Serão 80 os professores com declarações “falsas” de doença
Foram concluídas “mais de 400 juntas médicas” das 7500 que o ME diz ter adjudicado. Está a ser usado despacho de 1989 para chumbar docentes em mobilidade por doença, acusa associação.
Jan 09 2024
Foram concluídas “mais de 400 juntas médicas” das 7500 que o ME diz ter adjudicado. Está a ser usado despacho de 1989 para chumbar docentes em mobilidade por doença, acusa associação.
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4 comentários
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Diria o nosso Presidente, num universo tão grande não é nada!….
Pois. São só 20%,. Coisa pouca.
A lei deve ser cumprida, incondicionalmente, e todos os prevaricadores, em todos os momentos e circunstâncias, devidamente punidos – sem exceções! Professores, médicos, políticos…
Mas penso ser importante apresentar factos que sustentem as acusações!
Aparentemente, 80 professores prevaricam o sistema, com as devidas consequências – para os seus alunos, a sua escola, o contribuinte…
Porém, parece-me fundamental referir que, por lapso do médico que colocou a cruz no local errado no formulário de incapacidade temporária para o trabalho, temos uma “declaração falsa de doença” – se calhar, já só temos 79 declarações falsas, ou 69…
Continuando, o médico colocou a vinheta no local errado. Oppsss! Mais uma declaração falsa, 68.
Rasura, 67!
Bandidos desses professores, esses dilapidadores do erário público, que recorrem a subterfúgios, contornam a lei, fazem a lei, oppsss, não esses são outros, retiram vantagem em negócios, até guardam o dinheiro em caixas de vinho e entre os livros das patacas…
Parece que a comunicação continua a ser descontextualizada, o que até dá jeito, convenhamos, pois, de acordo com as intenções de quem expõe, e prefere apontar o dedo a trabalhar para encontrar soluções para os problemas que eles próprios criam…e afundam o futuro de um país, das futuras gerações!!!
Lamentável!!!!
A lei é clara.
Cumpra-se a lei e abram processos disciplinares aos referidos professores.
Vão chegar rapidamente à conclusão que a noticia é manipuladora, enganador e incorreta.
Já agora conveniente ao governo, mais concretamente ao sr. ministro da educação.