… no sítio.
Directores “desorientados” com orientações de Crato
Manuel Pereira, da ANDE, dá o exemplo do agrupamento de Cinfães que dirige para ilustrar a dificuldade dos directores em cumprir as ordens de Nuno Crato: “Tinha 23 professores sem horário lectivo, mas não consegui resgatar nenhum porque deparei-me com inúmeras limitações e dificuldades em interpretar as orientações que chegaram da tutela.”
Meus amigos. Mas onde está a confusão?
No papelito que vos entregaram para preencher os dados das 11 medidas que permitiram retirar os docentes da ausência da componente letiva?
Mandem dar uma volta as defuntas DREs e guiem-se pelos normativos legais que definiram ainda um conjunto de 8 atividades que, após a distribuição do serviço resultante da operacionalização das medidas anteriores, podem ser distribuídas aos docentes com ausência de componente letiva.
Já sei. Agora foi tarde, mas dia 8 ainda vão a tempo de os colocar no sítio.




12 comentários
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Respostas:
Documentos sem assinatura????
! É DE MAIS Todos os outros directores estão demasiado confusos para tomar qualquer decisão com base num documento que nem sequer está assinado”, critica Adalmiro da Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). http://www.ionline.pt/portugal/escolas-directores-desorientados-orientacoes-crato
VIGARIIIIISTAS…
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os directores serão os “primeiros e últimos responsáveis” pelos “eventuais atropelos à lei
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de um lado têm indicações expressas das direcções regionais de educação para pôr a concurso todos os docentes com seis horas lectivas (ou menos)
. http://www.ionline.pt/portugal/escolas-directores-desorientados-orientacoes-crat
Não será que uma coisa é para consumo nacional, via OCS, e outra a oficial , que é aquela que diz e manda fazer as Direcções regionais?
Não sabe ou dá-lhe jeito?
se os diretores não sabem, demitam-se e venham dar aulas a ver se é melhor…
Isto é o que temos nas direcções das escolas. Muito incompetência. Muita falta de capacidade de liderança e de tomar decisões sem estarem sistematicamente a consultar as instâncias superiores.
Por acaso, acho que é preciso ter muita cautela com isso e só se deveria aplicar se o docente quisesse e depois de esgotadas, na escola, todas as hipóteses de não ficar com os tais 6 tempos letivos. Caso contrário, parece que se está a oferecer à DRE uma lista com os docentes QUE FICAM NA MESMA COM HORÁRIO-ZERO e, quem sabe, até poderão começar já a fazer contas aos despedimentos!!! Pensem bem…não será um presentinho envenenado? Eu, se fosse DACL, preferia ir a concurso a ver se apanhava mais componente letiva!
É confrangedor verificar o grau de ignorância de muitos colegas, entre os quais incluo, com grande pena minha, o responsável por este blog (é que às vezes as questões são um pouco mais complexas do “tê-los ou não”), e que os levam a fazer comentários, no mínimo, injustos: será que todos sabem que hoje, dia 1 de agosto, muitas escolas da DRELVT (e não sei se também de outras DRE) ainda não receberam resposta aos pedidos feitos a meados de julho para abrir turmas que, por uma razão ou por outra, não respeitavam os mínimos definidos na lei (ex: turmas de continuidade do secundário que não têm o mínimo de alunos para funcionar e/ou para abrir as opções)? É que essas respostas podem fazer toda a diferença entre alguns colegas terem ou não as 6 horas “letivas”… Sejamos honestos: claro que há muitos diretores prepotentes, ignorantes, etc, mas também há muitos que são decentes, que têm consciência, que não se esqueceram de que são professores mas que são obrigados a trabalhar “em cima do arame” e que estão entre dois fogos, muito difíceis de gerir.
Arlindinho… Já que vais estar em ano sabático “à pala” do braço armado do MEC (leia-se FNE) podias pensar que muitos diretores de escola estão pendentes da validação das turmas pelas Dres (as que iam acabar mas afinal apenas mudarão de nome). Hoje dia 1 de Agosto as escolas estão à espera da autorização das turmas para comunicarem ou não aos docentes se têm horário ou não…
Só um aparte: já se esqueceram que as dispensas sindicais foram as primeirinhas listas de “salvos pelo gongo” a serem publicadas? Coincidência…, claro. Porque isto de espalhar brasas requer muita arte e sabedoria… Não, não, Dulicineia e Maria, isto não é ignorância….
Agora as “notas informativas” são normativos legais.
Bem visto, Atento! Já me tinha rido sobre isso… E os mails e outros patuás de quem foi à casa de banho nas instalações/instâncias superiores e veio mais arejado… isso tudo passou a ser “Normativo”. “Legal”.
Estamos entregues à bicharada é o que é!
E o tal Manuel Pereira não é o “director” que fez este ano mais pela avaliação da MLR (supervisão das aulas dos profs) do que no ano da implementação da dita ADD? Não é esse tipo que andou a cumprir “tudo e mais alguma coisa”, à revelia do que estipulavam os “normativos” do MEC? Que se lixe o gajo!!!