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Calendário das Reuniões ME/Sindicatos

As reuniões do ME com as organizações sindicais decorrem nos dias 18 e 20 de janeiro de acordo com o seguinte calendário.

 

São 4 mesas sindicais, sendo que a FNE e a FENPROF reunem isoladamente com o Ministério da Educação.

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A Anabela Magalhães, hoje, pela SicN

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O Paulo Guinote, hoje, pela SicN

O Paulo Guinote, hoje, pela SicN

 

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A greve prejudica os alunos?

A greve prejudica os alunos? “Os pais que aproveitem para deixar as crianças brincar e ter tempo livre”

Carlos Neto, pedagogo e investigador na área da motricidade humana, defende que a actual instabilidade entre os docentes cria o momento oportuno para reinventar a escola.

 

Os pais têm razões para se preocupar com o impacto da instabilidade que se vive nas escolas nas crianças?Penso que os professores têm toda a legitimidade para a indignação que estamos a ver e têm todo o direito de mostrar ao país que merecem mais respeito, estabilidade profissional. Mas também é verdade que não podemos fazer uma avaliação do sistema educativo sem pensar em todos os seus intervenientes, desde a família à comunidade — não só educativa, mas também a comunidade local.

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“Pode haver cidadania sem desenvolvimento?” – Lisboa, 25 de janeiro 14h30 – 18h30

Pode haver cidadania sem desenvolvimento? Discutindo a relação local-global nas práticas de ED na Escola e na Formação é o repto que lançamos para discussão no evento que encerrará dois anos de percurso que o CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral – e a FGS – Fundação Gonçalo da Silveira – desenvolveram em conjunto com vários atores da comunidade escolar.

Este percurso visou contribuir para o reforço das condições da aplicação prática do Referencial de Educação para o Desenvolvimento no sistema formal de ensino através de um estudo em que identificasse as problemáticas potenciadoras e bloqueadoras da sua aplicação e da Educação para o Desenvolvimento (ED), em geral, e que retroalimentasse a formação inicial e contínua de educadores/as e professores/as neste campo educativo.

Dia 25 de janeiro partilharemos as principais conclusões deste estudo, das 14h30 às 18h30, no auditório do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, sita na rua Rodrigues Sampaio, 113 (entrada traseira do edifício, paralela à Avenida da Liberdade), em Lisboa. Para além da partilha das conclusões, gostaríamos de discutir com atores das comunidades educativas – professores/as; educadores/as; estudantes; diretores/as; coordenadores/as da Estratégia de Cidadania; auxiliares educativos/as; encarregados/as de educação; organizações da sociedade civil; edilidades e entes públicos, a dimensão do Desenvolvimento nas práticas de ED e de Cidadania e Desenvolvimento na Escola e na Formação.

O programa do encontro está disponível aqui. Para participar, basta preencher esta ficha de inscrição até dia 22 de janeiro. Obrigada!

 

O evento será acreditado como Ação de Formação de Curta Duração (ACD, ao abrigo do Despacho 5741/2015 de 29 de maio), para efeitos de progressão da carreira docente de educadores de infância, docentes dos ensinos básico e secundário e docentes de educação especial pelo Centro de Formação de escolas António Sérgio. O formulário a preencher para efeitos de acreditação é este: https://www.cfantoniosergio.edu.pt/centro/index.php

Caso o custo de deslocação seja impeditivo da sua participação, entre em contacto connosco de modo a encontrarmos uma forma de a viabilizar.

Pedimos desculpa caso receba esta mensagem em duplicado.

Com os melhores cumprimentos,
Cecília Fonseca, Sandra Fernandes e Sílvia Franco


CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral

Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, 1069-069
LISBOA – PORTUGAL
+351 21 317 28 60
www.cidac.pt  cidac”at”cidac.pt

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O Dia Depois de Amanhã?

Stormanuel

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Hoje

Escola secundária de Castelo de Paiva e a quase totalidade das escolas de 1° ciclo encerradas por greve dos docentes

Escola Dr. Flávio Gonçalves (Póvoa de Varzim)

Escola Secundária Viriato

Escola Secundária de Arouca

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A Luta dos Professores Ganhou Audiências nos Programas da Manhã

Professores estão em luta no mês de janeiro e explicam o que os move: “Só queremos condições para trabalhar com os nossos alunos

 

Rita Morais, professora de português e história, Andreia Ferreira, professora de espanhol, e Aidé Seabra, professora de educação especial estiveram na CASA FELIZpara explicar o que motiva os protestos dos professores que têm marcado a atualidade.

Os professores estão em greve nacional durante o mês de janeiro, em luta pela progressão de carreira e por melhores condições salariais e laborais.

Rita Morais refere que as quotas e o sistema de colocação dos professores e explica assim o que ainda mantém o sistema a funcionar: “O que move uma professora de Aveiro que vai para o Algarve todas as semanas e deixa em casa uma filha com problema? É a esperança de que haja mudança!”

Andreia Ferreira sublinha “mesmo que entremos na carreira eu, que sou de Gaia, posso ficar colocada em Vieira do Minho”

O acumular de insatisfação chegou ao liminte. “Estoirou! Agora estamos todos unidos!” refere Aidé Seabra.

Veja a entrevista completa:

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O Alargamento da Luta dos Professores aos Programas da Manhã

Professores estão em luta no mês de janeiro e explicam o que os move: “Só queremos condições para trabalhar com os nossos alunos

 

Rita Morais, professora de português e história, Andreia Ferreira, professora de espanhol, e Aidé Seabra, professora de educação especial estiveram na CASA FELIZpara explicar o que motiva os protestos dos professores que têm marcado a atualidade.

Os professores estão em greve nacional durante o mês de janeiro, em luta pela progressão de carreira e por melhores condições salariais e laborais.

Rita Morais refere que as quotas e o sistema de colocação dos professores e explica assim o que ainda mantém o sistema a funcionar: “O que move uma professora de Aveiro que vai para o Algarve todas as semanas e deixa em casa uma filha com problema? É a esperança de que haja mudança!”

Andreia Ferreira sublinha “mesmo que entremos na carreira eu, que sou de Gaia, posso ficar colocada em Vieira do Minho”

O acumular de insatisfação chegou ao liminte. “Estoirou! Agora estamos todos unidos!” refere Aidé Seabra.

Veja a entrevista completa:

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Paulo Prudêncio na SICN

https://www.youtube.com/watch?v=H3ojq8C99DY&embeds_euri=https%3A%2F%2Fcorrentes.blogs.sapo.pt%2F&feature=emb_imp_woyt

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Avisos de Medina

 

 

Com avisos destes lá terão os professores de manter a greve até final do ano letivo.

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Intervenção Completa de Ricardo Silva na SICN

Brilhante intervenção de Ricardo Silva que foi um dos grandes mentores das lutas de 2008.

 

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Agenda Para Dia 19 na AR – Parte 2

Depois de pela manhã ter feito o artigo “Agenda Para Dia 19 na Assembleia da República”, dando conta de uma série de iniciativas na Assembleia da República (uma petição e diversas iniciativas parlamentares na área da educação), eis que o Chega requereu a marcação para quinta-feira de um debate de urgência na Assembleia da República com o ministro da Educação sobre “o que está a ser feito” para evitar novas greves no setor.

Se alguém consegue ter um sentido de oportunidade desta natureza é mesmo André Ventura que continua a cavalgar o descontentamento contra o governo de António Costa.

 

Chega quer debate de urgência com ministro da Educação na quinta-feira

 

“O Chega decidiu chamar de urgência o ministro [João Costa] ao parlamento e vai marcar para quinta-feira um debate de urgência no plenário da Assembleia da República sobre as greves na educação e sobre o caos que está instalado no ensino”, adiantou o presidente do partido.

Em conferência de imprensa na sede nacional do Chega, em Lisboa, André Ventura indicou que o pedido já foi submetido e considerou que o ministro da Educação tem de “dar explicações ao país todo e de forma clara sobre as exigências que estão a ser feitas” pelos professores.

“Sabemos que há rondas negociais dias 18 e 20, quarta e sexta, e o que queremos é que o ministro dê o esclarecimento ao país na quinta-feira sobre o que é que está em cima da mesa, como é que as negociações estão e o que está a ser feito para evitar que todos os distritos tenham situações de greve ao longo dos próximos dias”, disse.

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O caso de um professor que foi aumentado 20 euros em 12 anos

Excelente intervenção de Ricardo Silva hoje na SIC Notícias.

 

O caso de um professor que foi aumentado 20 euros em 12 anos

 

A Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino diz que há uma falácia em relação aos salários dos docentes.

Ricardo Silva, na profissão há 34 anos, diz que nos últimos 12 o ordenado aumentou 20 euros líquidos e todos os meses o Estado fica com praticamente 1.000 euros em impostos.

Em entrevista na SIC Notícias, Ricardo Silva, professor de História, trouxe um recibo de vencimento com os valores assinalados.

“Em 2010, levava para casa 1.605€. Agora, 12 anos depois, levo 1.625€ líquidos. Sou professor há 34 anos”, conta, acrescentando que mil euros “ficam praticamente em impostos”.

Greve dos professores

Esta segunda-feira, arrancou mais um período de greve dos professores. Nas próximas semanas, estão previstas várias paralisações.

Milhares alunos estão sem aulas, na Grande Lisboa, devido à greve distrital de professores, que levou ao encerramento de mais de 150 escolas no distrito.

Os sindicatos que representam o setor vão reunir-se esta semana com o ministro da Educação para mais uma ronda de negociações. Depois de um mês de greves, um acampamento de professores à porta do Ministério e uma manifestação nacional com grande adesão, os professores entenderam que ainda não é tempo de parar.

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5800 Professores Têm Horários Anuais (ou Equiparados) nos Últimos 3 Anos

Se a regra da norma travão mudar para a regra apontada pelo Primeiro Ministro para que todos os professores colocados nos últimos 3 anos em horário anual (Completo ou Incompleto) existem 5800 docentes colocados nestes 3 anos que poderiam vincular por esta eventual regra.

Os docentes que identifiquei encontram-se nesta listagem.

Lembro que já fizemos a lista dos docentes que vinculariam pela norma travão com as regras atuais e são 2346 docentes.

Também lembro que António Costa na discussão do Orçamento de Estado já falava na vinculação de 5 mil professores, pelo que o que agora anuncia não é nada que já não esteja orçamentado para 2023.

 

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Lisboa em Força – 90% de adesão no primeiro dia em Lisboa

Greve por distritos: 90% de adesão no primeiro dia em Lisboa

 

 

A greve por distritos, convocada por ASPL, FENPROF, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU, teve início esta segunda-feira, em Lisboa, e vai percorrer os 18 distritos de Portugal Continental até dia 8 de fevereiro.

No primeiro dia, os professores em greve concentraram-se na Praça D. Pedro IV, em Lisboa, com mais de 150 escolas fechadas devido à greve dos professores e muitas outras escolas sem aulas em todo o distrito. Aos jornalistas, o Secretário-Geral da FENPROF revelou que estas escolas estão fechadas exclusivamente devido à greve dos professores e que há muitas outras escolas sem aulas e a funcionar com uma pequena percentagem de docentes ao serviço porque, segundo denúnicas recebidas na FENPROF, a Inspeção-Geral da Educação e Ciência estará hoje de visita a várias escolas do país, com instruções do ME para que as estas se mantenham abertas mesmo se só estiver um professor ao serviço. Ainda assim, os dados recolhidos até às 13 horas permitem afirmar que a adesão ultrapassou os 90%.

O Secretário-geral da FENPROF comentou, ainda, as mais recentes notícias sobre as intenções do Ministério da Educação e do governo para as próximas reuniões negociais, designadamente a intenção de vincular os docentes ao fim de três contratos.

Mário Nogueira estranhou o anúncio, uma vez que esta já é a norma em vigor – a vinculação ao fim de três contratos anuais, sucessivos e com horário completo -, o que não impede que haja professores contratados com 10 ou mais anos de serviço, sem um vínculo laboral estável. Considera que este poderá ser um sinal de preocupação e que, por isso, é fundamental que os professores se mobilizem para a concentração do próximo dia 20 de janeiro à porta das reuniões negociais que estarão a decorrer no ME. Para esse efeito, os sindicatos pertencentes à FENPROF irão convocar um plenário sindical nacional, de modo a permitir que professores de todo o país possam aderir ao protesto e reforçar, no exterior, a posição dos sindicatos junto do ME.

Lista de escolas em greve

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A IGEC Ainda Aí

Depois de na passada quinta-feira a IGEC ter visitado a sede do Agrupamento de Escolas da Abelheira, em Viana do Castelo (Escola onde Luís Braga é Subdiretor), hoje mais escolas foram alvo de visita da IGEC.

E Mario Nogueira também confirma as mensagens que recebi ao longo do dia dando conta dessas visitas.

segundo denúnicas recebidas na FENPROF, a Inspeção-Geral da Educação e Ciência estará hoje de visita a várias escolas do país, com instruções do ME para que as estas se mantenham abertas mesmo se só estiver um professor ao serviço. Ainda assim, os dados recolhidos até às 13 horas permitem afirmar que a adesão ultrapassou os 90%.

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Sr. Ministro da Educação, demita-se!

O Sr. Ministro cometeu um erro crasso em Democracia:

– Percepcionou mal e avaliou mal aqueles que tutela, subestimando a sua capacidade de mobilização reivindicativa…

Sr. Ministro, pelo bem da sua própria dignidade, da Democracia, da República e da Educação, demita-se!

O seu tempo acabou…
(Paula Dias)

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Reflexões da Associação de Pais da Escola Secundária Alberto Sampaio Braga

– parece que o sossego e a previsibilidade das famílias é prioridade! Bem haja!….mas as nossas prioridades não se esgotam nos efeitos (maus e passageiros) desta greve, mas com o estado a que deixaram chegar a escola pública: sem professores, sem apoios na recuperação de aprendizagens; sem atendimento específico dos alunos mais frágeis; sem laboratórios para experimentar, sem recreios para brincar, pular, cair e levantar; sem refeições de qualidade, sem apoio especializado para a saúde mental das crianças e dos jovens; sem conforto térmico nas escolas, sem estabilidade e previsibilidade dos programas, dos calendários de exames; sem autoridade e dignidade para os professores, para os educadores e para os assistentes, sem um efectiva vida democrática nas escolas, sem……. rei nem roque!
– se as famílias são tão importantes, porque é que ainda não se pensou em dignificar a vida pública nacional de forma a que os exemplos que dão possam ser seguidos pelos jovens sem caírem no total relativismo ético?
– as famílias são importantes, mas não podem ser usadas como “bodes expiatórios” para arremessos contra os sindicatos! Há sempre muitas queixas, mas nunca dão provas disso! Desconfiam de tudo e de todos, mas o governo parece estar acima de suspeita (excepto no que toca a nomeações governamentais!?).
– as famílias são importantes ….menos as que se formam com um ou mais elementos a trabalhar como professor, educador ou assistente nas escolas públicas!
– as famílias são importantes ….quando dá jeito como ariete contra sindicatos criativos e incómodos que, inclusive, perturbam os tradicionais representantes dos professores (que dos assistentes não reza a história da educação!).
– as famílias são importantes, são! Mas não para servirem de “bodes expiatórios” de esquemas infantis!
– as famílias não são imbecis ou retardadas, sabem vencer e persistir! Façam o vosso trabalho e apoiem as famílias se puderem/quiserem, mas não nos usem para alavancar as vossas agendas, para favorecerem os “suspeitos do costume” e salvarem da extinção os “cromos enfeudados”!
Sr. Ministro, Sr. Secretário de Estado, Sr. Ministro das Finanças, Sr. Primeiro Ministro se as famílias são efectivamente tão importantes, por favor, resolvam os problemas com os professores, educadores e assistentes, mandem mais meios para apoiar as nossas crianças e jovens, ajudem-nos a educar com bons exemplos e confiem em nós e nosso discernimento (e nem precisam de nos fazer preencher os tais questionários!).

Associação de Pais da Escola Secundária Alberto Sampaio, Braga

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Valentes Pais

Pais vão fechar Escola Júdice Fialho em Portimão

 

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho, em Portimão, vai fechar o estabelecimento escolar.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho, em Portimão, informa que está a promover a iniciativa «Hoje não há MESMO Escola!», terça e quarta-feira, dias 17 e 18 de janeiro, entre as 8h00 e as 10h00.

Está marcada uma concentração de pais, alunos e familiares junto às escolas do agrupamento, em manifestação de apoio à luta dos profissionais de educação, docentes e não docentes, e em defesa do ensino público. Além das concentrações, a associação apela à ausência voluntária dos alunos às aulas e à frequência no espaço escolar nas mesmas datas.

 

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Agenda para Dia 19 na Assembleia da República

Reunião Plenária

DIA: 19 janeiro (quinta-feira) | HORA: 15:00 | TIPO: Ordinária

ORDEM DO DIA

15:00 Horas

 

3 – Petição n.º 321/XIV/3.ª

Da iniciativa do SIPE – Sindicato Independente de Professores e Educadores – Tempo de serviço igual, situação igual e escalão igual

Projeto de Lei n.º 478/XV/1.ª (CH)

Proibição de discriminações entre docentes, por efeito de alterações ao Estatuto da Carreira Docente em matéria de reposicionamento na carreira com efeitos remuneratórios

Projeto de Resolução n.º 327/XV/1.ª (PCP)

Recomenda a adoção de medidas para efetivar o direito de todos os docentes ao posicionamento no escalão remuneratório que corresponda ao tempo de serviço efetivamente prestado

Projeto de Resolução n.º 353/XV/1.ª (L)

Pela vinculação, contabilização do tempo de serviço docente e o fim do bloqueio na progressão da carreira

Projeto de Resolução n.º 354/XV/1.ª (BE)

Promover a escola pública e o respeito pelos direitos dos professores

DEBATE
Tempos
GOV 5 m
PS 5 m
PSD 5 m
CH 4 m
IL 3 m
PCP* 3 m
BE* 3 m
PAN 1 m
L* 1 m
Total 30 m

Notas:

* Os autores das iniciativas que sejam agendadas por arrastamento com a petição dispõem de mais 1 minuto cada.

** O formato é idêntico ao do processo legislativo.

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Populismos?

Chega propõe encurtar prazo da reforma antecipada de professores

 

O partido Chega divulgou este sábado, em dia de marcha de professores convocada pelo sindicato STOP, um projeto de lei para encurtar o prazo para reforma antecipada dos educadores de infância e docentes do básico e do secundário.

 

O projeto de lei divulgado pela assessoria de imprensa do Chega, assinado pelos 12 deputados do partido, ainda não deu formalmente entrada na Assembleia da República.

O Chega propõe que o Estatuto da Carreira Docente passe a prever a possibilidade de reforma antecipada para aqueles que tenham, “pelo menos, 60 anos de idade e que, enquanto tiverem essa idade, tenham completado, pelo menos, 36 anos de exercício efetivo de funções“.

A aposentação antecipada poderia ser pedida “independentemente de submissão a junta médica e sem prejuízo da aplicação do regime de pensão unificada”.

Segundo o projeto do partido liderado por André Ventura, esta alteração legislativa entraria em vigor “com o Orçamento do Estado para 2024”.

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A Novidade É Que os Horários Incompletos Entrem na Equação

Governo vai propor a professores vinculação ao fim de três contratos mesmo com horários incompletos

 

Proposta vai ser levada à mesa de negociações. Sindicatos de professores e Ministério da Educação voltam a reunir-se esta sexta-feira.

O Ministério da Educação está disponível para vincular os professores ao fim de três contratos, avançou a RTP e confirmou à SIC fonte do setor. A proposta vai ser levada pelo Governo à mesa de negociações esta sexta-feira.

Com esta proposta, que inclui a contabilização mesmo com horários incompletos, os docentes passariam a beneficiar de um regime semelhante ao da restante administração pública.

Em cima da mesa estará também a diminuição do tamanho das áreas de deslocação.

Recorde-se que arranca esta segunda-feira mais um período de greve dos professores, estando previstas várias paralisações nas próximas semanas. No entanto, os sindicatos do setor estão dispostos a cancelar as greves caso as negociações corram bem.

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Exclusivo RTP – Vinculação de Professores ao fim de 3 contratos

… mas não é isso que já existe?

Ou será vinculação de professores com pelo menos 1095 dias de serviço?

Se o governo acha que esta medida irá amansar a luta dos professores, engana-se, pois todos os que entrarem na carreira por alguma nova norma irão ultrapassar  na carreira todos os que já estão nela antes de 2011.

 

Governo admite vinculação de professores após três contratos

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Para Amanhã Existem 3 Greves à Escolha

A partir de amanhã a Fenprof e outros 7 sindicatos juntam-se à greve do pessoal docente com greves distritais.

Amanhã a greve da plataforma de sindicatos destina-se aos docentes que trabalham no distrito de Lisboa, terminando apenas no dia 8 de fevereiro com greve no distrito do Porto que irá culminar numa manifestação nacional no dia 11 de fevereiro.

Ao mesmo tempo estão prolongadas as greves do S.TO.P. e do SIPE. (que acumula dois tipos de greves. Ver aqui os avisos de greve do SIPE que excecionam a greve ao 1.º tempo nos distritos onde há pré-aviso de greve para todo o dia)

 

 

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Ser professor? Com muita honra e orgulho, apesar de tudo…

Ser professor? Com muita honra e orgulho, apesar de tudo…

 

Mais de quatro décadas após ter iniciado funções docentes, chegou o momento da aposentação, envolto num misto de encanto/desencanto, mas também de esperança.

Encanto, pela experiência inolvidável de exercer uma profissão que era socialmente respeitada e incontornável no processo de construção e desenvolvimento de um país democrático. Não fui para professor por vocação, mas acabei seduzido e conquistado por uma profissão que influencia todas as outras. Como foi gratificante contribuir para a formação de milhares de jovens que reconhecem o papel determinante da escola e dos professores no seu processo de socialização e preparação para o mundo do trabalho e para o exercício da cidadania!

Desencanto, pelas sucessivas e inoperantes políticas educativas, reformas e contra reformas que, idealizadas em gabinetes, eventualmente por quem não era ou não gostava de ser professor, e operacionalizadas por algumas estruturas intermédias subservientes, procuravam evidenciar um suposto sucesso do sistema educativo com dados estatísticos que não contemplavam uma avaliação da qualidade do sucesso escolar.

Profundo desencanto, pelas crescentes políticas demagógicas e pela inconcebível estratégia maquiavélica que conseguiu dividir a classe docente, colocando professores contra professores, nas próprias escolas, nos diferentes níveis de ensino ou no ensino público, particular e cooperativo, minimizando até o facto de se poderem perder os professores, desde que se ganhasse a opinião pública, como ainda se continua a verificar com alguns políticos imprevidentes.

Profundo desencanto e revolta, pelas condições desumanas a que têm estado sujeitos tantos colegas que, por amor a uma profissão que escolheram, são obrigados a viver, ao longo de décadas, numa permanente instabilidade laboral, financeira e familiar.

Os professores têm razões de queixa (individuais e coletivas), quando são vítimas de situações degradantes e indignas, as quais deverão ser publicamente denunciadas. Também fui ostracizado pela ambiguidade da lei, então vigente, por ter decidido transitar do ensino oficial (após ter sido colocado em 6 escolas diferentes, em regime de deslocação) para uma escola particular e cooperativa, com contrato de associação, ao abrigo do art.º 70.º do Decreto-lei n.º 553/80, de 21 de novembro. Pretendia estabilidade familiar para que as filhas pudessem ter uns pais (professores) presentes, um direito que tem sido negado a tantas crianças, num país que se diz defensor de políticas natalistas e protetoras da infância!

Quando regressei à escola pública, fui obrigado a cumprir um período probatório, com aulas assistidas por avaliadores externos, “para ser verificada a capacidade de adequação do docente ao perfil de desempenho profissional exigível”, ou seja, as competências científicas e pedagógico-didáticas necessárias para que a nomeação provisória se pudesse converter em nomeação definitiva e poder reiniciar a carreira docente e um posterior ciclo de reposicionamento. Este período probatório foi realizado depois de já ter cumprido 36 anos de serviço efetivo, como professor profissionalizado, com mestrado e doutoramento em área específica de lecionação.

Foi neste contexto de encanto/desencanto que, 44 anos depois, requeri a aposentação. Decidi que o meu último dia de aulas seria passado na escola, mas em greve, um ato simbólico e solidário com os colegas que haviam acordado de uma aparente letargia anestesiante. Finalmente, os professores voltaram a encontrar na razão, união e resiliência a justificação e força para a sua luta. Voltei a sentir orgulho em ser professor (continuo a lecionar, em regime de voluntariado, numa Universidade Sénior), com redobrada esperança e com a certeza de que nada ficará como antes.

O passo mais importante já foi dado: voltar a unir e mobilizar os professores, como primeiro passo para uma luta que se enquadra bem no espírito do 25 de Abril e no âmbito das comemorações do cinquentenário da Revolução. Paradoxalmente, alguns sindicatos também já “aderiram”! Os professores estarão disponíveis para explicar que demagogia não é sinónimo, mas a negação da própria democracia. E se continuarem a ser adotadas estratégias legítimas e transparentes, que também contemplem medidas que visem atenuar os efeitos da greve no desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, os restantes intervenientes educativos acabarão por compreender e reconhecer a justeza e oportunidade deste movimento reivindicativo.

Os professores querem fazer parte de uma escola onde a qualidade da educação, o respeito e o mérito prevaleçam, definitivamente, sobre a mediocridade, a burocracia e o oportunismo, uma consequência da progressiva degradação da escola pública. Neste contexto, há uma via para inverter, a médio/longo prazo, o estado atual a que se chegou: investir, a curto prazo, no sistema educativo e na dignificação da carreira docente.

Ser professor, valeu a pena? No final do 1.º período letivo, os meus alunos do 11.º ano viram o filme “O Clube dos poetas mortos”. Precisava de avaliar o seu impacto em jovens com a idade de alguns dos principais protagonistas, mas a viver no século XXI, o que não foi possível por falta de tempo. Sem mais aulas previstas, ainda consegui encontrar um espaço para me despedir dos alunos. Durante a breve conversa, observo que uma das alunas subiu para cima da mesa, um gesto logo seguido pelos restantes colegas da turma (sem exceção)! Fiquei sem palavras, mas com a certeza de que a mensagem havia passado, que também havia contribuído para a criação de um verdadeiro “Clube de poetas vivos”, que os alunos querem e merecem ser felizes e que, afinal, parafraseando o grande poeta, tudo vale a pena se…

 

Prof. Teodoro da Fonte

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Reflexão Sobre a Marcha de 14 de Janeiro

Estive ontem, na marcha pela educação, em Lisboa. Também estive em 2008. Tal como estive, em 2013, no Porto (contra a TROIKA).
Foi uma manifestação bonita, emocionante. Um mar de gente, de todo o país.
Enquanto íamos percorrendo a A1 percebíamos que os autocarros cheios de professores eram às centenas. Vimos também muitos automóveis com cartazes (provavelmente professores que já não conseguiram lugar nos autocarros.
Mas esta manifestação foi, efetivamente, diferente de todas as outras.
Os professores não foram agentes passivos. Fomos nós que, em cada escola, organizamos a ida a Lisboa. Contratamos os autocarros e pagamos a viagem. E foi assim em todas as escolas, em todo o país.
Esta manifestação foi organizada pela base da pirâmide. Os sindicatos tiveram de vir atrás dos professores.
Vi também vários diretores de agrupamentos na manifestação, acompanhados pelas suas equipas. Sim, porque os diretores também são professores.
Na manifestação, não se viam bandeiras de sindicatos, viam-se cartazes feitos em casa, onde se expressavam os sentimentos dos professores. Muitos bem originais: Um que dizia “sou escuteiro a sério”, outro com “Não vamos parar, habituem-se”, são só dois exemplos.
A manifestação de ontem foi o culminar da expressão do sentimento que se vive nas salas de professores das escolas. Um sentimento de indignação em relação ao que se vai passando no país, de revolta pelo desprezo com que somos tratados pela tutela. Mas, desta vez, os professores não se conformam, não se resignam.
E quanto mais o ministro riposta, mais fortes e unidos estamos.
Tinha uma enorme consideração pelo Doutor João Costa. Estive em muitas reuniões com ele enquanto secretário de estado (enquanto fui diretora de um agrupamento). Achava que ele é que devia ser o Ministro. Fiquei feliz quando passou a sê-lo. Mandei-lhe, inclusivamente, uma mensagem a congratulá-lo.
Mas, tem sido uma deceção.
Foi preciso os professores estarem em greve à quase um mês para ele marcar uma reunião.
Onde está a proximidade e a compreensão com os docentes?
No tempo da pandemia eram só agradecimentos aos professores, que revolucionaram a escola (e as suas vidas) para chegar a casa de todos os alunos e não deixar ninguém para trás. Onde está esse reconhecimento?
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores quando manda parar os autocarros para lhes revistar as mochilas? Somos professores, não somos arruaceiros. Na bagagem levávamos o desânimo e desalento pela forma como temos sido tratados, bem como alguma esperança pela mudança… e umas sandes.
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores quando questiona a legalidade da greve? O 25 de abril deu-nos esse direito inquestionável. Só se fala nesse assunto agora, porque a greve dos professores está a fazer mossa.
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores quando na Madeira e nos Açores o tempo de serviço foi integralmente contabilizado para efeitos de progressão na carreira e no continente não foi?
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores não eliminando as vagas de acesso ao 5º e 7º escalões?
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores enquanto os concursos de professores não forem feitos apenas pela graduação profissional, eliminando de vez as prioridades?
Será que a tutela acha que acalma os ânimos e a revolta dos professores enquanto a Mobilidade por Doença for feita nos moldes em que foi este ano letivo?
A redução da dimensão dos QZP é apenas a ponta do icebergue. Estamos a lutar por muito mais do que isso. No entanto, parece que a tutela não quer ver isso. Parece estar em negação.
Deve ser assim que se sentem os condutores que vão em contramão nas autoestradas. Pela sua perceção só eles é que estão certos e todos os outros estão errados. É isto. É um erro de perceção.
A democracia começa na escola. Não há escola sem professores.
Vamos lutar pela democracia.
Escrevi mais do que o que tencionava, mas o texto foi fluindo. Há dias assim.
Sílvia Marques
Professora de Matemática

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As Minhas Previsões na Sexta 13

Dificilmente erro nos números e conto que amanhã o número de manifestantes ande mais perto da centena de milhar, do que da meia centena de milhar.

 

E pelos vistos aconteceu.

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Marcha Pela Escola Pública a Decorrer

Está prestes a começar a Marcha pela Escola Pública que vai descer da Praça do Marquês  até ao Terreiro do Paço, tal como em 2008.

Aos leitores do blog pedimos que na rede social do Facebook deste espaço possam colocar as imagens da marcha para memória futura.

E se encontrarem quem fez este cartaz dêem-lhe os meus parabéns pela enorme criatividade do mesmo.

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Eu Diria “Todos os Portugueses ao lado dos Professores”

… menos os rapadores dos tachos do Governo Socialista, dos seus amigos, familiares e afins.

 

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Existem Autocarros a Ser Parados pela GNR

Muitos relatos chegam-me de autocarros a ser parados na viagem a Lisboa.

Deve ser para revistarem os sacos com os fundos de greve dos professores.

 

Braga, 6 autocarros

Porto, 10 autocarros

Barcelos, 2 autocarros


Fafe, 6 autocarros

 

E muitos outros concelhos a caminho com bastantes autocarros.

Também muita gente se desloca de carro ou de transportes públicos.

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A Caminho de Lisboa

Neste artigo, em especial nos comentários no Facebook podem deixar as vossas imagens da viagem com destino à “Marcha Pela Escola Pública”.

Podem dizer de que concelho se deslocam e quantos autocarros saem desse concelho.

São 278 concelhos que existem em Portugal Continental e se cada um tiver em média 4 autocarros teremos um mínimo de 50 mil pessoas na Marcha.

Se outros 45 mil  se deslocarem por meios próprios, o número chegará muito próximo dos 100 mil.

A todos os que se deslocam para se manifestarem em defesa da escola pública desejamos uma excelente viagem, com esta música a acompanhar.

 

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498 Aposentados Até Fevereiro de 2023

Com a publicação do aviso n.º 226/2023 (lista mensal de aposentados em fevereiro de 2023) já são 498 os docentes que estão aposentados neste ano civil.

A média destes dois meses apontam para o número previsto de 3515 aposentados em 2023.

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Hoje, às 19 Horas

Vai ser certamente uma tentativa de esvaziar a Marcha de amanhã, com os mesmos argumentos de antigamente.

Presumo que seja para garantir que nenhuma competência na colocação dos professores passe para as autarquias.

E isso não vai desmobilizar um único professor.

 

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A DESINFORMAÇÃO DO GOVERNO. QUEM MANIPULA E ENGANA AGORA?, Luís Braga

Não sou jurista mas, hoje, à porta da escola, onde estava a explicar como funciona nela o processo de encerramento, como subdiretor e professor dela (ontem tivemos a Inspeção, a mando expresso do Governo, a perguntar, vejam lá a coincidência….), tive de responder a uma prova oral jornalística de lei da greve. Dizem-me que estava com um aspeto zangado.
Há coisas que não consigo calar. Uma delas é a repugnância de ver gente responsável numa Democracia tentar fazer os outros de burros aproveitando a falta e manipulação de informação. Titulares de órgãos de soberania a manipular o povo com a lei mexe com uma corda sensível minha.
Já tive muitos problemas porque, quando invoco uma lei digo qual é (indo à alínea, do ponto, do artigo, do decreto).
O governo diz é “ilegal” é pronto, os jornalistas nem fazem a pergunta seguinte: “diga lá qual é a lei, para eu ver com os meus olhos”.
Ontem, vi o Presidente da República a comentar a greve, que não é intermitente, como se fosse.
Não creio que, se estivesse bem informado pelo Governo, um jurista ilustríssimo como é, tivesse aquela prestação deslizante sobre o Parecer (que se devia chamar Papão, porque é assim que está a ser apresentado).
Por isso, esta manhã, estava zangado. É mais forte que eu: sou de História, que é um ramo de formação de dedicação à Verdade e não de torção de palavras.
OS FUNDOS DE GREVE SÃO ILEGAIS, ANDAM PARA AÍ A DIZER….
Qual é a norma de que lei que os proibe expressamente? Mostrem-ma e aceito conversar sobre o tema. E já perguntei, muitas vezes, e a gente sábia, e nada.
E o ministro diz que é ilegal, mas não diz qual é a norma em que se baseia.
É muito curioso que o Governo e a Fenprof concordem nesta doutrina peregrina de que não pode haver fundos de greve. Mas não digam qual é a lei ou norma que proíbe.
Uma greve, que junta trabalhadores de várias categorias (que fazem greve em simultâneo), não pode ter uma forma de ação solidária, porquê?
Porque o Senhor Ministro não gosta?
Ser ilegal, não é o ministro não gostar, é haver uma lei que o diz.
Os jornalistas deviam perguntar porque, quem diz que é legal, pode cair na chamada prova diabólica. Provar uma inexistência. E isso é injusto. Quem acusa em público deve provar em público.
AS ILEGALIDADES SÓ SOPRADAS AOS JORNALISTAS …..
E, já agora, isto vale também “para a greve ilícita”, “para o modelo por tempos”, “para as consequências” (onde estão as normas invocadas pelos titulares de poder e sindicalistas encartados do costume?).
Somos todos alfabetizados e sabemos ler. Quem é que agora está a tentar manipular, não é, senhor MInistro? Quando entra a jogar o gabinete de comunicação do Governo a coisa muda?
E, já agora, a greve começou em dezembro e, só agora, que arde forte, é que passou a ser ilícita.
Um acampamento está bem, uma greve que fecha escolas é “ilicita”, porquê?
AINDA BEM QUE FALAM COM OS PROFESSORES MAS AS PERGUNTAS SÃO PARA O GOVERNO
Não era a quem faz greve que os jornalistas deviam perguntar pela legalidade, é a quem invoca ilegalidades que não explicam e leis, que dizem muita coisa, mas não são mostradas.
É normal que um ministro, que sofre a maior greve de que há memória da Educação, ande infeliz, mas isso não lhe dá o direito de inventar Leis. Por isso, calo-me quando mostrarem a lei. Quem as invoca tem de as mostrar.
Os fundos de greve estiveram expressamente previstos na 1ª lei da greve pós-25 de abril.
Estavam expressamente previstos, no mesmo artigo que prevê os piquetes.
Essa parte foi retirada, mas sê-lo não significa proibição. Significa que deixou de ser relevante tanta regulação ou até que deixou de ser preciso regular o que não suscitava dúvidas (deixo para os juristas a longa discussão do assunto).
Já revirei, perguntei, questionei com insistência.
É PROIBIDO? ONDE ESTÁ A NORMA PROIBITIVA?
Eu sei que o senhor ministro também não é jurista e, apesar dos seus líricos discursos sobre direitos humanos e cidadania, que, estamos a ver, eram cinismo de marketing, não parece ter muito amor aos direitos fundamentais (a julgar pela forma como anda a tratar quem exerce o seu direito à greve).
Mas é ilegal, porquê? Ou está a deixar a argumentação oculta porque sabe que não há realmente base e o objetivo é tentar desmobilizar acenando com o papão? A ver se ainda vai a tempo de marcar uns pontos antes da manifestação de amanhã…..
Deixo o artigo do Piquete na lei e o sublinhado talvez ajude a responder.
Não sou jurista mas sei ler.
Artigo 533.º
Piquete de greve
A associação sindical ou a comissão de greve pode organizar piquetes para DESENVOLVEREM ATIVIDADES TENDENTES A PERSUADIR, por meios pacíficos, os trabalhadores a aderirem à greve, sem prejuízo do respeito pela liberdade de trabalho de não aderentes.

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Hoje

É véspera da Marcha pela Educação em Lisboa e muitas escolas, senão quase todas, marcarão presença amanhã no Marquês de Pombal.

Por todo o lado hoje fecharam-se escolas e outras mantiveram a presença do pessoal docente, não docente e alunos à porta das escolas no 1.º tempo.

Luís Braga, foi muito claro sobre a iniciativa do Ministro da Educação que mandou investigar os fundos de greve. Responde Luís Braga, diga lá qual é a lei, para eu ver com os meus olhos“.

Paulo Guinote ocupou mais de 10 minutos na CNNP onde foi muito claro sobre os motivos que levam os professores a fazer greve.

Na minha escola, pela primeira vez nesta greve do S.TO.P.,  encerraram todas as escolas do Agrupamento e mais de meio autocarro está pronto para rumar amanhã a Lisboa.

Dificilmente erro nos números e conto que amanhã o número de manifestantes ande mais perto da centena de milhar, do que da meia centena de milhar.

As imagens de hoje serão colocadas mais pela noite.

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Paulo Guinote na CNNP

Greve dos professores. A “tempestade perfeita” que ganhou “uma dimensão que ninguém estava à espera”

 

 

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O professor e autor do blog “O Meu Quintal”, Paulo Guinote, esteve esta sexta-feira no Novo Dia da CNN Portugal. O docente explicou a sucessão de factos que culminou na greve nas escolas a que Portugal tem estado a assistir este mês.

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Mais uma Associação de Pais em Defesa dos Professores

… daquelas que conhecem os verdadeiros problemas da sua escola e não recebem subsídios do Ministério da Educação.

Associação de Pais da Escola Secundária Alberto Sampaio, Braga

Greves dos Professores – Comunicado da Confap e demais subscritores.
Declaração de interesses: somos associados quer da Confederação Nacional das Associações de Pais, quer da FAP-Braga.
Recebemos o “Comunicado sobre a Greve dos Professores” da CONFAP e tomamos conhecimento da subscrição feita pela FAP-Braga.
A nossa posição diverge em muitos aspectos referidos neste “comunicado” e porque “no silêncio dos Justos, medram as Bestas*” importa esclarecer, repudiar e apoiar.
A APESAS já anda preocupada com o rumo da educação pública há muitos anos!
Parece que chegamos a mais uma “curva” neste longo e penoso caminho que é a escola pública em Portugal!
Há muito que repudiamos o desinvestimento, o aligeirar da avaliação, a redução de meios humanos e materiais, as cortinas de fumo da “inclusão”, a falta de democracia na gestão dos agrupamentos, o constante aviltar da figura e da autoridade do professor, a leviana alteração de programas; a incompreensível organização do acesso ao ensino superior, a paupérrima atenção dada ao ensino profissional, vocacional, recorrente ou quejandas alternativas aos programas tradicionais de ciências e humanidades; a prepotência das organizações representativas de pais, a permanente desumanização do ambiente nas comunidades educativas, em suma, ao desleixo ético e material em que caiu a escola pública e as comunidades educativas que nela gravitam!
Todos teorizam sobre o papel da escola pública, mas parece que só poucos se preocupam com as consequências do que defendem!
A falta de responsabilização grassa sem freio!
Todos queremos qualidade, mas pouco assumem que exigirá trabalho empenhado, exemplos cristalinos de quem governa, efectiva responsabilização de quem falta ao cumprimento pontual das regras, ao efectivo cumprimento das normas, ao respeito pelo estado de direito democrático e pela ética republicana!
Queremos do bom e do melhor desde que sejam os outros a pagar a jantarada!?
E isto dura há muito, muito tempo! Estava anunciado que iria estoirar e, não havendo garantias de que seja agora, tarde ou cedo teremos de mudar de atitude para mudar de ambiente na escola pública!
O governo é eleito para cobrar receita, fazer despesa e tratar do bem comum!
Na educação não o tem feito e a factura já vai longa e será sempre paga por nós que não somos “herdeiros opulentos”, “subsidiados perenes” ou “oportunistas sortudos”! É a nós e aos nossos filhos que a falta deste “elevador social” vai prejudicar! Quem exerce o poder ou gravita perto dele parece conseguir escapar a este destino!
Apoiamos a acusação ao governo: ele já devia ter tomado medidas para garantir que os encarregados de educação fossem remunerados pela assistência a crianças e jovens com necessidades especiais ou menores de 12 anos!
O governo já sabia que ia ter greves e que elas iam perturbar os “inocentes” e as suas famílias.
Quanto aos serviços mínimos: todos sabemos que eles são definidos em lei e ninguém se pode escudar no desconhecimento da mesma para urdir cenários fantasiosos ou apelar à violação da legalidade democrática.
Recorde-se que a greve na função pública ou equiparada, constitui um direito fundamental dos trabalhadores traduzido na liberdade de recusar a prestação de trabalho contratualmente devida com o objetivo de pressionar os órgãos da administração pública a atender às suas reivindicações, salvaguardados que sejam os serviços mínimos
“Serviços mínimos” é um conceito indeterminado que releva de interesses fundamentais da coletividade, dependendo em cada caso da consideração de circunstâncias específicas, segundo juízos de oportunidade.
A greve é precedida de aviso prévio e implica a obrigação da prestação de serviços mínimos no caso dos serviços que se destinem à “satisfação de necessidades sociais impreteríveis” ou os “serviços necessários à segurança e manutenção do equipamento e instalações”!
Confira-se o artigo 57.º da Constituição da República Portuguesa e os artigos 394.º a 399.º, com destaque para o nº2, alínea d) do artº 397 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho e artigos 530.º a 543.º do Código do Trabalho.
Ora basta analisar o investimento e a atenção que a sociedade e os governos dão à escola pública para concluir que não se trata de “serviço que se destine à satisfação de necessidades sociais impreteríveis”, logo que exija “serviços mínimos”.
Claro que para muitos pais e algumas das nossas congéneres, quer parecer que estaremos perante um caso de “serviço necessário à segurança e manutenção do equipamento e instalações” onde se pode depositar as crianças e jovens enquanto se ganha o pão que se reparte com o governo e que se colocará na mesa! Se a escola pública é isto, então venham de lá esses “serviços mínimos”!
Já que citamos a lei convidamos todos a instruírem-se e a moderar as suspeitas que se levantam!
As greves são, felizmente, originais, mas não podemos sequer suspeitar que os tribunais, a Procuradoria Geral da República, os órgãos de investigação e demais garantes da legalidade não tenham já analisado os contornos destas! Se houvesse algo errado já teria vindo a lume!? Sugerir que assim não é merece total repúdio!
Até prova em contrário somos todos bons rapazes (…enquanto houver dinheiro, dirão alguns cínicos!?)
Todos queremos comunidades educativas serenas e onde todos os membros da comunidade educativa se desenvolvam harmoniosamente.
Todos sonhamos com comunidades educativas onde a justiça e a equidade impere, onde o estado de direito democrático e os valores inerentes à ética republicana reinem equilibradamente.
Todos desejamos as melhores condições de crescimento para as crianças e jovens!
Todos almejamos uma escola pública dotada de recursos que permitam o desenvolvimento de competências, a aquisição de saberes, a humanização de todos e um efectivo “elevador social” que permita uma equitativa oportunidade a todos independentemente das origens socioeconómicas, religiosas, étnicas, culturais, etc….
Isto faz-se com trabalho, investimento rigoroso e justiça de todos, para todos (professores, pais, alunos, assistentes, directores, chefias intermédias, municípios, governos e todos os outros membros da comunidade educativa)!
Estamos mal, sobretudo nós os mais pobres, mas só juntos é que podemos virar a página desta novela de mau gosto em que o governo e outros protagonistas nos obrigam a viver!
Apoiamos as exigências dos professores, dos educadores e dos assistentes, compreendemos e temos que aceitar algumas derivas, mas não podemos tolerar tentativas de ruptura dentro das nossas comunidades educativas, protagonizadas por aqueles que, fossem isentos, mais deveriam apoiar uma mudança consistente desta escola pública!
Claro que desejamos que o governo se sente à mesa com os professores, os educadores e os assistentes para definir uma estratégia de reposição da legalidade e de novas regras conducentes a um convívio sadio no mundo da escola pública!
Claro que isto custa dinheiro, mas o governo tem alternativa: entregue a escola pública à banca ou à TAP e porque aí o dinheiro parece nunca faltar, essa parte do problema ficará resolvida!
Aos grevistas o nosso profundo agradecimento e o nosso apoio. Enquanto aqui estivermos “as bestas não medrarão”!
“Nunca se perde tempo com aquilo que amamos” lema da E.S. de Alberto Sampaio, em Braga.
* in Reflexões; Lourenço de Abrigueiro, 1967.

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Costa(s), os Professores Têm Toda a Razão!

 

Bom dia.

Sou professor e autor deste cartaz / cartoon que fiz como crítica que gostaria de partilhar convosco. Sou professor e nesta luta critico a desvalorização da nossa carreira, esperando que o Presidente da República, que é também professor, interceda por nós!
Se acharem pertinente o cartaz e quiserem dar alguma visibilidade a ele, era o objetivo, pelo que posso disponibilizá-lo e permitir a sua replicação, para as manifestações, incluindo a de Lisboa.
Obrigado pela atenção.
Boa sorte !
João Pedro Lima

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Quais os motivos que levam os técnicos a aderir à greve?

– O relato de uma psicóloga escolar –

 

Vejo a minha classe profissional a manifestar a necessidade de ter uma carreira especial desde que comecei a trabalhar como psicóloga no Ministério da Educação. Espantem-se: nós já tivemos as nossas funções, direitos e deveres regulamentados! Porém, posteriormente, fomos englobados na carreira geral da Função Pública, o que representou um retrocesso na dignificação da nossa profissão. Veja-se alguns exemplos:

– Apesar de os psicólogos escolares se orientarem por um código deontológico, algumas direções deixam claro que este fica “à entrada da escola”, manifestando uma imposição de conduta, como que se tivéssemos de responder primeiramente ao que cada agrupamento entende ser da nossa atuação profissional.

Um dia, um antigo diretor de um agrupamento onde trabalhei, com o seu lápis azul, ousou ler e modificar pedidos de encaminhamento de alunos para serviços de saúde exteriores, com o argumento que teria o dever de conhecer e controlar a informação!

Mesmo denunciando à Ordem dos Psicólogos Portugueses e ao Ministério da Educação, estas situações persistem, pelo que urge a regulamentação e o reconhecimento da autonomia técnica e científica da nossa classe.

 

– Incompreensivelmente os diplomados em Psicologia continuam sem habilitação própria para a docência, estando impossibilitados de lecionar essa disciplina.

 

– Embora a Ordem dos Psicólogos Portugueses tenha criado as especialidades profissionais e o Referencial Técnico para os Psicólogos Escolares, os quais clarificam as suas competências e os domínios de intervenção, os agrupamentos teimam frequentemente em solicitar a intervenção do psicólogo escolar como se se tratasse de um psicólogo clínico. Atrevo-me a dizer que é o mesmo que pedir ao INEM, responsável pelos primeiros socorros, que faça o mesmo que um médico cirurgião. Ambos são fundamentais na assistência médica, mas assumem funções e campos de atuação distintos.

 

–  Há anos que os psicólogos efetivos e que trabalham longe da sua residência reclamam maior facilidade na autorização da mobilidade geográfica e na sua consolidação. Este problema agravou-se seriamente com os que obtiveram vínculo contratual através do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública. Não temos direito à mobilidade por doença, a permuta ou a apoios monetários por deslocação. Esta situação é incomportável com os custos associados e impossibilita a conciliação com a vida familiar. Perante estas pessoas (sim, porque se tratam de pessoas, muitas com família e algumas com doenças crónicas), o Ministério da Educação teima em mostrar frieza e insensibilidade.

 

– Precisamos de tempo e condições para tarefas “não visíveis” como planificar atividades, construir materiais, elaborar relatórios e pareceres. Seria fundamental que todos os psicólogos escolares tivessem no seu horário definido horas de trabalho indireto porque se há diretores compreensivos a este nível, também há os que se mostram inflexíveis e ignoram todas estas necessidades.

O mesmo se aplica às pausas letivas: alguns psicólogos estão na escola e outros estão em casa (a trabalhar ou a usufruir desse período). Outros organizam-se de forma rotativa com colegas. Para uma classe que lida com questões emocionais desgastantes e que habitualmente tem excesso de trabalho – por serem poucos para muitos – é importante proteger a sua saúde mental. As pausas letivas podem e devem servir para esse propósito. Promovemos a saúde mental nas escolas, mas a escola/Ministério também deve fomentar a saúde mental dos seus trabalhadores.

 

– Há anos que os psicólogos técnicos especializados veem os seus contratos renovados sem se perspetivar a obtenção de um vínculo contratual estável.

 

Os psicólogos escolares denunciam estas situações há muito, mas tem faltado coragem política para as resolver. Porque há necessidade de regulamentar a nossa carreira e de dignificá-la, junto-me a esta greve!

 

Petições dos técnicos do Ministério da Educação:

Pelo direito de aproximação à zona de residência

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT114380

 

 

Pela não inclusão no processo de municipalização

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT114381

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