Professores podem avançar para “formas de luta radicais”
A Federação Nacional de Educação (FNE) indicou nesta sexta-feira que os professores podem avançar para “formas de luta radicais”, que podem abranger o restante ano lectivo, em defesa da recuperação integral do tempo de serviço que esteve congelado, e lembra ao Governo que tem a responsabilidade de cumprir o seu orçamento.
“O Governo não pode esperar pelo próximo Governo para fazer aquilo que a lei do Orçamento do Estado (OE) determina. O primeiro-ministro diz que o OE é válido para todo o ano. No final do ano já teremos outro Governo, não este e quem tem a responsabilidade de cumprir o que a lei do OE determina é este Governo”, disse aos jornalistas o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.
“Quer através do Governo, com o início da negociação que entendemos que deve ser urgente, quer pela intervenção da Assembleia da República não deixaremos de cumprir aquilo que os professores querem que se faça. E se for necessário recorrer a formas de luta que sejam radicais, que exprimam a extrema insatisfação dos professores portugueses não deixaremos de o fazer”, acrescentou.




5 comentários
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O governo já está a tremer de medo com as lutas ‘radicais’ dos sindicatos… Tenham vergonha!
Sabem que mais? Já estamos fart@s de blá blá blá por parte dos sindicatos! Conversa para empalear! Modernizem-se!
Agora são postais. Vão arrasar com o governo os postais que os sindicatos andam a distribuir nas escolas para assinar. Vai ser a loucura
Já saí do meu sindicato, não estamos representados. Consegue-se mais com iniciativas de cidadãos do que com sindicatos!
Alguém ainda acredita nos sindicatos? Depois do que a FENPROF disse oficialmente sobre a ILC, já nao há dúvidas. Quanto à FNE, resta provar que QUEREM, de facto, fazer alguma coisa. Mas não acredito. Resta acreditar na ICL.