Rui Cardoso

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Cartas, emails e posts no JN

 

No JN de hoje…

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Respostas ao RH por exclusão da MPD

 

Segundo informações que nos chegam, os docentes que interpuseram RH por exclusão da MPD estão a ser notificados. Estejam atentos aos e-mails e verifiquem na plataforma SIGRHE.

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Provedor de Justiça comunica tomada de posição sobre as queixas recebidas relativas ao concurso de mobilidade interna-2017

 

Um Nim fica sempre bem como resposta… é politicamente correto não retirar esperanças.

 

Provedor de Justiça comunica tomada de posição sobre as queixas recebidas relativas ao concurso de mobilidade interna-2017

 

O Provedor de Justiça recebeu um conjunto alargado de queixas de docentes sobre os resultados do concurso de mobilidade interna. É contestada, no essencial, a decisão tomada pela Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) de, no referido procedimento, não ter posto a concurso todos os horários até então indicados pelas escolas, mas apenas os horários completos, vindo o preenchimento dos horários incompletos a ocorrer somente na primeira reserva de recrutamento.




De tal opção, alegam, resultou o desrespeito pela ordenação concursal assente na graduação, uma vez que docentes menos graduados obtiveram colocação na primeira reserva de recrutamento em escolas que os docentes mais graduados haviam escolhido preferencialmente.
Como é sabido, o Governo divulgou junto das organizações sindicais a intenção de antecipar a abertura de concurso interno para o próximo ano, ao que se seguirá novo concurso de mobilidade interna. Mais anunciou que «neste procedimento será permitida a mobilidade de todos os docentes que manifestem essa vontade, não sendo obrigado a fazê-lo quem não queira”, ou seja “os docentes que este ano obtiveram colocação [no concurso de mobilidade interna] e não desejem ser opositores ao procedimento antecipado» poderão manter as colocações obtidas no presente ano.
Esta solução traduz o reconhecimento, por parte da Administração Educativa, da inadequação dos resultados concursais. Só tal premissa justifica a abertura de novo concurso interno apenas um ano depois do lançado em 2017 e contrariando a periodicidade regra de quatro anos.
Na verdade, e independentemente da questão de saber se o diploma que rege os concursos permite a submissão ao concurso de mobilidade interna de apenas uma parte dos horários existentes, não pode deixar de se salientar que imperativos de justiça e boa-fé que predominam em toda a atividade administrativa exigem, em qualquer procedimento de natureza concursal, que seja dado aos candidatos conhecimento atempado de todas as regras concursais. Nos concursos de docentes, este conhecimento assume especial importância na medida em que os candidatos são chamados a manifestar as suas escolhas quanto às escolas onde pretendem ser colocados. E, independentemente de tais opções estarem sujeitas a limitações (os docentes dos quadros de zona pedagógica, por exemplo, são candidatos obrigatórios a todas as escolas e agrupamentos de escolas integradas no quadro a que pertencem), a sua manifestação em condições de liberdade e igualdade exige que toda a informação relevante sobre o concurso esteja disponível e seja clara, de modo a permitir aos candidatos antever, ainda que no plano das probabilidades, as consequências das opções tomadas.
Sob outro prisma, não pode a Administração Educativa prevalecer-se do desconhecimento, por parte dos candidatos, de uma parte das opções concursais por si tomadas, para obter ganhos em matéria de recrutamento de novos docentes que, de outra forma, não lograria integralmente.
A solução agora adotada difere, pois, a “correção” dos resultados concursais para o próximo ano escolar, tendo em consideração as prevalecentes razões de interesse público ligadas à necessidade de garantir a regularidade do início das atividades escolares. Na verdade, por força da tramitação sucessiva dos diversos procedimentos de recrutamento de doentes, a repetição do concurso de mobilidade interna envolveria forçosamente a reconstituição dos procedimentos seguintes, pois apenas os horários não preenchidos através daquele concurso podem ser submetidos à contratação inicial e reservas de recrutamento subsequentes. Donde resultaria que – a respeitar-se a reconstituição integral dos procedimentos concursais –, as atividades letivas apenas seriam encetadas com os docentes dos quadros de escola e de agrupamento que não tivessem concorrido à mobilidade interna.
Neste enquadramento, o Provedor de Justiça não deixará de apreciar, no momento em que for conhecida, a conformação, designadamente legislativa, que vier a ser conferida ao próximo concurso de mobilidade interna, com vista a garantir a ponderação dos diversos interesses em presença. 
2017-09-26

 

 

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Recursos Hierárquicos da MPD – Inadmissível a não resposta do ME – SPZCentro

 

 

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“Tesourinho” nas AEC…

 

Como os “tesourinhos” são transversais a todos os concursos… Chegou-nos este…

 

 

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Despacho n.º 8372/2017 – Manutenção das Equipas Multidisciplinares

 

 

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Uma luta pela Educação como nunca viu antes – UNICEF

A UNICEF lançou este vídeo para nos lembrar dos 27 milhões de crianças que não frequentam a escola por viverem em zonas de conflito. A educação devia de ser um direito de todos, mas não é.

 

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Procuram-se Professores de Português, em França – OLP

Procuram-se Professores de Português, em França

 

L’ADEPBA vous souhaite une bonne année scolaire !

CHERCHE PROFESSEUR DE PORTUGAIS

18 H d’enseignement de portugais sont à pourvoir pour l’année scolaire 2017-18 au collège Michel Servet et au lycée Les Glières ( Annemasse, Haute Savoie – académie de GRENOBLE)

Les personnes intéressés peuvent adresser leur CV, une copie du diplôme (licence d’enseignement du portugais) et une lettre de motivation à:

Mme Olinda PIRES, IA-IPR de portugais

Adresse mail: [email protected]

LE CONCOURS DU CAPES EXTERNE EST OUVERT

Cette année, seul le Concours du Capes externe est ouvert. Inscrivez-vous jusqu’au 12 octobre.

http://www.devenirenseignant.gouv.fr/pid33985/enseigner-college-lycee-general-capes.html

http://www.devenirenseignant.gouv.fr/cid98448/calendrier-des-concours-recrutement-enseignants-second-degre.html

http://www.devenirenseignant.gouv.fr/cid105920/sections-options-ouvertes-2018.html

www.adepba.fr

 

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Divulgação – Pró-Ordem reúne hoje com o ME

 

Pró-Ordem leva reivindicações dos Professores à reunião com o Ministro da Educação

 

De modo a representar os interesses dos seus associados e da Profissão Docente, a Federação Portuguesa de Professores – FPP, da qual a Pró-Ordem faz parte, reúne esta sexta-feira da parte da tarde com a equipa governativa do Ministério da Educação. Nesta reunião ao mais alto nível, a Direção da FPP vai salientar as seguintes questões:

– Necessidade de uma Ordem dos Professores como forma de valorização da Profissão Docente e dos seus profissionais;

– Descongelamento da carreira/progressão nos escalões em 2018;

– Regime especial de aposentação para a carreira docente em virtude de ser uma profissão de desgaste rápido;

– Um modelo de concursos claro, objetivo e justo que transforme em vagas todas as necessidades permanentes das Escolas e Agrupamentos.

– Definição clara daquilo que é componente letiva e componente NÃO letiva.

– Redução da carga burocrática dos professores nas escolas.

 

Lisboa, 22 de setembro de 2017

 

O Presidente da Direção

Filipe do Paulo

 

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Reserva de recrutamento n.º 03

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 3ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de setembro de 2017 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

 

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Aviso de abertura de candidatura para docente de PLE no IPOR

 

O Instituto Português do Oriente torna público que, de 20 de setembro a 4 de outubro de
2017, aceita candidaturas para o preenchimento de um lugar de professor de português
língua estrangeira.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/09/Aviso-de-abertura-de-candidaturas_set_2017.pdf”]

 

 

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Mais um… Proc. n.º 2004/17.5BELSB – Citação de contrainteressados da mobilidade interna – grupo 600

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/09/Proc.-n.º-2004-17.5BELSB-–-Citação-de-contrainteressados-da-mobilidade-interna-–-grupo-600.pdf”]

 

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Opinião – À consideração dos professores do meu país – Santana Castilho

 

À consideração dos professores do meu país

Quando eu tinha cinco anos, a minha mãe dizia-me que a felicidade era a chave da vida. Quando fui para a escola, perguntaram-me o que queria ser quando fosse grande. Escrevi feliz. Então eles disseram-me que eu não tinha entendido o exercício. E eu disse-lhes que eles não entendiam a vida.”
John Lennon
Como qualquer humano explicado por Freud, somos o resultado da disputa entre o nosso “id”, vertente primária subjugada pelo instinto, o nosso “ego”, bússola de navegação pela realidade externa, e o nosso “superego”, o árbitro implacável que vigia e obriga os outros dois estádios a permanecerem entre os limites da moral vigente e a considerar os seus dilemas.
Poderemos falar de um “superego pedagógico”, que obrigue os que têm por missão orientar os seres em crescimento a não lhes dar o que não lhes deve ser dado, mesmo que imposto pelos normativos modernistas dos que mandam, prolongando a abulia e subjugando as vontades? Deverá esse “superego” atípico impedir que os professores empurrem as crianças pelos corredores da pressa e do utilitarismo, quando as deviam guiar pelos trilhos calmos do personalismo e dar-lhes tempo para terem tempo? Trilhos onde os livros tradicionais ganhem aos meios electrónicos, a memória seja uma qualidade intelectual respeitada e o silêncio cultivado como meio para nos encontrarmos connosco próprios, aprendendo que até um cabelo projecta a sua sombra.
A missão de um professor é também impulsionar e acelerar a evolução da humanidade dos seus alunos, tornando-os mais sensíveis, ensinando-os a distinguir a verdade da mentira, a justiça da injustiça, a humildade da vaidade, a bondade da inveja. O desiderato de um professor é também ter alunos que prefiram uma derrota com honra a uma vitória com trapaça, que escolham a gentileza à brutalidade, que prefiram ouvir a gritar, que saibam que chorar é próprio de quem sofre, não diminui e, quando acontece, só engrandece. A obrigação de um professor é também ensinar aos seus alunos que só aquece aquilo que se consome, que a falta de uma só trave pode tombar todo um sistema, que é mais difícil fazer o que o coração dita que o que os outros esperam, que é impossível tocar uma nuvem mantendo os pés no chão, que são os erros e as esperanças desfeitas que ajudam a crescer e que, citando Confúcio, “não poderão mudar o vento mas poderão ajustar as velas do barco para chegarem onde quiserem”.
Na Escola não vivemos ao Deus-dará. Vivemos ao Governo-dará, em situação de permanente experiência, conforme o lado donde sopra o vento, sem ponderar impactos, sem avaliar as políticas ou com avaliações pré-ordenadas para que os resultados sejam os pré-decididos. Na Escola permitimos que as teorias sobre a formação de “capital humano” capturem as teorias sobre o funcionamento da educação integral, expulsando as artes e as humanidades. Na Escola vivemos obrigados por leis verga-carácter, constantemente alteradas e interpretadas segundo a conveniência do legislador, esquecendo o dever que nos assiste: não calar! E calamos. E desistimos. E pactuamos. Pactuamos com insanos que se julgam profetas e tomam decisões em nosso nome.
Eu sei que a complacência produz amigos e a franqueza pode gerar ódios. Mas exponho-me, com o que sinto. Se queremos resolver e não apenas discutir os problemas da nossa profissão, temos que começar por tomar consciência de que fomos convertidos em proletários mal pagos, ao serviço de senhores que não têm que fazer prova nem de saber, nem de coerência, muito menos de ética, para mandar. Quando a nossa indignação for maior que o nosso medo, então sim, discutiremos razões em vezes de colocações. E viveremos, como os outros portugueses, sem pânico de nos desmembrarem a família em cada ano que começa.
Aldous Huxley escreveu algures que a ditadura perfeita teria a aparência da democracia. Que seria um sistema de escravatura onde os escravos teriam amor à sua escravidão. No início deste ano escolar, abraço os professores do meu país e ouso sugerir-lhes que pensem no que acabo de escrever.
In “Público” de 20.9.17

 

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ADSE – Processo Eleitoral – Resultados eleitorais provisórios

 

Este processo eleitoral contou com a participação de 18.421 votantes, tendo-se obtido 18.067 votos válidos, depois de apurados 187 votos nulos e 167 votos em branco.

A distribuição destes votos pelas sete listas candidatas, foi a seguinte:

Lista A 1.790
Lista B 2.564
Lista C 486
Lista D 449
Lista E 3.136
Lista F 1.327
Lista G 8.315

Do apuramento dos resultados provisórios pelo método de Hondt, foram eleitos os seguintes membros efetivos:

1.º Eleito – Francisco José dos Santos Braz
1.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores

2.º Eleito – António José Coelho Nabarrete
2.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores

3.º Eleito – João António Gomes Proença
1.º membro efetivo da Lista E – Por uma ADSE Pública ao Serviço dos Beneficiários

4.º Eleito – Manuel Bernardino Cruz Ramos
3.º membro efetivo da Lista G – Por uma ADSE Pública e dos Trabalhadores

 

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Nos Açores os “Professores reclamam três anos ‘perdidos’ na carreira”

 

Não é só pelo continente que há professores descontentes a organizar-se para lutar pelos seus direitos. Nas ilhas dos Açores também há quem esteja disposto a lutar…

 

Professores reclamam três anos ‘perdidos’ na carreira

O Açoriano Oriental desta terça-feira noticia que um movimento de professores independente dos sindicatos lançou petição para reclamar uma solução para um problema que pode afectar milhares de docentes nos Açores

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Hoje temos eleições… Não se esqueçam de exercer o vosso direito…

 

Não se demitam de responsabilidades na gestão dos 3,5% que continuam a “levar-vos” todos os meses…

 

ADSE – Eleições para o Conselho Geral e de Supervisão (CGS)

As Listas

 

Para votar de forma eletrónica, autentique-se no link abaixo, colocando no campo “ID do Votante” o seu número de beneficiário da ADSE, sem zeros à esquerda e sem siglas, e no campo “Senha” coloque a senha secreta que lhe foi enviada pela ADSE, I.P., por carta ou por e-mail.

Podem votar de forma eletrónica clicando em https://certvote.com/ADSE2017, o qual estará disponível apenas no dia do ato eleitoral, entre as 9h00 e as 17h00 no Continente e na Madeira e entre as 8h00 e as 16h00 nos Açores.

Para votar de forma eletrónica, autentique-se neste link com o seu número de beneficiário da ADSE e a senha secreta que lhe foi enviada pela ADSE, I.P., por carta ou por e-mail.

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Começaram a chegar… Proc. n.º 1981/17.0BELSB – Citação de contrainteressados do concurso da mobilidade interna – grupo 620

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/09/citação.pdf”]

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Nada disso é verdade!… Nada que se pareça com isso…

As explicações, por parte de um deputado da AR, sobre o que aconteceu com os concursos este ano…

 

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Divulgação – Concentração Ministério Educação 20 setembro – 4ª Feira 14H30

 

JUNTA-TE A NÓS, QUE ESTAMOS COM A VIDA SUSPENSA, POR ERROS DE OUTROS!!
Entre as centenas de docentes que viram a sua candidatura indevidamente excluída em 07.07, um grupo foi notificado da decisão de deferimento e da execução do seu recurso hierárquico (RH) nos dias 07.08 e 18.08, tendo, em cumprimento da legislação, integrado as subsequentes fases do concurso.

Contudo, outro grupo de docentes, nas mesmas circunstâncias de exclusão indevida, apenas foi notificado do deferimento, no dia 28.08. Ainda outro grupo de docentes, nas mesmas circunstâncias de exclusão indevida, apenas foi notificado do deferimento, no dia 06.09. Estes docentes (28.08 e 06.09) não foram notificados a tempo de integrarem as fases subsequentes do concurso, tendo um claro prejuízo moral e material. Assim, desde estas datas, mais de uma centena de professores aguardam a execução dessa decisão, ou seja, aguardam a reintegração nas fases do concurso em que estiveram excluídos; aguardam a simulação da situação de concurso de cada candidatura, de forma a garantir que os docentes excluídos sejam colocados nos lugares a que teriam direito se a indevida exclusão não tivesse ocorrido.

Sem lhes ter sido indicada uma data pela DGAE, os docentes aguardam que ‘se reconstitua informaticamente a situação concursal de cada recorrente, de modo a praticar o ato que existiria se o ato inválido não tivesse sido praticado em cada uma das candidaturas.’

Apesar dos requerimentos dirigidos à DGAE para que fossem prestados esclarecimentos, não foram indicadas formalmente, via nota informativa, nem datas nem procedimentos para a execução dos RH deferidos a 28.08 e a 06.09.

Acresce, com gravidade, que ainda se verifica um considerável número de docentes, certamente superior a duas dezenas, sem qualquer resposta ao RH, também interposto entre 19.07 e 25.07. Ao contrário de todos os outros, estes docentes ainda desconhecem a decisão dos seus RH e esta situação de angústia é inaceitável. Resumindo: – Por erros dos Serviços, não podemos concorrer, não podemos trabalhar e estamos esquecidos, tendo preenchido bem toda a nossa documentação, tal como tem vindo a ser provado ao ser-nos dada razão, com os sucessivos deferimentos.

PRECISAMOS DA TUA AJUDA!!   JUNTA-TE A NÓS DIA 20 PELAS 14H30.

Professores Excluídos indevidamente do Concurso 2017/2018

 

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Os professores foram ao teatro… com o Blog… Boeing, Boeing.

Do passatempo que o Blog DeAr Lindo lançou, resultou uma pequena descrição daquilo a que os vencedores assistiram, por uma das vencedoras…

Dois homens, três mulheres e uma senhora criada. Argumento suficiente para fechar os papéis à chave e esquecer que é Professor por umas horas.
Sente-se, aperte o cinto. A viagem vai começar.
Em 90 minutos não vai resistir ao charme cómico desta comédia de enganos.
Por mote, os amores triplicados de um bem apessoado rapaz, defensor de uma poligamia controlada.
Como cúmplices, o amigo e a criada que, incrédulos, assistem a um inesperado desenvolvimento.
Num cenário simples, é o texto e os seus intérpretes que se fazem valer.
Uma adaptação bem conseguida da peça originalmente escrita pelo dramaturgo francês Camoletti (em 1962) mostra que as gargalhadas não passam de época. Seja pelos pequenos rasgos de frases inesperadas (“Não me segue que eu não sou novela!”), pelos apartes do amigo cúmplice, pela sofredora criada Berta, ou pela encantadora hospedeira de bordo alemã, vale a pena ver “Boeing, Boeing”.
E aproveite para recordar uma época em que os telemóveis ainda não resolviam os problemas da nossa vida…

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Concursos para 2018… E vamos todos concorrer…

 

Professores vão ter concurso extraordinário em 2018 para corrigir colocações

O Ministério da Educação anunciou um concurso excecional de mobilidade interna em 2018 para os professores que este ano se sentiram lesados com a sua colocação poderem “corrigir as preferências que fizeram este ano.

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Procedimento Concursal EPE – Professores

 

3.ª Manifestação de Preferências – ano letivo 2017/2018 e 2018

Notificam-se os candidatos constantes da lista ordenada de reserva de recrutamento que, no âmbito do procedimento concursal para constituição de reserva de recrutamento de pessoal docente do ensino português no estrangeiro, para o cargo do professor, compreendendo os níveis da educação pré-escolar, do ensino básico (1.º, 2.º, 3.º ciclos) e do ensino secundário, aberto pelo Aviso n.º 13639-A/2015, decorre a 3.ª manifestação de preferências para o ano letivo de 2017/2018 e 2018, durante 5 dias úteis, entre as 00h00m de 12 de setembro e as 24h00 de 18 de setembro. Os candidatos devem submeter as suas preferências por ordem decrescente para o seguinte email – [email protected] .

 

Para cada horário, a localidade e a escola indicadas correspondem apenas ao primeiro estabelecimento de ensino. Para visualizar o horário completo, clique no respetivo código.

REINO UNIDO

Horários Localidade Escola Nível de Ensino Horas letivas Área Consular Língua
LON41 Jersey Rouge Bouillon 1.º CEB 23 Londres Inglês

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Carta aos professores

 

Caros amigos,
Não se importam que vos trate por amigos, certo? É que não vejo melhor palavra. Com quatro filhos em idade escolar, sinto que são uma espécie de companheiros de viagem. Escrevo-vos porque falar destes assuntos naquelas reuniões de pais é complicado – vocês sabem, é mais ou menos como nas reuniões de condóminos: muitos pais angustiados e impacientes e muitas perguntas idiotas sobre assuntos que não importam nada. 
O essencial parece que fica por dizer.

E há tanto para falarmos, caros professores, no arranque de mais um ano letivo, este marco definitivo nas rotinas de tantas famílias portuguesas como a minha. Espero encontrar-vos bem, carregados de energia para mais uma espécie de missão impossível – tenho a noção que é quase isso que se pede aos professores nos dias de hoje. Bem sei que muitos pais esperam que vocês façam todo o trabalho por eles: que ensinem, que eduquem, que sejam exemplos, que inspirem, que mantenham a serenidade em toda e qualquer situação, e que ainda por cima se contentem felizes com pouco como recompensa. Não é fácil corresponder a tanta expectativa, eu sei. Mas alguns de vós dão o vosso melhor e quase que chegam lá. Tiro-vos, honestamente, o chapéu.

Num ponto todos concordam – os professores moldam vidas e são eles o coração do sistema de ensino. Um bom professor guardamo-lo para a vida, marca para sempre. Mas não se deixem vergar pelo peso da responsabilidade. Não formalizem demasiado as relações. Tentem não perder a chama e a paixão dos primeiros dias, mantenham aquela boa dose de instinto na gestão de uma sala de aula. Usem e abusem do humor, sejam empáticos, sejam performers – era Steinbeck que dizia que um professor é um grande artista. A sala de aula é o vosso palco. Não se deixem formatar. Os melhores professores que tive foram sempre aqueles que fugiam do padrão.

Cada miúdo é um miúdo, não há fórmulas rígidas e infalíveis. Se tivesse de vos pedir uma só coisa, seria que se dedicassem a conhecer realmente as crianças que têm pela frente. O que lhes faz brilhar os olhos, o que detestam e o que lhes faz sono. Oiçam-nos: eles são mesmo seres incríveis. Acreditem, não será tempo perdido – a partir daí 
saberão como os agarrar.

Preocupem-se mais em estimular a curiosidade do que em debitar a matéria do manual. Aqui que ninguém nos ouve, quem me dera que pudessem esquecer essa rigidez das metas curriculares e algumas das coisas que se obrigam os miúdos a saber hoje em dia. Expliquem-lhes porque aqueles assuntos importam, e eles quererão conhecê-los melhor. Empinar matéria, em pleno 
século XXI, é absolutamente anacrónico. Os factos desgarrados são dados adquiridos: estão aí à distância de uma pesquisa no Google. Mais do que lhes dizer o que aconteceu, expliquem-lhes porque aconteceu assim. Façam-nos pensar, despertem-lhes a curiosidade, incentivem-nos a partir à aventura. Ensinar é a arte da assistência à descoberta.

Valorizem outras coisas que não as notas – venho a crer que elas importam afinal tão pouco na vida. Mais do que seres cheios de conhecimentos acumulados, ajudem a formar boas pessoas e adultos interessantes. Ensinem-lhes os valores da partilha, generosidade e espírito de equipa. Quem não ajuda um colega jamais deveria ter lugar num quadro de honra.

E, por favor, não menorizem os miúdos – deem-lhes máxima liberdade acompanhada de máxima responsabilidade. Eles têm desde cedo que perceber que a escola é o seu trabalho, não o dos pais. Imponham regras e limites claros desde o primeiro dia, e expliquem-lhes as consequências. Já agora, expliquem isso também aos pais, que cada vez mais tratam as crianças como flores de estufa no deserto para compensar a sua crónica ausência.

Peço-vos, é verdade, uma combinação de talentos e competências que parece quase de alquimia. Mas isto não é mística: é bem possível e há quem o faça todos os dias por essas escolas do País. Bem-hajam.

Carta aos professores  Visão

 

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Subscrição Newsletter DGAE

Está disponível na página da DGAE a subscrição da sua Newsletter, a Newsletter DGAE.

 

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Reembolso da PACC. Parece que…

No sentido de, finalmente (ou ainda não), agilizar o procedimento de reembolso do ressarcimento do valor pago…

 

De: PACC (IGeFE) <[email protected]> Data: 13 de setembro de 2017 às 20:16 Assunto: PACC – REEMBOLSO Para:

Exmo(a) Senhor(a),

 

No sentido de agilizar os procedimentos relacionados com o ressarcimento do valor pago relativo à Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) e de modo a que a transação seja feita diretamente entre o IGeFE e o beneficiário, sem que esta tenha que passar pelos estabelecimentos de ensino, vimos por este meio solicitar que nos seja facultado o IBAN para o referido reembolso.

 

Assim, deverá ser enviado para o email [email protected], um comprovativo bancário onde conste a sua identificação e o IBAN, para procedermos à respetiva transferência bancária.

 

Não serão feitos reembolso sem comprovativo.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Av. 24 de Julho, nº. 134

1399-029 Lisboa, PORTUGAL

Tel: +351 213 949 200  Fax: +351 213 907 003

www.igefe.mec.pt

 

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Regime especial de aposentação para Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico

 

 

Regime especial de aposentação para Educadores de Infância e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico

A 8 de junho do corrente ano na intervenção do 1.º ministro no debate quinzenal da Assembleia da República, relativamente à idade de reforma dos professores, António Costa admitiu a reforma antecipada para os monodocentes ao afirmar “…possa haver um conteúdo funcional distinto, em particular, relativamente àquelas situações onde há efectivamente discriminação, que tem a ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário”.

Dentro dessa lógica, nas reuniões do ME com os sindicatos (que decorreram nos dias 6 e 9 de junho de 2017), foi assumido o seguinte compromisso relativamente à aposentação: “Não estando ainda reunidas as condições políticas e orçamentais para assegurar, neste momento, qualquer regime de aposentação antecipada específico para a carreira docente, compromete-se o Ministério da Educação a garantir, nesta matéria, um acompanhamento próximo das soluções que, no plano setorial ou transversal a toda a Administração Pública, venham a equacionar-se, de forma a assegurar, para os trabalhadores docentes, o paralelismo de eventual tratamento diferenciado”.

Face ao exposto, estamos perante um quadro com a seguinte realidade: o 1.º ministro reconhece a justiça de um regime especial de aposentação para os monodocentes, o ME compromete-se, a nível de regime de aposentação antecipada, a solucionar o paralelismo de tratamento diferenciado.

Fazemos votos para que a correta leitura desta realidade se mantenha, pois estes docentes tiveram um regime especial de aposentação até 2005, em virtude de não usufruírem redução da componente lectiva, o qual foi revogado (Lei n.º 60/2005 e Decreto-Lei n.º 229/2005) e desde então nada se fez para corrigir esta desigualdade, continuando estes docentes, segundo algumas análises, aos 40 anos de serviço, a cumprir o equivalente a mais 16,5 anos letivos do que os restantes docentes.

Perante este cenário de reconhecimento do poder central relativamente à reposição de um regime especial de aposentação para os monodocentes, será caso para questionar de que estão à espera os seus representantes legais para que se passe das palavras aos atos. Que postura terão? Irão continuar a defender um regime especial de aposentação igual para todos os professores (é esta a posição da maioria dos sindicatos com a exceção de um ou outro sindicato independente que defende um regime especial de aposentação específico para os monodocentes), ou face a esta realidade solicitam já negociações com vista a um regime especial de aposentação para os monodocentes? Esperemos, que perante estes factos, que todos os sindicatos, sem exceção, não façam ouvidos de mercadores e avancem de imediato com a segunda hipótese, não invalidando a luta por uma aposentação digna para os restantes professores.

Quanto aos docentes do pré-escolar e do 1.º ciclo não poderão remeter-se ao silêncio, bem pelo contrário, terão de fazer ouvir a sua voz junto da tutela, dos seus sindicatos e usar todos os meios e recursos ao seu dispor para divulgarem esta realidade e, tal como o fizeram para a reposição do intervalo na componente lectiva, lutarem interruptamente até ser reposta a justiça que, desde 2005, lhes foi sonegada.

José Carlos Campos

 

 

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NOTA INFORMATIVA – Pedido de horários RR02

 

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Reflexão sobre o Regime Legal da Inclusão Escolar – Proposta de alteração ao Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro

Mais uma reflexão sobre o  Regime Legal da Inclusão Escolar – Proposta de alteração ao Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro.

 

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O outro lado… Há professores que não concordam com um novo concurso

 

Porque nem todos estão insatisfeitos com a sua colocação. Porque também há quem não concorde com a solução defendida para a resolução imediata deste problema.

 

Há professores que não concordam com um novo concurso

Um grupo de docentes, que esta tarde foi recebido por alguns deputados no Parlamento, não concorda com a solução encontrada que aponta para a realização de um novo concurso de segunda reserva.

Clicar na imagem para ver vídeo

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Vai ao Teatro com o Blog DeAr Lindo e a Yellow Star Company

 

Caros seguidores,

O espetáculo “BOEING BOEING” está de volta a Portugal e desta vez com escala no Teatro Armando Cortez de 14 Set. a 29 Out.

Uma hilariante comédia de enganos sobre a trajetória de um Casanova da Era do Jacto.

Bernardo é arquiteto e está noivo de três mulheres, Janete, Julietta e Judite, três hospedeiras de bordo de diferentes países com quem vive sem que saibam a existência uma das outras.

Berta, a fiel empregada doméstica de Bernardo, é cúmplice neste jogo amoroso, trocando as fotografias, roupas de cama e ementas para que nenhuma das noivas desconfie da presença de outras mulheres.

Até que, um dia, os seus amores vão chegar à sua casa ao mesmo tempo… E, dada a azáfama vivida na casa de Bernardo, Berta está à beira de um ataque de nervos!

Um amigo de longa data do arquiteto, Roberto Seguro, veio visitá-lo e vê-se apanhado na maior trama amorosa que alguma vez viu e que terá um fim inesperado…

Em parceria com a Yellow Star Company, damos oportunidade de entrarem no vôo mais divertido do mundo e temos para oferecer 1 convite duplo, válido para o dia 16 de Setembro às 21h30, às primeiras 5 pessoas a responderem acertadamente:

“Quais as nacionalidades das três hospedeiras de bordo”?

– Brasileira, Francesa e Alemã
– Brasileira, Italiana e Alemã
– Italiana, Espanhola e Russa

As respostas deverão aparecer nos comentários deste post, no blog (não em nenhuma das redes sociais), com dados válidos; nome completo e E-mail.

 

Apertem os cintos porque o avião vai aterrar e traz a bagagem com excesso de gargalhadas!

 

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Perdemos 10% do salário nos últimos 10 anos…

Uma das conclusões do relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de 2017.

(E continuamos felizes e contentes…)

Não tarda nada temos uma profissão em risco de desaparecer…

 

Professores perderam 10% do valor real do salário na última década

Na última década, o valor real dos salários dos professores em Portugal caiu 10%, de acordo com o relatório anual da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre educação.

Talvez por isso, há cada vez menos jovens a quererem ser professores. A população docente está cada vez mais velha, ainda segundo o mesmo relatório. Cerca de 40% dos professores em Portugal tem mais de 50 anos e apenas 1% tem menos de 30 anos.

 

 

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Vai ser na sexta… Ministério da Educação anuncia decisão sobre colocação de professores na 6ª feira

 

Falta saber se vai ser antes ou depois da publicitação da rr2.

 

Ministério da Educação anuncia decisão sobre colocação de professores na 6ª feira

À saída da reunião da Fenprof no Ministério da Educação, Mário Nogueira disse que o ministro vai anunciar na sexta-feira à tarde, numa reunião com o sindicato dos professores, a decisão política que encontrou para resolver o problema da colocação de professores.

 

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Sobre a Providência Cautelar…

 

A aceitação de uma Providência Cautelar tem efeito imediato e só a decisão do tribunal, após análise dos contra argumentos, pode alterar a sua eficácia. Assim sendo, as listas de 25 de agosto ainda estão suspensas, até nova decisão do tribunal.

Texto enviado ao blog

 

Já deu entrada uma segunda Providência Cautelar…

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O esperado aconteceu… Ministério diz que se mantêm listas de professores após providência

 

Ninguém arreda pé. Agora é que vai ser…

Palavra dada é palavra honrada…

 

Ministério diz que se mantêm listas de professores após providência

O Ministério da Educação afirmou hoje que não houve qualquer suspensão das listas de colocação de professores, na sequência dos protestos dos docentes.

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Opinião – Está na altura de a escola crescer – Catarina Pires

 

Está na altura de a escola crescer

O que quero discutir, porque é isso que me deixa os nervos em franja, é a razão pela qual a escola pública não tenha, 43 anos passados sobre o 25 de Abril, conseguido ainda garantir um ensino igual para todos. É que, na minha cabeça, a escola deve ser o principal instrumento de criação de igualdade de oportunidades e justiça social. E não tem sido. Alguém me explica porquê?

Nunca vi uma criança tão feliz por ir para a escola como a minha filha, quando entrou para o 1º ano. Eu desfeita em lágrimas e ela, concentrada, de mochila às costas, sem olhar para trás. Fui eu que cortei o cordão umbilical quando ela nasceu. E parece que, apesar de míope e sem as lentes de contacto, cortei bem, embora na minha cabeça ele tenha ficado intacto. A Rita vai agora para o 5º ano, para a escola grande, e não podia estar mais feliz. Continua a não olhar para trás.

Gosta da escola. Acha que aprende lá muita coisa. E que agora vai aprender ainda mais, porque vai ter mais disciplinas e mais professores e mais amigas e mais amigos e mais intervalos. Descansa-me que pense assim. Não delego na escola a tarefa de educar nem de ensinar tudo o que há para aprender. Como os meus pais não delegaram.

A minha escola era parecida com a da Rita. Pública. Aprendi (mais ou menos) as mesmas coisas, da mesma maneira. Na verdade, e isso é um pouco desconcertante, o ensino em Portugal não evoluiu muito em trinta e tal anos. E, no entanto, aqui estou eu, filha da escola pública, a escrever esta crónica, com o suficiente pensamento crítico para dizer que preferia uma escola diferente. Não me entendam mal. Não sou ingrata. Defendo-a com unhas e dentes. E é por isso que queria que também ela, a escola, crescesse, não olhasse para trás e fosse mais feliz.

Que se deixasse de rankings e de quadros de honra com cheiro a bafio e de turmas em que se juntam os melhores alunos e os melhores professores a trabalhar para os resultados, enquanto outras acumulam quase trinta miúdos. Talvez assim não fosse sequer cogitável para os pais engendrarem esquemas de moradas e encarregados de educação falsos.

Não sou especialista em pedagogia, por isso não vou discutir modelos de ensino, matérias dadas (e a extensão das mesmas) e competências trabalhadas, embora desconfie que já é tempo de os questionar. Quanto ao tão ansiado (e tão pouco estimulado) pensamento crítico, é óbvio que tem de ser desenvolvido na escola, mas também fora dela (isto é para os pais).

O que quero discutir, porque é isso que me deixa os nervos em franja, é a razão pela qual a escola pública não tenha, 43 anos passados sobre o 25 de Abril, conseguido ainda garantir um ensino igual para todos. É que, na minha cabeça, a escola deve ser o principal instrumento de criação de igualdade de oportunidades e justiça social. E não tem sido. Alguém me explica porquê?

P.S. – Há seis ou sete anos, fui fazer uma reportagem à Finlândia, na altura o país com melhores resultados no PISA, o programa internacional de avaliação de alunos promovido pela OCDE, e o melhor sistema de ensino do mundo. Não havia escolas privadas, nem rankings, nem avaliação de professores, nem exames. O modelo adotado garantia que todos os alunos tinham acesso à mesma educação, com mecanismos pensados para «apagar» quaisquer diferenças, sobretudo as socioeconómicas. Não sei qual é a situação agora. Mas não deve ser muito diferente. Talvez o ministro da Educação possa lá ir fazer uma visita de estudo.

Noticias Magazine

 

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Condescendências? Não me parece…

 

Um grupo de professores (dos que lutam) esteve hoje com o primeiro ministro. O que foi desvendado sobre a conversa deixa qualquer um, que por aqui ande há uns anos a ouvir e a ler, com poucas esperanças…

“A solução política não passa por nós”, disse, acrescentando que António Costa ficou sensível, “percebeu as causas e as consequências”, e disse que vai falar com o ministro da Educação para “tentar resolver” o problema “antes de o ano lectivo se iniciar, ainda que o início desse ano lectivo sofresse um adiamento”.

Da sensibilidade não surgem soluções e se não houve abertura para resolver o problema até agora, não vai ser depois de uma troca de palavras que isso vai acontecer.

Não digo isto por não acreditar nesta luta, mas por acreditar na falta de vontade de que quem pode resolver estes problemas.

A luta é muito mais do que uma aproximação a casa ou o descontentamento por uma ultrapassagem, é pela falta de consideração por esta profissão, que ano após ano tem vindo a aumentar. A luta é pela falta de politicas para a educação. é pela constante mudança, é pela demagogia, é pela falta de coragem politica em assumir uma posição para 20 anos… é por não ouvirem quem têm de ouvir. (e não é de agora)

Se houvesse intenção de resolver este problema e outros, que por aí se vão conservando em banho maria, os discursos já o teriam anunciado…

 

Professores com “esperança” em solução que lhes permita fica mais perto de casa

 

A solução passa pela luta. E luta como esta, só mesmo esta…

 

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Comunicado de Imprensa – Interesse Público dos Professores

 

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LISTAS DE COLOCAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA ESTÃO SUSPENSAS

 

O SPN anunciou na sua página que as listas de colocação da MI foram suspensas pelo tribunal. A luta dos colegas está a mostrar alguns resultados.

É claro que o ME vai recorrer… e o interesse público vai prevalecer.

 

LISTAS DE COLOCAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA ESTÃO SUSPENSAS

Hoje, dia 8 de Setembro de 2017, às 11 horas, o Ministério da Educação foi citado pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, na sequência da aceitação da providência cautelar apresentada pelo SPN em representação de uma associada.

Este ato produziu automaticamente a suspensão das referidas listas. Esta suspensão só poderá ser levantada quando o Ministério apresentar uma resolução fundamentada sobre os prejuízos que essa medida provoca ao interesse público, e essa fundamentação for aceite pelo tribunal.

Até lá, pode-se rigorosamente dizer que essas listas, que tanta injustiça criaram, estão efetivamente suspensas.

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Por um concurso Justo

 

No último dia 25 de agosto, milhares de professores ficaram em choque com as colocações que saíram do concurso da Mobilidade Interna e Contratação Inicial.

Como costuma acontecer, as escolas inseriram na plataforma SIGRHE horários completos e incompletos, anuais, que iriam ser considerados nesses concursos. Todos eles são disponibilizados não só para a Mobilidade Interna como para a Contratação Inicial.

No último Agosto isso não aconteceu. Apareceram apenas horários completos.

Na Contratação Inicial é desejável e expectável que isso aconteça. O mesmo não sucede com os candidatos da Mobilidade Interna, uma vez que, como facilmente se compreende, sendo, numa primeira lista colocados os docentes mais graduados exclusivamente neste tipo de horários, se concluirá que em fases posteriores haverá ultrapassagens.

Assim, e a partir de um conjunto de professores que participam nas redes sociais, organizou-se um grupo no Facebook que rapidamente juntou vontades e determinações. Deste modo, na passada quarta-feira, dia 30 de agosto, promoveu-se uma manifestação e uma vigília junto à Direção- Geral dos Estabelecimentos Escolares, no Porto, de modo a denunciar essas irregularidades e ilegalidades.

O grupo “luta por concursos de professores mais justoshttps://www.facebook.com/groups/127233277900374/, também possui uma página https://www.facebook.com/umconcursojusto/, onde se publicam as notícias mais significativas sobre todo este processo. Tem havido uma adesão massiva de professores insatisfeitos com toda a situação uma vez que, este ano, essas colocações foram atrozes em termos de desrespeito à graduação profissional dos docentes a concurso.

Passamos a explicar.

Segundo o Dec.-Lei nº 28/2017, de 15 de Março, documento que define o regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário, no seu art.º 25º, Necessidades temporárias 1 — Consideram-se «necessidades temporárias» as que resultem da não satisfação pelos concursos interno e externo, das variações anuais de serviço docente e as correspondentes à recuperação automática dos horários da mobilidade interna e no artº 26º define-se a Ordenação das necessidades temporárias. Para efeitos de necessidades temporárias dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, os docentes são ordenados de acordo com a graduação profissional e na seguinte sequência:

  1. Docentes de carreira a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  2. Docentes de carreira vinculados a quadro de zona pedagógica a quem não é possível atribuir, pelo menos, seis horas de componente letiva;
  3. Docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou de escolas não agrupadas que pretendam exercer transitoriamente funções docentes noutro agrupamento de escolas ou em escola não agrupada;
  4. Candidatos não colocados no concurso externo, bem como candidatos à contratação inicial.

Ora, no seu artº 27º define que as necessidades temporárias, estruturadas em horários completos ou incompletos, são recolhidas pela Direção-Geral da Administração Escolar mediante proposta do órgão de direção do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada.

Não se compreende, pois, que haja professores menos graduados com horário completo em escolas que os mais graduados, tinham selecionado como suas preferências e que não foram respeitadas! Não se compreende como professores do quadro, menos graduados, possam ficar mais próximos, das suas residências, com 8 h!

Não se compreende este atropelo à lei e atentado à dignidade profissional da classe docente.

Consideramos, igualmente, que a Nota Informativa 01, da Reserva de Recrutamento, emitida a 6 de Setembro pela Direção-Geral da Administração Escolar, continua a basear-se em premissas ilegais e, mais grave, a induzir os interessados e a opinião pública em erro, ao esclarecer no seu ponto 1.2. que “Os horários a concurso na Reserva de Recrutamento correspondem aos horários pedidos pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas após (nosso sublinhado) as colocações em Mobilidade Interna e Contratação Inicial.”

Qualquer professor do quadro ganha por escalão e respectivo índice. Assim, estas colocações não fazem sentido no contexto do estipulado por lei.

Não sabemos quais os interesses que estão por detrás das “normas” de colocação deste ano.

Sabemos, sim, que nem a graduação nem as preferências dos professores foram respeitadas.

 

Grupo de Luta Por Concurso de Professores Mais Justo

 

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Reserva de recrutamento 1

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 1ª Reserva de Recrutamento 2017/2018

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de quinta-feira, dia 7 de setembro, até às 23:59 horas de sexta-feira, dia 8 de setembro de 2017 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

 Nota informativa

Listas

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