Missão Escola Pública convida-te a vir assinar o Manifesto pela defesa da Escola Pública, que será entregue aos representantes dos partidos políticos que poderão vir a formar governo através das eleições do dia 10 de março. O documento conterá as linhas que consideramos fundamentais para a Educação e para a Escola Pública no próximo programa de Governo. Estarão presentes não apenas os signatários deste Manifesto e os representantes dos partidos políticos, mas também intelectuais da Educação, estruturas sindicais e figuras proeminentes da Escola Pública portuguesa, que foram convidados para este efeito.
A breve trecho, disponibilizaremos aqui a lista dos convidados já confirmados.





5 comentários
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Para evitar a ruína da Escola:
– Abolição da ADD
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=abolir-add
É impossível medir o desempenho dos professores.
Para evitar a ruína da Escola:
– Alterar o modelo de gestão escolar
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=abolir-diretores
Proponho que a gestão das escolas seja feita por um órgão colegial eleito, exclusivamente, pelos trabalhadores docentes e não docentes de cada escola/grupamento.
Todos os professores desse órgão devem ter uma turma atribuída: a melhor formação específica para a gestão educacional.
Enquanto não houver equidade, respeito e justiça para TODOS os professores e principalmente para aqueles que estão com a escola pública há anos (muitos anos mesmo!) e que se aguentaram em grande precariedade sem qualquer ajuda para as despesas, durante muitos anos(21 anos para entrarem para o quadro e só foi possível ficando num QZP a cerca de 400 kms da sua residência), que foram avaliados anualmente, tiveram aulas assistidas mais que uma vez e até obterem boa nota! E agora depois destes anos todos, temos os colegas recém chegados e ficam a 1 Escalão /índice de nós e ainda temos de ter aulas assistidas para passar ao 5º e 8º escalão com quotas? Como pode isto ser possível? O que estão a fazer pelos colegas contratados e recém chegados não está mal é até muito louvável mas a grande injustiça é com os colegas que como eu se sentem desrespeitados e muito desiludidos. Não é possível desempenhar funções perante tudo isto, por mais que se goste da profissão. Penso que quem semeia injustiça vai colher injustiça e nada resolvemos desta forma!
Não colega. Ainda é pior do que refere.
Desde 2018 que colegas com menos tempo de serviço do que outros andam a ultrapassar todos. Graças à portaria 119/2018, que Alexandra Leirão, então Secretária de Estado da Educação promoveu.
Conheço vários casos de colegas contratados que ficaram logo no 2.º escalão diretamente, sem sequer passarem pelo 1.º, ultrapassando quem estava à sua frente!
Neste momento já estão no 4.º escalão enquanto que outros ainda vão passar agora para o 3.º.
Isto é inadmissível!!
Este governo é constituído por pulhas nojentos!!
Equidade…Basta ver as condições para posicionamento remuneratório de docentes profissionalizados contratados, dois anos com avaliação de Bom, ora SE nesses dois últimos anos, falta um ano porque muitos encontravam-se a subsituir e o tempo que ficam nas escolas, não permite avaliação de desempenho, apesar de todos os outros anos terem tido avaliação mínima de Bom ficam prejudicados pois não sobem de Escalão. Mais vale não substituir e esperar um contrato anual. É indecente e quem faz estas regras não tem a mínima consciência como é a vida de alguns contratados e depois admiram-se que não há candidatos suficientes para aceitarem contratos temporários. O que devia ser é, com 3 anos de tempo de serviço e com ausência de processos disciplinares, os docentes sobem automaticamente de Escalão sem mais nenhuma condição da treta.