Por outro lado, Costa reconheceu que o país tem “um problema sério em matéria de professores” e anunciou a aprovação de um diploma no Conselho de Ministros de quinta-feira com “duas medidas da maior importância”.
“Uma fixação à escola de todos os professores que tenham sido contratados para preencher horários que estavam e continuam vagos e, em segundo lugar, permitir à escola abrir concursos para horários completos nos grupos de disciplinas e nos territórios onde se verificou carência, de forma a que, havendo horários completos, sejam mais atractivos”, disse.




8 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Pronto, fiat lux, fez-se o milagre. Com essas 2 medidas avulsas, desconectadas de toda a problemática mais profunda e conjuntural fica, definitivamente, solucionada a falta de professores. Enfim…
paguem o mesmo que pagam aos tarefeiros médicos q este problema resolve-se logo
Estes…querem é colocar os professores num beco sem saída, de forma a complicar ainda mais a vida, que já está muito complicada.
Estão a destruir tudo que é serviço público! Propositadamente e só para arranjar negócio para os amigos…
Kiss, Kiss Bang, Bang!
Nada de resolver problemas de raíz, é mesmo para arruinar o que é de todos e para todos!
Este fulano…
É que não há uma.
Saúde, justiça e educação. Uma anedota.
Se isto é um governo socialista e de esquerda!!!
Ainda mais tem a excelente capacidade de amansar as nossas estruturas sindicais. Elas bem tentam disfarçar a domesticação, mas não convencem ninguém.
Os privados devem estar a deleitar-se com isto tudo, a antecipar os lucros chorudos da saúde e da educação que irão parar aos seus bolsos.
Tudo à deriva! Sem rumo, sem governantes a executar com cabeça, tronco e membros políticas sérias e honestas. Apenas dispostos a viajar para outras paragens, a dar show de selfies e mergulhos televisionados.
Governar transformou-se num espetáculo superficial ao serviço de interesses da grande finança e com os media para cobrir coreografias engendradas para enganar totós. Só assim se explica que um jornalista perito em graxa chegue a ministro da cultura. E até são apelidados de cultura alguns espetáculos suncépticos promovidos por grupos económicos estrangeiros, paradas lgbt e outras zumbas e mindfulnesses que nada têm a ver com a nossa matriz identitária, sem que se valorize a ciência e o saber como cultura (leitura, biologia, poesia, astronomia, música popular portuguesa e erudita, arquitetura, património, etc. levam zero).
A escola é neste quadro o parente pobre que procuram silenciar porque o desenvolvimento intelectual não interessa a este estilo desgovernado de governar. Só assim se explica que se tenha escolhido para ministro da educação um homem que detesta professores e promove uma escola de facilitismos que desvaloriza o conhecimento. Perpetua sistemas velhos para denegrir professores recorrendo aos capangas do costume. Tal como o longevo anterior não tem um plano para melhorar o ensino, está apenas apostado em destruí-lo com teorias pedagógicas duvidosas e de fraco teor.
Neste governar desgovernante os
seres pensantes e críticos são para esmagar. Apenas se promove o populismo através de circo porque a selvejaria do lucro desenfreado já nem o pão garante à populaça. Salários miseráveis, mas internet garantida para todos. É assim que se fazem lavagens cerebrais e se mantém a plebe domada a preceito!
Alguém me explique. Onde está a novidade destas medidas?
até que gosto dele… é um brincalhão daqueles!