alterações currículares sejam constituídas por técnicos e especialistas e não evoluam à deriva “da vontade de uns e de outros”. Um visão que vai ao encontro do que é defendido no relatório, ou seja, que as mudanças “devem justificar-se por critérios de natureza técnico-científica”.
Os autores vão mais longe e propõem a “criação de uma entidade (…) que se responsabilize inteiramente pela regulação dos processos de mudança curricular”.
A terceira área de foco do relatório está relacionada com as avaliações. Segundo o grupo de trabalho, “as práticas de avaliação de desempenho dos alunos devem merecer uma atenção igual à que habitualmente é dada às práticas de ensino”. Pretende-se que os métodos de avaliação “sejam em prol do sucesso e não da retenção” e que a estruturação currícular em ciclos poderá ajudar nessa matéria.
Os últimos pontos apresentados no relatório, fundamentais na opinião de Lurdes Figueira, têm a ver com a formação dos professores. Segundo os autores, é essencial que haja valorização da profissão de docente, que sejam criadas mais condições para a formação académica dos mesmos, e que se invista em programas de formação contínua, principalmente na perspetiva do “trabalho colaborativo entre pares”.
Este relatório constitui a primeira fase de um processo de elaboração de recomendações para o ensino da matemática. Nos próximos meses o grupo de trabalho que realizou o documento irá discuti-lo com várias instâncias relevantes na área e, por fim, elaborar um relatório final.
PS:
Com Áudio da Antena 1 :
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O diploma que prevê a recuperação do tempo de serviço prestado pelos professores para progressão na carreira nos Açores foi hoje publicado em Diário da República e entra em vigor quarta-feira, anunciou o Governo Regional.
A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou em junho, por unanimidade, uma proposta do Governo Regional socialista que procede à recuperação do tempo de serviço docente congelado no arquipélago, de forma faseada, ao longo de seis anos.
A recuperação do tempo de serviço docente, a iniciar-se já a partir do próximo ano escolar, deverá, contudo, ser concretizada de forma faseada, em seis anos, enquadrada nos recursos disponíveis, mas sem qualquer condicionante orçamental, podendo, até, ser antecipado o período em que se executará a recuperação, em função do número de docentes que se aposentem no ano anterior, explica uma nota do executivo açoriano enviada às redações.
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29 aninhos com um ordenadinho que até estala…a República das Bananas não tem conserto…
André Matias de Almeida foi nomeado pelo ex-Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, para vários cargos dirigentes em diversas estruturas como fundos de apoio a empresas.
O novo porta-voz da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), André Matias de Almeida, militante do PS, acumula vários cargos em diversas entidades sendo alguns de nomeação do Governo. É ainda irmão de Bruno Matias Almeida, adjunto do secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, desde 17 de outubro de 2018, segundo o despacho de nomeação.
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A hecatombe está à frente dos nossos olhos, só não a vê quem não quer…
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Ou então faz dos outros parvos.
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IPSS em roda livre é o que está a dar: Alexandra Borges – IPSS «Educação Popular» investigada pelo Ministério Público e Segurança Social | TVI24
Mais de 70 mil entidades receberam, em 2017, mais de 4 mil milhões de euros de subvenções e benefícios públicos.
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A República das Bananas no seu melhor.
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As conclusões são do serviço do Ministério da Saúde que avalia os comportamentos aditivos e dependências.
Um em cada quatro jovens de 18 anos admite que teve no último ano problemas por causa da utilização da internet.
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Um estudo feito pelo Projeto EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo, concluiu que são os estudantes provenientes de famílias com níveis de escolaridade mais elevados que conseguem entrar nos cursos superiores com notas mais altas.
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Entre os 49 países que integram o Greco, um organismo criado pelo Conselho da Europa para monitorizar a corrupção, Portugal destaca-se entre os 16 que não cumprem boa parte das recomendações. Portugal é ainda o país com maior percentagem de medidas ainda por implementar
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Os contribuintes portugueses já pagaram parte das dívidas de Joe Berardo, escreve este sábado o semanário Expresso, explicando que a dívida do comendador ao Novo Banco contribuiu para que aquele banco tivesse pedido 1.149 milhões de euros ao Fundo de Resolução — uma entidade pública cuja despesa conta para efeitos do défice orçamental.
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As aulas começam entre 10 e 13 de setembro para todos os níveis de ensino, as férias de Natal têm três semanas, a primeira fase dos exames nacionais duplica a sua duração. O primeiro período tem 69 dias úteis de aulas, o segundo 57 e o terceiro 37. Última etapa volta a ser curta.
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